sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

HAITI, PERSEGUIÇÃO

Haiti nunca teve hipótese

19.01.2010Fonte: Pravda.ru
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Páginas: 123


Após uma série de golpes militares, em Dezembro de 1990, o socialmente progressista "amigo do povo", Dean Bertrand Aristide foi eleito com 67% dos votos. Durou um ano, porque os E.U.A. expulsou-o em outro golpe em 1991. Três anos de agitação culminou com a administração Clinton reinstalar Aristide em 1994, mas com a imposição de seguir o programa de reformas neoliberais que rasgou a sociedade agrícola do país e viu grande parte da população do país afluir às favelas. Isso foi continuado durante a presidência de René Duval (1996 a 2001), quando Aristide foi eleito novamente, mas removido outra vez pelos E.U.A. em 2004, quando foi seqüestrado e levado para um dos países mais remotos da Terra, a República Central Africana.




...


A re-eleição de Duval em 2006 pôs fim a dois anos de caos total, mas não fez nada para acabar com o Armagedon econômico do país, onde morreram as pessoas aos milhares nas favelas mais horríveis que o mundo já viu.


E agora, Pat Robertson tem a audácia para dizer que essas pessoas tenham sido punidas porque fizeram um pacto com o diabo? Nunca tiveram hipótese.

Timothy BANCROFT-HINCHEY

PRAVDA.Ru

HAITI, PERSEGUIÇÃO

Fonte

pravda em portugues.

Haiti nunca teve hipótese

19.01.2010Fonte: Pravda.ru
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Páginas: 123


Embora o Código também estabeleceu condições para o adequado tratamento dos escravos e proibiu a tortura, muitos mestres coloniais realizaram atos horríveis de selvajaria, incluindo a fervura dos escravos vivos, atirando-os aos cães, afogando-os, enterrando-os vivos ou um velho favorito, crucificação.







Cem anos mais tarde, enquanto a França estava no auge da Revolução, um jamaicano (alfabetizado) escravo chamado Boukman Dutty liderou a Revolução Haitiana contra os odiados mestres coloniais e proclamou a independência em Agosto de 1791. Este foi o primeiro acto de Liberdade e Revolução no Continente e em 1 de janeiro de 1804, a República do Haiti foi constituída oficialmente.


Devido às repetidas tentativas da França de anexar a nova República militarmente, o presidente haitiano (Jean-Pierre Boyer) foi persuadido a comprar o direito à independência através de um empréstimo dos bancos franceses, que basicamente selou o destino do novo país através de todo o século XIX. O empréstimo de 90 milhões de francos de ouro era equivalente a 21 bilhões de dólares de hoje e até ao final do século, mais de 80% do PIB do Haiti, foi consumido pelas amortizações de capital e juros para os bancos franceses.


Será que os EUA ajudou Haiti contra a opressão? Longe disso. Os Estados Unidos não só se recusou a reconhecer a República nova, mas impôs um embargo econômico até 1862. Em 1888, o E.U.A. fez uma intervenção militar contra o governo, em 1892, os alemães apoiaram uma insurreição e de 1915 até 1934, o país foi ocupado pela E.U.A., um recurso que deu ao National City Bank de Nova York, os activos do Banque Nationale d 'Haiti.


O controlo norte-americano sobre as finanças do Haiti continuou até 1947 e foram aprovadas leis que abriu o mercado para importações americanas. Dez anos depois, o E.U.A. colocou o psicopata ditador François Duvalier (Papa Doc) que instalou um regime de terror promovida pelo Tontons Macoutes (feras papões), sua guarda presidencial, que exterminaram e torturaram quem quer que fosse considerado um adversário de aquele que agora começou a chamar-se "Deus". Após sua morte, em 1971, foi sucedido por seu filho, Jean-Claude Duvalier (Baby Doc), que até fugir para França em 1985, conseguiu terminar o que seu pai tinha começado, ou seja, a destruição total da sociedade do país, levando-a ao estatuto d a nação mais pobre do hemisfério ocidental, com a maior taxa de analfabetismo.

Haiti a perseguição e a crise...

fONTE

Pravda em Portugues

Haiti nunca teve hipótese

19.01.2010Fonte: Pravda.ru
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Pobre Haiti. E por que é tão pobre, o Haiti? Porque desde o início, desde a sua concepção como nação livre e independente, as potências estrangeiras fizeram todo o possível para colocar uma pedra em volta do pescoço do estado incipiente. Seus habitantes, nascidos no escravidão, nunca tiveram hipótese, apesar do fato de que o Haiti é a verdadeira América.

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"Pessoas" como Pat Robertson, ex-candidato presidencial pelo Partido Republicano nos EUA, fundador e presidente da Christian Broadcasting Network, o terremoto foi visitado sobre Haiti, porque, em suas palavras, "eles se reuniram e fizeram um pacto com o diabo. Eles disseram nós vamos segui-lo se você nos livre dos franceses. É verdade ".

Não há palavras para responder a tal grau de ignorância porque não há vocabulário para descrever as idéias de um simplista, simplório e reaccionário imbecil, superficial e, na verdade, uma reacção de pura maldade perante a situação em que três milhões de pessoas se encontram, seres humanos que, enquanto Pat Robertson vomitava seu veneno demoníaco, tinham mãos e pernas amputadas sem anestesia.


O Haiti está no deplorável estado em que está, não porque ele fez um pacto com o diabo, mas porque as forças do mal aqui na terra, na Europa e na América do Norte, decidiram que o país não teria o direito de arrancar desde o início. Com efeito, antes do início. Haiti e a República Dominicana constituem a Ilha de Hispaniola, a ilha a que Cristóvão Colombo chegou. Esta é a verdadeira América.


O povo Taino que ali vivia foi sistematicamente massacrado pelos espanhóis, que encheram rapidamente as plantações de açúcar e café com os escravos da África durante os séculos XV e XVI. O destino do Haiti como território foi assinado nas Províncias Unidas (Países Baixos), na Europa, no Tratado de Rijswijk (20 de Setembro de 1697), que terminou Guerra dos Nove Anos, entre a França de um lado e Grã-Bretanha, Espanha, Províncias Unidas e o Sacro Império Romano no outro: Hispaniola foi dividida entre a Espanha, que tomou os dois terços na parte oriental (hoje República Dominicana) e à França foi atribuído o terço ocidental, o Haiti.


Haiti logo se tornou a mais rica colônia da França. É difícil afirmar se os franceses eram mais demoníacos do que os espanhóis. O Código Negro de Louis XIV estabeleceu as condições para escravos no território francês; tinha sido aprovado em um decreto em 1685 e imediatamente após a passagem de Haiti para a França, os haitianos foram sujeitos a estes termos, entre os quais a autorização de um mestre para executar um escravo (art. 33), para cortar as orelhas e marca-lo com um ferro quente, ou cortar o tendão e ser marcado de novo (art. 38), a ser acorrentado e espancado (art. 42).

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Paquistão resiste a pressão americana...

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Paquistão rejeita lançar ofensivas contra o Taleban em 2010

21/01 - 11:41 , atualizada às 12:01 21/01 - iG São Paulo

Em um desafio a Washington, o Exército do Paquistão anunciou nesta quinta-feira que não lançará ofensivas contra os militantes da milícia islâmica Taleban em 2010. Segundo o porta-voz do Exército, Athar Abbas, as forças militares estão no limite de sua capacidade e não há planos de novas operações durante os próximos 12 meses.

O anúncio foi feito no dia em que o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, chegou ao país para uma visita-surpresa, com o objetivo de aprofundar laços e convencer o aliado a combater todos os militantes em atuação no país. Essa é a primeira vez que Gates viaja ao Paquistão desde que Obama assumiu o poder, há um ano.

AFP
Gates (à esq.) reúne-se com o chefe do Exército paquistanês, Ashfaq Kayani

Gates (à esq.) e o chefe do Exército paquistanês, Ashfaq Kayani

Os EUA gostariam que o Paquistão expandisse suas ações contra o grupo, que cruza a fronteira para lançar ataques no vizinho Afeganistão.

Reforço militar

A viagem de um dia ocorre num momento crucial do combate à Al-Qaeda e ao Taleban, com os EUA planejando enviar mais 30 mil soldados ao Afeganistão. Islamabad teme que esse reforço militar leve a um aumento da violência no seu lado da fronteira.
Gates afirmou que tentará convencer os céticos paquistaneses de que Washington os vê como aliados "de longo prazo".

Islamabad tem realizado grandes ofensivas contra o Taleban no Paquistão, responsáveis por frequentes ataques a civis e militares, mas resiste à pressão dos EUA para erradir a presença do grupo nas áreas tribais ao longo da fronteira, de onde preparam os ataques que são lançados no país vizinho.

Em 2009, o Exército paquistanês lançou grandes ofensivas terrestres contra redutos taleban no Vale do Swat, em abril, e no Waziristão do Sul, em outubro. Ambas regiões ficam no noroeste do país. Os militantes retaliaram com uma onda de ataques suicidas que deixaram centenas de mortos em todo o país.

Por causa dessas ações, o Paquistão argumenta já estar muito ocupado com o Taleban paquistanês para abrir novas frentes contra o Taleban que atua no Afeganistão. "Não vamos conduzir novas grandes operações nos próximos 12 meses, mas obviamente continuaremos atuando no Vale do Swat e no Waziristão do Sul", afirmou Abbas.

Mas, segundo analistas, o Paquistão na verdade considera o Taleban afegão uma ferramenta para conter a crescente influência da rival Índia no Afeganistão, além de considerá-lo um possível aliado no Afeganistão caso as forças dos EUA se retirem do país. Há informações de que importantes membros do grupo têm vínculos com o serviço de inteligência paquistanês.

Em comentário publicado num jornal do Paquistão, o secretário de Defesa americano afirmou ser contraproducente estabelecer uma distinção entre o Taleban paquistanês e seus aliados afegãos é contraproducente, afirmando ser necessário combater todas as facções.

"Não se pode ignorar uma parte desse câncer e fingir que ele não terá algum impacto mais perto de casa," disse Gates no trajeto entre Índia e Paquistão.

Islamabad e Washington são aliados há anos, mas as relações foram estremecidas pela pressão dos EUA para que o Paquistão se empenhe mais em impedir que os militantes cruzem a fronteira para lutar no Afeganistão.

*Com informações da Reuters e BBC

Leia mais sobre Paquistão


fonte

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/21/paquistao+rejeita+lancar+ofensivas+contra+o+taleban+em+2010++9371328.html

www.ig.com.br


NAVES ALIENIGENAS INVADEM CASAQUISTÃO

FONTE

www.inteligenciabrasileira.blogspot.com

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Diretor do FMI defende plano Marshal para o Haiti

Mais uma jogada iluminatti usando o sofrimento do povo haitiano como arma para alavancar a nova ordem mundial.

fonte

BBC BRASIL

Diretor do FMI defende um 'Plano Marshall' para o Haiti

Diretor-geral do FMI Dominique Strauss-Kahn

FMI emprestou US$ 100 milhões ao Haiti depois do terremoto

O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, propôs nesta quarta-feira que o mundo crie um novo "Plano Marshall" para promover a reconstrução do Haiti.

Em entrevista à rede de televisão americana CNN, Strauss-Kahn disse que o país caribenho precisa de um grande esforço de ajuda financeira internacional para superar essa fase.

"Minha crença é de que o Haiti, que tem sido incrivelmente atingido por diferentes fatores - a crise da alta no preço dos alimentos e dos combustíveis, depois o furacão, então o terremoto -, precisa de algo grande. Não apenas uma ação fragmentada, mas algo muito maior para lidar com a reconstrução do país: um tipo de Plano Marshall é o que precisamos implementar agora no Haiti".

Strauss-Kahn se referia ao plano adotado pelos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial para auxiliar na reconstrução da Europa, que havia sido devastada pelo conflito.

Empréstimo

O FMI já se comprometeu em emprestar ao Haiti US$ 100 milhões sem juros. Perguntado sobre os motivos que levaram a entidade a não doar esses recursos ao país, o diretor explicou que um empréstimo era a maneira menos burocrática e, portanto, mais rápida de repassar recursos.

"Nesse caso, a questão era: nós iríamos ficar sem fazer nada ou iríamos fazer o empréstimo? Decidimos pelo empréstimo, mas sem juros, com um longo prazo para pagamento", explicou.

Strauss-Kahn disse também que a instituição está tentando zerar as dívidas haitianas.

"O mais importante é que o FMI está agora trabalhando junto aos credores (do Haiti) para tentar apagar todas as dívidas haitianas, incluindo esse nosso novo empréstimo”, disse.

“Se formos bem-sucedidos, e tenho certeza de que seremos, até esse nosso empréstimo se transformará em uma doação, porque todos os débitos do país terão sido cancelados. E isso é muito importante para o Haiti agora”.

O rápido repasse dos US$ 100 milhões, segundo o diretor, servia inicialmente para salvar vidas. “A urgência hoje é por salvar vidas. A urgência em algumas semanas será pela reconstrução”.

Economia haitiana

Nicolas Eyzaguirre, diretor do Departamento para o Hemisfério Ocidental do FMI, fez uma estimativa do prejuízo causado pelo terremoto no Haiti.

"Nós comparamos este evento aos furacões em 2008, cujos prejuízos para o país foram estimados por nós em 15% do PIB, o equivalente a US$ 900 milhões. O impacto deste terremoto pode ser muito maior, mas ainda há muita incerteza quanto a isso", disse.

Por isso, a retomada da atividade econômica no país é tão importante, segundo Eyzaguirre.

"Nós precisamos ajudar o Haiti a colocar sua economia para funcionar novamente. Todas as instituições públicas foram muito afetadas. Bancos foram destruídos e o sistema de pagamentos interrompido”, disse.

“O FMI, em coordenação com outras instituições, está auxiliando as autoridades a colocar o dinheiro para circular na economia, para que as pessoas possam comprar comida e os funcionários públicos voltem a receber salários", afirmou.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/01/100120_fmi_haiti_vdm.shtml




segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO FAZ GREVE DE FOME

FONTE
WWW.YAHOO.COM.BR
YAHOO NOTICIAS.


Egito: sobrevivente do holocausto faz greve de fome por Gaza.  Foto:Khaled Desouki/AFP
Foto: AFP: Egito: sobrevivente do holocausto faz greve de fome por Gaza. Foto:Khaled Desouki

Uma mostra de que a maioria dos judeus não são sionistas. Egito: sobrevivente do holocausto faz greve de fome por Gaza CAIRO (AFP) - Hedy Epstein, de 85 anos, que sobreviveu ao holocausto nazista durante a Segunda Guerra Mundial, iniciou nesta segunda-feira uma greve de fome no Cairo para protestar contra a proibição, por parte das autoridades egípcias, de uma marcha para Gaza organizada por entidades não governamentais. Epstein, militante judia americana, parou de comer às 10H00 GMT, junto com outras pessoas idosas membros de um grupo que participaria da marcha, conhecido como "As Avós". "Nunca fiz isso, não sei como meu corpo vai reagir", disse Epstein à AFP, sentada em uma cadeira em frente ao escritório da ONU no Cairo, onde centenas de militantes faziam uma manifestação. Nascida em 1924 em uma família judia de Friburgo (sul da Alemanha), Epstein perdeu todos os parentes nos campos de concentração. Ela, no entanto, conseguiu ser evacuada para a Grã-Bretanha em maio de 1939. Desde 1970, percorre o mundo para contar sua história. Ao todo, 1.400 militantes de 43 países anunciaram na semana passada sua intenção de organizar a marcha a partir de Rafah, cidade na fronteira entre o Egito e a Faixa de Gaza, para marcar o primeiro aniversário da ofensiva israelense contra o território palestino. As autoridades egípcias, no entanto, proibiram o protesto nesta segunda-feira. A polícia antichoque foi mobilizada nos arredores do prédio da ONU, onde os manifestantes pedem que a organização internacional medie o conflito. FONTE YAHOO NOTICIAS