quinta-feira, 4 de março de 2010

Camara de rainha egipcia encontrada

Edu nos mandou

Arqueólogos encontram câmara funerária de rainha do Egito


Uma missão arqueológica francesa descobriu a câmara funerária da rainha Behenu na região histórica de Sagara, 25 quilômetros ao sul do Cairo.

Segundo os pesquisadores, a rainha era pertencente à VI dinastia que aconteceu do ano 2374 ao ano 2192 a.C. As informações são da agência EFE.

A câmara funerária foi encontrada durante os trabalhos de limpeza da Pirâmide de Behenu que fica nas proximidades da pirâmide do rei Pepi I, que pode ter sido o marido da rainha.


Fonte: Terra


Templo Asteca Debaixo de Estacionamento

O irmão Edu mandou

Templo asteca é descoberto debaixo de estacionamento no México


Um templo dedicado a Ehecatl (Deus do vento), parte da área sagrada da cidade asteca de Tenochtitlan e onde há indícios que foram feitos sacrifícios humanos, foi encontrado debaixo de um estacionamento no centro histórico da capital mexicana.

Arqueólogos mexicanos fizeram a descoberta em dezembro passado na extinta cidade pré-hispânica, quando examinavam um prédio que até semanas atrás era o estacionamento de um hotel e onde os proprietários queriam fazer obras de ampliação.

"É uma das descobertas mais importantes dos últimos anos", disse Raúl Barrera, diretor do Programa de Arqueologia Urbana do Museu do Templo Maior (centro religioso de Tenochtitlán) e chefe das escavações.

Atrás de um antigo portão de madeira verde, em uma movimentada rua da capital mexicana, um trator trabalhava abrindo um buraco no qual uma dezena de especialistas deixaram descoberta a parte traseira da estrutura circular, construída entre 1486 e 1512.

Semanas antes da descoberta, apenas um seleto grupo de pessoas teve acesso aos restos já descobertos de dois pilares superiores do templo, um deles quase intacto, assim como a base circular no centro da pirâmide, sobre a qual originalmente se erguia uma estrutura em forma cilíndrica.

De acordo com as referências históricas, este templo construído para adorar Ehecatl tinha 14 metros de diâmetro, um teto cônico de palha e uma entrada em forma de boca de serpente, relacionada ao deus Quetzalcoatl ("serpente emplumada", na língua nahuatl).



No entanto, a parte frontal do templo não poderá voltar à superfície porque se encontra enterrada sob um prédio colonial contíguo que atualmente sedia o centro cultural Espanha, considerado patrimônio histórico.

"A forma circular se relaciona com o redemoinho e, na cosmovisão, é uma alegoria, mas sua forma arredondada permite que o vento circule", acrescentou Barrera.


Sacrifícios


"As fontes históricas mencionam que neste edifício eram realizados sacrifícios humanos", mas ainda não foram encontradas ossadas com marcas desta prática ou alguma representação em pintura que o confirme, afirmou Barrera ao visitar os trabalhos arqueológicos.

No número 16 da rua da Guatemala, onde foi feita a nova descoberta, se misturam pedras da construção do templo asteca, vestígios de um edifício colonial erguido no século 16, que veio abaixo no grande terremoto de 1985, e materiais da construção que abrigou o estacionamento.

"Os restos do jogo de bola [mesoamericano] também estão sepultados na rua da Guatemala, muito perto daqui, e ao norte estariam os restos do edifício que foi o Calmecac", a escola dos nobres astecas, explicou.

O templo de Ehecatl, relacionado com Tlaloc (Deus da chuva) e a agricultura, bem como o jogo de bola, vinculado à guerra, eram lugares sagrados para os astecas, que fundamentavam sua cultura nestas duas atividades.

O cenário neste pequeno prédio é uma amostra do que acontece em cerca de 250 mil metros quadrados do centro histórico da capital mexicana, onde convivem diferentes épocas da História, uma sobre a outra, com uma dezena de edificações subterrâneas que formavam o centro sagrado de Tenochtitlan.



Fonte: Folha Online


terça-feira, 2 de março de 2010

OVNIS NO AFEGANISTÃO, MONITORAM AS GUERRAS, ANJOS?

Enviada por Edu

OVNIS são vistos próximos da Base Aérea de Bagram no Afeganistão

Base da Força Aérea americana em Bagram, Afeganistão



Um soldado estacionado na Base da Força Aérea americana em Bagram, Afeganistão, relata que em 15 de maio de 2009, avistou "luzes coloridas vermelhas" voando ao redor da montanha na área em torno da base, segundo testemunhou para a Mutual UFO Network (MUFON).

No relato de 10 de janeiro, o militar afirma que, "as aeronaves à noite não usam luzes, para impedir que os insurgentes ataquem durante o pouso." Uma das luzes "voltou em um movimento lento, e também parecia pairar. "No relato, o soldado diz que outros também viram as luzes e se perguntavam o que elas eram.

"Eu fiquei estacionado na Base Aérea de Bagram durante a maior parte de 2009. "Por volta de 15 de maio de 2009, eu estava desfrutando de uma noite de folga. Eu tinha saído do meu B-hut para fumar um cigarro e observei várias luzes vermelhas coloridas em torno das montanhas que cercam a base".

Uma luz em particular parecia um orb e pairava sobre a extremidade sudoeste da base. Essa luz não era como as luzes das aeronaves que operam na área. A maioria dos aviões que estão chegando à noite não ficam com as luzes acesas, para impedir que os insurgentes ataquem durante o pouso.

A luz voltou para sudoeste da base em um movimento lento, e parecia pairar a maior parte do tempo. Outra luz localizada a sudeste pairou sobre uma passagem da montanha, a uma altitude de cerca de 9 metros.

A terceira luz estava sobre as montanhas a leste da base. Eu vi a decolagem de dois caças F-15 para uma ronda, mas não fizeram nenhum esforço para interceptar as luzes. Um helicóptero Kiowa também estava voando ao redor, como proteção padrão da base.

Essas luzes permaneceram até pouco antes do nascer do sol, mas não perderam qualquer visibilidade quando o sol começou a nascer. Eu não vi quando as luzes deixaram a área porque eu retornei ao alojamento.

Eu sei que outros soldados viram e perguntaram o que elas eram, devido as discussões em meu escritório, e no refeitório".



Fonte: Examiner

Terremoto no Chile mexeu no eixo da terra?

Enviada por Edu

Terremoto do Chile mudou eixo da Terra e encurtou o dia


O dia foi reduzido em 1,26 microssegundos, o eixo da Terra se moveu 8 centímetros, e a ilha de Santa Maria, perto de Concepcion, elevou o seu nível em 2 metros.

O terremoto de 8,8 graus no Chile teria mudado o eixo da Terra e reduzido a duração dos dias, segundo a National Aeronautics and Space Administration (NASA), em um artigo publicado na edição eletrônica da revista Business Week.

Segundo Richard Gross, geofísico do laboratório da Nasa em Pasadena, Califórnia, os terremotos podem mover centenas de quilômetros de rocha em vários metros, mudando a distribuição da massa do planeta, o que afeta a rotação. Ele se apoia em um modelo de computador para calcular os efeitos.

"A duração do dia deve ter encurtado 1,26 microssegundos (milionésimos de segundo)", disse Gross, acrescentando que, o eixo do planeta mudou 8 centímetros.

Segundo Andreas Rietbrock, professor de Ciências da Terra da Universidade de Liverpool, a ilha de Santa Maria, perto de Concepcion, teria aumentado em 2 metros o seu nível, como resultado do terremoto, depois de estudar as zonas afetadas e comparar com os terremotos anteriores. Rietbrock, no entanto, não pôde entrar em contato com os sismólogos chilenos.

Há precedentes em terremotos anteriores: no de 9,1 graus em Sumatra, em 2004, o dia reduziu em 6,8 microssegundos. Estas mudanças acontecem no dia do terremoto e permanecem para sempre.




Fonte: Terra Chile

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DERRETIMENTO DE GELEIRAS PODE EXTINGUIR CIDADES

mandado pelo principe Edu


Derretimento de geleiras deve provocar o desaparecimento de cidades

3375Por Danilo Di Giorgi

Vindas das mais variadas fontes, as notícias sobre o futuro da humanidade não são nada boas.
Não há mais volta: mesmo que mudemos radicalmente nossa forma de relação com o planeta a partir de hoje, o prejuízo causado por nossas ações predatórias já atingiu um nível tamanho que o derretimento das geleiras deve provocar o desaparecimento de todas as cidades ao nível do mar no máximo até o final deste século.
Essa triste previsão está num artigo publicado há pouco mais de um mês pelo cientista britânico James Lovelock, autor da famosa Teoria de Gaia (segundo a qual a Terra assemelha-se a um organismo vivo, com mecanismos para auto-regular suas funções).

Ainda segundo Lovelock, a elevação da temperatura em até 8ºC nas regiões temperadas e 5ºC nos trópicos vai provocar também, antes de 2100, impactos desastrosos no equilíbrio ecológico, como a extinção maciça de espécies vegetais e animais e o desaparecimento de vastas áreas selvagens como a Floresta Amazônica, decretando o fim da maior parte da vida na Terra, com a morte de milhões, talvez bilhões de pessoas.
Na opinião do cientista, governos sérios e responsáveis deveriam começar a desenvolver cartilhas com orientações aos sobreviventes sobre como lidar com as difíceis condições de vida neste futuro sombrio.

A reação do mundo a um alerta como esse, vindo de um dos mais reconhecidos cientistas do nosso tempo, deveria ser de comoção popular. Deveríamos parar tudo e começar a centrar nossos esforços em formas de ao menos minimizar os tenebrosos efeitos anunciados.
Mas nada disso aconteceu e tudo segue normalmente como se essa fosse apenas mais uma notícia trivial e corriqueira.
Um jornal publica o artigo, outro dá uma nota curta e seca e assim vamos tocando nossas vidas normalmente.

Essa atitude seria compreensível se a visão de Lovelock fosse apenas uma no meio de outras conflitantes.
Poderíamos confortavelmente acusá-lo de louco, exagerado, catastrófico.
Mas não é o caso.
Já não são levadas a sério as cada vez mais raras correntes científicas que colocam em dúvida o fato de que a Terra sofre um processo de aquecimento acelerado, dificilmente reversível.

Segundo o Instituto Goddard de Estudos Espaciais, da Nasa, 2005 foi o ano mais quente desde o início dos registros climáticos modernos, em 1890.
E, pior, de acordo com o instituto, todos os cinco anos mais quentes durante este período ocorreram na última década, mostrando clara tendência de aquecimento global.
Um representante do órgão declarou à imprensa que, usando medições indiretas que vão a um passado ainda mais remoto, o ano passado foi provavelmente o mais quente dos últimos milhares de anos.
Mais uma notícia que lemos e viramos a página, sem dar muita atenção.

Mais: um aumento de 3ºC na temperatura média da Groelândia duplicou a quantidade de água que suas geleiras vêm derramando no Oceano Atlântico, segundo recentes pesquisas do Laboratório de Propulsão a Jato e do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
Há registros de diminuição das geleiras no Himalaia, nos Andes, no Monte Kilimanjaro, e a única estação de esqui da Bolívia, Chacaltaya, fechou porque sua neve está acabando.

Acha pouco? A lista é longa, o espaço de um artigo é limitado.
O diretor da Pesquisa Antártica do Reino Unido, Chris Rapley, disse, em janeiro passado, durante reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, que algumas partes da camada de gelo da Antártida começaram a derreter em um ritmo assustadoramente intenso e anormal.
Rapley afirmou que, há apenas cinco anos, a Antártida era considerada como um gigante adormecido em termos de mudança climática.
"O gigante despertou e é melhor que se preste atenção nele", disse o cientista. Ninguém parece muito preocupado.
A humanidade finge não ver o que está acontecendo.

Enquanto isso, James Hansen, o principal especialista em mudança climática da Nasa, denuncia uma tentativa do governo dos EUA de silenciá-lo.
A campanha começou depois de um discurso proferido em dezembro passado, quando Hansen pediu a rápida redução na emissão dos gases estufa, relacionados ao aquecimento global. Segundo ele, diretores da Nasa deram ordem aos responsáveis pelas relações públicas do órgão para revisar os textos de suas futuras conferências, suas publicações no sítio do instituto na Internet e para controlar os pedidos de entrevistas de jornalistas.

Há caminhos que podem ser trilhados se a humanidade realmente abrir os olhos para a questão.
Uma série de ações voltadas ao fomento de fontes de energia renováveis, em um livro elaborado por 250 analistas internacionais, foi apresentada recentemente pelo diretor-executivo da Agência Internacional da Energia, Claude Mandil.
Aparecem, entre elas, as energias produzidas pelo vento, o sol, as fontes geotérmicas e os oceanos. Ótimo, não?
Não, se o raciocínio que só encontra sentido na produção otimizada e no lucro continuar reinando absoluto.
Segundo o próprio Mandil, o grande problema de suas propostas é o custo econômico alto para trazê-las para a prática, o que, segundo diz, inviabiliza suas iniciativas e faz os governos se mostrarem reticentes a elas.

Por que é que a gente é assim? Por que fechamos os olhos para estes alertas, apesar de estar claro que é apenas uma questão de tempo para as conseqüências nefastas de essas previsões começarem a afetar brutalmente nossas vidas e, principalmente, as vidas de nossos filhos e netos?
Acho que a nossa espécie, apesar da capacidade relativamente bem desenvolvida de prever o futuro, é menos competente na hora de mudar suas atitudes, mesmo quando colocada contra a parede.
Enquanto não superarmos esta limitação, não haverá espaço para a esperança.




Fonte: Jornal dos Amigos


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ICEBERG GIGANTE AMEAÇA

Materia enviada pelo Principe Edu Dallarte.

Principe em Hebraico é ligado a Malachin, reinado celeste na terra.


Iceberg gigante se rompe e ameaça mudar correntes marítimas
26 de fevereiro de 2010 • 11h36 • atualizado às 12h36

Imagem de satélite mostra o choque entre os icebergs Foto: AP

Imagem de satélite mostra o choque entre os icebergs
Foto: AP

Um vasto iceberg que se descolou do continente Antártico depois de ser abalroado por outro iceberg gigante pode causar alterações nas correntes marítimas do planeta e no clima, alertaram cientistas.

Pesquisadores australianos afirmam que o iceberg - que tem aproximadamente a metade do tamanho do Distrito Federal e está flutuando ao sul da Austrália - pode bloquear uma área que produz um quarto de toda a água densa e gelada do mar.

Segundo os cientistas, uma desaceleração na produção desta água densa e gelada pode resultar em invernos mais frios no Atlântico Norte. Neal Young, um glaciologista do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antártico na Tasmânia, disse à BBC que qualquer interrupção na produção destas águas profundas super frias na região pode afetar as correntes oceânicas e, consequentemente, os padrões de clima ao longo de anos.

"Esta área é responsável por cerca de 25% de toda a produção da água de baixo na Antártica e, portanto, irá reduzir a taxa de circulação de cima para baixo", afirmou Neal Young.

"Você não irá ver isso imediatamente, mas haverá efeitos corrente abaixo. E também haverá implicações para os pinguins e outros animais selvagens que normalmente usam esta área para alimentar-se" , completou.

Água aberta
O iceberg está flutuando em uma área de água aberta cercada de gelo do mar e conhecida como polinia. A água gelada e densa produzida pela polinia desce para o fundo do mar e cria a água densa salgada que tem papel-chave na circulação dos oceanos ao redor do globo.

Benoit Legresy, um glaciologista francês, afirmou que o iceberg descolou-se da Geleira Mertz, uma língua de gelo saliente de 160 km na Antártida Leste, ao sul de Melbourne. O iceberg foi deslocado pela colisão com outro iceberg maior e mais velho, conhecido como B-9B, que rompeu-se em 1987.

"A língua de gelo já está quase quebrada. Ela está pendurada como um dente frouxo", afirmou Legresy. "Se eles (os icebergs) ficarem nesta área - o que é provável - eles podem bloquear a produção desta água densa, colocando essencialmente uma tampa na polinia", acrescentou.

BBC Brasil


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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

OBJETOS MISTERIOSOS

Enviada por Mestre EDU


O MISTERIOSO DISCO DO PRÍNCIPE SABU

tradução: Caroline Beck


El Misterioso Discodel Príncipe Sabu ─ In BIBLIOTECA PLEYADES

A estranha "roda" de 5 mil anos encontrada na tumba do príncipe Sabu, do Egito. O formato, o material e o uso desconhecido fazem deste achado, um mistério, uma peça completamente deslocada em meio a objetos "de época'. Pode ser um volante de veículo, uma porta de escotilha. O problema é: volante e escotilha de qual veículo? DIR.: Bateria de Bagdá ― Iraque, encontrada em ruínas de 2 mil anos, em 1936. Um arqueólogo alemão concluiu que o pequeno pote de cerâmica era uma bateria elétrica. Outros artefatos semelhantes foram encontrados na região da Mesopotâmia.

No primeiro andar do Museu Egípcio do Cairo e entre as salas muito próximas da Sala das Múmias pode-se parar surpreendido diante de uma pequena vitrine de cristal. Ali está um objeto solitário parecido com uma roda. Este estranho objeto tem desconcertado e segue desconcertando a todos os egiptólogos que tiveram ocasião de estudá-lo detidamente. E o primeiro deles foi o seu descobridor, Brian Walter Emery, um dos mais importantes egiptólogos do século XX, autor do clássico da egiptologia, Egito Arcaico ― 1961, que segue constituindo, depois de muitos anos, uma referência bibliográfica para o estudo e compreensão das origens da Antiga Civilização Egípcia.

Realizando escavações no ano de 1936, na zona arqueológica de Sakkara, foi descoberta a Tumba do Príncipe Sabu, filho do faraó Adjuib, governante da I Dinastia (3.000 a.C.). Entre os utensílios extraídos do lugar do funeral,chamou poderosamente a atenção de B.Walter Emery um objeto que definiu, inicialmente, em sua dissertação sobre As Grandes Tumbas da I Dinastia, como: "...um recipiente com forma de uma bacia esquisita...".

Anos mais tarde, em sua obra citada anteriormente, Egito Arcaico, havia um comentário que veio resumir a realidade e a situação deste incomodo cachibache [badulaque, objeto sem serventia]: "...não há nenhuma explicação satisfatória sobre o curioso desenho deste objeto...".

Este utensílio a que se referia B. Walter Emery em suas informações, tem 61 centímetros de diâmetro, e 10,6 centímetros de altura na zona central. Sua construção é esquisita, numa rocha quebradiça e frágil, que requereu um entalhe muito trabalhoso. Sua forma se assemelha a de uma roda de volante de um carro côncavo, com uma espécie de três cortes ou pás curvas que lembram a hélice de um barco e, no centro desta, um orifício com um recorte que se sobressai como se fosse o receptor de um eixo roda ou de algum outro mecanismo desconhecido, disposto para girar.

Como bem é sabido por todos, a postura que mantém a egiptologia oficial a respeito da aparição e uso da roda por parte dos antigos egípcios é muito clara e não deixa dúvida. Sua introdução no Egito nos asseguram, foi durante a invasão dos Hicsos no final do Império Médio, 1.640 a.C., que a utilizaram, entre outras coisas, em seus carros de guerra, e era conhecida também nesse momento por outros povos do Oriente Médio.

OBJETOS ANTIGOS & INEXPLICÁVEIS

AS ESFERAS DE METAL PRÉ-CAMBRIANAS ― Na segunda metade do século XX, mineiros que trabalhavam na África do Sul descobriram misteriosas esferas de metal. Sua origem e utilidade são desconhecidas. Medindo 2,5 cm de diâmetro, algumas têm três meridianos entalhados na linha do equador. São dois tipos de esferas: um tipo feito de um sólido metal azul-escuro com reflexos brancos; o outro tipo é oco e preenchido com uma substância esponjosa e branca. Ocorre que estas pedras são período geológico Pré-Cambriano, datado em 2 bilhões e 800 milhões de anos!




OS DISCOS
DE DROPA ― são milhares de discos de pedra, com cerca de 10,5 cm de diâmetro cada, São perfuradas no centro. Possui ranhuras circulares regulares em delicada espiral, como se fosse um um disco fonográfico pré-histórico. As peças têm entre 10 e 12 mil anos. Descobertos por uma expedição arqueológica, liderada pelo Dr. Chi-Pu-Tei, em 1938, nas montanhas de Baian-Kara-Ula, China, os discos estavam em cavernas que, aparentemente, foram ocupadas por uma estranha e antiga cultura.

As espirais não são simples linhas concêntricas; são elaboradas composições feitas de minúsculos hieróglifos que contam uma história fantástica que fala de naves espaciais provenientes de um mundo distante. veículos que colidiram com as montanhas e eram pilotados por criaturas que chamavam a si mesmas de Dropa. Os discos podem ter pertencido aos descendentes dos Dropa, posto que são hieróglifos decodificáveis; descendentes que viveram naquelas cavernas. LINK: Enigma Extraterrestre - MISTERIOSA ETNIA DE UMA TRIBO TIBETANA



PEDRAS DE ICA
― Peru, no começo dos anos de 1930, o pai do arqueólogo Javier Cabrera descobriu centenas de pedras funerárias rituais em tumbas incas. Eram mais de 1 mil e 100 peças com idade estimada entre 500 e 1.500 anos. Ficaram conhecidas como Ica Stones (Pedras de Ica).


Também neste caso as pedras possuíam entalhes do que poderia ser considerado, cenas do cotidiano, algumas com imagens eróticas, muito comuns naquela cultura; outras, mais intrigantes, possuem representações de cirurgias de coração, de peito aberto e transplantes de cérebro. As mais espantosas dessas pedras mostram figuras de dinossauros - brontossauros, triceraptors, estegossauros e pterossauros. Os céticos consideram as pedras uma farsa porém não há meio de comprovar, seja a fraude, seja a autenticidade.

A MÁQUINA DE ANTIKYTHERA
Artefato intrigante, essa máquina foi encontrada por mergulhadores, em 1900, na costa de Antikythera, uma pequena ilha a noroeste de Creta. Estava em meio a magníficas estátuas de bronze, remanescentes submarinos de um naufrágio, pertencentes a algum tipo de culto-cargo. A máquina, de bronze, corroída pelo tempo e pelas águas, é um mecanismo composto de muitas engrenagens circulares, rodas dentadas. Datada em 80 a.C., parece ser um astrolábio ou dispositivo astronômico semelhante. Submetida ao Raio-X, a máquina revelou-se muito mais complexa e sofisticada e apresenta uma tecnologia que sequer existia até 1975. Misteriosa, Antikythera é uma tecnologia que se perdeu.

BATERIA ELÉTRICA DE BAGDÁ
A primeira delas foi encontrada nas ruínas de um vilarejo em Parthian, Iraque, entre 248 a.C. e 226 d.C.[ilust. topo da página]. O dispositivo consiste em um pequeno vaso de cerâmica, cerca de 11 cm de altura; dentro do vaso, havia um cilindro ou bastâo de metal oxidado, fixado com asfalto. Especialistas concluíram que o objeto deveria, necessariamente ter estado, no passado, cheio de líquido ácido ou alcalino de tal modo a produzir carga elétrica. Posteriormente, outro objetos semelhantes, com idades diferentes, foram encontrados.ARTEFATO DE COSO

ARTEFATO DE COSO
No inverno de 1961, mineiros da Califórnia (USA) encontraram uma pedra, entre muitas outras que, a princípio parecia ser um geodo qualquer. Mas não era: oca, esta pedra foi aberta e dentro foi encontrado um objeto feito de porcelana branca encaixado em um recipiente hexagonal (seis lados). Através do centro, passava uma haste, um eixo de metal brilhante. Em uma das extremidades, uma mola minúscula. Especialistas que examinaram o artefato dataram-no em 500 mil anos. Tal como a máquina de Antikythera, ninguém sabe o quê é ou para que serve.

AEROMODELO: da AMÉRICA CENTRAL 1.000 ANOS DE IDADE FEITO DE OURO
AVIÕES
Existem objetos do Egito Antigo e das culturas Pré-Colombianas da América Central que são demasiadamente semelhantes a aviões. Um deles foi encontrado na tumba de Saqquara - Egito, em 1898. Tem cerca de 13 com de comprimento, é feito de madeira e realmente parece um aeroplano, com fuselagem, causa e asas. Sua aerodinâmica é tão perfeita que, acredita-se, se fosse reconstituído, poderia voar. Na América Central, a nave, de mil anos de idade, é feita de ouro e pode ser facilmente confundida com um modelo de asa delta ou com um ônibus espacial [esq.].


ESFERAS GIGANTES DA COSTA RICA

Em 1930 trabalhadores de uma plantação de banana, encontraram uma dúzia de bolas de pedra,muitas delas eram perfeitamente esféricas. Os tamanhos variavam desde uma bola de tênis até outras com surpreendentes 2 m e 40 cm de diâmetro e pesando 16 toneladas. Até hoje Ninguém sabe quem fez essas esferas.


FÓSSEIS IMPOSSÍVEIS
Os fósseis como aprendemos na escola, aparecem nas pedras e que são formados ao longo de milhares de anos. Porém, existem fósseis que se encontram fora do senso histórico e geológico. Um fóssil de uma mão humana foi encontrado numa pedra de cal com aproximadamente 110 milhões de anos. Considerando também um dedo que foi achado no Canadá Ártico com datação semelhante, entre 100 e 110 milhões de anos; e mais, uma pegada humana, possivelmente usando sandália foi descoberta no Delta, Utah com 300 ou 600 milhões de anos.



METAL FORA DO LUGAR
Há 65 milhões de anos, os humanos não trabalhavam com metal. Então como a ciência explica semi-ovóides tubos de metal achados numa canoa de 65 milhões de anos do período Cretáceo na França? Em 1885, num bloco de carvão quebrado foi achado um cubo de metal obviamente trabalhado por mãos inteligentes. Depois em 1912, empregados de uma hidrelétrica se depararam com um pote de metal, um prego foi encontrado embebido num bloco de arenito da era Mesozóica.

The 10 Most Puzzling Ancient Artifacts IN ANCIENT X
tradução: Carol Beck

A pergunta é inevitável, se não é uma roda, que estranho objeto que apareceu na Tumba de um príncipe da I Dinastia, 1.400 anos antes da invasão dos Hicsos? Apesar da complexidade desse problema o tema desafia ainda mais os estudiosos técnicos e investigadores, impulsionados pelo estranho desenho do artefato. O também egiptólogo Cyril Aldred chegou à conclusão de que, independemente do que fosse, seu desenho correspondia sem dúvida, a uma reprodução de um objeto metálico anterior muito mais antigo.

De fato, esta roda apareceu na Tumba do Príncipe Sabu, junto com outros estranhos objetos de cobre ― praticamente o único metal que os egípcios conheciam naquela época. A dúvida nos assalta ao pensar como puderam desenhar um objeto tão delicado e tão complexo estruturalmente, feito há mais de 5.000 anos.

Uma estrutura que nos seus três estranhos cortes ou pás curvas, nos induz a pensar imediatamente na utilização desse artefato num meio liquido. Este detalhe, junto ao orifício sobressaliente na parte central, nos faz desconfiar também que pode ser uma pequena parte de algum mecanismo mais completo, preservado as graças a uma reprodução em pedra que por alguma desconhecida razão, realizou o artista (?, com algumas não menos desconhecidas ferramentas.

Porém, que mecanismos existiam há 5.000 anos no Vale do Nilo? Dentro da típica política dos arqueólogos e egiptólogos oficiais, este objeto não é mais que uma bandeja ou o pedestal de algum candelabro, com um desenho que é mera "casualidade". Também deve ser causalidade, que a esquema estrutural deste curioso objeto coincida com desenho de uma das peças da Companhia Lokheed de Mísseis Espaciais, desenvolvida para ser encaixada perfeita e hermeticamente dentro de uma caixa de motor cheio de lubrificante. Este objeto encontrado em uma tumba de Sakkara, com uma idade que no mínimo alcança os 5.000 anos, é mais um dos pequenos mistérios arqueológicos que não se encaixam em nenhuma teoria clássica.