segunda-feira, 23 de maio de 2011

NAVE IMENSA ENCONTRADA NA RUSSIA

AVA MERENGER
Data do avistamento: Maio 2011
Localização de observação: Aldeia de Lesopilniy, Khabarovsk, Rússia

Uma testemunha afirma: ". Tinha 200 metros de diâmetro, muito maior que um avião de passageiros. A grande maioria dos moradores se escondeu com medo em suas casas, mas mandaram um mais corajoso para fora, para espionar o objeto."

Um evento UFO importante teve lugar mais uma vez na Rússia, recebendo a atenção massiva da mídia naquele país, e ignorado pela ufologia do Ocidente.

Moradores da aldeia de Lesopilniy na região de Khabarovsk, perceberam um enorme objeto rotativo descendo. A nave alienígena foi descrita como brilhante e duas luzes foram vistas em seu corpo. Dezenas de moradores atordoados, jovens e idosos, se reuniram nas ruas quando o objeto em silêncio pairou acima dos telhados.

O objeto foi captado pelo radar militar e logo foguetes e tiros foram disparados contra o UFO a partir de uma base militar próxima. O objeto mudou de direção neste momento e disparou para o céu. O evento durou mais de duas horas. Um número de residentes filmou o evento em suas câmeras de telefone celular, porém o objeto não era visível quando foram reproduzidos seus clipes.

Acredita-se agora que as negociações internacionais, de portas fechadas, iniciará uma investigação a respeito de porque os militares atiraram contra uma nave alienígena aparentemente pacífica, com mais potencial de nos causar danos do que qualquer engenhoca humana. Os líderes políticos provavelmente esperam que essa ação não comprometa a amizade galáctica da Humanidade, o que coloca em destaque a nossa natureza primitiva.

OU

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O SEGREDO DO GRUPO BILDERBERG

AVA MERENGER
http://www.voltairenet.org/article169624.html
Voltaire,
29 de Abril de 2011

Aquilo que você não sabe sobre o Grupo Bilderberg

por Thierry Meyssan*

Já por alguns anos se generalizou a ideia de que o grupo Bilderberg seria o embrião do governo mundial. Após aceder aos arquivos deste clube secreto, Thierry Meyssan demonstra que esta é uma falsa pista utilizada para esconder a verdadeira identidade e funções do grupo: o Bilderberg é uma criação da NATO. Tem por objectivo convencer líderes e, através destes, manipular a opinião pública para aderir aos conceitos e acções da Aliança Atlântica.





JPEG - 36.1 kb
Primeira reunião do Grupo, no hotel Bilderberg (1954)

Todos os anos, desde 1954, uma centena das mais eminentes personalidades vindas da Europa Ocidental e América do Norte reúnem-se – a porta fechada e sob extrema protecção – no Grupo Bilderberg. O seminário tem a duração de três dias e nada transparece dos seus debates.

Desde o desmantelamento da União soviética, jornalistas têm-se interessado a esta organização elitista e secreta. Alguns autores viram neste grupo um embrião de governo mundial atribuindo-lhe as principais decisões políticas, culturais, económicas e militares da segunda metade do século XX. Esta é uma interpretação apoiada por Fidel Castro mas nunca confirmada nem negada.

Para saber o que é ou o que não é o Grupo Bilderberg, procurei documentos e testemunhos. Obtive acesso integral aos arquivos do período 1954-1966 e a numerosos documentos posteriores. Conversei com um dos antigos convidados do grupo, que conheço já há muito tempo. Nenhum jornalista até hoje, e muito menos os autores famosos que escreveram a respeito destes clichés actuais, teve acesso a tanta documentação interna do Bilderberg.

Aqui está o que descobri e compreendi.

A primeira reunião

70 personalidades, vindas de 12 países, participaram na primeira reunião do Grupo. Tratou-se de um seminário de três dias, de 29 a 31 de Maio 1954, realizado perto de Arnhem (Holanda). Os convidados foram repartidos em dois outros hotéis vizinhos mas os debates são realizados no local principal que deu o nome actual ao Grupo.

Os convites, em papel timbrado do Palácio de Soestdijk, são bastante obscuros: "apreciaria muito a sua presença no congresso internacional, não oficial, a ser realizado na Holanda no final do mês de Maio. Esta conferência pretende explorar uma série de questões de grande importância para a civilização ocidental e visa incentivar o goodwill [em português, " boa vontade "] e a compreensão mútua através da livre troca de opiniões . " Os convites contêm a assinatura do Príncipe consorte da Holanda, Bernhard zur Lippe-Biesterfeld, e é acompanhada por várias páginas de informação administrativa sobre transporte e alojamento. O que podemos também perceber é que as delegações provêm dos Estados Unidos e de 11 países da Europa Ocidental e que são previstas 6 sessões de trabalho de 3 horas cada.

Dado o passado nazista do príncipe Bernhard, que fora membro da cavalaria da SS até o seu casamento em 1937 com a princesa Juliana, e no contexto do macarthismo, torna-se claro que as " questões de grande importância para a civilização ocidental " têm a ver com a luta contra o comunismo.

No local da reunião, os dois presidentes de sessão, o empresário americano John S. Coleman e o ministro cessante dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Paul van Zeeland, recebem os convidados. Coleman é um militante do mercado livre, e o ministro Van Zeeland é um apoiante da Comunidade Europeia de Defesa (CED) [1]. Os convidados irão aperceber-se de que, a uma extremidade da mesa encontra-se Joseph Retinger, a eminência parda dos britânicos. Tudo isto sugere que as monarquias britânica e holandesa patrocinaram uma reunião em apoio da Comunidade Europeia de Defesa e do modelo económico do capitalismo de mercado livre, em oposição ao anti-americanismo que os comunistas e gaullistas promoviam.

As aparências, porém, enganam. Não se trata de uma campanha pela CED, mas de uma campanha para mobilizar as elites em favor da guerra-fria.

O escolhido para convocar os convidados foi a Sua Alteza Real o Príncipe Bernhard. Isto porque o seu título de príncipe dá-lhe um carácter estatal sem ser, no entanto, oficial.
Atrás dele está o verdadeiro promotor do evento: uma organização intergovernamental interessada em manipular os governos de alguns dos Estados que a compõem.

Nesta altura, John S. Coleman ainda não se tornou presidente da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, mas acabou de criar a Comissão dos cidadãos para uma Política Nacional do Comércio (Citizen’s Comittee for a National Trade Policy, CCNTP). Ele afirma que a liberdade absoluta do comércio, isto é, a renúncia de todos os direitos de alfândega, permitirá aos aliados dos EUA aumentar sua própria riqueza e financiar a Comunidade Europeia de Defesa, leia-se, realizar o rearmamento da Alemanha e integrar o seu potencial militar no seio da NATO.

Os documentos em nossa posse mostram, porém, que o CCNTP não tem nada de "cidadão" a não ser no nome. É, na realidade uma iniciativa de Charles D. Jackson, conselheiro em guerra psicológica da Casa Branca. O chefe de operação é William J. Donovan, ex-chefe dos OSS (serviços de inteligência dos EUA criado durante a Segunda Guerra Mundial), agora encarregue de criar uma ramificação EUA dos novos serviços secretos da NATO, o Gladio [2].

Paul van Zeeland não é só promotor da Comunidade Europeia de Defesa, mas também um político experiente. Após a ocupação nazista presidiu a Liga Independente para a Cooperação Europeia (LICE), que visava criar uma união aduaneira e monetária. Esta organização foi criada pelo já referido Joseph Retinger.

O próprio Retinger, que serve como secretário da reunião de Bilderberg, serviu durante a guerra nos serviços secretos britânicos (SOE) do general Colin Gubbins. Em exílio no Reino Unido, Retinger, um aventureiro polonês, tornou-se conselheiro do governo de Sikorski. Em Londres, ele entreteve-se com o núcleo influente dos governos o que lhe deu muitos contatos na Europa libertada do fascismo.

O seu amigo, Sir Gubbins, deixou oficialmente os serviços secretos britânicos e o estado desmantelou a SOE. Em seguida, dirige uma pequena empresa de tapetes e têxteis, que lhe serve de "cobertura". Na verdade, Gubbins é responsável pela criação do ramo inglês da Gladio. Tendo participado a todas as reuniões preparatórias da conferência de Bilderberg, esteve entre os convidados, sentado ao lado de Charles D. Jackson.

Sem que os participantes se apercebam disso, quem se torna o hóspede da reunião de Bilderberg são os serviços secretos da NATO. O príncipe Bernhard, Coleman e Van Zeeland estando á frente.

Embora os jornalistas imaginativos que acreditam encontrar no grupo de Bilderberg uma agenda de governação global oculta, este clube influente não é nada mais do que uma ferramenta de pressão (lobbying) que a NATO usa para promover os seus próprios interesses. Isto é muito mais grave e muito mais perigoso porque assim é a NATO que pretende tornar-se um governo mundial garantindo a perenidade do status quo internacional e da influência dos EUA.

Além disso, a segurança das reuniões do Grupo Bilderberg realizadas posteriormente não estará mais nas mãos da polícia do país hóspede, mas por soldados da NATO.

Entre os 10 discursantes estão dois ex-primeiros-ministros (Guy Mollet, França e o italiano Alcide de Gasperi), três responsáveis do Plano Marshall, o falcão da Guerra-fria Paul H.Nitze e, acima de tudo, um poderoso financeiro, David Rockefeller.

De acordo com os documentos preparatórios, duas dezenas de participantes são mantidos em segredo. Estes sabem quem são os convidados manda-chuvas e prepararam os seus discursos de antemão. Até os mais pequenos detalhes são fornecidos e não se deixou o menor espaço para improvisação. Por sua vez, os outros cerca de cinquenta participantes ignoram completamente o que está acontecendo. Foram escolhidos para exercer influência sobre os governos e opinião pública nos seus países. Assim, o seminário foi organizado para convencê-los a envolver-se na difusão da mensagem que se quer divulgar.

Em vez de se abordar as grandes questões internacionais, analisa-se a suposta estratégia ideológica dos soviéticos e explica-se o método a ser utilizado para combatê-la num "mundo livre ".

As primeiras intervenções avaliaram a ameaça comunista. Os "comunistas conscientes "são indivíduos que tentam colocar o seu país ao serviço da União Soviética para impor ao mundo um sistema colectivista. E tem de se lutar contra eles. Mas é uma luta difícil porque esses " comunistas conscientes "estão espalhados por toda a Europa comunista numa massa de eleitores que ignora esses objectivos sinistros e que segue uma esperança de melhores condições sociais.

A retórica endurece gradualmente. O " mundo livre " deve enfrentar a " conspiração comunista mundial ", não só em geral mas também dando resposta a problemas específicos relacionados com investimentos dos EUA na Europa e sobre a descolonização.

Por fim, os oradores irão abordar o problema principal, ou seja, que os soviéticos estão a explorar povos para seu proveito. Por razões históricas e culturais, os políticos do " mundo livre " usam argumentos diferentes nos EUA e na Europa, argumentos que por vezes são contraditórios. O caso mais emblemático é o dos expurgos organizados pelo senador McCarthy, nos Estados Unidos. Estes são essenciais para salvar a democracia, mas o método é visto na Europa como uma forma de totalitarismo.

A mensagem final é que não há compromisso ou negociação diplomática possível com os " Vermelhos ". É necessário impedir, custe o que custar, os comunistas de ter um papel activo na Europa ocidental. Terá, no entanto que se agir com astúcia. Como não se pode prendê-los ou matá-los, tem de se neutralizá-los com discrição, sem que os eleitores se apercebam disso. Portanto, a ideologia desenvolvida gira em torno da NATO e do Gladio. Nunca foi dito que se iria falsificar eleições ou que os ‘mornos’ seriam assassinados, mas todos os participantes admitiram que, para salvar o " mundo livre " deve-se colocar a liberdade entre parênteses.

Embora a proposta de Comunidade Europeia de Defesa (CED) tenha caído por terra três meses mais tarde, devido aos golpes dos deputados comunistas e " extremistas nacionalistas ", isto é, os gaullistas, a reunião foi considerada um sucesso. O objectivo não era realmente apoiar a criação da CED nem qualquer medida política em particular, mas divulgar uma ideologia da classe dominante e, em seguida, passá-la através dessa classe para o resto da sociedade. Objectivamente, os cidadãos da Europa Ocidental estavam cada vez menos conscientes sobre as liberdades que perdiam e estavam cada vez mais informados acerca da falta de liberdade sentida na Europa Oriental.

O Grupo Bilderberg torna-se uma organização

A segunda conferência é organizada, em França, de 18 a 20 de Março de 1955 na aldeia de Barbizon.

De forma gradual, a ideia impõe-se de que essas conferências terão lugar todos os anos e que são necessárias para formar um secretariado permanente. O príncipe Bernhard afasta-se da organização após o seu envolvimento num caso de tráfico de influência (o escândalo da Lockheed-Martin). Então cede a presidência ao ex-primeiro-ministro britânico Alec Douglas-Home (1977-1980). O presidente do Grupo Bilderberg irá ser depois o ex-chanceler e presidente da Alemanha Ocidental, Walter Scheel (1981 a 1985), o ex-governador do Banco da Inglaterra, Eric Roll (1986-1989), ex-Secretário Geral da OTAN Peter Carrington (1990-1998) e finalmente o ex-vice-presidente da Comissão Europeia Etienne Davignon (desde 1999).

Durante muito tempo o presidente do Grupo Bilderberg era assistido por dois secretários, um para a Europa e Canadá, estados vassalos, e um para os Estados Unidos, o monarca. Mas agora existe apenas um secretário-geral, desde 1999.

De um ano para outro, os debates são muito repetitivos. É por isso que os convidados vão sendo diferentes. Há sempre um núcleo que é responsável pela preparação do seminário com antecedência e outros que vêm pela primeira vez, a quem é inculcada a retórica atlantista do momento.

Actualmente o encontro anual reúne mais de 120 participantes, um terço dos quais são membros do núcleo. A aliança atlântica selecciona-os em função da importância das suas relações e capacidade de influência, independentemente das funções exercidas na sociedade. Assim permanecem membros do núcleo, mesmo quando mudam de emprego.

Veja a lista exacta do núcleo, incluindo os membros do Conselho de Administração, servindo como vitrina para os hóspedes e alguns membros que permanecem menos visível para não assustar os novos.

JPEG - 20.1 kb
Etienne Davignon, Secretário-geral do Grupo Bilderberg

Conselho de Administração

Josef Ackermann Banqueiro suíço, director do Deutsche Bank, vice-presidente do Fórum de Davos.
Roger C. Altman American Banker, um ex-assessor para as campanhas de John Kerry e Hillary Clinton, director do banco de investimento Evercore Partners Inc.
Francisco Pinto Balsemão O ex-primeiro-ministro socialista de Portugal (1981-1983), presidente fundador da principal emissora portuguesa - o grupo SIC. (T)
Fran Bernabè Banqueiro italiano, o actual proprietário da Telecom Italia (T)
Henri de Castries Presidente e CEO da companhia de seguros francesa AXA
Juan Luis Cebrián Director do grupo espanhol Prisa impressão e televisão.
W. Edmund Clark Canadense banqueiro, presidente da Toronto-Dominion Bank Financial Group
Kenneth Clarke O ex-vice-presidente da British American Tobacco (1998-2007), ministro britânico dos Negócios Estrangeiros e ministro da Justiça, vice-presidente do Movimento Europeu Reino Unido.
George A. David Presidente e CEO da Coca-Cola.
Étienne Davignon Empresário belga, antigo vice-presidente da Comissão Europeia (1981-1985), actualmente vice-presidente da Suez-Tractebel.
Anders Eldrup Diretor-presidente da empresa dinamarquesa Dong Energy petróleo e gás.
Thomas Enders Director da Airbus.
Victor Halberstadt Professor de Economia na Universidade de Leiden, atua como director de várias empresas como a Goldman Sachs e Daimler-Chrysler.
James A. Johnson Financista americano, foi um dos chefes do Partido Democrata e foi um dos arquitectos da posse de Barack Obama. Ele é vice-presidente da Perseus banco de investimento.
John Kerr of Kinlochard O ex-embaixador britânico em Washington, vice-presidente do grupo petrolífero Shell holandês real (T)
Klaus Kleinfeld Alemão presidente e CEO da gigante Alcoa EUA.
Mustafa V. Koç Presidente e CEO da Koç Holding, empresa líder na Turquia.
Marie-Josée Drouin-Kravis Colunista sobre questões económicas na média impressa e televisiva, do Canadá. Investigadora no extremamente militarista Hudson Institute. É a terceira esposa de Henry Kravis.
Jessica T. Mathews Ex-diretor de assuntos globais no Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos. Actual director da Fundação Carnegie.
Thierry de Montbrial Economista, director fundador do Instituto Francês de Relações Internacionais (IFRI) e da Conferência de Política Mundial.
Mario Monti Economista italiano, ex-comissário europeu para a concorrência (de 1999 a 2005), co-fundador do Grupo Spinelli do federalismo europeu.
Egil Myklebust Ex-presidente do conselho norueguês, director da Scandinavian Airlines System (SAS).
Matthias Nass Vice-Director do jornal alemão Die Zeit
Jorma Ollila Empresário finlandês, ex-presidente e CEO da Nokia, actual presidente do grupo petrolífero Shell holandês real.
Richard N. Perle Ex-presidente do Conselho Consultivo de Defesa do Pentágono. É um dos principais líderes dos straussianos (discípulos de Leo Strauss) e, portanto, uma figura importante dos neoconservadores.
Heather Reisman Mulher de negócios canadense, Diretor-presidente geral do grupo de edição Indigo-Chapters.
Rudolf Scholten Ex-ministro das Finanças da Áustria, o governador do Banco Central.
Peter D. Sutherland Ex-comissário europeu irlandês para a concorrência. Foi então director-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Actual presidente da Goldman Sachs Internacional. Ex-presidente da secção europeia da Comissão Trilateral e vice-presidente da Mesa Redonda Europeia dos Industriais, hoje presidente honorário do Movimento Europeu em Portugal.
J. Martin Taylor O ex-deputado britânico, presidente e CEO da gigante de alimentos e actividades químicas Syngenta.
Peter A. Thiel EUA-chefe corporativo, Presidente e CEO da PayPal, presidente da Clarium Capital Management e, por causa dessa posição, accionista Facebook.
Daniel L. Vasella Presidente e CEO do grupo farmacêutico suíço Novartis.
Jacob Wallenberg Banqueiro sueco, administrador de várias empresas multinacionais.
JPEG - 20.3 kb
Henry Kissinger é o principal responsável pelos convites do Grupo Bilderberg

Membros escondidos do núcleo

Carl Bildt O ex-primeiro-ministro liberal da Suécia (1991-1994), ex-enviado especial da União Europeia e, posteriormente, das Nações Unidas nos Balcãs (1995 a 1997 e de 1999 a 2001), actual ministro sueco das Relações Externas. (T)
Oscar Bronner Presidente e CEO do jornal austríaco Der Standard .
Timothy C. Collins Financista americano, director do fundo de investimento Ripplewood. (T)
John Elkann Presidente e CEO da montadora italiana Fiat (seu avô Gianni Agnelli foi há 40 anos um dos promotores do Grupo de Bilderberg. Ele herdou a fortuna da família após a morte por causas naturais, do seu avô Giovanni e da morte prematura de seu tio Edoardo, que se havia convertido ao islamismo xiita. Existe uma convicção, segundo a polícia, que Edoardo foi assassinado para que a fortuna fosse devolvida ao ramo judaico da família).
Martin S. Feldstein O ex-conselheiro económico de Ronald Reagan (1982-1984) e actual conselheiro económico de Barack Obama. Ele também foi assessor de George W. Bush para os serviços de informação externa. Ele lecciona em Harvard. (T)
Henry A. Kissinger Ex-conselheiro de segurança nacional e anterior secretário de estado dos EUA, o personagem central do complexo militar-industrial dos EUA, agora presidente da firma de consultoria Kissinger Associates.
Henry R. Kravis Financeiro dos fundos de investimento KKR. É um dos principais angariadores de fundos do Partido Republicano.
Neelie Kroes Ex-ministra holandesa dos Transportes, comissária europeia para a concorrência e actual comissária para a sociedade digital.
Bernardino Léon Gross Diplomata espanhol, secretário-geral da presidência do governo socialista de José Luis Rodríguez Zapatero.
Frank McKenna Ex-membro do Conselho de Fiscalização dos serviços de inteligência do Canadá, Embaixador do Canadá em Washington (2005-2006), vice-presidente de Toronto-Dominion Bank.
Beatrix des Pays Bas Rainha da Holanda. Ela é filha do príncipe Bernhard.
George Osborne Ministro das Finanças britânico. É considerado neo-conservador eurocéptico, o que implica que se opõe à integração do Reino Unido à União Europeia, embora ele favoreceu a organização do continente na UE.
Robert S. Prichard Economista canadense, director do grupo de imprensa e audiovisual Torstar.
David Rockefeller É o patriarca de uma longa dinastia de financeiros e decano do núcleo do Grupo de Bilderberg. Ele também é presidente da Comissão Trilateral, uma organização semelhante envolvendo participantes asiáticos.
James D. Wolfensohn Financeiro australiano que adoptou a cidadania EUA para se tornar presidente do Banco Mundial (1995-2005). Actual director da empresa de aconselhamento Wolfensohn & Co.
Robert B. Zoellick Diplomata EUA, ex-delegado da U. S. Commerce (2001-2005), actual presidente do Banco Mundial.
JPEG - 21.7 kb
David Rockefeller, conselheiro do Grupo Bilderberg

Os membros do Bilderberg Group não implicam as empresas do grupo ou instituições em que trabalham. É, no entanto, interessante notar a diversidade de sectores em que operam.

O lobby da organização militar mais poderosa do mundo

A quantidade de temas abordados nas reuniões anuais do Grupo de Bilderberg tem sido crescente nos últimos anos, segundo a imprensa internacional. Mas isso não nos diz nada de novo, uma vez que tais discussões não são em si mesmas objectivas. Apenas servem como pretextos para fazer passar mensagens. Infelizmente, não tivemos acesso aos documentos preparatórios mais recentes e, por isso, só podemos deduzir quais são os slogans que a NATO visa disseminar por meio desses líderes de opinião.

A reputação do Grupo Bilderberg tem levado alguns a lhe atribuírem capacidades de nomeação. Isso é um absurdo, e também esconde a identidade de quem realmente puxa as cordas dentro da aliança atlântica.

Diz-se, por exemplo, que durante a campanha da mais recente eleição presidencial, Barack Obama e Hillary Clinton desapareceram por um dia inteiro, a 06 de Junho de 2008, para negociar um fim à sua rivalidade. Na verdade estiveram presentes na conferência anual do grupo Bilderberg na cidade dos EUA de Chantilly, na Virgínia. No dia seguinte, a Sra. Clinton anunciou a sua saída da corrida presidencial. Alguns autores concluíram então que a decisão fora tomada durante a reunião do Grupo de Bilderberg, o que é ilógico, na medida em que esta decisão já tinha sido tomada três dias antes, devido ao número de votos que o senador Obama tinha obtido junto da comissão de investidura do Partido Democrata.

Segundo a nossa fonte, o que aconteceu naquele dia foi outra coisa. Barack Obama e Hillary Clinton se reuniram para celebrar um acordo político e financeiro. O senador Obama injectou fundos nas caixas da sua adversária e lhe ofereceu um cargo no seu governo. Hillary Clinton rejeitou a vice-presidência mas escolheu o Departamento de Estado em troca de seu apoio activo na campanha contra o candidato republicano. James A.Johnson apresentou os dois líderes na conferência de Bilderberg, onde ambos asseguraram aos participantes que iriam trabalhar juntos. Há muito tempo que Barack Obama era o candidato da NATO. Obama e sua família sempre trabalharam para a CIA e para o Pentágono [3]. Além disso, os fundos iniciais para sua campanha foram fornecidos pela coroa da Inglaterra, pelo empresário Nadhmi Auchi. Apresentando o senador negro aos participantes da reunião de Bilderberg, a aliança atlântica organizava, para o futuro presidente dos Estados Unidos, as relações públicas a uma escala internacional.

Também foi relatado que o Grupo de Bilderberg, realizara um jantar não previsto, fora do âmbito do seminário, tendo lugar a 14 de Novembro de 2009 no castelo de Val Duchesse, pertencente ao rei da Bélgica. O ex-primeiro-ministro belga Herman van Rompuy fez um discurso na ocasião. Cinco dias depois, Van Rompuy foi eleito presidente do Conselho Europeu. Novamente vários autores concluíram erroneamente que o Grupo Bilderberg o tinha "colocado no cargo ".

De fato, o presidente da União Europeia não podia ser uma personalidade não fazendo parte dos círculos da NATO. É importante lembrar que a própria União Europeia é o resultado das cláusulas secretas do Plano Marshall. Portanto a pessoa escolhida deve ter o apoio dos Estados membros da NATO. É uma decisão que exige longas negociações, e não simplesmente um jantar entre amigos.

Ainda de acordo com nossa fonte, o presidente do Grupo Bilderberg, Etienne Davignon, convocou inesperadamente este jantar para apresentar Van Rompuy a seus vectores de influência. Isto tornou-se ainda mais indispensável visto que o homem escolhido para se tornar o primeiro presidente da União Europeia, cargo que tinha acabado de ser criado, era um completo desconhecido fora do seu país. Durante o jantar, o Sr. Van Rompuy apresentou o seu programa para a criação de um imposto europeu para financiar directamente as instituições da União Europeia sem passar pelos Estados-Membros. O papel dos participantes na reunião do Grupo Bilderberg não era outro senão clamar que já conheciam Herman Van Rompuy, e que tinham sido testemunhas de suas qualidades como presidente da UE.

Por isso, a realidade sobre o Grupo Bilderberg é menos romântica do que alguns autores de sucesso têm imaginado. A incrível demonstração de forças militares para garantir a sua segurança é tanto destinada a proteger como também para impressionar os participantes. Não se manifesta o seu poder mas mostra-se que o único e verdadeiro poder no Ocidente é a NATO. É aos participantes de decidir se a vão apoiar ou se a vão combater, estando sujeitos a serem esmagados.

Além disso, apesar de ter desenvolvido no início uma retórica anticomunista, o Grupo de Bilderberg não era anti-soviético, nem é hoje anti-russo. O que ele faz é seguir uma estratégia da Aliança Atlântica que não é um pacto contra a Rússia, mas destina-se á defesa e, se possível, á extensão da zona de influência de Washington. Na época de sua criação, a NATO esperava poder integrar a União Soviética, o que implicaria um compromisso de Moscovo de não pôr em causa a partilha do mundo, resultado das conferências de Yalta e Potsdam. Recentemente a aliança atlântica acolheu o presidente russo, Dmitry Medvedev, na Cimeira de Lisboa e propôs-lhe que a Rússia se juntasse a ela. Não se trataria de uma relação de vassalagem, mas de um reconhecimento da Nova Ordem Mundial, em que a Europa Central e Oriental já orbitam á volta dos EUA. A adesão da Rússia, de certo modo declarava uma espécie de tratado de paz: Moscovo reconheceria a sua derrota na Guerra Fria e uma nova partilha do mundo.

Neste caso, o Grupo Bilderberg convidaria personalidades russas para as reuniões anuais. Não se pediria para influenciar a opinião pública russa de forma a americanizá-la, mas para convencê-la a renunciar definitivamente aos sonhos de grandeza do passado.


 Thierry Meyssan

Analista político, fundador do Réseau Voltaire. Último livro publicado: L’Effroyable imposture 2 (a remodelação do Oriente Próximo e a guerra israelense contra o Líbano).




http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1441421&tknOrigem=1&tknSearchIdLog=4129173&tknRanking=1&sid=8787691371342533391942860&k5=1C9830C3&uid=



Verdadeira Historia Do Clube Bilderberg, A

Conceito do Leitor: Seja o primeiro a opinar
Autor: ESTULIN, DANIEL
Editora: PLANETA DO BRASIL
Assunto: HISTÓRIA GERAL

Cometa na direção do sol, Choque?

AVA MERENGER

Editoria:
Quarta-feira, 11 mai 2011 - 10h48

Satélite mostra cometa em rota de colisão contra o Sol


Quem acompanha as imagens do telescópio espacial Soho foi surpreendido ontem por um verdadeiro espetáculo, digno dos filmes de ficção científica. Durante várias horas os espectadores puderam assistir a uma verdadeira tragédia anunciada, que mostrou um gigantesco cometa sendo tragado e destruído pelo Sol.
Cometa se chocando contra o Sol
Clique para ver a animação
As imagens foram captadas pelos instrumentos LASCO C2 e LASCO C3, dois coronógrafos a bordo do telescópio europeu SOHO, que monitora o Sol durante 24 horas por dia. As cenas são impressionantes e mostram as últimas horas de um grande fragmento cometário, atraído e aprisionado pela força gravitacional do Sol.
Na sequência de imagens mostrada um objeto da família de cometas Kreutz avança em direção ao Sol, dando a impressão de que vai se chocar contra a estrela. O cometa parece efetuar uma ligeira curva, ao mesmo tempo em que sua cauda parece crescer e brilhar ainda mais. Em seguida, desaparece atrás do anteparo do coronógrafo.
Apesar de parecer um choque iminente, o cometa não atingiu a superfície da estrela. Formado de gelo e poeira, o objeto sublimou completamente antes que pudesse atingir o Sol.
Sublimação é o fenômeno que ocorre quando um material passa imediatamente do estado sólido para o estado gasoso. Esse mesmo processo, combinado com a ação dos ventos solares é o responsável pela formação da cauda do cometa.

Família Kreutz
O objeto registrado pelas lentes do telescópio espacial Soho pertence à família cometária Kreutz, composta de uma série de fragmentos de um grande cometa que se partiu há mais de 2 mil anos. Diariamente, diversos desses fragmentos passam próximo ao Sol e se desintegram, mas como a maioria é muito pequena, acabam passando despercebidos. Ocasionalmente, alguns pedaços maiores chamam a atenção e são registrados pelo telescópio e vistos pelos observadores.
Os objetos da família Kreutz foram assim batizados após terem sido descobertos, no século 19, por um jovem astrônomo chamado Dirk Peeters Kreutz.

Telescópio Soho
Operado conjuntamente pelas agências espaciais norte-americana (Nasa) e europeia (ESA), o telescópio espacial SOHO - sigla para Observatório Solar e Heliosférico - foi lançado em dezembro de 1995, com o objetivo de estudar a estrutura interna do Sol, a camada mais externa de sua atmosfera e a origem do vento solar.
Desde seu lançamento, o Soho havia permitido a observação de alguns novos cometas, mas foi somente a partir do ano 2000, quando as imagens enviadas passaram a ser colocadas na internet, que a nova função de descobridor de cometas veio à tona.
Quem primeiro fez uso dessa nova ferramenta foi o astrônomo amador norte-americano Mike Oates, que em 2000 encontrou mais de cem cometas da família Kreutz. A notícia se espalhou rapidamente entre astrônomos de todo mundo e em 2002 já era contabilizado 500 cometas descobertos. Em agostos de 2005, o astrônomo amador italiano Toni Scarmato descobriu o milésimo cometa da família, cinco minutos depois de descobrir o 999º cometa com auxílio do satélite.


Foto: Sequência de animação mostra a captura e destruição de um fragmento cometário próximo ao Sol. A cena foi registrada pelo telescópio espacial Soho em 10 de maio de 2011. Crédito: ESA/NASA/Apolo11.com.
Direitos Reservados
Ao utilizar este artigo, cite a fonte usando este link:
Fonte: Apolo11 - http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Satelite_mostra_cometa_em_rota_de_colisao_contra_o_Sol&posic=dat_20110511-1050

Cometa se aproxima do sol

Ava Merenger

11 de maio - Um cometa em direção ao Sol?

Um objeto estranho apareceu no Soho no finalzinho de 10 de maio, indo em direção ao Sol e podemos observar nas imagens de hoje - 11 de maio - que o objeto é "engolido" pelo Astro Rei.

Alguns cometas fazem estas passagens rasantes perto do Sol. Esses cometas que bordejam o Sol atingiram a marca de contagem de 1.000 unidades catalogadas em 2005.

Eles são conhecidos por bordejantes. As fotos do SOHO têm sido fundamentais na descoberta de cometas que bordejam o Sol desde que começou a observar o Sol em 1995.

Os cientistas da NASA lembram que antes do SOHO lançado ter entrado em operação, apenas 16 cometas bordejantes havia sido flagrados por telescópios espaçais.


Será mais um cometa bordejante? Continuamos de olho no Sol!

Ravena










magens de supostos cometas bordejantes





Attachment: 72k (application/octet-stream) Evoluindo Sempre.flv

quinta-feira, 21 de abril de 2011

a morte das abelhas

edu dallarte
A Rainha do Sol e a morte das abelhas



Enquanto as indústrias continuam a poluir o planeta com os inebriante produtos químicos, os insectos polinizadores diminuem, o que não deixa dúvida quanto à loucura da civilização moderna.

A nossa capacidade de ouvir e responder adequadamente à crise do destes insetos vai determinar a sobrevivência das espécies: a espécie dos insectos e a nossa.

"Em 1923, Rudolf Steiner, cientista, filósofo e inovador social austríaca, previu que dentro de 80-100 anos, as abelhas do mel de abelhas teriam desaparecido."


Steiner acreditava que a industrialização traria as abelhas para o fim. Aparentemente estava certo. Nos últimos 20 anos, os EUA perderam entre 100.000 e 300.000 milhões de abelhas e o problema contagiou a Europa também. Enquanto as operações de apicultura industrializadas matam milhões de abelhas a cada ano, vários outros factores contribuem para o desaparecimento.

Esses insectos ficam doentes devido à falta de alimentação que seja diferente das dezenas de milhões de hectares de monocultura.
Ao ingerir culturas geneticamente modificadas, também ingerem micróbios OMG prejudiciais.

No entanto, são os agro-tóxicos que contribui mais para a dizimação desses insetos. Numa última tentativa para salvar a colmeia, algumas abelhas selam as células da mesma colmeia; células, todavia, que já contêm uma grande quantidade de agro-tóxicos. Por isso, mesmo estas colmeias acabam por morrer.

Em apoio ao ataque multidimensional da agro-industria, as omnipresentes empresas de comunicação adicionam poluição eletromagnética , causando a perda de orientação das abelhas (e das aves).

Aproveitando da desorientação e do enfraquecimento das abelhas, patógenos exóticos, como o ácaro Varroa importado pelo comércio globalizado, sugam o pouco de vida que ainda têm: assim presenciamos o colapso da abelha do mel e dos morcegos da América do Norte.

Podemos aprender a maioria dessas notícias na obra de Taggart Queen of the Sun: What are the bees telling us [Rainha do Sol: o que estão a dizer as abelhas, NDT], parte documental, parte love story filosófica, apresentada nos cinemas no passado dia 25 de Março, o filme premiado é também apoiado por um relatório: Global Bee Colony Disorders and other Threats to Insect Pollinator [O transtorno global das colónias das abelhas e outras ameaças dos insectos polinizadores, NDT], lançado recentemente pelo UNEP, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Uma maneira segura de destruir um ecossistema é dizimar uma espécie, uma das quais parte a inteira rede de vida localizada. Os insectos polinizadores contribuem com 10% para a economia alimentar mundial, cerca de 218 mil milhões de Dólares (153 mil milhões de Euros) por ano.

Das cerca de 100 espécies de plantas que fornecem 90% dos alimentos do mundo, as abelhas polinizam 71, de acordo com o relatório do UNEP. Entre as 20.000 espécies de abelhas conhecidas no mundo, a abelha europeia Apis mellifera é a mais importante, "conseguindo" entre 33 e 82 mil milhões de Dólares por ano (22,8 - 57 mil milhões de Euros).

Então, enquanto assistimos ao espasmo da extinção do planeta (bem tratados no The Diversity of Life [A variedade da Vida, NDT] de Ed Wilson), é a abelha que agora merece mais atenção.

"As abelhas são as pernas das plantas", diz Michael Pollan em Queen of the Sun; têm co-evoluído de modo que o organismo séssil alimenta o aéreo, em troca da propagação. Se as culturas colapsarem, uma infinidade de espécies irão morrer de fome, incluindo os seres humanos.

Desde que haja insectos polinizadores, há também as plantas em flor. O efeito em cascata do colapso pode facilmente conduzir ao fim da Era dos Mamíferos.

Seria semelhante ao fim dos dinossauros, há 65 milhões de anos atrás. Os "lagartos terríveis" iriam ganhar por 100 milhões de anos. Apenas cerca de metade das espécies sobreviveram ao último espasmo de extinção, em particular os aligatores (jacarés) e os crocodilos.

Porém, a sobrevivência humana é difícil de garantir se 40% dos nossos recursos alimentares desaparecerem. Embora os aligatores e os crocodilos possam viver um ano ou mais sem comer (e este mecanismo de sobrevivência contribui largamente para a longevidade da espécie), os humanos não conseguem.

O relatório do UNEP lista oito razões para a desordem e o colapso da colónia: a destruição dos habitats, as espécies invasoras (como o ácaro parasita Varroa destructor), a poluição atmosférica, a poluição eletromagnética, os pesticidas e a poluição de outras substâncias químicas, os transporte industrial (resultando na morte de milhões de abelhas em cada ano), divisão da colónia e alimentação.

O relatório não menciona os transgénicos como um factor contribuinte para o declínio das abelhas, mas ataca as monocultura: 'É sempre difícil para os insectos polinizadores encontrar o pólen suficiente para obter todos os seus aminoácidos essenciais. Dessa forma pode enfraquecer o sistema imunológico dos insectos, tornando-os mais vulneráveis ​​a vários patógenos.


Em Queen of the Sun, muitos dos oradores não têm dúvidas. Quando as plantas são geneticamente modificadas, o processo é tão incerto que apenas uma das milhares células transmuta. O Dr. Vandana Shiva explica que devido a isso, deve ser adicionado aos genes antibióticos resistentes e ajudas virais: "Cada semente geneticamente projectado é um conjunto de bactérias, toxinas, ajudas virais."

Esse conjunto de elementos é transferido para os nossos estômagos (e para o estomago das abelhas), onde continua a operar dentro do hospede. Só que agora nós somos os hospede. As abelhas são hospedes. E as abelhas não se saem muito bem. A ciência tem demonstrado que um xarope de milho com alto teor de frutose, um produto OGM entregue às abelhas, inibe as funções genéticas imunizantes e desintoxicastes.

Queen of the Sun destaca o delicado equilíbrio entre os diferentes membros dum ecossistema, observando que a integridade genética é necessária para que o sistema possa funcionar. A fim de permitir que as abelhas (e as plantas em flor) possam dar o seu melhor, o DNA deve permanecer intacto.

Tanto o documentário quanto o relatório UNEP não deixam dúvidas de que o colapso dos insectos polinizadores é a questão mais urgente que a humanidade enfrenta hoje.
Ambos dão vários conselhos para a indústria alimentar e os indivíduos, incluindo: parar (ou reduzir significativamente) o uso de pesticidas e cresceu de maneira que não prejudique as abelhas, comprar productos orgânicos, fornecer um habitat com água fresca e tornar-se um apicultor sustentável.

O relatório do UNEP observa que os esforços para a conservação dos insectos polinizadores devem incluir um habitat "ninho", dado que as necessidades dos estágios larvais são diferentes das do adulto alado.

Dado que o declínio das abelhas e dos morcegos é muito mais grave nos EUA, que tem a mais longa história no desenvolvimento dos transgénicos e no uso de produtos químicos agrícolas, parece óbvio qual o principal culpado.
E também é bom lembrar que as seis maiores empresas de agro-químicos Syngenta, Bayer CropScience, Basf, Monsanto, Dow AgroSciences e DuPont, difundem culturas geneticamente modificadas

Os insectos polinizadores marcam os pontos na guerra das empresas contra a natureza. Os pontos mostram que os pesticidas, a biotecnologia e os telemóveis estão a ganhar. A tragédia é que quando estes insectos morrerem, também as plantas morrerão e provavelmente acabará a Era dos Mamíferos.




Fonte:
Globalresearch

Dicionario hebreu

Barzel

ACHAM - é um dos sacrifícios que somente são apresentados pelas pessoas em particular, isto é, não faz parte dos sacrifícios apresentados pelo público. Só pode ser trazido de gado ovino, e só de machos desta espécie. Casos em que a pessoa se obriga neste sacrifício são várias, porém sempre clara sua culpabilidade, que é sua característica especial, que o distingue claramente do sacrifício Ä¥atat ou acham talúi. Como exemplo de pessoa que se obriga neste sacrifício, temos a pessoa que prometeu ou jurou algo, e deixou de cumprir com sua palavra. (Clique aqui para voltar)

ACHAM TALÚI - é o sacrifício apresentado pela pessoa que está em dúvida se transgredira algum preceito sobre o qual deveria trazer sacrifício Ä¥atat, ou não. A palavra "talúi" significa depende. (v. Ä¥atat ) - (voltar)

ACHAM VADÁI - a expressão "vadái" indica "certeza". quer dizer, trata-se do sacrifício "acham" acerca do qual não há nehuma sombra de dúvida da obrigação de que seja apresentado. (voltar)

ACHERÁ - certos povos e religiões na antiguidade costumavam plantar árvores especialmente para serem adoradas, ou para servir de local de ajuntamento popular idólatra. Tal árvore tem o nome de "acherá" na Torá. Havendo sido uma das várias formas de idolatria comuns na época da outorga da Torá, Deus nos proibira até mesmo o plantio de qualquer árvore nas cercanias do altar, por ser demasiado similar a esta forma idolátrica antiga. Resquícios desta idolatria serão ainda encontrados, muito provavelmente, no extremo oriente, como o são diversas formas outras ainda em nossos dias conforme eram realizadas em sua forma original. - Leis de idolatria 6:14 - (voltar) (voltar)

AĤARONIM - assim são chamados os rabinos posteriores à escrita do ChulÄ¥an 'Arukh, de Rabi Iossêf Caro , que vivera entre os séc. XV e XVI. Literalmente, significa: "últimos". Anteriores a eles, estão os "Richonim" - lit. "primeiros, que se situam no tempo desde o fim do período dos geonim (princípio ou metade do séc. XI) até a compilação do ChulÄ¥an 'Arukh. Cabe lembrar aqui que, para o Rambam, não existe importância na ordem cronológica rabínica, conforme é claro em seu prefácio ao Michná Torá (Veja também Leis de Mamrim cp. 1). Outros grandes sábios, anteriores ou posteriores ao ChulÄ¥an 'Arukh também se deram conta do fato que não há motivo para tal cronologia, que tende a prejudicar a verdadeira compreensão da Torá, como por exemplo, o Gaon de Vilna, que vivera na Lituânia no séc. XVI, ou Moharam Alachqar, entre os sefaraditas orientais. (voltar)

AMORÁ - (plural: amoraím) Assim foram chamados os últimos rabinos do Talmud, a partir da anulação da semikhá por razão da diáspora e dos problemas por ela acarretados. Apesar de que muitos dos Sábios da Terra de Israel continuaram dispondo dela por quase meio milênio após o princípio do período dos amoraím, também são assim conhecidos. A palavra deriva do verbo "amar" (dizer), por serem os encarregados de "dizer" à geração posterior ao período tanaíta, as palavras dos tanaím. - V. "Taná". (voltar)

ANDRÓGINUS - o mesmo que "andrógino" em língua portuguesa, ou seja, a pessoa que nasce com os dois sexos. É desnecessário dizer que o termo é de origem javânica. (voltar)

GÊZEL e AVAQ GÊZEL - "Gêzel" - é uma das palavras que traduzem por "roubo", e sua equivalência real em português ou em qualquer idioma ocidental, inexiste. O sentido mais prático equivalente a roubo em português é "genevá" - que é a tradução exata do termo. "Gêzel" refere-se a casos variados, como por exemplo o caso de uso de utensílio de outrem sem a devida permissão, estando este cônscio ou não, ou de manter à força objeto ou dinheiro de outra pessoa contra sua vontade. Quanto ao assalto, há determinados casos nos quais a palavra certa é gêzel, e outros nos quais o termo correto a ser aplicado é "chôd" - que é o termo mais apropriado para assalto à mão armada. "Avaq gêzel" é um derivado - o significado de "avaq" é "pó", ou "poeira". Refere-se a casos nos quais a pessoa se usa de coisas de outro que, por pura bondade, ou por bom proceder, não querendo dizer "não", dá sua permissão, ou convite, mas em seu âmago sabe que sua situação pecuniária não lhe permite certas concessões. Seja "gêzel" ou "avaq gêzel" - tudo isto é proibido. (voltar)

AVIV (ou nissan) - é o primeiro mês do ano judaico para a contagem de períodos de reinados, e o sétimo a partir de Tishrê, o primeiro mês do calendário judaico. é o mês da primavera na Terra de Israel, que é o significado da palavra "abib" . (Aviv, no hebraico hodierno de Israel). (voltar)

AVOT MELAKHÁ - São os trinta e nove trabalhos principais proibidos no chabát. 1) arar; 2) semear; 3) ceifar; 4) fazer feixes (de espigas de cereais, por exemplo); 5) trilhar (bater para tirar as sementes); 6) dispersar (grãos, para separar o imprestável); 7) selecionar; 8) peneirar; 9) moer; 10) amassar ; 11) assar (cozinhar); 12) tosquiar; 13) embranquecer (fios de tecido); 14) cardar; 15) tingir; 16) fiar; 17) esticar o fio no no vertical (no tear); 18) trançar (fios no horizontal - no tear); tecer; 20) cortar; 21) atar; 22) desatar; 23) costurar; 24) rasgar; 25) construir; 26) destruir; 27) bater com martelo; 28) caçar; 29) degolar; 30) pelar (animal); 31) curtir (pele); 32) pelar ( tirar o pelo da pele); 33) cortar (a pele); 34) escrever; 35) apagar (o escrito); 36) esboçar; 37) acender; 38) apagar (o fogo); 39) transportar (de um recinto particular para um recinto público, ou vice-versa). - (Michná - Tr. Chabát, pg 73). (voltar)

'AM HA-ARETZ - (plural: 'amê ha-aretz) - literalmente, significa: "o povo da terra". Assim são chamados os ignorantes do conhecimento da Torá. O termo é pejorativo, pois compara os ignorantes de Torá ao "povo que habitava a Terra antes da entrada do povo hebreu na Terra de Israel", que não tiveram o mérito de receber a Torá, estando perdidos em suas açõs abjetas e repletas de conspurcações ignominiosas diversas, além de obscenidades inúmeras, que eram geralmente oriundas de suas práticas religiosas diversas. (voltar)

'AMIDÁ - a oração judaica, chamada por este nome por ser dita estando a pessoa de pé, que é o significado do termo. É também chamada de "chemonê 'esserê" ("dezoito"), em alusão às dezoito bênçãos que a compõem, às quais acrescentara-se nos dias de Raban Chimeon ben-Gamliel uma a mais, transformando a oração em dezenove bênçãos (v. "min" e a explanação acerca da razão deste acréscimo). (voltar)

clique aqui para chegar às Leis da Oração

'AVODÁ - (pronuncia-se segundo a tradição sefardita: "'abodâ") - lit.: "trabalho" - relaciona-se, geralmente, ao trabalho do Templo. Assim chama-se a última das bênçãos de petições na 'amidá, ou oração diária, que é a petição concernente ao trabalho sacrificial do Templo. (voltar)

'AZARA - em português traduzira-se por "átrio". Trata-se do setor do templo no qual as pessoas (israelitas) em geral podiam chegar, sem ser sacerdotes ou levitas. neste lugar não podiam ser efetuados os sacrifícios, ou pormenores deles. (voltar)

'ATZÊRET - nome secundário para a festa de chavu'ôt, que se comemora no quinquagésimo dia após o primeiro dia da festividade dos pães ázimos (Festa do PêssaÄ¥). Não confundir com "chemini 'atzêret", que é o dia que procede aos sete dias da festa de sucôt (traduzido geralmente como "festa de tabernáculos" ou "cabanas"). Em chavuôt comemoramos a recebimento da Torá, e o nome "chavuôt" significa "semanas", por serem sete semanas a partir da segunda noite da festa do PêssaÄ¥, no cúlmino das quais é comemorada. Fora seu nome comumente traduzido entre as nações "pentecostes".

A INVASÃO DOS VAMPIROS REAIS

EDU DALLARTE

Vampiros que bebem sangue humano tomam conta das ruas do Reino Unido

Vampira Pyretta costuma chupar sangue do pescoço, peito e ombro do parceiro | Foto: Reprodução


Vampiros "reais" vêm tomando conta das ruas do Reino Unido. Cerca de três mil ingleses se intitulam vampiros e realizam reuniões onde bebem sangue humano e trocam experiências. De acordo com informações do site inglês The Sun, o sangue que é ingerido é dos membros do grupo.

Para fazer parte do grupo de vampiros do Reino Unido não basta apenas gostar de sangue, é necessário ser aprovado pelo líder.

Os chefes, que são chamados de anciões, fazem uma análise psicológica nos novos membros. A saúde mental continua a ser supervisionada após a entrada da pessoa no grupo.

Tudo é feito para evitar que fãs da moda vampiresca - adoradores de True Blood, Crepúsculo e The Vampire Diaries - se infiltrem. Apenas verdadeiros amantes do sangue humano são aceitos.

Em entrevista ao site uma das "vampiras" relatou que sangue humano sempre fez parte de sua vida ."Desde a minha infância sentia a necessidade de beber sangue e me expressar como um vampira", relatou Pyretta Blaze.

Os encontros são relizados em dois locais privados. O primeiro é chamado de local da limpeza, onde lâminas e facas são esterilizadas para que os cortes sejam realizados. Posteriormente, os membros passam para a sala da alimentação.

Os anciões que usam máscaras para esconder suas identidades dão lições sobre onde e como extrair o sangue com segurança. Só são aceitas pessoas com mais de 18 anos.

Pyretta contou que espera ansiosa pelos encontros mensais. Segundo ela, a experiência é incrível. " Saio me sentindo como se tivesse completamenta renascida e energizada".

Ela também relatou que costuma chupar sangue do pescoço, peito, ombro, braço ou perna de seu parceiro.

Para os líderes do grupo, ser vampiro é um compromisso sério e vitalício. Muitas pessoas entram no grupo com um parceiro fixo, cujo sangue será o único a ser bebido. Todos devem apresentar teste de HIV periodicamente.

Ainda segundo Pyretta, há um enfermeiro ou médico a cada reunião. Segundo o grupo, alimentos com muitos condimentos, como alho, alteram o sabor do sangue. Cerca de 88 horas antes de uma reunião eles comem apenas doces e com canela.


Fonte: O Dia Online