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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O RISCO DE UMA GUERRA NUCLEAR
GUERRA CONTRA O IRÃ
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mundo em crise
Irlanda, Portugal, o trigo dos Russos e dos Chineses
Posted: 28 Sep 2010 09:15 AM PDT
Muitos no mundo da Finança perguntam: depois da Grécia, agora Irlanda e Portugal?E depois?
A Polónia e, então, a seguir?
É o medo do efeito domino, outra vez (nota: a crise acabou!).
A Comissão Europeia propôs sanções mais severas contra os Países que violam as regras da UE.
Reparem: não soluções, mas sanções.
Como interpretar estas sanções? Duas as maneiras possíveis:
nº 1 versão sádica:
A tua economia não funciona? Toma lá uma multa!
nº 2: versão ainda mais sádica:
Ainda não conseguiste sugar mais dinheiro dos contribuintes?
Tomas lá uma multa!
Interessante.
A turbulência financeira da periferia da zona Euro pode acabar para ameaçar o sistema bancário europeu e até mesmo a frágil (muuuuito frágil) retoma. Escreve a biblia financeira americana, o Wall Street Journal, que as preocupações são aumentadas após a Moody's ter cortado a avaliação do banco irlandês Anglo Irish Bank de três níveis, até Baa3.
O colapso do mercado imobiliário irlandês, realça o jornal, paralisou o sistema bancário, forçando o governo a intervir com uma operação de resgate que custou 33 bilhões de Euros, representando um quinto do PIB.
Entretanto, o Ministro das Finanças Português empurrar para que o governo insista com os planos de corte do deficit. A incerteza sobre a capacidade de Portugal em tomar novas medidas fiscais fazem "saltar" os rendimentos em relação à dívida do País, um sinal da preocupação crescente dos investidores.
Há um facto que impressiona: a diferença entre os rendimentos das obrigações a dez anos na Alemanha e em Portugal aumentou 4,2 pontos percentuais.
Mas não há crise pois a OCDE, Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económico, já tem a receita para curar Lisboa: Portugal deve ser "pronto para aumentar os impostos, com ênfase naquelas que menos distorcem o crescimento, como o IVA".
Simples.
Algo de preocupante está a mexer-se.O Comissário europeu para os assuntos económicos, Olli Rehn, sentiu-se obrigado a a reiterar que "entre os Países do Euro não haverá nenhum caso de incumprimento nos pagamentos. Os custos potenciais, em termos económicos e políticos dum evento desse tipo, seriam tão devastadores para a área do Euro e da União Europeia que faremos o que for necessário para impedi-lo. E tenho certeza que vamos evita-lo. Não haverá reestruturação da dívida na Grécia, nem em qualquer País da área do Euro ", disse.
As tensões ressurgiram nestes dias nos Títulos de Estado da Irlanda e Portugal, dois Países desde muito considerados "em risco": tensões desencadeadas pelos dados decepcionantes sobre as actividades das empresas da Zona Euro, em Setembro no nível mais baixo dos últimos sete meses (a crise acabou!). Resta uma pergunta: onde virá a UE buscar o dinheiro para evitar uma reestruturação da dívida, em outras palavras, para não mandar ninguém à falência?
Poucos meses e Olli Rehn poderá dar uma resposta. Tardia. E a razão é óbvia: o produto interno bruto de Portugal no segundo trimestre de 2010 diminuiu 1,2% em relação ao período anterior, com um valor agregado que mostra o declínio de 1,8% numa base anual. E a agência Bloomberg reporta a surpresa dos especialista: esperavam na Irlanda uma repetição do desempenho positivo do primeiro trimestre do ano e, pelo contrário, tiveram que encarar a queda do PIB. De novo numa espiral descendente.
Como já tivemos modo de afirmar, o tempo dos resgates passou. Portugal e Irlanda terão de encontrar sozinhos a maneira de sair desta situação. Caso contrário será o mergulho. Ou a intervenção do Fundo Monetário Internacional. Uma coisa do tipo "venha o diabo e escolha".
O Banco de Moscou Uralsib advertiu em termos inequívocos que metade da colheita de batatas de toda a Rússia foi perdido e que a crise do grão que atingiu a área do mar Negro (o celeiro que abastece um quarto do total das exportações) por causa dos incêndios devastadores deste último Verão virá continuar por mais um ano. Resumindo: um desastre.
O preço do trigo já subiu 70% entre Junho e hoje, chegando aos 7,30 Dólares por bushel (o bushel é a medida de capacidade para sólidos e líquidos utilizada no Reino Unido e para sólidos secos nos EUA e Canadá. Nos EUA, por convenção, um bush de trigo é equivalente a 27,216 quilogramas) e Abdolreza Abbassanian, responsável pelo sector de grãos da FAO, afirma:
A esperança era de ter a situação normalizada em Setembro, mas não foi o caso e, certamente, muitos outros produtos estão a beira de ver os próprios preços subir
Por enquanto, os níveis da crise de 2008 ainda estão longe (na altura o bushel atingiu 13 Dólares) e os estoques mundiais ainda estão seguros a 22%, mas a situação está a piorar. Alerta Abbassanian:
Ainda não estamos numa crise real, mas o equilíbrio é precário. Se a Rússia e a Ucrânia tivessem de enfrentar mais um ano negativo, então sim, seria preciso pegar nos os estoques
A perspectiva futura é ainda mais sombrio segundo Chris Weafer, economista-chefe do Uralsib, pelo qual a colheita de trigo da Rússia este ano alcançará cerca de 60 milhões de toneladas contra um consumo de 75 milhões, e estoques de emergência de 9,5 milhões:
Pensamos que a Rússia necessitará de 17 milhões de toneladas de trigo e terá que importa-los.
Luke Chandler da Rabobank confirma as previsões negativas:
Neste momento não podemos falar duma recuperação das culturas na Rússia, porque os incêndios prejudicaram o solo de modo a tornar impossível a sêmea no Inverno.
Conduz-se, mas com estômago meio vazio.
O preço do milho subiu 40% em Junho, atingindo 5 Dólares por bushel: alguém tinha apostado no mau tempo que, de facto, danificou as culturas nos EUA. E afinal foi descoberto que a China tinha importado um recorde de 432 mil toneladas em Agosto. O problema, neste caso, é estrutural: a China está a transformar-se num importador de milho por causa duma mudança estrutural dos hábitos alimentares das massas. Comem mais carne e, portanto, precisam de mais milho para criar e alimentar os animais: 70% do milho chinês é usado para este fim e são precisos cerca de sete quilos de milho para "produzir" um quilo de carne.
A Federal Reserve afirmou esta semana: há um risco descendente (downside risk) para a inflação.
O mundo muda e a transformação de dois gigantes como Rússia e China pode criar grandes choques estruturais, especialmente neste contexto de fraqueza global persistente. Chegamos a um ponto focal da evolução geopolítica e económica e Pequim sabe disso.
O premier Wen Jiabao, em visita a Nova York, respondeu desta forma ao pedido americano para uma valorização do Yuan:
Um aumento de 20% do valor da nossa moeda poderia causar graves perdas de empregos e instabilidade social, deixando o País numa perspectiva duma batalha legal com os EUA sobre as reivindicações monetárias. Na verdade, não podemos sequer imaginar quantas empresas chinesas ficariam falidas, quantos trabalhadores chineses iriam perder o próprio trabalho e quantos trabalhadores migrantes deixariam a cidade para voltar para o campo: se aceitarmos o pedido EUA de valorização do Yuan entre 20% e 40% as consequências cena sociais seriam devastadoras.E sabemos que Pequim gosta mais das guerras de nervos do que as guerras civis. Até o momento, o Yuan valorizou-se em cerca de 2% frente ao Dólar desde 19 de Junho, dia em que o Banco Central da China tem dado luz verde a uma taxa de câmbio mais flexível com o Dólar, após um câmbio semi-fixo nos dois últimos anos. Acrescenta Glenn Maguire, economista do Société Générale em Hong Kong:
Pedir uma valorização daquele nível é sintoma duma total falta de fundamentos no mercado de câmbio, não é possível e não pode ser gerido um tal choque num prazo tão curto
Respondendo às acusações de os EUA, Wen deixou claro que:
a principal causa do deficit comercial dos EUA não é a taxa de câmbio com a moeda chinesa, mas a estrutura dos investimentos e das poupanças.
Para entender o nível do debate, acrescentamos que Wen falou numa conferência organizada pela Goldman Sachs (sempre eles...) e que contou com a presença do administrador delegado da Pepsi Inc. Indra Nooyi, do ex-secretários do Tesouro, Henry Paulson, e Robert Rubin e que tinha como moderador nada mais nada menos que Henry Kissinger, o homem que conseguiu reconstruir as linhas de diálogo com Pequim durante a administração Nixon.
"As diferenças entre nós e os EUA são muito fácil de resolver quando comparadas com os desafios enfrentados na época pelo Dr. Kissinger" realçou perfidamente Wen. Como dizer, façam um passo na nossa direcção ou será guerra: monetária, mas também em termos de gestão da dívida. Em suma: jogos de guerra. Global.
Ipse dixit.
Fonte: Il Sussidiario , Blitz
Fisico propõe criar buraco negro
Redação do Site Inovação Tecnológica -

Buraco negro eterno
Os buracos negros, com sua gravidade imensa, capaz de reter até a luz, pareciam ser indestrutíveis, até que Stephen Hawking calculou que eles deixam escapar radiação.
Em termos práticos, isso significa que os buracos negros também podem morrer, "evaporando" até exaurir toda a sua matéria - ainda que isso leve um tempo incalculável.
Mas pode ainda haver uma forma de fazer um buraco negro "eterno".
Stephen Hsu, da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, acredita ter encontrado a receita para um buraco negro que nunca irá se extinguir.
Depois de ter descoberto que buracos negros podem ser portais para outros universos, Hsu acredita ser possível criar um buraco negro que nunca se acabe usando um ingrediente ainda mais estranho: um buraco branco.
Buracos brancos
Buracos brancos são buracos negros que viajam para trás no tempo, arremessando sua matéria para o espaço, em vez de sugar o que encontra pela frente.
Enquanto um buraco negro pode se formar a partir de uma estrela que entre em colapso, os astrofísicos calculam que um buraco branco vai explodir e deixar uma estrela em seu lugar.
É claro que até hoje ninguém nunca observou um buraco branco, mas a teoria da relatividade geral não coloca nenhum empecilho à sua existência.
Stephen Hsu calculou que um buraco branco, localizado em um vácuo perfeito - ele não sofre influência de qualquer radiação vinda do passado distante - à medida que ejeta seu conteúdo, vai emitir também feixes de uma radiação essencialmente idêntica à radiação de Hawking dos buracos negros.
Hsu percebeu então que, se o processo for rodado para trás, seria o mesmo que um buraco negro se formando e, em seguida, passando a existir em um vácuo perfeito, sem radiação de Hawking. "Ele se torna um buraco negro que não é radiante, o que é uma coisa muito estranha", disse Hsu à revista New Scientist.
Cofre perfeito
Eventualmente uma possibilidade teórica. Mas, ainda assim, uma possibilidade complicada de realizar. O problema é que, para executar esse processo para trás e criar o buraco negro eterno, seria necessário criar uma explosão de radiação precisamente ajustada para interferir com a radiação de Hawking.
"Talvez em uma civilização altamente avançada, os físicos possam criar um buraco negro que não evapore," disse ele. "Seria incrivelmente difícil, mas matematicamente é possível fazê-lo."
E para o quê alguém iria querer construir um buraco negro eterno? Para guardar informações eternamente sigilosas lá dentro, talvez.
Para saber mais sobre buracos brancos, veja Nosso Universo pode estar em uma ponte entre dois outros universos.
Bibliografia:White holes and eternal black holes
Stephen D.H. Hsu
Jul 2010
arxiv.org/abs/1007.2934
Asteroide passará perto da Terra em Outubro
28 de setembro de 2010 • 12h41 • atualizado às 15h28
Imagens de 16 de setembro mostram asteroide se movendo, em fundo formado de estrelas e galáxias
Foto: Universidade do Havaí/Divulgação
O Telescópio Pan-STARRS (Panoramic Survey Telescope & Rapid Response System, em inglês) descobriu asteroide que passará a 6 milhões de km da Terra no meio do mês de outubro. O objeto possui cerca de 45 metros de diâmetro e foi encontrado quando estava cerca de 32 milhões de km mais distante. As informações são do site Science Daily.
É o primeiro asteroide que pode trazer algum perigo à Terra a ser descoberto pelo telescópio. O objeto foi chamado de 2010 ST3. "Esse asteroide não irá atingir a Terra em um futuro imediato, mas a descoberta mostra que o Pan-STARRS é um ótimo sistema para detectar potenciais asteroides perigosos", disse ao site Robert Jedicke, da Universidade do Havaí, Estados Unidos, que está trabalhando com os dados do asteróide. "O asteroide estava muito longe para ser detectado por outros sistemas", completou Jedicke.
A expectativa é de que o Pan-STARRS encontre dezenas de milhares de novos asteroides todo ano com precisão suficiente para calcular suas órbitas ao redor do sol. Qualquer objeto de tamanho considerável e que pareça vir próximo à Terra nos próximos 50 anos será considerado potencialmente perigoso e monitorado cuidadosamente. Especialistas da Nasa acreditam que, com alguns anos de cuidado, será possível organizar uma missão espacial para combater qualquer asteroide descoberto que esteja em rota de colisão com a Terra.
O Telescópio Pan-STARRS é mantido por diversas instituições internacionais.
- Redação Terra
www.terra.com.br/ciencia
Segredos do cosmos vistos pela Nasa
Nasa
28 de setembro de 2010 • 15h23
Nebulosa foi criada por uma explosão estelar - fenômeno conhecido como supernova
Foto: Nasa/Divulgação
A Nasa - a agência espacial americana - divulgou uma nova imagem da nebulosa Caranguejo, na constelação de Touro, um verdadeiro "ícone cósmico", como chama a própria agência.
O mosaico utiliza observações de três de seus principais telescópios - o Chandra (raios-X, em azul), Huble (óptico, em vermelho e amarelo) e o Spitzer (infravermelho, em roxo). A nebulosa foi criada por uma gigantesca explosão de uma estrela vista na Terra no ano de 1054.
No cento da nebulosa pode ser encontrado um objeto com superdensidade conhecido como estrela de nêutrons. Segundo a Nasa, essas estrelas são consideradas "geradores" cósmicos, produzindo 100 mil vezes mais energia que o Sol.
Ainda de acordo com a agência, a nebulosa Caranguejo é um dos objetos mais estudados pelos astrônomos, somente o Chandra a registrou repetidamente ao longo desde sua fundação, o que a torna um dos "ícones cósmicos".
- Redação Terra
sábado, 25 de setembro de 2010
RUMO A TRAGEDIA DO 666
Rumo a tragedia do 666
Foram eles com seus planos de globalização e privatização em massa que sugaram e destruíram muitos países. Vimos como o FMI quebrou vários países levando eles a miséria. Para emprestar dinheiro o FMI e o Banco Mundial obrigavam estes países a cumprir certas regras cortando recursos do social, da saúde e da educação. Os países já pobres se tornavam mais miseráveis ainda e depois quando não podiam pagar seus empréstimos se tornavam reféns do FMI, assim muitos países foram quebrados e se tornaram reféns da Nova Ordem Mundial, dos banqueiros iluminattis, pois são eles que controlam o FMI E O BANCO MUNDIAL.
Eles querem apenas uma coisa
Rumo a tragedia do 666, a ditadura global.
Se una a nós na denuncia.
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nosso site é
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