domingo, 14 de novembro de 2010

ANOMALIAS NA REDE

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Jeverson Barbieri - Jornal da Unicamp - 10/11/2010

Programa brasileiro dispara alarme para anomalias na rede
A detecção de um comportamento anormal na rede pode gerar um alarme para o responsável tomar as devidas providências.[Imagem: Unicamp]

Anomalias na rede

Com mais de 60 milhões de usuários, a internet brasileira é considerada atualmente a quinta maior do mundo em número de conexões.

Isso pressupõe um tráfego intenso de dados que, em determinados momentos, são responsáveis por causar desvios súbitos e acentuados no comportamento das redes, conhecidos como anomalias.

Exemplos comuns disso são os bugs em softwares, o uso abusivo dos recursos computacionais, as falhas nos equipamentos, as configurações erradas e, ainda, os ataques feitos por hackers. Esses acontecimentos fizeram surgir a expressão "caiu a rede".

Para contra-atacar todo esse conjunto de problemas potenciais, o analista de sistemas Bruno Bogaz Zarpelão desenvolveu na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) um sistema computacional de detecção de anomalias.

Além de identificar de maneira mais simplificada a ocorrência, o software oferece ao administrador de rede um cenário completo do problema, facilitando a busca pela origem da anomalia e sua consequente solução no menor espaço de tempo possível.

Monitoramento da rede

Zarpelão explicou que nas redes de computadores atuais, que assumiram uma posição de grande importância no cotidiano de ambientes acadêmicos, governamentais e corporativos, detectar e tratar essas ocorrências de maneira eficiente se tornou uma tarefa fundamental.

Uma das chaves do trabalho foi considerar o que é ou não uma anomalia. Esse limite, de acordo com o analista, foi deixado em aberto sob a justificativa de que cada administrador sabe o que quer para sua rede.

Dessa maneira, através da observação do número de bytes e pacotes que trafegam diariamente, é possível fazer uma análise estatística determinando o padrão de comportamento daquela rede.

A partir daí, a percepção de um comportamento anormal pode gerar um alarme para o responsável tomar as devidas providências.

Em grandes ambientes, explicou Zarpelão, é humanamente impossível tomar conta de todo o parque computacional, uma vez que o número de máquinas é bastante elevado.

Após o acionamento do alarme, as ações previstas no plano de contingência são tomadas, como a ativação de um servidor de backup ou mesmo a troca de um equipamento queimado.

Objetos de gerência

Em cada equipamento são monitorados diferentes indicadores, conhecidos como objetos de gerência.

Um problema na rede afeta, em geral, o comportamento de vários objetos de gerência em vários equipamentos. Entregar ao administrador de redes os alarmes gerados para cada um destes objetos acabaria por sobrecarregá-lo.

No trabalho de Zarpelão, foram levantados os relacionamentos entre estes indicadores, de forma que os alarmes gerados para cada um deles possam ser analisados em conjunto, levando à geração de um único alarme que traz informações sobre o comportamento de toda a rede.

"Uma situação na qual o sistema gerou, inicialmente, 170 alarmes ao monitorar os objetos de gerência, pode, a partir da análise destes alarmes iniciais, ter uma redução para apenas 15, os quais trazem o panorama de toda a rede, sem que se perca qualquer informação", assegurou.

Alarme da rede

Ainda com relação ao alarme, o pesquisador explicou que ele pode ser configurado para tocar em determinados dias quando a quantidade de tráfego da rede está pouco acima do padrão ou mesmo somente quando a situação já se encontre em um nível de gravidade bastante adiantado.

"O software dá a liberdade ao administrador de escolher quando quer ser alertado sobre as mudanças de comportamento de sua rede", afirmou Zarpelão.

Isso significa que o produto da pesquisa é permissível a alterações de sensibilidade, que na literatura é chamada de "níveis de sensibilidade de detecção". Assim, o administrador pode configurá-lo para que ele se adapte à sua política de gerenciamento.

Ele citou um caso exemplar, ocorrido em 11 de setembro de 2001, durante o ataque terrorista às torres gêmeas, em Nova Iorque (EUA). O portal de notícias da rede CNN foi repentinamente acessado por muitas pessoas em busca de informações. O resultado foi que o portal caiu e ninguém mais conseguia acessá-lo por causa de uma sobrecarga.

Nesse caso, o software desenvolvido por Zarpelão poderia emitir um alarme quando o número de acessos estivesse acima do padrão. O administrador teria condições de distribuir a carga para outras máquinas ociosas, ajudando a liberar o tráfego. "É uma coisa de momento, que pode gerar uma decisão capaz de ajeitar o cenário", disse.

Protocolo SNMP

Programa brasileiro dispara alarme para anomalias na rede
O SNMP está disponível na maioria dos equipamentos comercializados, o que reduz um possível problema de implantação do software nas redes. [Imagem: Wikipedia]

Pela natureza das redes municipais existentes - locais onde o software deve ter sua utilização mais acentuada - o analista de sistemas contou que o desenvolvimento do programa se deu muito em função do padrão de gerência de redes, que é um protocolo chamado SNMP (Simple Network Management Protocol).

Não há, segundo Zarpelão, uma solução no âmbito da literatura que trate o problema do começo ao fim, como o que foi feito por ele utilizando apenas o SNMP. "Tentamos explorar ao máximo esse padrão", ressaltou.

Esse direcionamento deu uma tranquilidade ao pesquisador, uma vez que o SNMP está disponível na maioria dos equipamentos comercializados, portanto, isso reduz um possível problema de implantação do software nas redes.

Ele disse também que existem outros trabalhos publicados que usam como base para coleta de informações da rede métodos mais sofisticados como o NetFlow. "São métodos realmente melhores, no entanto, não são padrão e, dessa forma, não estão em todos os equipamentos. Isso dificulta a adoção de outras propostas", ressaltou Zarpelão.

Rede real

Os testes do sistema computacional foram feitos com dados reais da rede da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Como aquela Universidade já possui um projeto de pesquisa relacionado a esse tema, o pesquisador pode utilizar os dados daquela rede. "Está composta por cerca de seis mil estações de trabalho, unindo todos os departamentos, com bastante tráfego agregado, tornando-se assim, um ambiente bom de trabalhar", resumiu.

Ele contou que, também na UEL, já houve sobrecarga do servidor por conta da divulgação do resultado do vestibular. Todo mundo quer acessar ao mesmo tempo e, segundo o analista, ficou perceptível que a utilização do software poderia ter contribuído para que esse problema não ocorresse. O sistema identificou ainda situações como download de arquivos feitos por determinadas máquinas, o que pode ou não ser permitido pela gerência de rede.

Zarpelão tem como objetivo agora evoluir esse estudo um pouco mais, não só na questão da interface gráfica como na aplicação prática do software. Ele informou que outros alunos do Laboratório de Redes de Comunicações (LaRCom) da Feec já estão trabalhando no sentido de fornecer uma ferramenta ao administrador que contenha gráficos, que mostre o diagrama da rede e os respectivos alarmes.

O governo global usará esta tecnica

Mestre EDU

Telepresença

Recursos utilizados em «A Guerra das Estrelas» podem tornar-se reais



A telepresença, a capacidade de projectar uma cena ou pessoa em movimento, a três dimensões (3D), com cores e em tempo real, mas num lugar diferente, está próxima de se tornar realidade. A tecnologia dos hologramas com base numa bateria de câmaras num local, um laser e um polímero especial para armazenar e criar imagens em outro. Esta capacidade de reprodução do dispositivo é de alguns segundos, ou seja, quase em tempo real, segundo os investigadores da Universidade do Arizona. Os avanços foram publicados na «Nature» e com destaque de capa.
Já foi mostrado um protótipo com um ecrã de 25 centímetros e ainda fizeram um experiência com um de 43. A equipa de investigação, liderada por Nasser Peyghambarian, já tinha apresentado um trabalho muito semelhante na «Nature». No entanto, naquela altura apenas era monocromática e a imagem demorava quatro minutos a aparecer.

Peyghambarian explicou que a telepresença holográfica, no fundo,
“significa que se podem gravar imagens a 3D em qualquer sítio e mostrá-las em tempo real em qualquer outro lugar do mundoâ€�. Embora a resolução seja muito boa e em grande escala, ainda existem alguns obstáculos, como a falta de potência do computador e insuficiente gravação holográfica dinâmica, tal como a que víamos há uns anos em «A Guerra das Estrelas».

Holografia utilizada em «A Guerra das Estrelas»
Holografia utilizada em «A Guerra das Estrelas»
Este tipo de imagem criou grande curiosidade desde fenómenos como o filme «Avatar»
ou a utilização de jornalistas holográficos em entrevistas na CNN, durante as eleições presidenciais norte-americanas, segundo explicam os cientistas no artigo. Contudo, acrescentam que a informação necessária para criar um holograma de alta qualidade é tão grande que a possibilidade de reproduzir um vídeo está limitada pelo tamanho ou resolução.
Teleparticipação

Agora, a nova tecnologia permite que a imagem ou cena gravada com uma bateria de câmaras correntes, onde cada uma capta um objecto a partir de determinada perspectiva. Quantas mais forem utilizadas, maior será a qualidade. A informação gravada é transmitida para o destino, a partir do qual é codificada em impulsos de luz laser que interferem com outro, que vem por seu lado de referência.


Cada impulso de laser regista um pixel holográfico ou versão tridimensional de um pixel individual num polímero, que vai refrescando o holograma em segundos. A imagem desvanece-se após uns minutos, dependendo das condições em que a experiência foi realizada, ou assim que se grava um novo holograma.


Esta tecnologia não é só reveladora para a indústria do entretenimento ou para o mundo da publicidade, mas também para a telemedicina – com a teleparticipação em intervenções cirúrgicas.

AFEGANISTÃO guerra sem fim

Mestre EDU

Afeganistão sem fim




Um artigo complexo. É o mínimo quando se fala do Afeganistão.

Os Estados Unidos estão empenhados na desesperada tentativa de sair do conflito. Uma guerra que gasta a opinião pública e os cofres americanos. E uma guerra perdida.
A opção militar já não é suficiente: até Washington abandonou a ideia de poder sair vitoriosa do conflito. Por isso, é necessária a diplomacia.

O problema é que tratar não é fácil: há muitas componentes em jogo e cada uma reclama um papel que não é possível ignorar. Não há só o Afeganistão: há o Paquistão, o Irão, a Rússia, a China, a Índia, a Nato, Al-Qaeda, os Talibãs, a guerrilha: todos estão envolvidos e ninguém pode assumir uma derrota.

A saída do Afeganistão passa por um delicado jogo de equilíbrio, uma "magia" talvez impossível de realizar.

No seguinte artigo de Limes, os principais pontos da questão.



As complexas perspectivas das negociações no Afeganistão

Como muitas vezes aconteceu na história dos últimos dois séculos, o Afeganistão está a propor-se no desconfortável papel de acelerador da mudança na geopolitica global.

A determinar esta
situação não é tanto a importância das riquezas minerais do País, quanto o seu posicionamento e o facto das principais componentes étnico-religiosas manter relações com algumas das maiores potências do planeta, dando assim vida a um jogo complexo no qual todos estão a explorar os interlocutores.
Os Tadjiques e Hazaras olham juntos para o Irão, a Índia e Rússia; os Uzbeques para Moscovo, que treinou na década dos anos '80 o leader Radish Dostum, e para a Turquia.
Finalmente, uma parte importante dos Pashtuns olha com interesse para a Arábia Saudita, donde vêm a inspiração ideológica e recursos financeiros, e para o Paquistão, nas zonas tribais onde vivem milhões deles.
Os relacionamentos são bidireccionais. Por um lado, as principais facções locais falam com os potenciais "patrocinadores " estrangeiros para ganhar apoio, enquanto as potências mais ou menos fortes presentes na área aproveitam a oportunidade para conduzir no Afeganistão proxy war como dizem os anglo-saxões, guerras por procuração.
Os protagonistas mudaram ao longo das décadas, embora a dinâmica manteve-se basicamente inalterada.
No papel que foi da Grã-Bretanha, por exemplo, agora encontramos os Estados Unidos e os Países surgidos da dissolução do Império Britânico: a Índia e o Paquistão. Apareceu a China e a Rússia ficou enfraquecida. Mas os eixos vectoriais que condicionam a geopolítica local permaneceram os mesmos.
O que acontece no Afeganistão, por isso, muitas vezes tem um importante efeito sobre os equilíbrios globais. Pode ser verdade desta vez também.
Esta a razão da cautela com que é necessário examinar os rumores de que estão a aparecer nas últimas semanas sobre as negociações entre Washington e as autoridades de Cabul.
Todos os actores envolvidos, de facto, parecem ter disponível uma variedade de opções estratégicas que podem determinar evoluções operacionais alternativas.

As suspeitas do Paquistão
Ao que parece, tanto os Norte-Americanos como os Afegãos leais ao presidente Hamid Karzai, teriam iniciado conversações com os membros da Shura de Quetta (isso é, os herdeiros do regime talibã que governou o Afeganistão entre 1996 e 2001) e com os representantes da rede dos Haqqani.
Esta seria a tentativa racional para explorar as ampliar deferências existentes entre as duas grandes componentes da guerrilha, uma das quais, a rede Haqqani, estaria a usar o apoio da inteligência paquistanesa e a contribuição dos terroristas internacionais de Al Qaeda para interromper o domínio anteriormente detidas pelo guerrilha dos seguidores do Mullah Omar.
Nesta perspectiva, parece sugerir uma vontade dos EUA, talvez compartilhada até pelo establishment de Cabul, de cooptar no governo afegão pelo menos uma parte dos dirigentes históricos do movimento talibã, sem o Paquistão possa ter um papel.

E talvez até mesmo contra os interesses nacionais de Islamabad, pelo menos no sentido que tem os poderosos líderes militares paquistaneses.
O grande esforço militar pretendido pelo general David Petraeus acerca de Kandahar, neste sentido, serviria principalmente para suavizar o interlocutor, acrescentando um pau à cenoura representada pelo benefício que seria concedido através da mediação dos EUA na politica do Afeganistão.
Mas isso é realmente assim? E se assim for, qual a probabilidade de sucesso da estratégia adoptada por Washington, que Karzai aparentemente partilha?
A complexidade em decifrar os códigos de conduta orientadores da política afegã autoriza qualquer dúvida.
Tudo o que é possível fazer de momento é um exame racional da evidência que as partes envolvidas estão a deixar.

Contactos secretos
O Mullah Omar está no Paquistão, talvez em Quetta ou Karachi, não é claro se por causa das exigências ligadas à sua protecção, ou como um prisioneiro, ou ambos.
Seja qual for a sua condição, é certo que o líder histórico do partido armados do Taliban não é inteiramente livre.

Precisamente por isso o sigilo absoluto sobre a identidade dos emissários da guerrilha que em seu nome estariam em Cabul, eventualmente protegidos por tropas da Nato.

O temor é que a identificação dos plenipotenciários implicaria a subsequente eliminação deles em solo paquistanês e, claro, a descoberta das negociações por parte paquistanês.
Mesmo assim, poderia ser um dispositivo de vida curta, tendo a intelligence de Islamabad muitas antenas sensíveis no Afeganistão enquanto muitos dos funcionários do presidente afegão Karzai não são de confiança.
O projecto estaria em risco de falir, mesmo que politicamente racional e, de facto, o único viável com uma combinação de força militar e envolvimento diplomático.
Como parte destas negociações, é provável que os Americanos tenham imaginados a possibilidade de sacrifícios significativos.
Isso também é sugerido pelo facto de Washington ter excluído das conversas os seus aliados da Nato, mesmo ao conhecer a importância que os governos europeus atribuem aos objectivos ideológicos, como o estabelecimento do Estado de direito e a igualdade de género em todo o Afeganistão.
Objectivos que, provavelmente, serão os primeiros a ser colocados entre as concessões. A linha vermelha traçada pelo presidente Barack Obama seria, com efeito, outra: o rompimento dos laços entre os Talibãs e os terroristas de Al Qaeda.
Um resultado que poderia tranquilizar a Índia também e deveria ser garantido pela colocação dum número de tropas americanas em bases no Afeganistão após o fim das hostilidades.
Além disso, algumas aberturas nesse sentido já estaria presente: numa recente carta ao Congresso dos Estados Unidos, alegados emissários do Mullah Omar reafirmaram uma vez mais o facto do antigo regime deles não ter nada a ver com os acontecimentos do 11 de Setembro.

A quadratura do círculo
Entretanto, o que parece ser mais importante a salientar é outro factor: a solução desejada seria nada menos que a quadratura do círculo, isso é, uma vitória da guerrilha contextual a uma clara derrotar de Al Qaeda sem implicar qualquer aumento do poder dos militares paquistaneses.
A aparente tentativa de reconciliação de Obama com Nova Delhi, a maior novidade desses dias, deve ser lida na mesma óptica, assim como o convite da NATO para a Rússia voltar no Afeganistão para conduzir uma eficaz campanha anti-narcóticos conjunta.
Além dos militares em Islamabad e dos seus aliados chineses, a permanecer insatisfeitos nesse ponto seriam os Iranianos, que provavelmente não poderiam deixar de atrapalhar um processo de pacificação e de estabilização que tem em pouca atenção os seus interesses.
Mas esta é outra história, que talvez pudesse ser abordada numa negociação bilateral mais abrangente, até segreda, entre Washington e Teheran.
Não há dúvida, porém, que na pior da hipóteses, manter algumas tropas americanas em lugares pouco povoados do Afeganistão com função anti-iraniano e anti-jihadista, como de fato acontece no Iraque, poderia ser aceitável para o público americano e para os vários actores regionais com interesses em Cabul.


Fonte: Limes

sábado, 6 de novembro de 2010

Nasa e UFOS

Mestre Edu
OVNI - NASA


Os videos que seguem mostram que a NASA editou uma fotografia tirada pela sonda Cassini na sua expedição a Saturno. Titan e Dione, duas das luas do planeta, foram fotografadas pela sonda e podemos encontrar uma fotografia especial no site oficial da NASA, essa foto foi a foto do dia 20.04.2010.
Observa nos videos como a NASA escondeu uma enorme luz por trás de uma das Luas...


49s

TaiwanSCW

http://www.youtube.com/watch?v=awY5RAHw1FA&feature=player_embedded

5.09m

http://www.youtube.com/watch?v=Frns6ggd1ic&feature=player_embedded

Reen1411


Convencido(a)?

Então reforça e faz o teste, pega a foto oficial aqui em http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap100420.html em seguida guarda a foto no teu computador, abre com qualquer programa que dê para mudar o contraste e o brilho da foto e vais ver o mesmo que no video!

Será que a luz foi mal apagada de propósito? é flagrante que eles escondem! e aquelas luzinhas pequenas com formas (lado esquerdo) serão OVNIS?


Junta agora estas imagens oficiais também da NASA


Ainda disponivel em: ftp://eol.jsc.nasa.gov/ISD_highres_STS088_STS088-724-65.JPG


E esta flagrante:


Disponivel em: ftp://eol.jsc.nasa.gov/ISD_highres_STS088_STS088-724-66.JPG


Milhares de anos para chegarmos a esta década em que vamos conhecer os Deuses...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

REINO UNIDO ESPIA A NET

EDU DALLARTE

Reino Unido: Todo e-mail e website será armazenado pelo governo


Telegraph/Reino Unido

Cada e-mail, telefonema, e visita a web-sites será gravada e guardada depois do governo de coalisão resolveu ressucitar planos controversos de vigilância de seus cidadãos.

Ele permitirá que os serviços de segurança e da polícia espionem as atividades de cada britânico que usa um telefone ou internet.

Mudanças para fazer que todos os detalhes de comunicação do provedor sejam armazenados pelo menos por um ano serão revelados no final deste ano provocando novos temores sobre um retorno do da vigilância estatal.

Os planos foram abandonados pelo governo do partido trabalhista em dezembro passado, mas o Ministério do Interior está pronto para reanimá-los. Isto apesar do governo de coligação ter prometido "acabar com o armazenamento de Internet e registros de e-mail sem um bom motivo".

A sugestão de um "super banco de dados" central foi descartada, mas os planos devem obrigar todos os prestadores de serviços a armazenar os dados de usuários por um determinado período de tempo.

Isso permitirá que as autoridades de segurança e policiais acompanhem cada telefonema, e-mail, mensagem de texto e visitas a web-sites feito pelo público
, se aqueles argumentarem que isto é necessário para combater a criminalidade e o terrorismo.

As informações incluirão quem está em contacto com quem, quando e onde e quais sites são visitados, mas não o conteúdo das conversas ou das mensagens.

"Este programa é necessário para acompanhar as mudanças tecnológicas e de manter as capacidades que são vitais para o trabalho dessas agências para proteger o público."

"Os dados das Comunicações fornecem provas em tribunais para garantir as condenações daqueles que estão engajados em atividades que causam danos graves. Isto desempenhou um importante papel em cada operação anti-terrorista do Serviço de Segurança e em 95 por cento de todas as investigações de crime organizado.

"Vamos legislar no sentido de pôr em prática as normas e salvaguardas necessárias para garantir que a nossa resposta a este desafio tecnológico é compatível com a abordagem do governo para o armazenamento das informações e das liberdades civis".
Mas Isabella Sankey, diretor de política da Liberty, disse: "Uma das promessas iniciais e de boas-vindas do novo Governo era acabar com o armazenamento de registros de internet e de e-mail. Todo o esforço para acumular mais dos nossos dados sensíveis e aumento de poderes de processamento equivaleria a uma significativa inversão de marcha. As ambições aterrorizantes de um grupo de tecnocratas de alto-escalão de Whitehall não deve superar a privacidade pessoal dos britânicos cumpridores da lei."

Guy Herbert, secretário-geral do grupo NO2ID campanha, disse: "Nós não devemos ficar surpresos de que os interesses dos impérios burocráticos sejam mais importantes que nossa liberdade. É decepcionante que os novos ministros pareçam continuar com a tradição dos seus antecessores"

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Para mim isto nao é novidade alguma. Desde que comecei a pesquisar os assuntos que cubro neste blog, já estava ciente sobre a extensão da vigilância do estado sobre telefone e internet aqui na Inglaterra. Já havia divulgado neste blog como o governo britânico gastou 1 bilhão de libras (em torno de 2.6 bilhões de reais) no projeto MTI (Mastering the Internet), ou “Dominando a Internet”, no qual caixas pretas seriam instaladas em todos os servidores de internet para rastrear e monitorar todos e qualquer dados que trafeguem pela internet. Mais recentemente, o Reino Unido aprovou a lei "Digital Economy Bill”, ou "Lei da Economia Digital", que por trás deste bonito nome dá poderes ao governo de restringir e filtrar qualquer website que seja considerado indesejável para o consumo público. Apenas estão tornando oficial o direito de invadir a privacidade, uma coisa que já vinha sendo feita a muito tempo.

Fontes:
Telegraph: Every email and website to be stored
Campanha NO2ID
Governo Britânico: Strategic Defence and Security Review - Revisão Estratégica de Defesa e Segurança

OVNIS SOBREVOANDO INSTALAÇÕES NUCLEARES

EDU DALLARTE

Ex-oficiais da USAF afirmam que OVNIS sobrevoaram instalações nucleares

Robert Hastings



Ovnis monitoram e possivelmente interferem no funcionamento das armas nucleares americanas, de acordo com um grupo de ex-oficiais da força aérea americana, que divulgarão as suas afirmações ao público na próxima semana numa coletiva de imprensa em Washington, D.C.

"Enquanto a maioria dos incidentes envolveram aparentemente a mera vigilância, em alguns casos, um número significativo de mísseis nucleares de repente, e simultaneamente, apresentaram defeitos, quando oficiais da segurança da U.S.A.F. relataram ter visto objetos discóides pairando próximo", disse Robert Hastings, autor de "UFOs and Nukes: Extraordinary Encounters at Nuclear Weapons Sites." (Em tradução livre: OVNIS e armas nucleares: Encontros extraordinários em bases de armas nucleares).

Na segunda-feira, no Clube Nacional da Imprensa, Hastings apresentará seis ex-oficiais da força aérea que quebrarão seu silêncio para divulgar dramáticas experiências de primeira mão com OVNIS em instalações de armas nucleares.

Em uma declaração, Hastings disse, "finalmente, todas essas testemunhas estão vindo para a frente para dizer que, por mais incrivel que possa parecer a alguns, os OVNIS monitoram e, por vezes, interferem no funcionamento de nossas armas nucleares."

O co-anfitrião de Hastings para a coletiva de imprensa, é o ex-oficial de lançamento de ICBM, Capitão Robert Salas, que foi testemunha de um incidente com OVNI em 1967, e que segundo ele, interrompeu o lançamento de mísseis na Malmstrom Air Force Base, em Montana. Salas teria recebido ordens para ficar calado sobre o incidente.


O Capitão Robert Salas

O ex-oficial Robert Jamison

O ex-oficial Robert Jacob que teve filmagens confiscadas por dois agentes da CIA na base aérea de Vandenberg



"A Força Aérea está mentindo sobre as implicações de segurança nacional dos objetos voadores não identificados nas bases nucleares, e podemos prová-lo ", disse Salas.

Outro oficial programado para aparecer na coletiva de segunda-feira, é o coronel Charles Halt, que viu um objeto em forma de disco emitindo feixes de luz na base aérea anglo/americana da RAF em Bentwaters na Inglaterra em 1980.

As luzes foram vistas bem próximas da base de armazenamento de armas nucleares da área. - "Eu acredito que os serviços de segurança dos Estados Unidos e Reino Unido tentaram antes e agora - subverter o significado do que ocorreu na base da RAF em Bentwaters com a utilização de métodos bem aplicados de desinformação.

"Junto com os outros oficiais que estarão à disposição para apoiar esta notável agenda OVNI, Hastings diz que ele e os militares do auspicioso grupo discutirão as implicações de segurança nacional destes e de outros incidentes com OVNIS, e pedirão ao governo transparência sobre o assunto.

Além de documentos liberados pelo governo dos EUA que serão oferecidos no evento, o grupo pretende abordar as seguintes questões:

*Por que os OVNIS continuam a aparecer em instalações de armas nucleares, década após década ?

*O que pode indicar estas incursões sobre as intenções e objetivos daqueles que presumivelmente pilotam essas aeronaves?

*Por que o governo dos EUA optou por manter o público americano, e as pessoas em todos os lugares, no escuro sobre estes acontecimentos dramáticos?




Fonte: AOL News

OVNIS COM FORMATO DE OLHO

EDU

Reino Unido: oficial diz ter visto ovni com formato de olho

Coronel Charles Halt


Um oficial da Força Aérea disse em entrevista que teve um encontro com um objeto voador não identificado (ovni) na base britânica de Suffolk em dezembro de 1980.

Charles Halt faz parte de um grupo de seis oficiais da reserva americanos que apresentaram informações não oficiais sobre encontros com ovnis, inclusive sobre naves que desarmariam bombas atômicas em bases. As informações são do site do jornal Daily Mail.

Os oficiais dizem esperar que as autoridades dos Estados Unidos e do Reino Unido divulguem 60 anos de "arquivos-X" que, segundo eles, provam a existência de extraterrestres no nosso planeta.


A base de Bentwaters próxima da Floresta de Rendlesham, Suffolk


Charles Halt diz que militares viram luzes próximas à base e descreveram um "objeto triangular aparentemente metálico" que desapareceu em alta velocidade.

Segundo Halt, poucas semanas depois, as luzes voltaram a aparecer e ele foi enviado à floresta com dois policiais, equipados com uma câmera e um gravador.

Ele diz que os três viram no local um "objeto brilhante parecido com um olho". "Ele parecia estar piscando e vazava metal derretido e movia-se lentamente entre as árvores e, em um ponto, ele se aproximou de nós", disse o oficial.

Ainda de acordo com a reportagem, Halt conta que o objeto se dividiu em cinco partes que ficaram brancas e voaram para fora da floresta, em direção ao céu, em uma velocidade muito alta. Repentinamente, conforme a versão, um dos objetos menores disparou um raio próximo ao pé de um dos homens.

"Eu não tenho ideia do que eu vi naquela noite, mas eu sei que estava sob controle inteligente. Minha teoria é que era de outra dimensão ou extraterrestre", diz o oficial.

O grupo afirma que desde 1948 os ETs pairam sobre bases americanas e britânicas e desativam armas nucleares.


Capitão Robert Salas


Um míssil Minuteman na base Malmstrom, em Montana


O capitão Robert Salas afirma que o primeiro caso que ele presenciou foi em 1967, na base Malmstrom, em Montana. Segundo ele, um objeto pairou sobre o local e 10 mísseis nucleares Minuteman foram desarmados.

Eles afirmam ainda ter testemunhos de 120 militares na reserva sobre encontros com ovnis, o mais recente em 2003, e têm o objetivo de forçar as autoridades a confirmar que ETs visitam o nosso planeta há muito tempo.


Fonte: Terra



www.terra.com.br