terça-feira, 14 de dezembro de 2010

ARGENTINA NOVOS AVISTAMENTOS

Mestre Edu

Merlo


Como resultado dos encontros frequentes com objetos não identificados nas Serras de Comechingones, o Planetário da cidade organizou uma série de palestras sobre o tema. O último avistamento ocorreu em outubro.

A noite de 30 de março deste ano, surpreendeu e alarmou muitos moradores das aldeias localizadas no sopé oeste das Serras de Comechingones, que telefonaram para o Planetário da Vila de Merlo informando o movimento ziguezagueante de leste para oeste de um OVNI triangular, com luzes esbranquiçadas nos ângulos, que se perdeu de vista em direção ao oeste.

Sete meses depois, em outubro, uma das principais imobiliárias de Merlo tornou pública, através de uma mídia local, a foto de uma propriedade à venda, vizinha à montanha, que ampliada mostrava a imagem de um objeto voador não identificado.

Estes não são os únicos avistamentos na área, por isso, o Planetário da cidade organizou uma série de palestras sobre o tema.

O comunicado divulgado pelo Observatório diz que, como resultado dos avistamentos frequentes de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) nas Serras de Comechingones, realizará nos próximos dias, palestras sobre esse fenômeno.

Sem dúvida, o Planetário não é a única organização interessada no tema, já que vários pesquisadores e ufólogos de diferentes regiões do país se mobilizaram para estudar de perto os relatos. Entre eles está a conhecida organização " Patagônia Ovni".

"À luz dos acontecimentos que, sem dúvida, são um mistério, mas rejeitando categoricamente que os avistamentos sejam naves alienígenas, o Planetário Merlino aborda a questão do ponto de vista científico, em uma série de palestras que acontecerão ao longo dos próximos dias ", disse Martín Fernández, assessor de imprensa da instituição.




Fonte: El Diário de la República

NOVAS ROCHAS DESCOBERTAS

Edu O MESTRE





Uma equipe de pesquisadores do Instituto Geológico e Mineiro da Espanha (IGME) descobriu na caverna do Soplao, no norte da Espanha, bactérias fossilizadas únicas no mundo que viveram há um milhão de anos.

Segundo o pesquisador do IGME Rafael Lozano, as "rochas biológicas" se formaram há mais de um milhão de anos em um rio subterrâneo hoje praticamente inativo e são constituídas principalmente por óxidos de manganês e não pelo habitual carbonato cálcico.


Fonte: Folha.com

CHIP DO FUTURO

Mestre EDU


Redação do Site Inovação Tecnológica - 07/12/2010

Chip do futuro é assado em forno de micro-ondas
As nanopartículas se organizam sozinhas para formar os moldes, que depois são preenchidos com os materiais com que serão feitos os circuitos eletrônicos.[Imagem: Zhang et al./ACS Nano]

Automontagem

Graças a um prosaico forno de micro-ondas, um processo fundamental da nanotecnologia, chamado automontagem, poderá no futuro substituir o processo de litografia, com que são construídos os chips de hoje.

A automontagem acontece quando as próprias moléculas se organizam para formar estruturas maiores ou se organizam em padrões bem definidos.

É como se os ingredientes se juntassem sozinhos para formar o bolo de uma receita nanotecnológica.

Recentemente, pesquisadores do MIT demonstraram que a automontagem é capaz de formar todos os sete desenhos básicos considerados essenciais para a fabricação de circuitos eletrônicos - veja Automontagem molecular: vêm aí os chips que se constroem sozinhos.

Jillian Buriak e seus colegas da Universidade de Alberta, no Canadá, estavam trabalhando na mesma linha, quando alguém se cansou dos fracos resultados obtidos com o forno convectivo utilizado na pesquisa e resolveu enfiar tudo em um micro-ondas.

O resultado foi que as nanopartículas se organizaram em padrões regulares de forma extremamente rápida - reduzindo o tempo de processamento da receita nanotecnológica de dias para menos de um minuto.

Processador no micro-ondas

O tempo de processamento é muito importante para que o processo de automontagem possa ser adotado na indústria de semicondutores - da mesma forma que no mundo da culinária ninguém se interessaria por um bolo que demorasse dois dias para assar.

Chip do futuro é assado em forno de micro-ondas
As nanopartículas se organizaram em padrões regulares de forma extremamente rápida - reduzindo o tempo de processamento da receita nanotecnológica de dias para menos de um minuto. [Imagem: Zhang et al./ACS Nano]

A técnica, que utiliza copolímeros de bloco, primeiro força os nanomateriais a criarem os moldes e, a seguir, preenche os moldes com o material desejado. Isto produz componentes muito menores do que é possível com fotolitografia.

Mas o tempo necessário para que as moléculas se organizassem sozinhas para formar o molde era considerado longo demais pela indústria - especialistas da estipularam para os cientistas uma meta de 4 minutos para o processo, um tempo no qual o uso da técnica em escala industrial começa a ser factível.

Os cientistas canadenses superaram muito a meta, ficando abaixo de um minuto.

"Este é um dos primeiros exemplos do processo de automontagem sendo usado para resolver um problema do mundo real para a indústria de semicondutores," diz Buriak. "Nós já temos o processo. O próximo passo é usá-lo para construir componentes úteis."

Usos da automontagem

A pesquisa já havia rendido outros frutos quando, em 2009, um primórdio desse método permitiu a construção de células solares orgânicas mais eficientes.

Em seu caminho em busca de dominar o processo de fabricação de equipamentos nanoeletrônicos, a automontagem está mais avançada no campo dos discos rígidos, das memórias e das telas LCD.

Pilulas Roboticas

mestre Edu Dallarte

Robóticas




por Paolo Dario e Arianna Menciassi


Uma viagem pelo corpo humano não é mais mera fantasia. Pequenos aparelhos logo poderão realizar cirurgias, administrar medicamentos e ajudar no diagnóstico de doenças.

O filme VIAGEM FANTÁSTICA, a história de uma equipe de médicos miniaturizados percorrendo vasos sanguíneos para fazer operações salvadoras no cérebro de seus pacientes, era pura ficção científica quando foi lançado em 1966.

Quando Hollywood o refilmou em 1985, como a comédia Viagem insólita, engenheiros do mundo real já haviam começado a construção de protótipos de robôs do tamanho de pílulas para viajar pelo trato gastrointestinal de um paciente em substituição do exame médico tradicional.

As primeiras câmaras em cápsulas começaram a ser usadas em 2000, e desde então os médicos as têm utilizado para obter imagens de locais como as dobras internas do intestino delgado, difíceis de alcançar sem cirurgia.

Um aspecto importante de Viagem fantástica que se manteve como fantasia é a noção de que essas pílulas pudessem manobrar sozinhas, nadando em direção a um tumor para fazer uma biópsia, verificando uma inflamação intestinal ou mesmo administrando tratamento para uma úlcera.

Nos últimos anos, no entanto, os pesquisadores fizeram progressos no sentido de converter os elementos básicos de uma câmara encapsulada passiva em um robô ativo em miniatura. Protótipos avançados, hoje testados em animais, têm pernas, propulsores, lentes sofisticadas e sistemas de controle sem fio.

Em breve, esses pequenos robôs poderão estar prontos para os testes clínicos. Neste momento, avaliam-se os limites da robótica miniaturizada.

O trato digestivo é a fronteira inicial. A primeira câmara em pílula sem fio, a M2A, lançada em 1999 pela companhia israelense Given Imaging, e modelos subsequentes demonstraram a utilidade do exame do sistema gastrointestinal com um aparelho sem fio.

Essa prática, conhecida como cápsula endoscópica, é agora de forma rotineira usada na medicina. Infelizmente, a falta de controle humano dessas câmaras leva a uma alta taxa de falsos negativos – elas não captam áreas problemáticas, o que é inaceitável para uma ferramenta de diagnóstico.

Se o propósito de observar o interior do corpo é procurar doenças ou analisar mais de perto uma suspeita de problema, um médico quer acima de tudo parar a câmara e manobrá-la para inspecionar uma região que lhe interesse.

Transformar uma cápsula passiva em um aparelho mais confiável para um exame gastrointestinal requer a adição de apêndices móveis, ou atuadores, para impulsioná-la pelo corpo ou atuar como ferramentas para manipular os tecidos.

A operação dessas partes móveis exige uma transmissão veloz e sem fi o de imagens e instruções. As pílulas devem se tornar pequenos robôs capazes de responder rapidamente às ordens do técnico.

Todos esses componentes precisam de energia suficiente para completar suas tarefas durante uma jornada que pode levar até 12 horas. E tudo isso deve caber em um recipiente de 2 cm3 que um paciente possa engolir.

No mesmo ano em que a M2A estreou, o Intelligent Microsystem Center (IMC), em Seul, na Coreia do Sul, iniciou um projeto de dez anos para desenvolver uma nova geração de cápsulas endoscópicas com características avançadas.

Essas pílulas robóticas teriam sensores integrados e uma fonte de luz para imagens, além de mecanismos para administrar medicamentos e fazer biópsias.

E teriam a capacidade de se mover, sob o controle remoto de um endoscopista. Desde 2000, mais empresas e grupos de pesquisa entraram nesse campo. Por exemplo, 18 equipes européias formaram um consórcio com a IMC para desenvolver robôs capsulados para detecção e tratamento do câncer.

Nosso grupo da Scuola Superiore Sant’Anna, em Pisa, na Itália, com a orientação e supervisão médica de Marc O. Schurr, da empresa Novineon, Tübingen, na Alemanha, ficou com a coordenação técnica e científica do projeto, chamado Vector, de uma cápsula endoscópica versátil para o reconhecimento e tratamento de tumores gastrointestinais.

Esses grupos acadêmicos e industriais trouxeram muitas idéias inovadoras. Propuseram várias soluções: como controlar o movimento de aparatos em cápsulas dentro do corpo. A maior parte deles usa uma entre duas abordagens fundamentais.

A primeira implica o direcionamento do movimento da pílula com atuadores integrados – partes móveis como pás, pernas, propulsores ou apêndices similares integrados ao seu revestimento e capazes de ser usados no interior do trato digestivo.

Os atuadores, movidos por motores em miniatura, são normalmente utilizados para direcionar os movimentos da cápsula, mas em alguns desenhos pernas também podem mover o tecido ao redor da cápsula, para visualizar melhor alguma coisa ou ajudá-la a passar por uma região mais estreita do intestino.

A maioria dos mecanismos motores e atuadores, como engrenagens, é muito grande se comparada ao volume total de uma cápsula, o que torna a incorporação de outras partes essenciais – o sensor de imagens ou um módulo terapêutico como uma ferramenta de biópsia – desafiadora.

Além disso, para distender o tecido uma cápsula precisa exercer uma força significativa – equivalente a 10 ou 20 vezes o seu peso.

O esforço requer um trabalho maior dos motores, o que consome muita energia aproximadamente meio watt). Essa drenagem pressiona a capacidade da bateria, e limita o tempo de operação desses aparelhos.

Para economizar a bateria, a melhor saída pode ser o uso dos atuadores apenas para propulsão e outras formas de afastar os tecidos.

Fazer um paciente ingerir meio litro de líquido antes de engolir uma cápsula, por exemplo, deixaria o estômago distendido por até 20 minutos antes que o fluido descesse para o intestino delgado. Nesse tempo, a pílula poderia examinar a estrutura do órgão.

Apesar de o uso de ímãs na orientação de uma cápsula endoscópica ser simples, o controle preciso com eles é muito difícil.

Os campos magnéticos perdem força com a distância e a geometria irregular do intestino. Mudanças bruscas na força do campo podem fazer a cápsula desorientar-se ou que se perca totalmente o controle sobre ela.

Na prática, essa instabilidade pode fazer o operador perder contato irreversivelmente. É possível compensar com a adição de mais ímãs, que dariam maior controle e estabilidade, mas para isso seria necessária uma complexa configuração das bobinas magnéticas.


HÍBRIDOS SOB MEDIDA


À LUZ DAS LIMITAÇÕES DAS ABORDAGENS interna e externa do controle dos movimentos da cápsula, acreditamos ser necessária uma combinação desses dois métodos para encontrar uma solução confortável para o paciente que ofereça um diagnóstico confiável.

A locomoção por meio do magnetismo é adequada para dar um direcionamento geral dentro do intestino; atuadores em formato de pernas são úteis para mudar de posição ou manobrar para obter uma visão melhor.



Nosso grupo de pesquisa desenhou uma dessas cápsulas híbridas com quatro pernas motorizadas e a testou em um porco, cujos intestinos têm as mesmas dimensões dos humanos. As pernas ficam fechadas enquanto a cápsula está sendo ingerida e durante a maior parte de seu trajeto pelo trato digestivo.

Um gerador de campo magnético externo, próximo ao abdome, guia a cápsula adiante. Quando chega a um segmento mais estreito do intestino, ela afasta o tecido ao redor usando suas pernas, que a movem para a frente pela abertura criada.

Na maioria da área dos intestinos grosso e delgado, um sistema híbrido de delocamento daria aos médicos os controles de que eles necessitam para uma inspeção visual pormenorizada. Diferentes situações demandam soluções inovadoras.

O projeto Vector, por exemplo, desenvolveu três conceitos de cápsulas apenas para o intestino delgado: a primeira é uma pílula com câmara passiva para a visualização normal; a segunda, uma cápsula diagnóstica com locomoção ativa e imagem espectroscópica que pode detectar anormalidades sob a superfície do tecido.

O mesmo sensor espectroscópico é incorporado na terceira cápsula planejada pelo Vector, que traria também uma ferramenta de biópsia capaz de retirar uma amostra de tecido e guardá-la dentro da cápsula para ser retirada posteriormente.

A capacidade de fazer biópsias e outras ações terapêuticas mais complexas como procedimentos cirúrgicos tornaria os robôs endoscópicos ferramentas médicas ainda mais poderosas.

Mas problemas críticos como o suprimento de energia, restrições de espaço e limite de força tornam ações terapêuticas mais ambiciosas que requeiram movimentos complexos e atuadores múltiplos impossíveis de conseguir com uma única pílula de 2 cm3.

Por essas razões, estamos trabalhando em um conceito avançado: robôs-cirurgiões que se configuram dentro do corpo. Deve funcionar assim: o paciente beberia um fluido para distender seu estômago e engoliria de 10 a 15 pílulas. Cada uma seria um componente miniaturizado com ímãs nas extremidades. Uma vez dentro do estômago, os pedaços se montariam rapidamente na configuração desejada e o cirurgião usaria o robô recém-armado como uma ferramenta remotamente controlada que possa operar sem a necessidade de fazer uma única incisão do lado de fora do corpo.

Componentes robóticos miniaturizados podem eventualmente ser usados por todo o corpo para vários propósitos.

Sistemas de orientação e sensores de câmaras desenvolvidos para as cápsulas endoscópicas já estão influenciando as tecnologias biomédicas relacionadas, como as versões mais novas das ferramentas tradicionais para endoscopias e laparoscopias.

Além do uso medicinal, essas tecnologias são parte de uma ampla tendência de robótica miniaturizada e remotamente controlada.

Robôs em cápsulas sem dúvida terão influência nas máquinas robotizadas no mundo lá fora.


Fonte: Scientific American

Planeta dos diamantes

Mestre Edu


DA BBC BRASIL


Uma equipe de astrônomos do Reino Unido descobriu o primeiro planeta com altíssimas concentrações de carbono, o que possibilitaria a existência de planetas inteiros feitos de diamantes.

Os cientistas detectaram a radiação de calor de um planeta a 1.200 anos-luz da Terra, batizado de Wasp 12b, com o telescópio Spitzer da Nasa e calcularam a atmosfera do planeta.

Marek Kukula, cientista do Observatório Real de Greenwich, em Londres, afirma que existem planetas menores no universo que tem a mesma composição, rica em carbono. E pode ser que suas rochas, ao invés de serem de sílica, são feitas à base de carbono, como o grafite usado em lápis ou até diamantes.

A descoberta sugere que podem existir planetas do tamanho da Terra em nossa galáxia que seriam muito ricos em carbono, porém diferentes da Terra. Segundo as teorias, estes planetas seriam cobertos por rochas de diamantes, que poderiam formar as montanhas e o terreno em geral.

Além disso, ao invés de mares, haveria lagoas de piche.


Clique aqui para ver o vídeo



C. Carreau/ESA
Wasp 12b é o primeiro planeta a ter mais carbono que oxigênio; composição é gasosa e predomina hidrogênio
Wasp 12b é o primeiro planeta a ter mais carbono que oxigênio; composição é gasosa e predomina hidrogênio

O especialista em diamantes da joalheria De Beers Robert Cheng, alerta que talvez as pedras de outro planeta não sejam o que todo mundo imagina. Ele lembra que diamantes aqui na Terra já tem formas e texturas diferentes, por isso, não se pode saber como um diamante de outro planeta iria ser.

O novo planeta Wasp 12b é o primeiro a ter mais carbono que oxigênio. Ele é um gigante de gás, como Júpiter, composto em sua maior parte de hidrogênio.

O centro do planeta pode ser composto de alguma forma de diamante, grafite e outros compostos de carbono. E agora, os cientistas vão tentar descobrir se planetas como este são comuns.

domingo, 5 de dezembro de 2010

IMPLANTES EM CEREBRO, RUMO AO 666

DR. EDU DALLARTE
Experimentos da CIA com Implantes em Cérebros Podem Ser Revelados Por Ação Judicial de Veteranos


implante cerebral Experimentos da CIA com Implantes em Cérebros Podem Ser Revelados Por Ação Judicial de VeteranosA CIA é notória por suas experiências durante a Guerra Fria com LSD e outras substâncias químicas em soldados e cidadãos desprevenidos. Detalhes apareceram em livros e artigos desde 30 anos atrás.

Mas, se os veteranos militares ganharem uma ação judicial na Califórnia, a tentativa da agência de espionagem para transformar seres humanos em assassinos robôs, através de eletrodos implantados em seus cérebros, terá uma exposição muito maior do que as drogas da CIA testadas em pacientes que vão desde soldados a donos de bares e clientes de prostitutas.

Não é apenas ficção científica ou da imaginação de doentes mentais.

Em 1961, um importante cientista da CIA informou em um memorando interno que foi demonstrada a possibilidade do controle remoto de atividades em várias espécies de animais¦investigações especiais e avaliações serão realizadas para a aplicação de elementos selecionados dessas técnicas em seres humanos, de acordo com o livro A CIA e a busca pelo Manchurian Candidate, escrito em 1979 pelo ex-oficial de inteligência do Departamento de Estado John Marks.

marks Experimentos da CIA com Implantes em Cérebros Podem Ser Revelados Por Ação Judicial de Veteranos

Livro: A busca pelo Machurian Candidate

Este projeto cruel, Marks escreveu, foi concebido para a liberação de agentes químicos e biológicos ou operações do tipo ação executivas. Ação executiva foi um eufemismo usado pela CIA para designar assassinato.

As vítimas têm procurado justiça por anos, mas em vão. Agora, quase 40 anos depois, um juiz federal ordenou que a CIA apresentasse documentos e testemunhas sobre o LSD e outras experiências alegadamente realizadas em milhares de soldados a partir de 1950 até 1975“, de acordo com relatos na imprensa.

A ordem de 17 de novembro do Juiz John Larsen isenta a CIA de ter de depor sobre testes de eletrodos em seres humanos, mas Gordon P. Erspamer, chefe dos advogado para os veteranos, diz que “nós também estamos buscando isso.

Não há dúvida de que esses experimentos foram realizados, disse na terça-feira Erspamer via e-mail, os réus dizem que eles usaram investigadores privados e pacientes para os teste vieram de prisões, hospitais, lares de idosos e soldados da reserva. A CIA disse que não tinha ninguém com conhecimento sobre este assunto.

Erspamer, conselheiro sênior do escritório de São Francisco da Morrison & Foerster, disse que várias testemunhas da CIA ainda estão vivas, citando algumas que foram identificados publicamente, mas optou por manter as outras testemunhas secretas até chamá-las para depor.

Documentos apresentados no caso descrevem dispositivos elétricos implantados no tecido cerebral, com eletrodos em várias regiões, incluindo o hipocampo, hipotálamo, lobo frontal (através do septo), o córtex e vários outros lugares“, disse Erspamer, com base na investigação escrita por cientistas do governo.

“Acreditamos que uma das vítimasrecebeu um implante septal, disse ele, com base em uma ressonância magnética, mostrando um corpo estranho na fronteira entre o septo e o lobo frontal.

“Muito deste trabalho foi feito fora da Universidade de Tulane usando um hospital público local e financiado por uma organização de fachada chamada Commonwealth Fund, continuou ele.

“Tentamos obter documentos de Tulane, mas eles nos disseram que estes foram destruídos nas enchentes causadas pelo furacão.

A CIA afirma que pelo menos alguns dos documentos devem permanecer classificados como segredos de Estado.Mas o magistrado disse à agência para apresentar uma melhor fundamentação, uma “declaração complementar explicativa com especificidade elevada explicando por que os documentos devem ficar protegidos depois de todos estes anos.

Fontes:
Washington Post: CIA brain experiments pursued in veterans’ suit

Ação Judicial (pdf)

The Search for the Manchurian Candidate

Court House News: CIA Must Disclose Data on Human Experiments

Whashington Post: (estudo) Correlation of Rhinencephalic Electrograms with Behavior

Estudo: ELECTRICAL SELF-STIMULATION OF THE BRAIN IN MAN

Nova guerra fria, Russia adverte Ocidente

Dr. EDU DALLARTE

Nova Guerra Fria: Rússia adverte o Ocidente

A História foi escrita para nos mostrar o caminho da paz e deveríamos aprender com ela... Será que todos nós possuímos memória curta?

O presidente russo, Dmitry Medvedev alertou para uma nova corrida armamentista, se não conseguir chegar a um acordo com o Ocidente sobre o escudo antimísseis na Europa.

"Estamos diante da seguinte alternativa nos próximos 10 anos: ou chegamos a um acordo sobre a defesa antimísseis e criar um mecanismo de pleno direito comum da cooperação, ou se não conseguirmos fazer isso, uma nova rodada da corrida armamentista vai começar e vamos ter de tomar decisões sobre a implantação de novas armas estratégicas", declarou Medvedev.

Em uma cúpula da Otan-Rússia recentes em Lisboa, as duas partes concordaram em formular os termos para a cooperação na defesa antimísseis, até Junho de 2011, Moscou vê implantação de sistemas de defesa contra mísseis da OTAN perto de suas fronteiras como uma ameaça à segurança e destruir o equilíbrio estratégico de forças em a Europa.

Especialistas acreditam que Moscou não se encaixa no pensamento do Pentágono, que considera o escudo antimísseis europeu como um instrumento para paralisar a capacidade da Rússia reagir, em caso de um ataque nuclear.


Medvedev disse que a Rússia deve gastar 20 trilhões de rublos (1 dólar EUA equivale a 31 rublos) nas pesquisas e tecnologias de defesa. O desenvolvimento normal do Estado e da sociedade é impossível sem garantir a segurança e eficácia da defesa.

Medvedev anunciou que, como em muitos outros países, uma organização especial será criada para a pesquisa eo desenvolvimento de tecnologias de ponta em defesa do país.


"Adotamos o curso de profunda modernização das Forças Armadas e realizar significativas transformações sistêmicas nelas. Abrigo do programa estatal de rearmamento, até 2020, as Forças Armadas serão equipadas com novas armas modernas", disse o Presidente russo.


Ele anunciou que, em 2011, a Rússia irá aumentar a sua defesa aeroespacial, integrando a sua defesa aérea existente de defesa anti-mísseis, alerta precoce de ataque com míssil e de sistemas de controle do espaço sob o comando estratégico único.


Fonte: NDTV


Rússia mobiliza Bombas Nucleares perto dos Países da OTAN


Enquanto os EUA e a Rússia têm feito alarde publicamente de sua amizade incrível nos últimos dois anos, Moscou tem movido suas armas nucleares de pequeno porte mais perto das fronteiras do leste da OTAN, aliados de Washington. O que é um pequeno aumento da tensão nuclear entre amigos, né?

Autoridades dos EUA dizem que o movimento de ogivas para instalações de fronteira com os aliados da Otan, parecem contrárias aos compromissos assumidos por Moscovo em 1991, começando a puxar as armas nucleares táticas para trás de postos fronteiriços, para reduzir seus números. Os EUA logo expressaram preocupações sobre a falta de transparência da Rússia quando se trata de seu arsenal de armas nucleares tácticas, acredita-se que os russos possuam múltiplos do número possuído pelos EUA.


A circulação das armas terrestres tática da Rússia, pareceu coincidir com a implantação de instalações de defesa contra mísseis dos EUA e da OTAN em países que fazem fronteira com a Rússia. Moscou tem considerado por muito tempo o acúmulo de defesa antimísseis na Europa dos EUA, um desafio ao poder russo, sublinhando a desconfiança profunda entre EUA e forças armadas russas, apesar da melhoria das relações entre os líderes políticos.


Em setembro, James Risch, um republicano no Comitê de Relações Exteriores do Senado Americano, afirmou que um relatório secreto de inteligência dos EUA sobre armas nucleares russas convenceu-o a colocar o tratado em espera. Você não viu as coisas que eu já vi ", disse Risch. O jornal sugere Risch referiu-se ao movimento tático-nuclear.

O tratado, conhecido como New Start, não lida com armas nucleares táticas de ambos os lados. Funcionários da administração Obama disse a repórteres ao longo do ano que pretendem botar para fora um tratado posterior com a Rússia para limitar os chamados "TAC". (WikiLeaks lançau um relatório confirmando que o EUA mantém armas nucleares tácticas na Alemanha, Turquia , Bélgica e Holanda).


O posicionamento de armas nucleares táticas russas perto do Leste Europeu e os estados bálticos alarmou os membros da OTAN, os Estados que fazem fronteira com a Rússia. Eles vêem isso como um perigo potencialmente maior do que de longo alcance das armas nucleares. Armas táticas são mais fáceis de esconder e podem ser mais vulneráveis ao roubo, dizem os especialistas de controle de armas.


O embaixador russo na Otan, Dmitry Rogozin, neste mês, reiterou a posição que a Rússia não vai retirar todas as armas nucleares tácticas atrás dos Urais até que os EUA tem suas armas no campo de batalha para fora da Europa.