sábado, 31 de outubro de 2009

COMETAS LABORATORIOS DA VIDA

Veja porque

Fonte BBC BRASIL

Astrônomos encontram agente 'formador da vida' em cometa

Cientistas da Nasa (Agência Espacial Americana) encontraram o aminoácido glicina, fundamental na formação de proteínas por seres vivos, em amostras de um cometa.

Esta é a primeira vez que se encontra um aminoácido neste tipo de corpo celeste.

As proteínas são formadas por combinações de aminoácidos e, por sua vez, são usadas na formação de várias estruturas dos organismos vivos, de cabelos a enzimas.

"Nossa descoberta sustenta a teoria de que alguns dos ingredientes para a criação da vida se formaram no espaço e foram trazidos à Terra pelo impacto de meteoritos e cometas", disse Jamie Elsila, cientista no Centro de Voos Espaciais da Nasa em Greenbelt, no Estado de Maryland, e principal autor de um estudo sobre o assunto, a ser publicado na revista Meteoritics and Planetary Science.

Para Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, a análise da equipe de Elsila reforça o argumento de que a vida no universo "pode ser mais comum do que rara".

Coleta especial

As amostras foram colhidas do cometa Wild 2 pela espaçonave Stardust.

Em janeiro de 2004, a nave atravessou a densa camada de gases e poeira que cercam o núcleo gelado do Wild 2.

Na passagem, uma estrutura coletora especial, parecida com uma raquete de tênis e preenchida com um gel espumoso, capturou as amostras das substâncias.

Essa estrutura foi então colocada em uma cápsula que foi separada da Stardust e enviada à Terra com um paraquedas, chegando em janeiro de 2006.

Desde então, os cientistas vinham analisando as amostras para tentar aprender mais sobre a formação de cometas e do nosso Sistema Solar.

32 Planetas fora do sistema solar

fonte

BBC BRASIL

Astrônomos descobrem 32 planetas fora do Sistema Solar

Desenho de Gliese 667C

Astrônomos estão encontrando planetas cada vez menores

Astrônomos anunciaram nesta segunda-feira a descoberta de 32 novos exoplanetas – assim chamados por estarem fora do Sistema Solar.

Segundo os cientistas, os exoplanetas têm tamanhos que variam de cinco vezes a massa da Terra a até entre cinco a dez vezes a massa de Júpiter, o maior planeta do nosso sistema.

Para identificar os corpos celestes, os cientistas do European Southern Observatory, trabalhando no observatório de La Silla, no Chile, utilizaram um instrumento de rastreamento muito sensível, o espectômetro Harps (sigla de High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher, ou “rastreador de planetas por velocidade radial de alta precisão”, em tradução livre).

A descoberta – que eleva o número de exoplanetas conhecidos para mais de 400 - deixou os astrônomos entusiasmados porque indica que pode haver inúmeros planetas de pouca massa para os padrões astronômicos, como a Terra, em nossa galáxia.

"A partir (dos nossos) resultados, sabemos agora que pelo menos 40% das estrelas do tipo solar têm planetas de pouca massa. Isso é realmente importante, porque significa que planetas com pouca massa estão em toda a parte, basicamente", explicou Stephane Udry, da Universidade de Genebra, na Suíça.

"O que é muito interessante é que modelos estão prevendo (os planetas), e nós estamos encontrando (os planetas), e além disso, os modelos estão prevendo ainda mais planetas de massas menores, como a Terra".

Tamanhos

O Harps usa um método indireto de detecção que indica a existência de planetas a partir da forma como sua gravidade faz com que uma estrela-mãe pareça piscar em seu movimento pelo céu.

Para detectar os exoplanetas, a astronomia está trabalhando no limite da tecnologia atual. A maioria dos que foram encontrados até agora são do tamanho de Júpiter ou maiores.

O instrumento Harps, no entanto, está sendo usado para verificar estrelas pequenas, relativamente frias, na esperança de encontrar planetas de baixa massa, aqueles com maior probabilidade de se parecer com os planetas rochosos do nosso Sistema Solar.

Dos 28 planetas conhecidos com massas com menos de 20 vezes a massa da Terra, o Harps já identificou 24 e seis destes estão no grupo anunciado recentemente.

"Temos dois candidatos com cinco vezes a massa da Terra e dois com seis vezes a massa da Terra", afirmou Stephane Udry.

Anteriormente, o Harps já tinha identificado um objeto que tinha apenas duas vezes a massa da Terra.

Os cientistas buscam encontrar planetas rochosos que orbitem uma "área habitável" ao redor de uma estrela – ou seja, uma região do espaço em que o planeta tenha temperaturas em uma faixa que poderia abrigar a presença de água em estado líquido.

Cientistas acreditam que a introdução de novas tecnologias, mais sensíveis, vai permitir que eles identifiquem estes objetos dentro de apenas alguns anos.


ÁGUA DOS OCEANOS TRAZIDA POR ASTERÓIDES?

FONTE
www.prensaescrita.com

CIÊNCIA

Água dos oceanos foi trazida por asteróides

por Lusa29 Outubro 2009

Água dos oceanos foi trazida por asteróides

A água dos oceanos foi trazida à Terra por asteróides cobertos de gelo dezenas de milhões de anos depois da formação dos planetas do Sistema Solar, indica um estudo hoje publicado na revista Nature.

O resultado desta investigação contraria a ideia geralmente aceite de que os oceanos e a atmosfera se formaram a partir de gases vulcânicos.

Segundo o principal autor do estudo, o geoquímico francês Francis Albarède, da Escola Normal Superior de Lyon, "asteróides gigantes cobertos de gelo" chocaram com a Terra entre 80 e 130 milhões de anos depois da formação do planeta, trazendo-lhes as suas reservas de água.

Ao introduzir-se no manto terrestre, essa água permitiu o aparecimento da "tectónica das placas, que poderá ter sido crucial para o aparecimento da vida", sublinha o investigador.

O fenómeno seria também responsável pela formação da atmosfera, até agora atribuída a "vapores emitidos durante o dealbar do nosso planeta", afirma o investigador num comunicado divulgado pelo Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS) de França.

"A Lua e a Terra eram basicamente secos logo após a formação da Lua, na sequência de um impacto gigante na proto-Terra" (primeiro estado geológico da Terra), lê-se no comunicado.

Tendo em conta cálculos recentes, as temperaturas eram demasiado elevadas entre o Sol nos seus inícios e a órbita de Júpiter para que elementos voláteis, como vapor de água, pudessem condensar-se nos "embriões planetários".

Comparando Marte, Vénus e a Terra, três planetas com histórias diferentes, o que distingue a Terra é a existência de placas tectónicas, de oceanos líquidos e de vida.

Num momento em que se procuram planetas extra-solares, deveria tentar saber-se por que razão estes três planetas do Sistema Solar são tão diferentes, sugere o cientista francês.

CEREBRO ELETRONICO

fonte

www.prensaescrita.com

Supercomputador faz biliões de cálculos por segundo

por Lusa29 Outubro 2009

Supercomputador faz biliões de cálculos por segundo

A China apresentou hoje o seu mais rápido computador, uma máquina que ocupa uma área de 1.000 metros quadrados e que é capaz de efectuar biliões de cálculos por segundo.

O super-computador foi apresentado em Changsha, centro da China, pela Universidade Nacional de Tecnologia da Defesa, disse a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua (Nova China).

É o "Tianhe" (via láctea), um supercomputador desenvolvido pela Universidade Nacional de Tecnologia da Defesa e que custou 600 milhões de yuan (60 milhões de euros), disse a Xinhua.

Teoricamente, o "Tianhe" pode efectuar mais de 1.000 biliões de cálculos por segundo (um «petaflop»), "realizando em apenas um dia o que um vulgar computador demoraria 160 anos a fazer", indicou a mesma fonte.

O sistema pesa 155 toneladas e foi concebido para processar dados de actividade sísmica destinados à exploração petrolífera, computação bio-médicas e desenho de naves espaciais, disse o presidente da Universidade, Zhang Yulin.

No topo da sua velocidade, o novo supercomputador chinês atinge 1,2 «petaflopes», o quarto tempo mais rápido do mundo.

Zhang Yulin adiantou que a informação acerca do "Tianhe" foi já submetida á lista dos "500 computadores mais rápidos", compilada por varias universidades ocidentais, e cuja divulgação deverá ocorrer em Novembro.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

EMERGENCIA NACIONAL NOS EUA VIOLA CONSTITUIÇÃO

O amigo Edu Dallarte enviou esta,

"Emergência Nacional" de Obama viola a Constituição

Kurt Nimmo
Infowars
26 de outubro de 2009




silva
Somente o povo americano, através dos seus representantes no Congresso, podem declarar uma emergência nacional.

Drew Zahn, escrevendo para WorldNetDaily, informa sua discordância ao Infowars sobre a declaração de "emergência nacional" dada por Obama é comparavel à lei marcial. Um artigo de Kurt Nimmo de InfoWars expoe essa preocupação um passo adiante, querendo saber se o porque dessa declaração da Casa Branca, na qual se ocupam de certas medidas da Lei Nacional de Emergências, escreve Zahn. "Mas mesmo que exista realmente um complô para manipular o surto do vírus H1N1 em execução provocando uma expansão de varrer o poder federal, a 'emergência nacional' de hoje está muito "aquém da lei marcial".

Zahn escreve que as leis promulgadas pelo anúncio do presidente existem claras barreiras meramente administrativas para o processamento dos pagamentos do Medicare e que as disposições da Lei Nacional de Emergências citado por Obama em seu pronunciamento limita o poder que o seu governo possa tomar. Em seguida, ele cita o artigo 301 proíbe que o presidente assuma quaisquer poderes da Lei Nacional de Emergências, exceto os listados no anúncio de emergência. A lista trata com o Medicare, Medicaid, normas de privacidade de HIPAA e outras funções burocráticas do departamento de Saúde e Serviços Humanos.

Infowars observou que a declaração de Obama de emergência nacional "é uma provável que tática do susto destinada a debandada das pessoas para obterem a vacina". A Lei Nacional de Emergências, entretanto, é parte de um grande quadro desenhado especificamente para a aplicação da lei marcial. A lei autoriza o presidente a revogar o direito de habeas corpus nos termos do artigo 1, secção 9. Ele também concede poderes especiais ao executivo em tempos de emergência nacional e ressalta a ameaça que o executivo representa para as liberdades civis dos norte-americanos, independentemente do disposto na Seção 301.

Revogar o direito de habeas corpus é inconstitucional. Assim está declarando uma emergência nacional, sem aprovação do Congresso. A Constituição declara: "O Privilégio de Ordem de Habeas Corpus não será suspenso, exceto em casos de rebelião ou invasão da segurança pública assim o exigir".

Pode-se argumentar que Obama está invocando a Constituição por uma questão de "segurança pública", ou seja, até você olhar para os fatos - a pandemia "H1N1" não ameaça a segurança da maioria dos americanos. É muito menos mortal do que a gripe sazonal. Quando foi a última vez que um presidente declarou estado de emergência nacional sobre a gripe sazonal?

Um estado de emergência (independente do pretexto) permite Obama a fazer uma série de coisas. Como o Dr. Harold C. Relyea, um especialista no governo nacional, com o Congressional Research Service (CRS) da Biblioteca do Congresso, tem escrito, "quando o Presidente declara formalmente uma emergência nacional, ele pode apreender os bens, organizar e controlar os meios de produção, apreender mercadorias, atribuir as forças militares no exterior, o instituto de lei marcial apreende e controlar todo o transporte e comunicação, regula o funcionamento das empresas privadas, restringe o curso e, em uma variedade de formas, controla a vida dos cidadãos dos Estados Unidos. "

Declaração de Obama, no entanto, é incidente porque os Estados Unidos tem estado sob um estado de emergência desde 14 de setembro de 2001. Bush estendeu essa "emergência" (contra uma ameaça terrorista fictícia) em 28 de agosto de 2008.

"Será que o presidente Obama permitiria que o estado de emergência nacional, declarada pelo primeiro presidente George W. Bush em 14/09/01 e re-declarado sete vezes, permaneça em vigor", perguntou Peter Dale Scott e Dan Hamburgo, em 10 de fevereiro de 2009 .

Em 10 de setembro deste ano, Obama reinstituiu o Estado de Emergência Nacional.

Como Infowars observou no fim de semana, depois de uma emergência nacional é declarada o presidente tem plena autoridade para substituir o Congresso e a Constituição sob o Ato de John Warner de 2007, aprovada pelo Congresso e assinado na lei em 17 de outubro de 2006. Warner amplia o poder do presidente em situações de emergência nacional, mais precisamente na seção 1076.

Declaração de Obama de emergência nacionais - independentemente de sua ênfase sobre o funcionamento burocrático do HHS e Medicare - é simplesmente um exemplo de como o executivo agora funciona como uma ditadura.

A declaração precisa ser considerado em um contexto mais amplo de leis autoritárias e diretivas presidenciais que violam a letra e o espírito da lei.

O Ato Patriota dos EUA permite "e faz reviras" buscas sem notificação, a recolha de informação (médica, financeira, e os registros mesmo arquivados) sem mostrar a causa provável. O itinerante de escutas "John Doe" violam o primeiro, quarto, quinto, oitavo e décima alterações.

Ordem Executiva 13438 permite que o presidente e o secretário do Tesouro para confiscar os bens de "certas pessoas" que se opõem à invasão e ocupação do Iraque (primeiro, quarto e quinto artigos violados).

O Ato de Autorização de Defesa John Warner, mencionado acima, dá ao presidente a autoridade para declarar a lei marcial e assumir o controle das tropas da Guarda Nacional, sem autorização governador do Estado. Se aplicada, a Warner jogaria fora toda a Constituição e a Carta de Direitos. Seria também violação do Posse Comitatus.

NSP HSPD 51 e 20 (de Segurança Nacional e Segurança Interna Diretiva Presidencial) permite ao presidente declarar uma "emergência nacional", por qualquer razão, sem aprovação do Congresso. Estas diretivas poderiam resultar na suspensão do governo constitucional ea militarização da justiça e da lei. NSPD 51 substitui a Lei de Emergência Nacional e deve ter supervisão do Congresso. Se aplicada, a Constituição seria nula.

A Lei de Comissões Militares joga fora o habeas corpus e permite ao governo deter alguém (incluindo os cidadãos americanos), declarando-os "combatentes inimigos". Ele também permite que a tortura e dá imunidade para militares e oficiais de inteligência. O ato viola a Sexta e Alterações Quarta, artigo 1, secção 9, cláusula 2 (que abrange o habeas corpus) da Constituição. Também viola a Convenção de Genebra.

Finalmente, o longo FISA (Ato de Vigilância de Inteligência Estrangeira) permite a administração de Obama espiar americanos sem qualquer autorização judicial. Ele fornece uma revisão judicial sem sentido falsa e procedimentos secretos e um relatório imprestável para o Congresso.

Obama e sua emergência nacional "em resposta a uma pandemia que é nada para a classificação é mais um exemplo do executivo está desenfreadamente violando a Constituição. Não importa se os detalhes da preocupação chamada de emergência e declarações do funcionamento burocrático do governo. É uma violação dos princípios que nossos fundadores tinham em mente quando formularam o nosso (agora quase moribunda) república constitucional.

Somente o povo americano, através dos seus representantes no Congresso, podem declarar uma emergência nacional.

Fonte: Infowars - Obama’s “National Emergency” Violates the Constitution

terça-feira, 27 de outubro de 2009

ISRAEL BARRA A ÁGUA DOS PALESTINOS

WWW.HORADOPOVO.COM.BR É A FONTE

Israel barra palestinos de acesso a água de
seu próprio subsolo

As dezenas de assentamentos de colonos judeus construídos sobre terras usurpadas do território palestino são supridas com água extraída do subsolo palestino.
Ocorre que, como denuncia a Anistia Internacional, a quantidade de água que vai para os judeus nos assentamentos ilegais excede a dos palestinos na proporção de 80% para 20%.

“A escassez tem afetado todos os aspectos da vida para os palestinos”, afirma a pesquisadora da Anistia, Donatella Rove-ra, em entrevista concedia à Associated Press. Enquanto para as colônias judaicas há água para uso abundante em jardinagem e piscinas, nas cidades e aldeias palestinas a média por pessoa fica aquém do recomendado pela Organização Mundial de Saúde.
A escassez é usada na guerra psicológica pelos israelenses contra os palestinos em sua política de apartheid que - entre outras vertentes de agressão, usurpação e geno-cídio – consiste em infer-nizar a vida destes no intuito de forçá-los a migrar da Palestina.
No caso da água, além dos instrumentos de pesquisa e equipamentos a seu dispor, Israel bloqueia projetos de infra-estrutura para acesso à água na Cisjordânia por parte dos palestinos, como indica a Anistia.

SUBSOLO PALESTINO

O informe trata do aquífero da montanha, localizado no subsolo da Palestina, de onde é extraída a maior parte da água usada por israelenses e palestinos (Na Cisjordânia ocupada há 450.000 judeus – instalados nos assentamentos ilegais – e 2,3 milhões de palestinos.

O governo israelense defendeu-se das denúncias. Seu porta-voz, Mark Regev, as declarou “completamente ridículas”. Disse que Israel tem esse direito de quase exclusividade porque foi seu país que descobriu o aquífero (que fica em subsolo palestino) e acrescentou que se aos palestinos fosse deixado consumirem o quanto desejassem, o aqüífero secaria. Quer dizer, como ficariam as piscinas dos colonos?

A situação na Faixa de Gaza ainda é mais grave. A região é a mais pobre da Palestina ocupada, localizada em lugar mais árido e, além disso, teve encanamentos de água e esgoto severamente danificados durante o recente bombardeio.

O representante da Anistia disse que a situação em Gaza é crítica com 90% a 95% do escasso produto contaminado e impróprio para consumo humano. O bloqueio que se seguiu ao bombardeio impede a chegada de material para reconstrução dos dutos danificados.

A organização israelense B’Tselem esclarece que a divisão do consumo de água entre israelenses e palestinos se deteriorou desde a ocupação de 1967 nos territórios palestinos de Cisjordânia e Gaza. “O restrito controle de Israel sobre o setor de água nos territórios ocupados impede o desenvolvimento que proporcionaria aos palestinos atender a suas necessidades de água”, afirma B’Tselem.

RESTRIÇÕES

Segundo a organização Israel instituiu restrições e proibições que não existiam antes, quando os territórios estavam sob controle egípcio e jordaniano. Enquanto os sucessivos governos estabeleceram cotas desfavoráveis aos palestinos e passaram a aumentar o consumo de água em Israel com base no líquido extraído de fontes nos territórios ocupados.

Aos palestinos fica proibido até mesmo abrir um poço no quintal de suas residências sem a permissão das forças de ocupação. E os palestinos, quando obtêm esses tipos de permissão, atravessam verdadeiras muralhas burocráticas.

QUEM DEVE TEMER A DOUTRINA MILITAR RUSSA

FONTE
WWW.PORT.PRAVDA.RU

A nova doutrina militar da Rússia, que vai entrar em vigor em 2010, provocou um debate acalorado, em primeiro lugar, porque estabelece preferência para ataques nucleares. Além disso, ele diz que as armas nucleares também podem ser utilizadas em conflitos locais em caso de ameaças críticas à segurança nacional da Rússia.



O texto tem incentivado algumas pessoas a dizer que a Rússia tem a intenção de usar armas nucleares em conflitos com seus vizinhos mais próximos - as ex-repúblicas soviéticas. Uma séria ameaça para a segurança nacional da Rússia pode vir de diferentes tipos de conflitos, incluindo uma guerra em grande escala com um bloco de países, ou de um hipotético conflito territorial com um ou vários países desenvolvidos militarmente.


Desde que as forças armadas das ex-repúblicas soviéticas não são muito eficientes, pode-se supor que apenas os países bálticos, que são membros da OTAN, podem representar uma séria ameaça para a Rússia. Embora não exista uma probabilidade de um conflito com um país báltico, se essa guerra acontecer, ela iria imediatamente sair do contexto de um conflito local, e não seria um país báltico, que seria alvo da Rússia nesse caso.


Uma ameaça crítica também pode ser criada por uma tentativa de um vizinho mais desenvolvido que não seja um membro da OTAN, de usar a força militar contra a Rússia para resolver uma disputa territorial. Teoricamente, um conflito com o Japão é possível se os políticos japoneses procuram usar a força militar para resolver o problema Kuril.


No entanto, uma séria ameaça para a Rússia é mais provável numa grande guerra. Rússia começou a falar sobre a possibilidade de dar preferência a ataques nucleares há muito tempo, na década de 1990 após a OTAN bombardear a Jugoslávia. Rússia posteriormente realizou jogos de guerra “West 1999” simulando um conflito militar com a OTAN, semelhante ao da Jugoslávia.


Esse jogo de guerra mostrou que apenas armas nucleares poderiam salvar a Rússia, em caso de agressão do Ocidente. O governo russo em seguida, mudou os esquemas de utilizar armas nucleares, especialmente as táticas.


A nova disposição foi selada em dois documentos fundamentais - a doutrina militar e o conceito de segurança nacional aprovadas em 2000. Declaram que o uso de armas nucleares é justificado e necessária "para repelir uma agressão militar, quando todos os outros métodos de resolução da crise têm sido usados e ineficazes".