domingo, 6 de junho de 2010

JUNHO DE 2010 O INICIO


Data: Dom, 6 de Jun de 2010 7:27 am
Assunto: Junho de 2010 marca o início do que pode parecer um reino de terror
edallarte
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Junho de 2010 marca o início do que pode parecer um reino de terror

O Santa Cruz é um evento galáctico conhecido e gravado por alguns dos nossos antepassados que através dos astros e estrelas conseguiam prever eventos futuros, pois eram capazes de ler os sinais dos céus. Na antinguidade a astrologia era uma ciência, que hoje é considerada ridícula, porque muito fizeram os interessados em nos "enburrecer" cortar os elos que nos ligavam à natureza.


Estamos perto do fim de um longo período de trevas e em 26 de junho de 2010, se formará uma grande cruz de corpos celestes que envolve os planetas gigantes Júpiter e Saturno.

Para aqueles que não acreditam em mapas astrológicos, abaixo é um gráfico de simulação solar feito pela NASA, na data de 26 de junho de 2010.

Na simulação do sistema solar criado acima vemos Urano sobre o Sol e mais próximo do Sol, mas também na mesma linha, Júpiter. No lado oposto, abaixo, vemos Saturno. Plutão está na linha horizontal alinhado com o Centro Galáctico. De fora da Terra o Sol aparece como parte desta cruzada.

Grandes cruzamentos como esse ocorrem de vez em quando, e geralmente trazem dias difíceis, o mundo não vai acabar, mas pode parecer chegar bem perto disso.

Alguns estudiosos sugerem que esta Santa Cruz vai desencadear uma mega-erupção vulcânica. Provavelmente essas erupções ocorram no final de cada grande ano para purificar o mundo antes de um novo começo.

Essa Cruz ocorreu há quase 13000 anos atrás, provocou o desaparecimento dos mamutes e 57 outras grandes espécies de mamíferos, este período desastroso afetou o mundo inteiro.

Naquela época também houve instabilidade climática levando em algum ponto para um evento muito repentino e inesperado, um evento que parece ter congelado os mamutes, enquanto eles estavam mastigando as flores de verão.

Este evento marcou o início repentino de uma era do gelo de 1.300 anos conhecido como Dryas, foi tão significativa que se destaca como um divisor de águas entre o fim do período Pleistoceno e o Holoceno da nova Era, que se estende até hoje.

Parece que estamos no fim da era Holoceno e entrando numa nova era glacial, como no filme "O dia depois de amanhã". E uma mega erupção vulcânica colobora com uma queda brusca e rápida de calor, pois as nuvens vulcânicas dificultam a passagem da luz solar, ocasionando quedas na temperatura.

De acordo com textos antigos e alguns estudiosos da escrita cuneiforme, muitos calendários são alinhados para começar na data de 12.500 AC, incluindo o fenício e hebraico, essa data marcou o fim daquilo que é lembrado como Idade de Ouro e também foi uma data de criação ou novo começo.

Cada data de criação é precedido por uma catástrofe em que grande parte da população da terra é destruída, e aparentemente, muitas vezes isso envolveu vulcões, que são deuses criadores e destruidores por si só.

Ocorreram muitos desastres e inundações no passado terrestre, mas a pior catástrofe após 12.500 AC, ocorreu entre 4500 e 4000 AC, quando ocorreu o Grande Dilúvio, contado na epopéia de Gilgamesh, nas tabuinhas cuneiformes dos Sumérios, no antigo testamento e em vários textos egípicios.

Todos sabem o que aconteceu nesse dilúvio, destruição quase que total. Se pensarmos bem, se encaixa mais ou menos na metade do ciclo de 13.000 anos, que é a metade do ciclo de 26000 anos. Parece que algo sempre se repete, sabemos de um grande desastre há mais ou menos 13000, outro há mais ou menos 6000 e tudo indica que algo maior está por vir quando mais uma metade se encerrar novamente nos 13000, que estudamos até agora, se encerraria em meados de 2012.

Os nossos antepassados acreditavam que o tempo é como uma roda, não é linear e sim na forma de círculo, sendo assim, tudo gira e se repete, assim como as estações do ano, os acontecimentos também se repetem e podem ser previstos. O tempo é um vórtice e estamos descendo para a ponta desse vórtice.

Agora, a Cruz ocorre novamente e marca uma reversão, vamos começar a subir.

Este é um sinal muito positivo, o início de uma ascensão a uma nova Idade de Ouro, mas a Terra não subirá facilmente.

Esta grande cruz formado pelos corpos celestes estão sobre os ângulos que marcam quatro direções fixas. Esta formação ou cruz nos céus significava para os povos antigos um período apocalíptico. Essa Santa Cruz é o que João viu, como relata no começa do Apocalipse: "Vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra ... " Apocalipse 7:1.

João é levado para o céu e vê esses quatro ao redor do trono de Deus. "E a primeira besta era como um leão, e o segundo como um bezerro, e tinha o terceiro animal um rosto como um homem, e o quarto animal era semelhante a uma águia voando"

Estes eram os quatro anjos, na verdade os quatro signos fixos do zodíaco, que foram pensados para marcar as quatro direções da Terra. ". Escorpião como águia, Touro, Aquário e Leão.

O eixo galáctico é imóvel, mas quando a precessão do eixo vernal passa pela constelação de Aquário ou Leão uma Cruz é formada. O evangelho nos diz que tudo começará com uma grande erupção vulcânica.

Em Hendaye na França existe uma cruz conhecida por “Monumento ao Fim dos Tempos” ( A Cruz de Hendaye), com cerca de 350 anos, um monumento que segundo o filósofo e alquimista Fucanelli, seria para alertar os desastres que se abaterá sobre a Terra quando a grande cruz que se formar nos céus. A Grande Cruz de Hendaye é uma construção simbólica que explica a ciência dos ciclos do tempo e que prevê extraordinárias mudanças. Fazendo um paralelo alquímico, estaríamos saindo da era da IDADE do FERRO para o início da IDADE DO OURO.

A profecia maia de um suposto fim desastroso para a nossa idade, talvez na altura do solstício de inverno em 21 de dezembror 2012, se encaixa dentro desse esquema de tempo também.


Agora em 26 de junho de 2010 vamos ter também um eclipse lunar que se inicia às 08h57 e termina às 14h19 UT (Tempo Universal). O eclipse será visível no hemisfério sul. Esta Lua será particularmente importante do ponto de vista astrológico, pois a Lua se encontrará alinhada com Plutão no início de Capricórnio em conjunção com o Nodo Norte e o Sol estará em conjunção com Mercúrio em Câncer em conjunção com o Nodo Sul. Esse fato pode indicar a morte de um Chefe de Estado, um Rei, um Presidente ou de uma pessoa de grande destaque mundial. Essa lunação marca também o inicio DE UMA GRANDE CRISE MUNDIAL.

E no Brasil em 2010, se formará uma Grande Cruz no céu (mais uma cruz), envolvendo também os planetas Júpiter e Urano, em Áries, e Saturno, em Libra. Pode ser o inicio de um grave conflito causado por um atentado de grandes proporções.

Junho de 2010 pode marcar o início de um período de três anos muito ativo em que a consciência muda, por vezes, em uma emocionante e às vezes em ritmo assustador. Será um tempo em que haverá cada vez mais desastres provocados por extremos de temperatura, erupções vulcânicas e guerras. Será necessário acompanhar e entender tudo que está acontecendo e serão momentos terríveis.


Se acompanharmodesenrolar dos últimos acontecimentos no mundo, veremos que já está sendo terrível para muitos no planeta. As chuvas, os vulcões, os recordes de calor e frio, as guerras disfarçadas e escancaradas, já estão sendo motivo de muito sofrimento e pelo andar da carruagem, esses sofrimentos se tornarão global.


Nos próximos anos o mundo vai virar de cabeça para baixo. E um mega desastre vulcânico nesse espaço de tempo é previsto.


Sem falar na atividade solar,que, acredita-se irá atingir o maior pico de todos os tempos no ano 2011-12.

Estudamos a atividade solar através das manchas solares que estão intimamente associadas com o aumento de atividade vulcância.

Parece haver uma ciclicidade de mega erupções vulcânicas, que ocorreram uma vez em cada 13 mil anos ou a cada 26.000 anos, no final de cada ciclo. Os vulcões foram os grandes deuses criadores ou destruidores na Terra.


A inscrição INRI gravada na cruz em suposta crucificação de Jesus, foi criada muito antes da sua aparição no novo testamento. Vê-se o uso do mantra INRI secretamente entre os egípcios, os pársis (ADORADORES DO FOGO no Irã), e mesmo entre os maias, astecas e incas (o deus Sol entre eles era chamado de INTI, uma variação de Inri). E entre os judeus pré-Jesus o INRI era entoado secretamente durante certos rituais entre os Essênios e os Ebionitas.





Para os alquimistas INRI seria entendido como ATRAVÉS DO FOGO DE TODAS AS COISAS SÃO FEITAS NOVAS.


A Grande Cruz marca o início de um caminho difícil que mais pode parecer um reino de terror, surgirão conflitos entre o Oriente e o Ocidente e toda a energia vinda da galáxia será sentida pelos vulcões.

Estamos em junho e os indicadores nos mostram que as previsões dos textos antigos, do velho testamento, dos povos antigos, dos astros estão a se cumprir. Só podemos esperar e estar preparados para saber o que fazer e manter o equilíbrio de nossas emoções e sentimentos quando o inevitável bater a nossa porta.



Fontes de pesquisa:
http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=09447
http://www.galactic-centre-2012.com/id18.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/INRI
www.google.com
http://www.jayweidner.com/

O GOLPE, ELES SABIAM

MESTRE EDU

Goldman Sachs: Eles sabiam que o vazamento no Golfo do México iria ocorrer

Desde sempre, é a mesma coisa.

Para que a Grande Depressão ocorresse conforme o plano dos elitistas, J.P. Morgan, o pior dos banqueiros, criou um boato, retirou-se sorrateiramente do mercado, e a bomba explodiu.

Já em tempos modernos, o Goldman Sachs foi acusado (e com razão) de ser o maior responsável pela crise imobiliária (subprime), ocorrida em 2008/09.

Agora, vem a notícia de que o Goldman Sachs vendeu mais de 40% de suas ações da British Petroleum, três semanas antes que houvesse a explosão da plataforma, e o consequente desastre ambiental que estamos presenciando no Golfo do México.

Vejam a info abaixo:

Goldman Sachs BP Goldman Sachs: Eles sabiam que o vazamento no Golfo do México iria ocorrer

Goldman Sachs vende 43.7% de suas ações da British Petroleum pouco tempo antes da crise ambiental ocorrer.

A tabela original pode ser visualizada aqui.

Qual a razão do Goldman Sachs vender quase metade de suas ações de uma empresa lucrativa como a BP? E ainda mais há apenas três semanas do desastre ocorrer? É óbvio que eles sabiam muito bem o que estava por vir, e fizeram uma “retirada estratégica” para minimizarem seus prejuízos com a desvalorização das ações da BP, o que ocorreu imediatamente após ter iniciado o vazamento de petróleo no Golfo do México.

É assim que a coisa funciona para eles. Primeiro, criam uma crise (ou a agravam). Depois, pedem dinheiro ao governo, que pega o dinheiro da população e repassa aos banksters. Com seus bolsos mais cheios, elaboram uma “nova estratégia” onde possam faturar mais e mais e mais.

Tomara que tenham uma indigestão depois de “paparem” tanto dinheiro alheio.

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O GOLPE SECRETO

mestre Edu

Altos Oficiais Planejam Ação Militar Assim Que Ocorrer o Colapso do Sistema Financeiro em Nova York

Posted: 05 Jun 2010 01:25 PM PDT

A crise que provocará a quebra das Bolsas de Valores será muito feia e ocorrerá de forma simultânea com outras crises internacionais. Os planejadores militares estão estudando os cenários em que a Lei Marcial precisará ser instituída para manter a ordem nas ruas.


Em 16 de junho de 1998, a Marinha e o Corpo dos Fuzileiros Navais realizaram seu encontro estratégico anual, intitulado “Foro de Estratégias Atuais”. Um dos participantes ficou chocado com uma frase proferida pelo Subsecretário da Marinha, simplesmente por que conhecia o Plano da Nova Ordem Mundial. A frase passou sem ser notada pelos demais presentes, como sempre acontece quando alguém não conhece o Plano, ou quando não percebe quão perto, aparentemente, estamos de suas etapas finais.

Depois de falar por cerca de meia hora com base em sua pauta preparada, o então Subsecretário da Marinha, Jerry MacArthur, começou a responder às perguntas. Após várias perguntas, ele fez a seguinte declaração, aparentemente de forma descuidada:

“Militares de alta patente do Pentágono estão trabalhando de perto com autoridades em Wall Street, para aprimorar vários cenários que poderão ser implementados rapidamente assim que houver a quebra em Wall Street.”

Esse participante referido se engasgou e olhou em volta no salão para ver qual era a reação dos demais presentes. Cada um deles estava sentado em suas cadeiras, sem exibir emoções ou qualquer reação visível. Mas aquele homem ficou alarmado com a revelação, pelas seguintes razões:

  • Uma vez que Wall Street está situada em Nova York, a lei determina que a responsabilidade por manter a lei e a ordem durante uma crise profunda, como a quebra da Bolsa, cabe às autoridades estaduais, chefiadas pelo governador. O governo federal não pode intervir, a não ser que o governador peça a intervenção federal. Portanto, a primeira pergunta importante do momento é: Por que o governo federal está participando do desenvolvimento de cenários a serem implementados no caso de um colapso da Bolsa de Valores?
  • Essa afirmação implica fortemente que o colapso da Bolsa de Valores é um evento planejado, exatamente como dizemos há anos. Alguns podem dizer que a Bolsa de Valores quebrará inevitavelmente, já que os problemas de todo o mundo podem acabar afetando adversamente o mercado acionário. No entanto, há tempos que mantemos o princípio ensinado pelo ex-satanista iluminista Doc Marquis, que a Elite Global está determinada a preservar a prosperidade do povo americano até a deflagração da Terceira Guerra Mundial. Assim que a guerra mundial planejada para produzir o Anticristo começar, todas as Bolsas de Valores do mundo quebrarão — e a quebra será feia.
  • Essas observações implicam fortemente que os militares pretendem tomar o controle e/ou instituir a Lei Marcial, logo após o início do colapso. Aqueles que conhecem a história dos EUA sabem que esse tipo de ação militar não foi necessário quando ocorreu a quebra em 1929 e durante a Depressão de 1933. Embora as pessoas em Wall Street tenham ficado apavoradas, e alguns investidores até cometeram suicídio, a maioria da população não respondeu com anarquia pessoal. A ordem pública não foi ameaçada. Os historiadores reconhecem que a unidade familiar forneceu a coesão necessária para manter a ordem nas cidades. Obviamente, os líderes militares e civis atuais não acreditam que a população reagirá da mesma forma; ou, como é mais provável, os principais líderes pretendem “instituir ordem a partir do caos”, que eles planejaram deliberadamente, por meio da imposição da Lei Marcial.

Já consideramos esse cenário provável em vários artigos anteriores. Lembre-se que a crise financeira planejada não estará acontecendo sozinha. Ao contrário, será simultânea com outras crises, e o efeito cumulativo sobre as mentes das pessoas será tão grande que elas ficarão apavoradas e permitirão que sua amada forma constitucional de governo seja suspensa e suas liberdades suprimidas! Obviamente, a crise terá de ser extremamente severa para isso acontecer. Mas, este é exatamente o cenário que nos aguarda e que nos levará à Nova Ordem Mundial:

  1. Guerra aniquiladora no Oriente Médio entre Israel e seus vizinhos árabes. Os aliados ocidentais deram a Israel uma imensa superioridade tecnológica em armamentos e Deus prometeu que Israel nunca mais será arrancado de sua terra, de modo que acreditamos que Israel prevalecerá mais uma vez. Além disso, o Domo da Rocha islâmico será destruído durante essa guerra, permitindo que os judeus ortodoxos possam reconstruir o Templo;
  2. Imediatamente após o início da guerra no Oriente Médio, todas as nações árabes produtoras de petróleo sofrerão perdas tão devastadoras que fecharão o Estreito de Ormuz, retirando do mercado mundial 17 milhões de barris de petróleo que passam pelo Estreito diariamente. Se terroristas conseguirem destruir outras fontes de abastecimento de petróleo, ou tomarem outra medida que reduza a quantidade de petróleo extraída e escoada, a confiança econômica, em todos os mercados do mundo, será abalada. Essa medida sozinha seria capaz de causar o colapso imediato dos mercados em todo o mundo;
  3. Terroristas árabes podem anunciar que têm a intenção e a capacidade de destruir certas cidades americanas com pequenas bombas atômicas, caso os Estados Unidos não cessem seu contínuo apoio a Israel. Na verdade, assim que a guerra entre Israel e seus vizinhos árabes começar, ataques terroristas planejados em várias cidades em todo o mundo começarão a ocorrer. Quando o Anticristo aparecer, não haverá mais democracia em parte alguma. Ditaduras absolutistas serão a ordem do dia;
  4. O Plano da Nova Ordem Mundial propõe o início de um conflito nuclear na Península Coreana, para aumentar o pânico no mundo. As duas Coréias vivem em prontidão constante, preparadas para um confronto. Caso uma guerra nuclear seja deflagrada, ou ameace ser deflagrada, entre as Coréias, exatamente ao mesmo tempo em que uma guerra nuclear estourar no Oriente Médio, certamente o pânico será grandemente aumentado;
  5. Se um desastre natural gigantesco atingir os Estados Unidos neste momento, a população ficará ainda mais apavorada. Uma vez que as forças militares norte-americanas podem causar terremotos, no local que quiserem e da magnitude que quiserem, achamos fácil acreditar que um terremoto assim seja possível. Por exemplo, se San Francisco for atingida por um terremoto de 10 graus, que devaste a cidade, o povo americano ficará horrorizado e completamente apavorado. Lembre-se que a FEMA previu os ataques de 11 de setembro, exatamente um dia antes de ocorrerem e previu o furacão que devastou Nova Orleans. Durante essa mesma coletiva de imprensa realizada em 10 de setembro de 2001, a FEMA também previu um terremoto sem precedentes ao longo da falha de San Andreas. (Veja os detalhes no artigo N2076);
  6. Uma vez que a população já foi preparada para um desastre global causado pelo impacto de um meteoro, pensamos que esse cenário possa ocorrer. Com a atual tecnologia dos efeitos especiais e a tecnologia dos noticiários na televisão, não precisaríamos do impacto de um meteoro de verdade; o que seria necessário é que as pessoas acreditassem que um meteoro está vindo em nossa direção. No entanto, estão dizendo agora que um meteoro atingirá a Terra em dezembro de 2012;
  7. Autores de Nova Era, como Bill Cooper em seu livro Behold a Pale Horse (leia a resenha), afirmam que durante esse pânico, discos voadores (ADENDO: manifestação do inferno) começarão a aparecer em todo o mundo para “ajudar” os pobres humanos a lidarem com as múltiplas crises. Na verdade, Cooper diz que nesse momento, os extraterrestres se concentrarão em aconselhar os principais líderes mundiais, incentivando-os a cooperarem com o recém-manifesto Cristo da Nova Era;
  8. O Plano prevê que no fim da guerra entre Israel e seus vizinhos árabes, o Anticristo aparecerá caminhando a partir do meio da poeira e da destruição, para anunciar que veio para finalmente trazer “Paz e Segurança” para todos os povos do mundo.

À medida que esses eventos continuam a se desenvolver nas notícias diárias, temos de lembrar que ação militar está planejada ASSIM que o colapso do mercado financeiro em Wall Street começar.

fonte

Video amador registra outro impacto contra Jupiter

Enviada por Mestre EDU

Vídeo amador registra outro impacto contra o planeta Júpiter


http://www.youtube.com/watch?v=N4P1KquLvA8&feature=player_embedded

http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?posic=dat_20100604-082709.inc#

Um objeto de grandes dimensões atingiu na noite de quinta-feira a face visível do planeta Júpiter, produzindo um forte clarão que pode ser registrado por astrônomos amadores que observavam o planeta. Ainda não existem informações sobre a natureza do objeto impactante, mas acredita-se que seu tamanho possa ser superior a 1 quilômetro de diâmetro.

O impacto contra a atmosfera joviana se deu às 23h31 pelo horário de Brasília e produziu um intenso flash de curta duração com aproximadamente 1000 quilômetros de diâmetro. Segundo o astrônomo amador Anthony Wesley, da Austrália, devido ao horário desfavorável ainda não foi possível verificar traços remanescentes deixado pelo impacto.

Nas Filipinas, o astrônomo amador Christopher Go não escondeu a emoção ao conseguir registrar o choque através de imagens. "Ainda não acredito que consegui registrar, em tempo real, um impacto. É inacreditável!"

Escudo
Devido à forte atração gravitacional, Júpiter é alvo constante do choque de asteroides e cometas e é considerado um verdadeiro escudo protetor da Terra, já que atrai para si objetos errantes que poderiam impactar nosso planeta. No entanto, objetos de grande porte não são comuns de atingirem Júpiter, ou não são registrados com frequência.

Impactos
Em 19 de julho de 2009, um cometa não identificado impactou contra a alta atmosfera de Júpiter, produzindo no gigante gasoso uma enorme cicatriz de mais de 4 mil quilômetros de diâmetro. Na ocasião, as primeiras observações do choque também foram feitas por Wesley.

O mais famoso choque jupteriano ocorreu no dia 20 de julho de 1994, quando uma série de 21 fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 atingiram em cheio a atmosfera de Júpiter. A força de alguns impactos também foi avassaladora, deixando gigantescas marcas que duraram vários meses.


No topo, imagem de Júpiter registrada pelo astrônomo amador Anthony Wesley mostra o momento exato do impacto. A Terra aparece como referência de tamanho. Na sequência, vídeo feito nas Filipinas pelo astrônomo amador Christopher Go, mostrando o instante do choque. Créditos: Anthony Wesley/Christopher Go/Youtube/Apolochannel.


CORRIDA ARMAMENTISTA

Enviada pelo Mestre
Edu

Gastos com armamentos crescem apesar da crise mundial

Segundo relatório sobre do Sipri, instituto sueco de pesquisa sobre a paz, jamais se gastou tanto com defesa em todo o mundo como agora.

Todos os anos, o Instituto Internacional de Estocolmo para Pesquisa sobre a Paz (Sipri, do inglês), divulga um relatório sobre as despesas militares no mundo inteiro. Se alguém pensava que a crise financeira conteria o entusiasmo de causar mortes e destruição, estava enganado. Os gastos com finalidades armamentistas aumentaram substancialmente.

O relatório do Sipri divulgado nesta quarta-feira (02/06) aponta que as despesas militares mundiais atingiram 1,5 trilhão de dólares em 2009, o que significa o aumento de 5,9% em relação ao ano anterior.

A crise pode até ter sido uma das razões desse crescimento. Sam Perlo-Freeman, coordenador do projeto sobre gastos militares no Sipri, explicou que os gastos públicos em grande parte dos países foram elevados no ano passado, a fim de incentivar a demanda e combater a recessão. "Embora as despesas militares não constituam uma grande parcela dos pacotes de incentivo econômico, até agora as despesas públicas não sofreram cortes", declarou.

EUA lideram mais uma vez

Novamente, os EUA encabeçam a lista dos que mais gastaram com defesa. O dispêndio norte-americano com finalidades militares perfaz 53% dos gastos mundiais, o que representa um aumento de 47 bilhões de dólares no ano.

Perlo-Freeman considera bastante improvável que a estratégia norte-americana de domínio absoluto venha a mudar algum dia, nem mesmo sob o presidente Barack Obama. Nos EUA, a defesa é encarada como um seguro "contra qualquer eventualidade", explica o especialista do Sipri.

Mas os EUA não estão sozinhos. Exceto alguns pequenos países do Leste Europeu, quase todas as regiões do mundo fizeram mais investimentos militares em 2009. Países com recursos naturais significativos elevaram drasticamente os gastos para essa finalidade. A Argélia e a Nigéria duplicaram seus gastos; o Cazaquistão aumentou em 360%, o Azerbaijão, em quase 500%, e a República do Congo, em 663%.

Desarmamento nuclear aquém das expectativas

A cada ano, o Sipri pergunta diretamente aos governos os números sobre despesas militares. Mas o instituto sueco também estuda os orçamentos nacionais e consulta especialistas autônomos, pois os gastos com armamentos geralmente são sigilosos e muitos projetos se estendem por muitos anos.

Quanto à meta de redução das 8 mil ogivas nucleares existentes no mundo, o Sipri reconhece certo progresso, sobretudo graças ao empenho do presidente dos EUA, Barack Obama, em acertar um tratado mundial de desarmamento e não-proliferação nuclear. No entanto, o crescente isolamento da Coreia do Norte e o criticado programa atômico do Irã são motivos de pessimismo nesse sentido.

Comércio de armamentos pela Alemanha

A Alemanha é o sétimo país do mundo que mais gasta com armas. Em 2009, o governo alemão liberou 46 bilhões de dólares para essa finalidade.

Dentro da Europa, a Alemanha também fica atrás da França e do Reino Unido. Mas tanto na Alemanha, quanto na maioria dos países da Europa Ocidental, as despesas militares vêm sendo reduzidas continuamente, constata Sam Perlo-Freeman.

"Os gastos alemães com armamentos têm caído gradualmente", afirma. "Assim como muitos outros países da Europa Ocidental, a Alemanha não sente nenhuma ameaça nítida. E a maioria dos países europeus ocidentais parece não acreditar que as ameaças existentes, sejam elas a mudança do clima ou o terrorismo, possam ser solucionadas por meios militares."

Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial caiu 0,9%, mas as despesas militares não param de crescer. Alguns países, inclusive a Grécia, anunciaram cortes em seus orçamentos militares para o ano corrente ou para o próximo.

Autor: Alexander Budde (sl)
Revisão: Roselaine Wandscheer


http://www.defesanet.com.br/10_06/100603_03_dw_gasto_defesa.html

BIL GATTES VAI AO GRUPO DE BILDENBERG

EDU DALLARTE

Bill Gates também irá participar do encontro do Grupo Bilderberg deste ano

Posted: 04 Jun 2010 10:33 AM PDT

Bill Gates, o fundador da Microsoft irá se juntar aos seus companheiros elitistas pela primeira vez na conferência de Bilderberg de 2010 que está em curso em Sitges, Espanha, depois de, aparentemente, fingir assistir outro evento antes de ser forçado a admitir aos jornalistas que ele vai dar uma palestra na confabulação globalista.

Gates deixou escapar que ele iria fazer sua estréia no Bilderberg após ser perguntado por jornalistas do jornal 20 Minutos, um jornal gratuito espanhol que é publicado diariamente em várias cidades espanholas, bem como outros ao redor do mundo.

Segundo o jornal, Gates disse aos repórteres: "Eu sou um dos que estarão presentes", acrescentando que ele vai participar de um debate com os colegas globalistas sobre os temas de "energia e as necessidades dos mais pobres", bem como as alterações climáticas, energias renováveis e da crise econômica.

Indicando que ele também vai dar uma palestra para os elitistas da Bilderberg, Gates disse: "Eu espero não entedia-los".

Parece que Gates inicialmente tentou despistar os repórteres, alegando que ele estava em Barcelona para assistir a uma conferência do Instituto Global de Saúde que foi, então, misteriosamente "cancelado".

A presença de Gates no encontro da elite também foi confirmada pela agência de notícias alemã DPA.

O jornal espanhol confirma também que o primeiro-ministro espanhol José Luis Rodríguez Zapatero irá participar da conferência, esta tarde, onde será acompanhado pela rainha Beatrix da Holanda, presidente do BCE Jean-Claude Trichet, bem como ex-secretário de Defesa americano Donald Rumsfeld.

Fontes:
Bill Gates hablará sobre energía y cómo combatir la pobreza en Club Bilderberg
Earth Times: Secretive Bilderberg Club brings decision-makers to talks in Spain

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A PROFUNDIDADE DA CRISE

Enviada por EDU DALLARTE


Europa alerta para profundidade da crise do capital e vulnerabilidade do Brasil

Por Fernando Silva
http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=75592&edt=1

Estamos em meio a um novo pico da crise econômica mundial. Agora com centro na Europa, especialmente nos seus elos mais frágeis. A Grécia é o primeiro experimento dos governos centrais, desde 2007-2008, de descarregar nítida e brutalmente sobre as costas da classe trabalhadora o ônus da crise da dívida, que quebrou aquele país e ameaça contagiar a União Européia como um todo. Para obter a ajuda do FMI e dos bancos centrais europeus – fundamentalmente do que manda na "comunidade do euro", o alemão –, o governo grego tenta aplicar um plano que prevê corte de salários, de direitos e de gastos sociais numa dose nunca vista no longo pós-segunda guerra mundial. Balões de ensaio semelhantes estão sendo tramados para Portugal, Espanha e Itália. Não se trata de uma mera falência dos "pobres da Europa", que por si só seria grave, mas da ameaça de morte do euro como moeda comum àquele espaço, portanto, do pilar da integração européia.

Este novo momento da crise combina estagnação, alto desemprego, alto endividamento da sociedade e do Estado, quebrados após esgotarem sua capacidade de financiar, ou melhor, depois de injetarem bilhões em seus bancos para salvar os ricos das "bolhas" artificiais, como a imobiliária

Ou seja, a situação na Europa alerta: apesar da relativa calmaria de 2009, não se fechou a crise aberta entre 2007 e 2008. Pois nunca se tratou de uma crise das bolsas ou dos bancos simplesmente, mas de uma crise do "modo de funcionamento" do sistema, digamos assim, adotado desde o final dos anos 70. Ou seja, segue aberta e se agravando a crise da "era das desregulamentações", do "livre mercado", da hiper-liberdade de circulação de capitais. Uma avalanche que abala os parâmetros com que o capital se acumulou e reproduziu nas últimas quatro décadas, com profunda integração entre finanças, comércio e produção globais.

Embora esta nova avalanche ainda não tenha atingido aquele que continua sendo o coração do sistema (os Estados Unidos), o novo momento traz uma diferença de qualidade do ponto de vista dos revolucionários: luta de classes. Há fortíssima reação dos trabalhadores, trabalhadores e da juventude na Grécia; greves e protestos muito expressivos em Portugal, Espanha, Itália. Mesmo na Inglaterra, ainda longe do epicentro da crise da dívida dos elos mais frágeis, há fortes tensões sociais provocadas pelo alto endividamento e desemprego da sociedade, que resultaram, como era de se esperar, na derrota dos trabalhistas nas eleições gerais e na volta dos conservadores (ainda que sem maioria absoluta, expressando uma crise do velho bipartidarismo).

As eleições inglesas e, ainda mais dramaticamente, o levante social na Grécia evidenciam que ainda estamos em uma etapa de forte crise de alternativas. É certo que, onde há lutas sociais, tendem a surgirem e se fortalecerem alternativas anticapitalistas sindicais e partidárias. Ainda assim, não está de modo algum definido qual será o desenlace para a esquerda socialista neste riquíssimo, mas difícil processo de lutas de classes na Europa. Ali, as diferentes agrupações anticapitalistas – algumas já razoavelmente consolidadas, como o Bloco de Esquerda em Portugal, ou mais atuantes, na Grécia – serão colocadas à prova.

Em resumo, cabem duas observações sobre o novo momento:

a) A crise é de longa duração. A simples repetição dos remédios mais duros do período anterior, como se vê agora na Grécia, sinaliza a inexistência de uma nova política ou novo padrão de recomposição do capitalismo para superar a crise. É uma crise estrutural, que acarretará um longo período de turbulências, estagnação, tensões sociais, e prováveis realinhamentos geopolíticos, com disputas ainda mais violentas por mercados, recursos energéticos e naturais. Ainda que se mantenha a predominância do imperialismo norte-americano, vão se acirrar também contradições inter-estatais, além das contradições de classes. A economia dos Estados Unidos, apesar de uma leve recuperação conjuntural, parece caminhar para uma estagnação semelhante à japonesa dos anos 90. Embora o neoliberalismo demonstre seu fracasso, não muda o modelo de acumulação, liderado pelo capital financeiro. Embora os governos centrais tenham conseguido impedir a depressão aguda, com as injeções massivas de dinheiro público na economia, seus "planos de resgate" são medidas de resultado duvidoso no longo prazo e sem condições de vida muito longa

b) Está mais do que nunca na ordem do dia a reconstrução e a reorganização das bases de um projeto para a revolução, como necessidade imediata e histórica. Pois, sem superar a crise das alternativas das classes trabalhadores e sem referências claras para a construção de uma saída em que as ações de massas e elementos de auto-organização comecem a tomar o centro da cena, os custos, dramas e sofrimentos humanos para que o capitalismo supere esta crise serão imensos, incalculáveis. A História do século 20 é repleta de exemplos de até aonde vai o grande capital para resolver suas crises sistêmicas.

Desdobramentos da crise e a situação no Brasil

O futuro se constrói no presente. Não basta apresentar objetivos estratégicos para uma década ou mais, lá adiante. Isto significa buscar compreender a situação conjuntural em que atuamos, ou seja, o cenário brasileiro, a política concreta do governo Lula e do grande capital no contexto mundial; os desdobramentos que essa crise global poderá ter no país, com que tempos e contradições a partir do cenário político de hoje

Em 2008, a crise econômico-financeira nos países centrais chegou com extrema velocidade e violência no Brasil. Com a súbita escassez de crédito internacional, queda brusca das exportações provocada pela retração do comércio mundial e a queda no preço das commodities, o país viveu uma rápida recessão, com dois trimestres de retrocesso e um saldo de um milhão de novos desempregados.

Porém, do segundo trimestre de 2009 para cá, o país vem conseguindo uma recuperação igualmente rápida, com projeção de crescimento de 6% para 2010, após o crescimento zero de 2009. O que permitiu ao governo e ao grande capital brasileiros controlarem a crise? A montanha de verbas públicas injetada na economia sob a forma de liberação de crédito. O baixo endividamento da população em relação ao padrão ocidental – que permite uma margem de manobra na expansão do crédito. A redução paulatina das taxas de juros (já interrompida). A intensificação da política de isenções fiscais. O peso do mercado interno - especialmente na produção industrial, da qual 80% são consumidos em território brasileiro. A recuperação do salário mínimo e um crescimento da massa salarial, ainda que em razão do aumento da precarização dos contratos – este crescimento se deu fundamentalmente na faixa de 1 a 3 salários mínimos.

Estes fatores, somados às políticas compensatórias do governo Lula, com eixo no Bolsa Família, estão na raiz da popularidade imbatível do presidente que, a propósito, torna o cenário eleitoral cada vez mais favorável à candidatura do governo e, simetricamente, extremamente difícil e limitado para uma visão crítica e de esquerda nas eleições de 2010.

Porém, em que pelo não ser provável nenhum descontrole econômico, nem qualquer turbulência nos níveis do último trimestre de 2008, nem de longe se deve desconsiderar que esse novo pico da crise com centro na Europa deverá passar ao largo do Brasil.

É o próprio BNDES que afirma isso, ao prever conseqüências negativas expressivas para as exportações do país com a crise européia, já que vai para o velho continente cerca de um terço daquilo que é exportado ao ano pelo Brasil. Nem é demais lembrar que, na semana do anúncio do pacote impopularíssimo do governo grego, a fuga de capitais do Brasil foi da ordem de US$ 2 bilhões, e mais algumas semanas de instabilidade na Bolsa.

É preciso não perder de vista o grau de vulnerabilidade da economia brasileira, dado pelo modelo agro-industrial-exportador, sua enorme dependência do comércio mundial e sua subordinação ao capital financeiro. A manutenção deste modelo, ancorado na remuneração e dependência do capital financeiro, mantém sérios gargalos e arma bombas de tempo importantes, que cedo ou tarde serão acionadas no Brasil.

A manutenção de altas taxas de juros e o conseqüente aumento da dívida pública, o crescimento do endividamento da sociedade, o estrangulamento dos serviços públicos e sociais, a manutenção da política preventiva de arrocho no setor público, a busca de retirada de direitos, o estrangulamento também da infra-estrutura, a política de crescimento predatório e privatista na área energética com sérias conseqüências ambientais... Tudo isso deverá cobrar seu preço talvez no próximo governo, diante de um cenário cada vez mais instável no mundo.

A lógica ortodoxa neoliberal de submissão ao capital financeiro abre brechas e contradições flagrantes na política do governo Lula, como agora na questão do reajuste dos aposentados e do fim fator previdenciário, que o governo já anunciou que vai vetar.

Desafios da esquerda socialista nessa conjuntura

Há tempos diferentes, portanto, para a construção de uma política e de uma ação socialista conseqüente para disputar a consciência da classe trabalhadora. Há brechas que se abrem e inegáveis desafios conjunturais aos quais uma autêntica esquerda socialista precisa responder nestes tempos de crise.

Mesmo numa situação econômica e política concreta muito diferente da norte-americana (de estagnação econômica) e da européia (ameaçada por um terremoto político e social), a resposta socialista no Brasil tem que se referenciar na crise global.

Impossível, porque incorreto, abrir mão da denúncia da manutenção desta política econômica, cujos pilares são os mesmos que levaram o mundo à porta da bancarrota com conseqüências muito graves no Brasil – onde qualquer nova turbulência se combina com as "tradicionais" mazelas que acossam diariamente o povo trabalhador: o desastre da saúde pública, da política habitacional, o desprezo para com os direitos da classe trabalhadora, dos aposentados, a precarização do trabalho, a falta de esperança para a juventude das grandes periferias, uma criminalização permanente sobre as lutas sociais e sobre a pobreza, só para ficar em alguns dos mais evidentes exemplos.

Tais questões estarão em pauta neste ano de eleições presidenciais que definem a sucessão de Lula. As duas principais candidaturas – a do governo Lula e a da oposição de direita – são claramente portadoras do mesmo modelo em vigor até aqui, modelo do qual não discorda a candidatura Marina Silva, capaz de apresentar-se como uma alternativa síntese, pois defende a herança da política econômica dos mandatos de FHC e Lula. Assim, é um desafio de grande monta atuar nas eleições de 2010 com uma política de esquerda autêntica, alternativa e socialista, sintetizada hoje no PSOL e na candidatura de Plínio Arruda Sampaio.

Por isso, é fundamental a construção de uma política e de um programa que, a partir das demandas populares e da crítica radical da política do Estado e do grande capital até hoje vigentes no Brasil, consigam apresentar uma autêntica alternativa anticapitalista, popular e socialista.

Está colocada, por exemplo, uma campanha em defesa dos aposentados, contra o veto ao fim do fator previdenciário. No terreno do programa, é preciso esclarecer a conexão entre os vetos de Lula e o peso da dívida pública, da obrigação perversa de remuneração com recursos do Estado ao capital financeiro, enquanto o orçamento social, arrochado, não dá conta das necessárias reformas agrária, urbana, ambiental, nem de um mero reajuste para os aposentados.

Será a partir da crítica à submissão do Estado brasileiro à lógica da dependência ao grande capital e seus interesses que nascerá uma alternativa anticapitalista. Nesta etapa de crise de longa duração, a natureza de um programa dos trabalhadores, seja nas lutas, nos debates ou nas eleições, só pode ser de ruptura com o capital.

Será uma tarefa pedagógica alertar ao povo sobre o que virá por aí em tempos de crise global. Nem bem a turbulência econômico-financeira bateu às portas do país em 2008 e o grande capital desencadeou enorme ofensiva sobre os direitos e o emprego da classe trabalhadora. E intensifica uma preventiva ofensiva criminalizadora sobre as lutas e movimentos sociais para impedir e minar ao máximo a capacidade de resistência operária e popular.

Por isso, um dos objetivos principais nestas eleições deve ser construir uma campanha colada aos movimentos sociais, referenciada nas suas demandas, nas suas lutas, apoiando as suas iniciativas, como a de construção da nova central combativa, as ocupações dos sem-terra, estimulando a auto-organização popular.

Por fim, voltemos ao início: a natureza da crise atual na economia capitalista e a queda de braços entre governos e o capital com as classes trabalhadoras na Europa, com centralidade agora nos enfrentamentos na Grécia, terão desdobramentos no globo e no nosso país ao longo do tempo. No Brasil, o norte é a luta para a constituição de alternativas estratégicas de saída da crise e de poder do ponto de vista dos "de baixo". Mas isso se consegue na atuação nas lutas e demandas sociais não atendidas e com uma conseqüente atuação nas importantes eleições de outubro, buscando recapacitar a formatação de um projeto socialista para o Brasil.

Pois é desde já que se constrói o dia depois de amanhã.z