quarta-feira, 10 de março de 2010

FAMILIA PALESTINA DESPEJADA ACAMPA NA RUA EM JERUSALEM

FONTE
JORNAL TERRA MUNDO

Família palestina despejada acampa na rua em Jerusalém
10 de março de 2010 15h56 atualizado às 16h42

comentários
29
Maysoun Ghawi e sua família acamparam do outro lado da rua onde fica a casa em que moravam, em Jerusalém Oriental Foto: The New York Times

Maysoun Ghawi e sua família acamparam do outro lado da rua onde fica a casa em que costumavam morar
Foto: The New York Times

ISABEL KERSHNER
Do New York Times, em Jerusalém

Tendo perdido sua casa em favor de judeus nacionalistas israelenses, os membros da família Ghawi, palestina, estão passando este inverno em uma barraca montada na calçada oposta à casa em que viveram por mais de cinco décadas, no bairro de Sheikh Jarrah, no leste de Jerusalém.

Para aqueles que desejam uma solução pacífica para o conflito entre israelenses e palestinos, o despejo dos Ghawi toca dois pontos sensíveis: o destino de Jerusalém Leste, disputada por israelenses e palestinos, e as duradouras queixas dos refugiados palestinos da guerra de 1948.

As circunstâncias nas quais os palestinos foram removidos e os velhos fantasmas despertados bastaram até para despertar o há muito adormecido movimento pacifista israelense. Cerca de 2,5 mil israelenses e palestinos participaram de uma manifestação no local, na noite de sábado. Jovens ativistas israelenses e estrangeiros aderiram à causa. Veteranos líderes da esquerda israelense também começam a comparecer em número cada vez maior às vigílias semanais realizadas em Sheikh Jarrah nas tardes de sexta-feira.

"Estamos aqui para gritar", diz David Grossman, um conhecido escritor e ativista da paz israelense, durante uma das vigílias nas casas disputadas, em uma sexta-feira recente, sob chuva intensa. Os colonos, diz ele, estão fazendo tudo que podem para impedir qualquer acordo que resulte na criação de um Estado palestino.

Por ficar perto da Cidade Velha e de seus locais sacros, o bairro de Sheikh Jarrah é cobiçado pelos dois lados.

No ano passado, 38 membros da família Ghawi foram despejados por Israel de uma casa de pedra de dois pavimentos neste bairro majoritariamente palestino, logo ao norte das muralhas da Cidade Velha. Eles foram imediatamente substituídos por um grupo de fervorosos nacionalistas israelenses, depois de uma decisão judicial, mantida pela Suprema Corte de Israel, que confirmou um veredicto dos anos 70 segundo o qual o imóvel originalmente pertencia a judeus.

Duas outras famílias moradoras em Sheikh Jarrah foram retiradas de suas casas de maneira semelhante nos últimos 16 meses. O governo de Israel e as autoridades municipais dizem que não podem interferir com uma decisão judicial e que apoiam o direito dos judeus, como os dos muçulmanos e cristãos, a viver em qualquer parte da cidade que desejem.

Para aqueles que defendem a divisão da soberania sobre Jerusalém, no entanto, o influxo de nacionalistas judeus aos bairros predominantemente árabes, que Israel conquistou em guerra contra a Jordânia em 1967, complica o mapa. Além disso, forçar a restituição de propriedades controladas por judeus nessas áreas antes de 1948, consideram os críticos, abre espaço a alegações opostas de parte de refugiados palestinos que perderam imóveis em terras que hoje são parte de Israel, e solapa a rejeição israelense às suas demandas pelo direito de retornar.

Os protestos das sextas-feiras contam com a participação de legisladores israelenses de origem árabe, de legisladores do partido Meretz, de esquerda, e de alguns conhecidos intelectuais, tais como Moshe Halbertal, professor de leis e filosofia judaicas.

Halbertal diz que apoia a política israelense de rejeição ao retorno dos refugiados palestinos - uma posição que tem por objetivo garantir maioria judaica no Estado israelense. Mas, no que tange a Sheikh Jarrah, acrescentou, Israel não pode mudar de posição só porque lhe parece mais conveniente. Segundo ele, "o tecido da coexistência" é muito delicado na cidade, e como outros observadores ele teme uma explosão.

Ações policiais brutais contra os manifestantes só serviram para angariar mais apoio à causa. Em janeiro, 17 manifestantes foram detidos por 36 horas depois que a polícia declarou que um comício era ilegal; um tribunal de Jerusalém decidiu posteriormente que as decisões não tinham base.

A acessibilidade é outro ponto de atração. Ao contrário das distantes aldeias palestinas em que jovens anarquistas e esquerdistas de Israel se unem aos moradores locais e ativistas estrangeiros em protesto contra a muralha que Israel está construindo na Cisjordânia, Sheikh Jarrah fica a apenas alguns minutos de carro do centro de Jerusalém.

Devido aos aspectos humanitários e políticos do caso, grupos de ativistas israelenses como o Rabinos pelos Direitos Humanos e o Ir Amim, que se concentra nas relações entre judeus e palestinos na cidade, vêm tentando chamar a atenção do público para o caso.

Orly Noy, um porta-voz do Ir Amim, disse que ao abrir os arquivos de 1948 as autoridades israelenses "cruzaram uma linha de alerta muito perigosa".

Israel alega soberania sobre toda Jerusalém, incluindo a parte leste da cidade anexada depois da guerra de 1967. Os palestinos demandam a seção leste, que inclui Sheikh Jarrah, como capital de seu futuro Estado, e veem os assentamentos judaicos na área como parte de um plano mais amplo para cimentar o controle israelense.

No coração do bairro há um templo que os judeus sustentam ser a tumba de Shimon Hatzadik, ou Simão, o Justo, um alto sacerdote judaico da era do Segundo Templo. Uma pequena comunidade judaica vivia no local desde o final do século 19; os últimos ocupantes partiram durante as hostilidades que resultaram no estabelecimento de Israel, em 1948, depois do que a área foi entregue a controle da Jordânia.

Nos anos 50, a Jordânia e a agência da ONU para os refugiados palestinos deram a 28 famílias de refugiados casas no local. As famílias informam que a Jordânia lhes prometeu propriedade plena, mas que as casas jamais foram formalmente transferidas a eles.

No começo dos anos 70, a Justiça israelense concedeu a duas associações judaicas a propriedade do terreno e das construções, com base em escrituras seculares. Os moradores palestinos foram autorizados a ficar como inquilinos protegidos, sob a condição de que pagassem aluguel aos grupos judaicos.

Por rejeitarem a decisão judicial, muitas das famílias palestinas se recusaram a pagar aluguel, e isso as expôs a ações de despejo. O advogado que as representava alegou que as escrituras judaicas eram falsas, mas não conseguiu convencer os tribunais israelenses quanto a isso.

Agora, Maysoun e Nasser Ghawi, e seus cinco filhos, o mais jovem dos quais tem dois anos de idade, vivem em uma barraca montada na calçada, em protesto. A Autoridade Palestina alugou um pequeno apartamento para eles na área nordeste da cidade, mas Ghawi diz que só tem dormido lá para escapar ao frio intenso.

"Temos de nos plantar aqui", disse Ghawi em conversa recente, pouco depois de a barraca de protesto ter sido confiscada pela polícia israelense e reconstruída por vizinhos e ativistas, o que já aconteceu diversas vezes. "Jamais pensei que viveria na rua", acrescentou. "Moramos por 53 anos naquela casa".

Os Ghawi vieram a Jerusalém como refugiados da aldeia de Sarafind, hoje Tzrifin, no centro de Israel. Mas eles, como outros palestinos que vivem além das fronteiras que Israel tinha em 1967, não podem recorrer à Justiça em busca de suas terras perdidas devido ao que alguns observadores descrevem como assimetria nas leis israelenses.

Em 1950, para proteger o novo Estado israelense contra as demandas dos refugiados palestinos, Israel colocou em vigor uma Lei de Imóveis com Proprietários Ausentes. O texto essencialmente priva os palestinos de quaisquer direitos sobre imóveis que tenham abandonado em terras hoje pertencentes a Israel, caso esses palestinos se tenham abrigado em território inimigo, o que inclui Jerusalém Leste, entre novembro de 1947 e maio de 1948.

Yossi Sarid, ex-ministro e líder do Meretz, recentemente escreveu em artigo para o jornal Haaretz que, quando Nasser Ghawi se senta em sua barraca de protesto com a família, "Sarafind os chama". O caso de Sheikh Jarrah também é complicado para muitos israelenses de posições centristas.

Yossi Klein Halevi, pesquisador sênior do Centro Shalem, uma instituição de pesquisa em Jerusalém Oeste, diz ter se oposto ao ¿direito de retorno¿ judaico a propriedades perdidas na guerra de 1948. Mas aponta que mais e mais árabes adquirem apartamentos no bairro predominantemente judaico onde mora.

"As coisas não podem ser todas decididas em favor de um lado só, em Jerusalém", disse Halevi. "Estou profundamente dividido".

Tradução: Paulo Migliacci ME


http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4312532-EI308,00-Familia+palestina+despejada+acampa+na+rua+em+Jerusalem.html


segunda-feira, 8 de março de 2010

TERREMOTO ATINGE TURQUIA

O irmão Edu nos mandou esta


Terremoto atinge Turquia e mata dezenas de pessoas

Tremor de 5,9 graus seguido por várias réplicas derrubou casas em vilarejos no leste do país

Do R7, com agências internacionais

fonte

portal r 7, rede record

8.mar.2010/Reuters

Foto por 8.mar.2010/Reuters

Veja imagens da destruiçãoMorador passa por casa destruída por terremoto na cidade de Karakocan, na Turquia; tremor derrubou residências em pelo menos dez vilarejos

Um terremoto de 5,9 graus na escala Richter, seguido de diversas réplicas, duas delas de 4,8 e 5,5 graus, causou ao menos 57 mortes no leste da Turquia nesta segunda-feira (8). O número de feridos já passa de cem.

Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS), o abalo principal ocorreu às 4h32 no horário local (23h32 de domingo em Brasília), próximo à cidade de Karakocan, na Província de Elazig. Anteriormente, o tremor havia sido classificado pelo observatório sismológico Kandilli de Istambul com magnitude 6.

Oito das vítimas morreram na cidade de Okcular e outras três em uma aldeia próxima, segundo o governador local. De acordo com a agência Associated Press, casas de oito vilarejos foram totalmente destruídas.

Fontes oficiais acrescentaram que o número de mortos pode aumentar porque ainda não houve contato com algumas aldeias das montanhas da região.

Muitos edifícios dessa empobrecida área da Turquia foram derrubados. Ambulâncias de outras províncias foram enviadas para transportar os feridos.



Segundo o USGS, o terremoto ocorreu a 10 km profundidade e foi sentido nas províncias vizinhas de Tunceli, Diyarbakir e Malatya, causando pânico na população.

Muammer Erol, governador de Elazig, disse que pelo menos dez cidades foram gravemente afetadas. Construções de toda a região ficaram bastante danificadas.

Embora tenha magnitude menor do que os recetentes terremotos registrados no Chile e no Haiti, o tremor na Turquia tem potencial para causar muitos danos e vítimas em razão da precária condição das construções na região.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Terremoto atinge Taiwan

Irmãos, Edu nos mandou


Forte terremoto atinge Taiwan

Intensidade do tremor foi de 6,4 graus na escala Richter

Do R7, com agências internacionais
Sam YEH/AFPFoto por Sam YEH/AFP
Homem aponta para relatório de um sismógrafo de instituição de Taipei que captou os tremores de 6,4 graus de magnitude na escala Richter

Um terremoto de 6,4 graus de intensidade sacudiu na madrugada desta quinta-feira (4), ainda noite de quarta-feira (3) no Brasil, o sul de Taiwan, com epicentro situado a uma profundidade de 35 km, informou o Instituto de Geofísica Americano (USGS), que monitora a atividade sísmica no mundo todo.

Até o momento não há alerta de tsunami.

O epicentro do tremor foi situado a 70 km de Kaohsiung, a principal cidade do sul de Taiwan, mas o abalo foi sentido, inclusive, na capital Taipé, no norte da ilha.

O USGS detectou o tremor às 21h18 (Brasília) desta quarta-feira, a 35 quilômetros de profundidade.


A CNN informa que houve um blecaute na região do epicentro e edifícios danificados. Segundo a rede de televisão norte-americana, o terremoto ocorreu às 8h20 do Taiwan (21h20 no horário de Brasília).

A NBC informa que há ao menos um ferido e o sistema de transporte ferroviário está com serviço prejudicado.

Tremores são comuns em Taiwan

Terremotos são frequentes em Taiwan, que fica sobre uma área sismologicamente instável da bacia do Pacífico.

No final de fevereiro deste ano, um terremoto de 5,7 graus atingiu a costa de Taiwan.

Outro terremoto atingiu a ilha em janeiro com intensidade de 5,6 graus na escala Richter. Nesse caso, não houve vítimas.

Em outubro de 2009, um tremor de 6,3 graus atingiu o país, também sem causar danos graves.

Um dos piores tremores já registrados em Taiwan aconteceu em setembro de 1999, quando um abalo sísmico de magnitude 7,6 matou mais de 2.400 pessoas e destruiu ou danificou 50 mil edifícios.


http://noticias.r7.com/internacional/noticias/forte-terremoto-abala-taiwan-20100303.html


Camara de rainha egipcia encontrada

Edu nos mandou

Arqueólogos encontram câmara funerária de rainha do Egito


Uma missão arqueológica francesa descobriu a câmara funerária da rainha Behenu na região histórica de Sagara, 25 quilômetros ao sul do Cairo.

Segundo os pesquisadores, a rainha era pertencente à VI dinastia que aconteceu do ano 2374 ao ano 2192 a.C. As informações são da agência EFE.

A câmara funerária foi encontrada durante os trabalhos de limpeza da Pirâmide de Behenu que fica nas proximidades da pirâmide do rei Pepi I, que pode ter sido o marido da rainha.


Fonte: Terra


Templo Asteca Debaixo de Estacionamento

O irmão Edu mandou

Templo asteca é descoberto debaixo de estacionamento no México


Um templo dedicado a Ehecatl (Deus do vento), parte da área sagrada da cidade asteca de Tenochtitlan e onde há indícios que foram feitos sacrifícios humanos, foi encontrado debaixo de um estacionamento no centro histórico da capital mexicana.

Arqueólogos mexicanos fizeram a descoberta em dezembro passado na extinta cidade pré-hispânica, quando examinavam um prédio que até semanas atrás era o estacionamento de um hotel e onde os proprietários queriam fazer obras de ampliação.

"É uma das descobertas mais importantes dos últimos anos", disse Raúl Barrera, diretor do Programa de Arqueologia Urbana do Museu do Templo Maior (centro religioso de Tenochtitlán) e chefe das escavações.

Atrás de um antigo portão de madeira verde, em uma movimentada rua da capital mexicana, um trator trabalhava abrindo um buraco no qual uma dezena de especialistas deixaram descoberta a parte traseira da estrutura circular, construída entre 1486 e 1512.

Semanas antes da descoberta, apenas um seleto grupo de pessoas teve acesso aos restos já descobertos de dois pilares superiores do templo, um deles quase intacto, assim como a base circular no centro da pirâmide, sobre a qual originalmente se erguia uma estrutura em forma cilíndrica.

De acordo com as referências históricas, este templo construído para adorar Ehecatl tinha 14 metros de diâmetro, um teto cônico de palha e uma entrada em forma de boca de serpente, relacionada ao deus Quetzalcoatl ("serpente emplumada", na língua nahuatl).



No entanto, a parte frontal do templo não poderá voltar à superfície porque se encontra enterrada sob um prédio colonial contíguo que atualmente sedia o centro cultural Espanha, considerado patrimônio histórico.

"A forma circular se relaciona com o redemoinho e, na cosmovisão, é uma alegoria, mas sua forma arredondada permite que o vento circule", acrescentou Barrera.


Sacrifícios


"As fontes históricas mencionam que neste edifício eram realizados sacrifícios humanos", mas ainda não foram encontradas ossadas com marcas desta prática ou alguma representação em pintura que o confirme, afirmou Barrera ao visitar os trabalhos arqueológicos.

No número 16 da rua da Guatemala, onde foi feita a nova descoberta, se misturam pedras da construção do templo asteca, vestígios de um edifício colonial erguido no século 16, que veio abaixo no grande terremoto de 1985, e materiais da construção que abrigou o estacionamento.

"Os restos do jogo de bola [mesoamericano] também estão sepultados na rua da Guatemala, muito perto daqui, e ao norte estariam os restos do edifício que foi o Calmecac", a escola dos nobres astecas, explicou.

O templo de Ehecatl, relacionado com Tlaloc (Deus da chuva) e a agricultura, bem como o jogo de bola, vinculado à guerra, eram lugares sagrados para os astecas, que fundamentavam sua cultura nestas duas atividades.

O cenário neste pequeno prédio é uma amostra do que acontece em cerca de 250 mil metros quadrados do centro histórico da capital mexicana, onde convivem diferentes épocas da História, uma sobre a outra, com uma dezena de edificações subterrâneas que formavam o centro sagrado de Tenochtitlan.



Fonte: Folha Online


terça-feira, 2 de março de 2010

OVNIS NO AFEGANISTÃO, MONITORAM AS GUERRAS, ANJOS?

Enviada por Edu

OVNIS são vistos próximos da Base Aérea de Bagram no Afeganistão

Base da Força Aérea americana em Bagram, Afeganistão



Um soldado estacionado na Base da Força Aérea americana em Bagram, Afeganistão, relata que em 15 de maio de 2009, avistou "luzes coloridas vermelhas" voando ao redor da montanha na área em torno da base, segundo testemunhou para a Mutual UFO Network (MUFON).

No relato de 10 de janeiro, o militar afirma que, "as aeronaves à noite não usam luzes, para impedir que os insurgentes ataquem durante o pouso." Uma das luzes "voltou em um movimento lento, e também parecia pairar. "No relato, o soldado diz que outros também viram as luzes e se perguntavam o que elas eram.

"Eu fiquei estacionado na Base Aérea de Bagram durante a maior parte de 2009. "Por volta de 15 de maio de 2009, eu estava desfrutando de uma noite de folga. Eu tinha saído do meu B-hut para fumar um cigarro e observei várias luzes vermelhas coloridas em torno das montanhas que cercam a base".

Uma luz em particular parecia um orb e pairava sobre a extremidade sudoeste da base. Essa luz não era como as luzes das aeronaves que operam na área. A maioria dos aviões que estão chegando à noite não ficam com as luzes acesas, para impedir que os insurgentes ataquem durante o pouso.

A luz voltou para sudoeste da base em um movimento lento, e parecia pairar a maior parte do tempo. Outra luz localizada a sudeste pairou sobre uma passagem da montanha, a uma altitude de cerca de 9 metros.

A terceira luz estava sobre as montanhas a leste da base. Eu vi a decolagem de dois caças F-15 para uma ronda, mas não fizeram nenhum esforço para interceptar as luzes. Um helicóptero Kiowa também estava voando ao redor, como proteção padrão da base.

Essas luzes permaneceram até pouco antes do nascer do sol, mas não perderam qualquer visibilidade quando o sol começou a nascer. Eu não vi quando as luzes deixaram a área porque eu retornei ao alojamento.

Eu sei que outros soldados viram e perguntaram o que elas eram, devido as discussões em meu escritório, e no refeitório".



Fonte: Examiner

Terremoto no Chile mexeu no eixo da terra?

Enviada por Edu

Terremoto do Chile mudou eixo da Terra e encurtou o dia


O dia foi reduzido em 1,26 microssegundos, o eixo da Terra se moveu 8 centímetros, e a ilha de Santa Maria, perto de Concepcion, elevou o seu nível em 2 metros.

O terremoto de 8,8 graus no Chile teria mudado o eixo da Terra e reduzido a duração dos dias, segundo a National Aeronautics and Space Administration (NASA), em um artigo publicado na edição eletrônica da revista Business Week.

Segundo Richard Gross, geofísico do laboratório da Nasa em Pasadena, Califórnia, os terremotos podem mover centenas de quilômetros de rocha em vários metros, mudando a distribuição da massa do planeta, o que afeta a rotação. Ele se apoia em um modelo de computador para calcular os efeitos.

"A duração do dia deve ter encurtado 1,26 microssegundos (milionésimos de segundo)", disse Gross, acrescentando que, o eixo do planeta mudou 8 centímetros.

Segundo Andreas Rietbrock, professor de Ciências da Terra da Universidade de Liverpool, a ilha de Santa Maria, perto de Concepcion, teria aumentado em 2 metros o seu nível, como resultado do terremoto, depois de estudar as zonas afetadas e comparar com os terremotos anteriores. Rietbrock, no entanto, não pôde entrar em contato com os sismólogos chilenos.

Há precedentes em terremotos anteriores: no de 9,1 graus em Sumatra, em 2004, o dia reduziu em 6,8 microssegundos. Estas mudanças acontecem no dia do terremoto e permanecem para sempre.




Fonte: Terra Chile