A lição não aprendida de 1929por Henry C.K. Liu
28/Outubro/2009 Artigos de Henry C. K. Liu em resistir.info: O original encontra-se em Asia Times e em http://www.henryckliu.com/page202.html Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ . |
sábado, 7 de novembro de 2009
A LIÇÃO NÃO APRENDIDA DE 1929
O PAPEL DO OURO NO SISTEMA INTERNACIONAL
O papel do ouro no sistema monetário internacionalO que fazem a Índia e a China que a Malásia não faz?por Matthias Chang
Também chamei a atenção do primeiro-ministro para os seguintes dados:
Considerando este estado de coisas, quaisquer vendas de bancos centrais europeus sob o 3º CBGA não deprimirão os preços do ouro, pois será inevitável que os bancos centrais asiáticos, com pouco peso de ouro nos seus haveres, colectem-no para reforçar as suas minúsculas reservas do metal. Para mais dados, ver a referência do World Gold Council. 04/Novembro/2009 O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=15922
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A VERDADE POR TRAS DAS BASES DOS EUA NA COLOMBIA
Documento oficial da US Air Force revela as verdadeiras intenções por trás do Acordo Militar EUA-Colômbiapor Eva Golinger [*]
06/Novembro/2009 [*] Promotora federal de Nova York, vive em Caracas desde 2005. Autora de "The Chávez Code: Cracking US Intervention in Venezuela", "Bush vs. Chávez: Washington's War on Venezuela", "The Empire's Web: Encyclopedia of Interventionism and Subversion"; "La Mirada del Imperio sobre el 4F: Los Documentos Desclasificados de Washington sobre la rebelión militar del 4 de febrero de 1992" O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=15951 e em Postcards from the Revolution . Traduzido pelo colectivo Leitura Capital. Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ . |
A FURIA DA EXTREMA DIREITA CONTRA OBAMA
A fúria da extrema-direita dos EUA contra Barack Obama | ||||||||||
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O que em qualquer outro país democrático ocidental seriam grupos marginais, propícios para o manicômio, nos EUA contam com grandes meios de comunicação – como a cadeia Fox – e capacidade de mobilização massiva para expressar seus delírios ideológicos. Há algumas semanas, estes grupos capazes de detectar comunistas nos locais mais inesperados, estão em pé de guerra contra a reforma da saúde, proposta por Obama, que em qualquer país europeu não chegaria a merecer o título de social-democrata. O artigo é de Pablo Stefanoni.
Pablo Stefanoni / Pulso Bolivia São os mais conservadores entre os conservadores, os mais libertarians entre os libertarians, os ultras, a direita da direita mais recalcitrante, os que não são chegados a sutilezas e acreditam que o governo de Barack Obama – flamante Prêmio Nobel da Paz – está levando os Estados Unidos ao comunismo e ao nazismo ao mesmo tempo, os que negam o primeiro presidente negro nascido no Hawaí...Mas o que em qualquer outro país democrático ocidental seriam grupos marginais, propícios para o manicômio, nos EUA contam com grandes meios de comunicação – como a cadeia Fox – e capacidade de mobilização massiva para expressar seus delírios ideológicos. Há algumas semanas, estes grupos capazes de detectar comunistas nos locais mais inesperados, estão em pé de guerra contra a reforma da saúde, proposta por Obama, que em qualquer país europeu não chegaria a merecer o título de social-democrata, mas que, nos EUA, é considerada pela direita o primeiro passo na direção de um Estado totalitário. Chamam esse “movimento de resistência” de Tea Party, uma referência ao motim do chá desencadeado em 1773 contra o aumento de impostos para vários produtos – incluindo o chá – e que é considerado o prelúdio da luta pela independência. A campanha de ódio contra Obama – diz o diário El País – colocou em pé de guerra locutores de rádio, apresentadores de televisão e internautas enlouquecidos da extrema-direita norteamericana. Rush Limbaugh, com seu microfone, ou Glenn Beck – o novo homem duro dos radicais – convocam a insurreição desde os estúdios da Fox. “Estão nos roubando a América e quiçá seja muito tarde para salvá-la”, disse Beck a seus seguidores em uma intervenção radiofônica. O fundamentalista Limbaugh chegou inclusive a falar de racismo invertido e usou como exemplo para acabar com o governo democrata um incidente onde estudantes negros golpearam um garoto branco em um ônibus. Limbaugh pediu “ônibus segregados”. “Nos Estados Unidos de Obama, os garotos brancos são golpeados e os negritos aplaudem”, disparou. O delírio como categoria política |
terça-feira, 3 de novembro de 2009
PANDEMIA OFFLINE
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domingo, 1 de novembro de 2009
EUA ESTADO FRACASSADO?
Os super-ricos riem ao dizer "Que comam bolos"Os EUA como Estado fracassadopor Paul Craig Roberts [*] Os EUA têm todas as características de um Estado fracassado. O original encontra-se em http://www.counterpunch.org/roberts10222009.html Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ . |
No dia 29 de Outubro de 2009 deu-se o 80º aniversário do crash de 1929 que levou à Grande Depressão. Será que o mundo aprendeu a lição de 1929?
Em 27 de Agosto de 2009 escrevi o artigo "Apelo ao primeiro-ministro e ministro das Finanças da Malásia – Reexaminem a estratégia do país quanto a reservas externas", urgindo o nosso primeiro-ministro a examinar a necessidade crítica de diversificar as nossas reservas estrangeiras, especificamente para aumentar os nossos haveres em ouro.
Um documento oficial do Departamento da Força Aérea dos EUA revela que a base militar de Palanquero na Colômbia providenciará ao Pentágono "uma oportunidade de conduzir operações de todo o tipo na América do Sul." Esta informação contradiz as explicações dadas pelo presidente colombiano Álvaro Uribe e o Departamento de Estado dos EUA relativas ao acordo militar assinado entre as duas nações no passado dia 30 de Outubro. Ambos governos afirmaram publicamente que o acordo militar se cinge a operações anti-tráfico e anti-terroristas dentro do território colombiano. O presidente Uribe reiterou numerosas vezes que o acordo militar com os EUA não afectará os vizinhos da Colômbia, apesar da preocupação existente na região quanto aos seus verdadeiros objectivos. Mas, o documento da Força Aérea Norte-Americana, datado de Maio de 2009, confirma que as preocupações das nações sul americanas não eram indevidas. O documento expõe que a verdadeira intenção por trás do acordo é de permitir que os EUA lancem "operações militares de todo o tipo numa sub-região crítica do nosso hemisfério, onde a segurança e a estabilidade estão sob ameaça constante de movimentos insurgentes financiados pelo narcotráfico (...) e de governos anti-EUA."


Enquanto o governo dos EUA desperdiça US$400 por galão de gasolina a fim de matar mulheres e crianças no Afeganistão, muitos milhões de americanos perderam os seus empregos e as suas casas e estão a experimentar a espécie de miséria que é a vida diária dos povos pobres do terceiro mundo. Americanos estão a viver nos seus carros e em parques públicos. As cidades e estados da América estão a sofrer os custos das deslocações económicas e da redução de rendimentos fiscais devidos ao declínio da economia. Contudo, Obama enviou mais tropas para o Afeganistão, um país do outro lado do mundo que não é uma ameaça para a América.