quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ARQUIVOS UFOS LIBERADOS

ENVIADO POR EDU

Os arquivos de OVNIs da europa fora abertos
Quem quiser consultar, está em PDF

fonte

http://ufos.nationalarchives.gov.uk/


Files released in August 2010

The files contain a wide range of UFO-related documents, drawings, letters and parliamentary questions covering the years 1995-2003.

Discover which part of the country had the most reported UFO sightings and find out more about the terror attack foretold in a dream, mysterious objects tracked by radar and the 100-1 bet on alien life.

Start by reading our highlights guide (PDF, 332kb) to help you navigate your way through the files.

Due to the large size of some of these files, we recommend you save them to your PC before opening them. Please right click on the links and select the ‘save’ option.


Previous file releases

The National Archives holds other UFO files that have already been released by the Ministry of Defence. You can download these in PDF format for a small fee. The files contain details of numerous UFO sightings.

Access existing UFO files

domingo, 1 de agosto de 2010

EMPRESAS QUE MATAM

MESTRE EDU

Empresas que matam

O Jornal de Negócios revela que Anthony Ward, corrector de matérias primas, num só dia e com uma só operação, comprou 15 mil milhões de tabletes de chocolate, o equivalente a todo o cacau armazenado na Europa.
Pergunta o sagaz diário económico: "Será manipulação?"
Nãoooooooo! É que o rapaz é um bocado guloso, só isso.

Abandonamos este "jornalismo de investigação" português mas continuamos a falar de comida.
Organismos Geneticamente Modificados. Já ouviram? Claro que sim.
Silvia Ribeiro, investigadora do Grupo Etc, conta quem são as seis empresas que controlam o mercado dos transgénicos.
Transgénicos e crime organizado

Todas as sementes transgénicas existentes são controladas por seis empresas: Monsanto, Syngenta, DuPont, Dow, Bayer e BASF. São empresas químicas multinacionais que tomam posse das companhias que tratam grãos para controlar o mercado agrícola: vendem sementes que se ligam aos componentes agro-tóxicos que produzem (herbicidas, insecticidas, etc) ..

Além da Monsanto, já considerada como o "vilão" global, todas têm um histórico criminal que inclui, entre outros crimes, graves desastres ambientais e crimes contra a vida humana. Todas, uma vez descobertas, têm procurado evitar as próprias culpas, tentando deformar a realidade com mentiras e / ou corrupção. Autorizar os OGM significa entregar a próprias decisões nas mãos de um punhado de empresas multinacionais que actuam em conformidade com a necessidade do próprio lucro. Além disso, permitem que a plantação de OGM significa entregar as sementes, os agricultores e a soberania alimentar à um bando de criminosos em grande escala. Crime organizado, legal.

Recentemente, um tribunal da Índia pronunciou-se, após vinte anos de pedidos da parte lesada, num caso que envolve uma dessas empresas: Dow. Vamos falar sobre um dos piores acidentes de trabalho da história: uma enorme fuga "acidental" de gás tóxico na fábrica de agro-tóxicos Union Carbide em Bhopal, na Índia, em 1984. As comissões dos sobreviventes estimam que morreram mais de 22.000 pessoas e 500.000 tiveram consequências permanentes. 50.000 estão tão doentes que não podem trabalhar para viver. Estudos recentes confirmam que também os filhos foram vítimas de danos. A percentagem das deformações nos nascimentos em Bhopal é 10 vezes maior do que o resto do País, a frequência de câncer é muito maior que a média. A água de mais de 30.000 habitantes de Bhopal ainda está contaminada pela fuga de gases. As vítimas e os familiares têm lutado há décadas, para receber curas, o pagamento das despesas médicas de pessoas afectadas, a limpeza do local e para levar à justiça os responsáveis.

Dow adquiriu a multinacional Union Carbide em 2001. Foi uma suculenta expansão na lucrativa venda lucrativa de agentes tóxicos e uma maneira de continuar os negócios, livrando-se da péssima reputação causada pelo acidente. No âmbito do acordo de compra, a Dow deveria ter suportado todas as responsabilidades da União-Carbide. Dow tinha orçamentado 2 biliões 200 milhões de Dólares como potencial compensação para o caso do amianto nos Estados Unidos, mas nem um Dólar para pagar as indemnizações da Índia, mostrando que para eles as vidas das pessoas nos Países do sul do mundo não têm importância . Nunca apresentou-se em tribunal na Índia. Na verdade, tomou uma atitude agressiva perante as vítimas, exigindo indemnizações de milhares de Dólares a quem manifestasse fora da sede da empresa.

No dia 08 de Junho de 2010, um tribunal emitiu uma sentença acerca de oito dirigentes da União Carbide. A sentença par os responsáveis da morte de 22 000 pessoas é um feroz cinismo: dois anos de prisão e cerca de 2.000 Dólares em multas para cada um deles, embora nenhum dos seis sistemas de segurança da fábrica estivessem em funcionamento, simplesmente para poder reduzir os custos. Warren Anderson, presidente da Union Carbide, na altura da explosão e principal responsável pelo acidente, fugiu nos Estados Unidos, onde continua a viver no luxo, protegido contra os pedidos de extradição pelos advogados da Dow.

Longe de ser um caso isolado "de uma sociedade diferente", a Dow já estava familiarizado com o genocídio. Produziu o napalm usado no Vietnam e compartilha com a Monsanto a produção do Agente Laranja, também substância tóxica usada no Vietnam e que ainda causa deformações nos netos das vítimas. Mesmo naquele caso, Dow e Monsanto tentaram evitar qualquer indemnização, ao pagar no fim uma pequena multa. Mais recentemente, a Dow ficou num julgamento por ter vendido e promovido, embora ciente das consequências graves, o agro-tóxico Nemagon (DBCP) em vários Países latino-americanos; substância que causou esterilidade nos trabalhadores das plantações de banana e defeitos de nascimento nos filhos deles. Esses horrores não são excepção, mas normalidade nas empresas dos OGM, que habitualmente desprezam a vida humana, a natureza e o ambiente para aumentar os próprios lucros.

É preciso lembrar, por exemplo, que a Syngenta cultivou ilegalmente milho transgénico em áreas naturais protegidas no Brasil e, posteriormente, perante os protestos do Movimento dos Sem Terra, contratou uma milícia armada que atirou e matou um membro do Movimento. Monsanto está agora a tentar explorar a tragédia provocada pelo terremoto no Haiti para forçar a contaminação e a dependência do País com as sementes modificadas. A DuPont continuou a vender agro-tóxicos, já proibidos nos Estados Unidos, como a Lanna (merhomyl), no Equador, Costa Rica e Guatemala, onde causou a intoxicação de milhares de camponeses. BASF e Bayer foram acusados de crimes similares.
Deixamos aqui uma ligações para obter mais informações acerca de alguns aspectos relatados no artigo:

El Parque de las Hamacas acerca do caso das plantações da banana em Sul América (em Espanhol)
Bophal.Net o caso da empresa indiana (em Inglês)

WWW.JORNALDENEGOCIOS.PT

VENEZUELA NA MIRA

MESTRE EDU

Top Public

O presidente da Venzuela, Hugo Chávez, alerta: os EUA têm planos para atacar o próprio País.

Assim afirma Eva Golinger, advogada venezuelano-estadunidense, nas páginas de Global Research, num artigo que já foi publicado há dois dias no blog amigo Cidadã do Mundo.

Lembramos o texto do artigo:

EUA e Colômbia planeiam atacar a Venezuela

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, denunciou neste Sábado os planos dos EUA para atacar o próprio País e derrubar o governo. Durante uma cerimonia para comemorar o 227º aniversário do herói da independência Simon Bolívar, Chávez leu um memorando secreto que foi enviado a partir de uma fonte anónima dentro dos Estados Unidos.

"Como já disse nas minhas primeiras três cartas, fica a ideia de provocar um conflito na fronteira ocidental", leu Chávez leu na carta secreta. "Os recentes acontecimentos confirmam tudo ou quase tudo o que foi discutido aqui, e também as outras informações que obtive", continuou a carta. "A fase de preparação da comunidade internacional, com a ajuda da Colômbia, está em pleno vigor", mostrou o texto, referindo-se à última sessão, na Quinta-feira, da Organização dos Estados Americanos (OAS), durante a qual o governo da Colômbia acusou a Venezuela de hospedar "terroristas" e "campos de treino para terroristas" e deu ao governo de Chávez um ultimato "de 30 dias" para permitir uma intervenção internacional.

A carta continua com mais detalhes: "Já disse antes que os acontecimentos não começarão antes do 26, mas por algum motivo adiantaram várias acções que deveriam ter sido executadas mais tarde." "Nos Estados Unidos a fase de implementação está a acelerar, com uma força de afirmação, como dizem, na Costa Rica, sob o pretexto do combate ao tráfico de drogas". Em 01 de Julho, o governo da Costa Rica autorizou 46 navios dos EUA e 7.000 fuzileiros a entrar no próprio território, terrestre ou marítimo. O objectivo real desta mobilização militar, dizia a carta, é apoiar "operações militares" contra a Venezuela.

Assassinato e destituição

"Existe um acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos com dois objectivos: um é Maurício e outro é derrubar o governo", revelou o documento. O presidente Chávez explicou que "Maurício" é um pseudónimo utilizado nessas comunicações. "A operação militar que vai acontecer", advertiu o texto "terá lugar a partir do norte, mas não directamente para Caracas." "Estão à procura de 'Maurício', perto de Caracas, isso é extremamente importante, repito, isso é realmente importante."

O presidente Chávez revelou ter recebido cartas semelhantes da mesma fonte, que advertiam sobre ameaças perigosas. Recebeu uma carta pouco antes da captura de mais de 100 paramilitares colombianos na periferia de Caracas, que faziam parte dum plano para assassinar o chefe de Estado venezuelano, e outra em 2002, poucos dias antes do golpe que o depôs brevemente do poder. "A carta advertia acerca dos atiradores e do golpe de Estado", disse Chávez, "e estava certa, a informação era verdadeira, mas não conseguimos agir para impedi-lo."

A expansão militar dos Estados Unidos

Esta informação segue a decisão, na última Quinta-feira, de romper as relações entre Colômbia e Venezuela, tomada pelo presidente Chávez depois do "show" da Colômbia na reunião da OEA. "Uribe é capaz de tudo", advertiu Chávez ao anunciar que o País estava em alerta máximo e que as fronteiras tinham sido reforçadas.

Em Outubro passado, a Colômbia e os EUA assinaram um acordo militar que permite aos Estados Unidos ocupar sete bases na Colômbia e usar todo o território colombiano para completar as missões. Uma das bases do acordo, Palanquero, foi citada em Maio de 2009 nos documentos da Força Aérea norte-americana como necessária para realizar "operações militares de espectro inteiro" na América do Sul e lutar contra a ameaça dos "governos anti-EUA "na região. Palanquero também tem sido relatada como crucial para a Estratégia de Mobilidade Global do Pentágono, como previsto February 2009 White Paper: Air Mobility Command Global En Route Strategy, "O USSOUTHCOM tem identificado Palanquero, Colômbia (German Olano Airfield SKPQ) como um local de segurança cooperativa (CSL). A partir desta posição, quase a metade do continente pode ser coberto por um C-17, sem reabastecimento."

O orçamento do Pentágono para 2010 inclui 46 milhões de Dólares solicitados para melhorar as instalações em Palanquero, a fim de apoiar a estratégia para o teatro do Comando Operacional, e prever "uma oportunidade única para as operações de espectro total numa sub-região crítica do nosso hemisfério, onde a segurança e a estabilidade estão sob constante ameaça de revoltas terroristas narco-financiadas, dos governos anti-EUA, da pobreza endémica e dos desastres naturais recorrentes ". O documento de Maio de 2009 da Força Aérea também acrescenta que Palanquero seria usada para "aumentar a nossa capacidade de realizar operações de intelligence, vigilância e reconhecimento (ISR) para melhorar o seu alcance global ... e ampliar a capacidade de intervenção milita."

Em Fevereiro de 2010, o US National Directorate of Intelligence (NDI) classificou a Venezuela como "Leader anti-EUA" na região, na sua avaliação anual das ameaças. Os Estados Unidos também controlam as bases avançadas (pequenas bases militares) de Aruba e Curaçao, a poucos quilómetros da costa venezuelana. Nos últimos meses, o governo da Venezuela denunciou incursões de aviões não autorizados, aviões e aeronaves militares, em solo venezuelano, a partir de bases americanas.

Faz sentido tudo isso?
Sim, de facto faz.

Podem ler o artigo Reflexões do Sul, publicado no passado dia 27, com as considerações de Enrique Lacolla: tudo enquadra-se na lógica do esforço geo-político dos EUA para "domesticar" uma área que tem vindo a gerar problemas na óptica de Washington: não só Venezuela, mas também Brasil, Argentina, Bolívia...

Podemos pensar num próximo ataque, uma verdadeira invasão das forças norte-americanas para ocupar Caracas?
Isso é mais difícil. Os Estados Unidos já estão presos num conflito sem fim no Afeganistão, atravessam um período de grave dificuldade financeira, com uma opinião pública contrariada, e existe sempre a hipótese que no Médio Oriente a situação possa degenerar: neste caso os States ficariam empenhados em três frentes ao mesmo tempo, o que não é agradável.

Mas é verdade que Washington pode encarregar do trabalho "sujo" a Colômbia, ficando na retaguarda com os fornecimentos e a assistência táctico-logística.

E, para acabar, é preciso acrescentar que um confronto EUA-Venezuela, com Bogotá no papel do fantoche, parece uma coisa inevitável, como a gripe ou os terramotos. É possível adiar, mas cedo ou tarde algo irá acontecer. Neste aspecto bem faz Chávez em manter alto o nível da atenção internacional.

Quanto à carta: ou é falsa ou foi escrita por um deficiente.

Maurício?
Fala-se da Venezuela, de atacar Caracas, dum conflito que começa na fronteira ocidental. Mas quando chega a altura de falar de Hugo Chávez eis que o autor utiliza o pseudónimo "Maurício".
Óptima ideia, desta forma o serviço de intelligence venezuelano permanece na dúvida: quem será este Maurício?

E para quem escreve o remetente? Para outro deficiente, sem dúvida, ao ponto de ter de esclarecer que as forças na Costa Rica estão ali "sob o pretexto do combate ao tráfico de drogas".
O resto são coisas óbvias que qualquer pessoa com capacidade para ler um jornal poderia ter reunido.
O verdadeiro mistério é: mas que tem de Top Secret esta carta?

Se este for o novo estilo dos serviços secretos dos Estados Unidos, então Chávez pode dormir com toda a tranquilidade.

Ipse dixit.



Fonte: Global Research, Cidadã do Mundo

O CULPADO PELO CALOR EXTREMO NO GLOBO

Está calor: culpa dos EUA?


MESTRE EDU

Está calor...não é uma boa ocasião para falar de alterações climatéricas?

Em verdade não. É Verão no hemisfério Norte, algo de estranho seria ver os ursos brancos passear à beira do mar; mas temperaturas elevadas nesta altura representam a normalidade.

Mesmo assim, o próximo post "foge" da linha que Informação Incorrecta costuma seguir; falamos do HAARP, uma estrutura que, segundo quem adora as teorias das conspirações, faz de tudo um pouco: altera o clima, provoca terramotos, aquece a feijoada.

O artigo aparece nada mais nada menos que nas páginas do respeitado Eurasia: e isso oferece a desculpa necessária para falar deste polémico assunto.


As Armas do Clima: não apenas uma teoria da conspiração?
O tempo anormalmente quente nas regiões centrais da Rússia já causou graves prejuízos económicos. Destruiu colheitas em cerca de 20% das terras agrícolas do País, com o resultado que os preços dos alimentos vão subir no próximo outono claramente. Além disso, os fogos explodiram em turfeiras em torno de Moscovo. Nestes dias, a maioria das previsões do clima são alarmantes: secas, furacões e cheias serão mais frequentes e graves. O director do programa energético e climatérico do Wildlife Fund, A. Kokorin diz que a tendência actual não é um fenómeno aleatório e que não não é previsto que possa diminuir.

Neste contexto particular, a credibilidade das projecções do Wildlife Fund, uma influente organização internacional que actua em todo o mundo com programas de protecção do ambiente, é indiscutível. A razão é que o aquecimento global, tema de acesos debates académicos (ou, ocasionalmente, completamente não-académicos), não é necessariamente um processo descontrolado. No mínimo, o impacto das actuais temperaturas anormalmente elevadas, na Rússia e nalguns territórios adjacentes, solicita explicações alternativas.

Voltamos aos anos '70, quando Z Brzezinski invocava no seu "Between Two Ages" a questão do controle de tempo, que ele considerava uma forma de regulação social mais ampla. Sem dúvida, os importantes pensadores geopolíticos dos Estados Unidos tinham não apenas de tratar do aspecto social imediato, mas também das potenciais implicações geopolíticas do influenciar o clima. Não foi o único autor a explorar a questão, mas por causa de preocupações óbvias, a informação sobre a evolução das armas climatéricas é improvável que possa sair dos limites do secreto no futuro próximo.

M. Chossudovsky, professor de economia na Universidade de Ottawa, escreveu em 2000 que, em parte, a mudança climática em curso poderá ser accionada através do uso de armas não-letais de nova geração. Os Estados Unidos certamente exploram a possibilidade de controlar o clima em diferentes regiões do mundo. A tecnologia correspondente foi desenvolvida no âmbito do High-Frequency Active Aural Research Program (HAARP), com o objectivo de construir um instrumento potencialmente capaz de causar secas, furacões, inundações e terremotos. Do ponto de vista militar, o HAARP é suposto ser um novo tipo de arma de destruição em massa e um instrumento da política de expansão que pode ser usado para, de forma selectiva, desestabilizar sistemas agrícolas e ambientais dos Países-alvo. Tecnicamente, o sistema é conhecido por ser um conjunto de fontes de radiação electromagnética que afectam a ionosfera. Tem 360 fontes e 180 antenas com uma altura de 22 metros. Globalmente, a estação emite 3.600 kW para a ionosfera, o sistema mais potente do mundo. O programa teve início em 1990, é financiado conjuntamente pelas U.S. Office of Naval Research e U.S. Air Force Research Laboratory, e é implementado em vários laboratórios universitários.

Hipótese de amplo alcance surgem naturalmente desta situação. O líder venezuelano H. Chávez foi ridicularizado por atribuir o terremoto de Haiti ao HAARP, mas, por exemplo, essa suspeita foi sugerida em 2008 após o terremoto na província de Sichuan, na China. Além disso, há evidências de que o programa dos EUA para influenciar o clima não se estende apenas a um número de Países e regiões, mas também é parcialmente baseado no espaço. Por exemplo, o veiculo não-tripulado X-37B, que orbitou no dia 22 de Abril de 2010, teria transportado novos tipos de armas laser. Segundo The New York Times, o Pentágono nega qualquer ligação entre o X-37B e as armas meteorológicas, mas reconhece que o seu objectivo é apoiar as operações terrestres e gerir uma série de tarefas auxiliares. O veículo foi construído há 11 anos, como parte dum programa da NASA que foi absorvido pela U.S. Air Force há seis anos, e totalmente secreto.

Os pedidos para divulgar detalhes do programa experimental, actuado em Alasca, foram expressas tanto nos EUA como em vários outros Países. A Rússia não juntou-se ao coro, mas a impressão é que os esforços para mudar o clima deliberadamente não sejam um mito, e que no futuro próximo a Rússia, juntamente com o resto do mundo, terão de enfrentar ameaças duma nova geração.

Comentários? Não há. Afinal é um assunto Top Secret, se soubéssemos alguma coisa já não seria assim Secret.
Mas deixamos alguns links de sites e blogs amigos onde podem encontra mais material:

Wake Up! Fala do projecto HAARP e inclui 3 vídeos

A Nova Ordem Mundial Documento da CIA de 1974

e com certeza haverá outros. Mas está calor, tanto calor...

Fonte: Eurasia

SOMALIA DEVASTAÇÃO

MESTRE EDU

Somália: um País sem paz

Outra guerra que não merece as manchetes dos jornais: a Somália.

Islão, Al-Qaeda, exércitos ocidentais, forças de paz da ONU, guerrilha local: todos os ingredientes para uma situação explosiva reunidos num País com uma superfície 6 vezes a de Portugal continental e uma população que não ultrapassa os 8 milhões e meio de habitantes.

Uma esperança de vida de 48 anos, um rendimento que não atinge os 70 Dólares mensais. Pode existir alguém interessado num País como este?

Já falámos deste pobre País num artigo dedicado aos "modernos" piratas da costa leste da África. Agora, com a ajuda de quanto escrito nas páginas de Limes por Matteo Guglielmo, podemos vislumbrar quais as condições internas.


Se há um lugar no mundo que nas últimas décadas experimentou todos os tipos de conflitos armados e de intervenção militar, está é a Somália. Assim escreve Jefferey Gettleman no New York Times, sublinhando que se o resultado da última reunião extraordinária da União Africano, realizada em Uganda, há algumas semanas tivesse sido só aumentar o contingente de Amisom em 2000 ou talvez 4000 unidades, então demonstrariam a comunidade internacional ter aprendido muito pouco ao longo destes anos de conflito.

Duas décadas de conflito na Somália e a história parece inexoravelmente repetir-se.
Um contingente militar não é suficiente para restaurar a paz no território do centro-sul, pouco importa que seja composto de milhares de Marines americanos, como na missão Restore Hope no início dos anos Noventa, ou pelos soldados das Nações Unidas, como a Unosom II.

Mesmo a Etiópia, um País que sabe mais do que qualquer outro acerca do território da Somália, não conseguiu restaurar a segurança em Mogadíscio, deixando até o legado da sua polémica intervenção para um contingente regional que hoje está sozinho a enfrentar o peso do confronto com a guerrilha.

Apesar da história do conflito ter mostrado como fragmentos de estabilidade surgiram apenas com a afirmação das Cortes Islâmicas, em Junho de 2006, a União Africano decidiu aumentar ainda mais o próprio empenho militar no País.
A expectativa da comunidade internacional, particularmente nos Estados Unidos, cujo apoio para o contingente até agora foi de cerca 200 milhões de Dólares, é recuperar pelo menos Mogadíscio, permitindo assim que as Instituições Federais de Transição possam começar a governar e a distribuir serviços à população.

Não há como negar que a estratégia agora tem muitas chances de fracassar. Não só porque as forças radicais do Shabaab nos últimos anos têm reforçado e entrincheirado a própria na maioria das áreas do centro-sul da Somália, mas principalmente porque o mesmo contingente Amisom, agora sob ataque constante por parte da guerrilha, é muitas vezes obrigado a retornar o fogo de forma maciça, acabando por provocar vítimas não só entre os milicianos, mas também entre a população civil.
Ultimamente, mesmo à agência Associated Press, reportando um relatório da União Africana, confirmou a tendência da missão de capacetes verdes a efectuar uma retaliação que, eventualmente, envolve na maioria civis, tornando assim mais difícil a relação entre população e Amisom.

A crescente adversão aos capacetes verdes fornece novos argumentos a uma guerrilhas que, apesar das suas políticas radicais, no mês passado foi capaz de fazer esse salto de qualidade que muitos temiam. No dia 11 de Julho passado, enquanto toda a África observava terminar a primeira Copa do Mundo jogada no continente, 74 pessoas foram mortas num duplo atentado em Kampala, Uganda. O tipo e o alvo dos ataques fizeram pensar logo em Al Qaeda. A confirmação das suspeitas e das vozes, no entanto, só veio alguns dias depois, quando Sheikh Ali Mohamud Raghe, porta-voz do al-Shabaab, disse: "Atrás das duas bombas em Uganda houve al-Shabaab".

O ataque mostra como o alcance de al-Shabaab é substancialmente aumentado. Até os ataques em Kampala, na realidade, os jovens Muja'eddin tinham usado a técnica do martírio só no solo da Somália, como havia acontecido em Outubro de 2008 quando foram atacados a Presidência e o compound Undp de Hargeisa, em Somaliland, e em Junho de 2009, quando num atentado suicida em Beledweyne, 300 km ao norte de Mogadíscio, foi morto Omar Hashi, o então ministro da Segurança do Governo de Transição.

A pagar o custo do salto qualitativo de Shabaab podem ser outros Países do Leste Africano como o Quénia, onde em breve haverá um importante referendo constitucional. Para já não falar da Somalilândia e Puntland, onde o perigo de infiltração do movimento islamita é mais específico, especialmente na região semi-autónoma de Puntland.

Apenas alguns dias atrás, um comando Shabaab teria tentado atacar a cidade costeira de Bosaso. O confronto, que resolveu-se com um recuo dos islamistas e a morte duma dúzia de combatentes, tem alertado as autoridades de Puntland, que logo anunciaram uma contra-ofensiva em Galgalá, considerada a nova base Shabaab no centro-norte. O homem que dirige o Shabaab em Puntland, de acordo com algumas fontes de informação da Somália, seria Sheikh Mohamed Said "Attam", um jovem Darood (Harti / Warsengeli), cujo nome foi só recentemente conectado ao movimento radical, embora, segundo outras testemunhas, as suas actividades de recrutamento remontem pelo menos à 2005.

Segundo as autoridades do Puntland o recrutamento de "Attam", e portanto de al-Shabaab, ocorrem dentro dos campos de deslocados presentes na região semi-autónoma. Como consequência directa dos atentados de Bosaso e de Kampala, as autoridades de Garowe decidiram expulsar vários deslocadas presentes na região, especialmente homens, e envia-los de volta para o centro-sul da Somália, apesar dos apelos e das opiniões divergentes de muitas organizações da Diáspora somali, presentes em diferentes países ocidentais.

Quase dois anos após o novo Governo Federal de Transição, encontrar uma estratégia de contenção do conflito na Somália continua a ser uma tarefa difícil, também por causa do fraco parceiro político local. Enquanto a União Europeia, com a assistência técnica e logística dos EUA, começou a treinar as forças de segurança através do programa EU Somalia Training Mission (Eutm), as Instituições Federais de Transição permanecem perigosamente "suspensas" aos olhos duma população que ainda não consegue retirar qualquer benefício da sua existência.

Abrir ou não abrir um diálogo com Shabaab ainda hoje é um tema complicado, enquanto, por exemplo, no Afeganistão falar com os talibãs não parece ser mais um tabu. A ironia destes dias, no entanto, como afirmou Georg Sebastian Holzer num artigo publicado recentemente no site da International Security Network, é que enquanto os Estados Unidos estavam a preparar-se para definir uma abordagem mais flexível sobre a crise na Somália, os ataques de Kampala levaram vários actores regionais, Uganda e Etiópia em primeiro lugar, a relançar a linha-dura da intervenção militar.

Apesar de ser cedo para avaliar o mérito dessa abordagem, a história do conflito na Somália, uma vez mais, pode ajudar a prever os efeitos.


FONTE

http://temi.repubblica.it/limes/somalia-il-conflitto-si-estende/14001

O SUICIDIO ALIMENTAR

Enviada por EDU

O suicídio alimentar

Temos que importar.
Leite deitado fora, laranjas destruídas, terras não cultivadas, fazendas em crise: mas temos que importar.

A qualidade dos produtos importados é menor do que a fornecida pelos agricultores locais? Estes mesmos agricultores não podem competir com os preços da concorrência estrangeira? O que conta é importar.

Séculos (milénios?) de tradições e práticas desaparecem em nome do mercado.

A massa é um símbolo da culinária e da tradição italiana. O que acontece no País transalpino não é um caso isolado: perguntem porque razão na região do Algarve, em Portugal, já ninguém recolhe as amêndoas.

Lasanhas mexicanas

É a altura da colheita do trigo e muitas fazendas, em vez de ver recompensados meses de trabalho, podem fechar. 474 mil empresas perdidas nos anos de 2000 a 2007, um quinto do total. Não é difícil de acreditar, dado que os preços pagos aos agricultores têm vindo a diminuir de forma constante ao longo dos anos. Basta dizer que o preço de um quilo de trigo chegou a 13-15 Euros, contra os 25 de duas décadas atrás. Tal como foi confirmado pela relação Ismea 2008, sobre o sector do trigo, a rentabilidade da cultura do trigo duro tem mostrado uma tendência de flutuação nos últimos anos, uma consequência directa da volatilidade dos preços e de custos de produção em aumento.

De acordo com dados oficiais, em 2009 os preços no atacado caíram, em relação ao ano anterior, 71% para as cenouras, 53% os pêssegos, 30% o trigo e o leite, 19% a uva e a tendência não parece melhorar este ano, pelo contrário. Então, mais barato o trigo e mais barata a massa? Nem por isso. apesar da redução detectada pelo Instituto de Estatística italiano (ISTAT) de 1, 2% no ano anterior, o preço médio de um quilo de massa varia desde 1,39 Euros em Nápoles, 1,70 Euros em Roma até 1,91 Euros em Milão . Os agricultores recebem uns cêntimos, na transição do campo para a mesa. Esta enorme diferencia levou a um colapso da sêmea do trigo, em comparação com um consumo médio estável de 26 quilos per capita.

Made in Italy? A este ritmo, mais de 1,5 milhões de toneladas anuais de massa consumida irá "falar" mexicano, turco, canadiano. Sem que o consumidor possa ser informado. Mais de um bilião de quilos de massa "italiano" são produzidos com grãos extracomunitário sem qualquer indicação no rótulo. Esta não é uma irregularidade por parte dos produtores, estas são as regras da União Europeia: a obrigação de indicar o lugar de origem afecta somente certos tipos de alimentos (especialmente carne, aves, peixes, ovos, leite, frutas e legumes, mel fresco, molho de tomate, azeite de oliva). Mas não há nenhuma obrigação para massa, pão, queijo, carne de porco e enchidos, e outros alimentos ainda.

O resultado é que mais de um terço da massa é feita com milho que não foi plantado em Italia; dois em cada três presuntos vendidos como "italianos" foram feitos com animais criados no estrangeiro; metade da mozzarella é feita com leite ou até coalhadas estrangeiras, como foi confirmado pelo recente caso do queijo azul. Remuneração em queda livre, a falta de protecção no reconhecimento dos produtos locais, concorrência "desleal" dos produtos estrangeiros: não é de estranhar que mais e mais empresas sejam forçadas a fechar.

Tal como dito: esta a situação em Italia. Perguntem aos agricultores de outros Países europeus e poderão observar uma situação igual ou em certos casos até pior.

Em nome só do comercio?
Não, há mais do que isso. As mentes pensantes de Bruxelas parecem têm outras ideias: transformar a Europa num continente industrial e, sobretudo, do sector terciário, abandonando a produção agrícola menos rentável. Esta última pode ficar para Países menos industrializados ou até em desenvolvimento.

Ao longo da própria história o Homem tem lutado para a propriedade das terras mais férteis, chegando a guerra sangrenta para controlar um recurso considerado como fundamental.
A Europa agora propõe um novo rumo: o rumo da dependência alimentar. Cada vez menos produção e mais importação do estrangeiro.

Uma evolução? Não, um suicídio.

Ipse dixit.

Fonte: Terranews

Crimes contra Beduinos em Israel

Enviada por EDU

A lição dos Nazis

Israel continua a própria actividade na frente interna.

Não há só os Palestinianos, há também os Beduínos, povo pacifico que goza da nacionalidade israelita.

Mas não são os Israelitas no verdadeiro sentido do termo, não são os Israelitas desejados pelo governo de Tel Avive; e isso é suficiente para que sejam tratados como não-cidadãos, privados dos próprios rebanhos, até das próprias casas.

Os Hebreus foram alvo de limpeza étnica na Alemanha nazi entre 1941 e 1945. E ainda hoje choram cada vez que é citada a Shoa.
Agora demonstram de ter aprendido a lição e não hesitam a transformar-se de vítimas em carnífices.

E o mundo ocidental? Prontos também a chorar os horrores do passado cada vez que alguém lembrar a Shoa, os Países do Ocidente ultrapassam de forma leve e despreocupada os horrores do presente.

Eis o relato de Neve Gordon, um israelita, publicado nas páginas do The Guardian.
E a seguir o vídeo com as principais fases da destruição da aldeia.


Limpeza étnica em Israel

O desmantelamento duma aldeia beduína pela polícia israelita, mostra até que ponto o Estado pode ir para atingir a meta de israelização da região de Negev. A polícia israelita demoliu a aldeia beduína de Al-Arakib desmantelando cerca de 45 casas em apenas três horas.

Enquanto eu estava no carro em direcção a Al-Arakib, uma aldeia beduína pouco mais de 10 minutos de Beer Sheva, um ameaçador comboio de tractores estava a voltar da cidade. Logo tomada a estrada de terra para a aldeia, vi uma dúzia de camiões com policiais fortemente armados prontos para ir. Aparentemente, a missão estava cumprida.

As consequências da destruição foram visíveis imediatamente. Antes notei que as galinhas e os gansos corriam livres perto de uma casa demolida, então vi uma outra casa e outra ainda, todas reduzidas a escombros. As crianças estavam à procura de um local com sombra para fugir do sol escaldante do deserto, enquanto atrás deles uma nuvem de fumaça negra subia do feno em chamas. Não havia ovinos, caprinos e bovinos, confiscados provavelmente pela polícia.

Um grupo de beduínos estava no topo duma pequena colina a falar do que se tinha passado desde as primeiras horas da madrugada, cercados por árvores desenraizadas deitadas no chão. Uma aldeia inteira de 40-45 casas foi completamente destruída em menos de três horas.

Imediatamente tive um deja vu: caminhar no meio dos escombros duma vila destruída nos arredores da cidade libanesa de Sidon. Era mais do que 25 anos atrás, durante o meu serviço como pára-quedista em Israel. A diferença é que os residentes no Líbano tinham fugido muito antes da chegada do meu pelotão, e nós simplesmente atravessamos os escombros. Havia algo de surreal naquele evento, que durante anos impediu-me de compreender plenamente a sua importância. Na época, parecia caminhar na lua.

Hoje, imediatamente senti o impacto da destruição. Talvez porque as 300 pessoas que viviam em Al-Arakib, incluindo crianças, estavam sentadas nos escombros e ansiedade deles era evidente, talvez porque a aldeia está localizada a 10 minutos da minha casa, em Beer Sheva, e aqui passo para ir para Tel Aviv ou Jerusalém, ou talvez porque os beduínos são cidadãos de Israel e de repente eu percebi até onde o Estado está preparado para ir para tornar "Israel" a região de Negev; o que eu tinha presenciado foi um verdadeiro acto de limpeza étnica .

Diz-se que a próxima intifada será a dos beduínos. Há 155 mil beduínos no Negev, e mais de metade vivem em aldeias ilegal, sem electricidade ou água corrente. Não sei o que eles poderiam fazer, mas a deixar 300 pessoas sem abrigo, das quais 200 são crianças, Israel está semeando a discórdia no futuro.
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Fonte: The Guardian via ComeDonChisciotte