segunda-feira, 30 de maio de 2011

NIBIRUS nas notas da Suiça e do Iraque?

AVA MERENGER
VEJAM

OU


[Imagem: 004.jpg]

Notas da Suíça e do Iraque contêm o sistema solar juntamente com a orbita de um planeta errante. Existem semelhanças demais para ser coincidência. O sistema solar no franco suíço franco não pode ser negado, como todos os planetas e ainda suas luas são estão ilustradas. Um planeta aparentando um cometa entra vindo dentro da órbita de Vênus, atravessando a órbita da Terra por duas vezes, o mesmo que alguns dizem que acontecerá com o Planeta X, também conhecido como Nibiru.

Alguém poderá dizer que a órbita em questão é do cometa 2002 Euler, Já que é Euler estampado nesta nota, mas olhando sua órbitano site da nasa esta possibilidade e logo descartada, já que este cometa não cruza nenhuma órbita de planeta.

As notas abaixo:
[Imagem: CH180.JPG]
[Imagem: 006.jpg]

Já na nota de 20 tem uma forma geométrica que me parece com a árvore da vida da Kabbalah.

Existe ainda esta imagem emuma outra nota onde está escrito "Sphinx" (esfinge), com uma roda embaixo,
[Imagem: 006.jpg]

Em relação ao hominídio que aparece no vídeo na nota de 100 francos suícos (abaixo), ele é a reprodução de uma escultura de Alberto Giacometti, leiloada por $104,3 milhões ano passado.

[Imagem: CHF100_8_back_horizontal.jpg]

Existem ainda outros pontos interessantes sobre a imagem do franco suíço.

* Símbolos representando o masculino e feminico perto de alguns planetas.
[Imagem: 002.jpg]

G 8 REUNIDO

AVA MERENGER

G8 reúne-se em Deauville


Os líderes das oito maiores potências mundiais (G8) iniciam hoje em Deauville, norte de França, uma cimeira de dois dias para debater, entre outros temas, segurança nuclear, recuperação económica e as revoltas no mundo árabe.

Um dos temas dominantes da agenda de trabalhos do encontro do G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia) serão as revoltas populares no mundo árabe e muçulmano.

Em cima da mesa estará uma proposta da presidência francesa que defende um mecanismo de apoio e consolidação da transição democrática nos países envolvidos na onda de contestação, seja a nível institucional ou económico, através de entidades como o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD).

Na quarta-feira, durante a deslocação do Presidente norte-americano Barack Obama ao Reino Unido, Londres e Washington anunciaram que vão igualmente promover um “programa de apoio” político e económico à “primavera árabe”.

O Banco Mundial anunciou esta semana um pacote de auxílio financeiro de seis mil milhões de dólares para o Egipto e a Tunísia, que deverá ser formalizado na cimeira.

Os chefes de Estado e de Governo do G8, responsáveis da ONU e de organismos financeiros internacionais irão receber na sexta-feira os primeiros-ministros do Egipto e da Tunísia.

A segurança nuclear também consta do alinhamento da cimeira, com particular atenção para o desastre na central japonesa de Fukushima, danificada por um violento sismo e um tsunami a 11 de Março, que causaram perto de 25.000 mortos e desaparecidos no nordeste do Japão.

No almoço que irá marcar o arranque da cimeira, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, vai apresentar dados sobre a actual situação na central.

O actual panorama económico mundial, especialmente a crise na zona euro e os níveis de endividamento dos países mais ricos, será igualmente abordado pelos parceiros do G8.

Ainda neste capítulo, os líderes irão avaliar a sucessão de Dominique Strauss-Kahn na direcção do Fundo Internacional Monetário (FMI) e a candidatura formal da ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde.

As negociações de paz no Médio Oriente, as sanções contra a Síria, o conflito líbio, o processo de transição no Afeganistão após a morte do Usama bin Laden (líder da Al-Qaida), o controverso dossier iraniano e a regulação da Internet serão outros dos temas em debate.

Por último, será realizado um encontro entre os líderes do G8 e da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD), que integra a Argélia, Egipto, Etiópia, Nigéria, Senegal e África do Sul.

Os Presidentes da Costa do Marfim, do Níger e da Guiné-Conacri, recentemente eleitos, serão os convidados especiais deste encontro.

fonte: Sol

segunda-feira, 23 de maio de 2011

galáxia distorcida

EDU DALLARTE

Telescópios da Nasa e ESO captam imagem de galáxia distorcida

Posted: 04 May 2011 02:34 PM PDT


A imagem da galáxia NGC 2442, obtida pelo telescópio do ESO, mostra uma visão muito mais ampla do que a imagem do Hubble, embora menos detalhada, que .... Foto: ESO/Divulgação

A imagem da galáxia NGC 2442, obtida pelo telescópio do ESO, mostra uma visão muito mais ampla do que a imagem do Hubble, embora menos detalhada

Na imagem do Hubble, uma visão mais detalhada da galáxia Foto: ESO/Divulgação

Na imagem do Hubble, uma visão mais detalhada da galáxia
O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira uma foto de uma galáxia que se parece com a letra "S" do alfabeto. A galáxia NGC 2442, situada ao sul da constelação do Peixe Voador, possui uma forma espiral de curvas assimétricas. Um braço do espiral é firmemente dobrado sobre si e acolhe uma recente supernova, enquanto o outro, dotado com formação recente de estrelas, se estende para fora do núcleo.
O telescópio MPG/ESO de 2.2 metros, em La Silla, no Chile, e o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA captaram duas imagens muito contrastantes desta galáxia espiral assimétrica. Os pontilhados ao longo da galáxia são manchas com coloração rosa e vermelha, que advém do gás de hidrogênio nas regiões de formação estelar.
Os cientistas acreditam que o espiral da galáxia se deve ao fato de interações gravitacionais com outra galáxia em um ponto de sua história. Essa interação acabou por dar o nome de "Meathook Galaxy" (Galáxia gancho de carne, em tradução livre), em alusão ao gancho onde as carnes ficam penduradas em um açougue.
fonte: Terra


www.terra.com.br

o MAIOR mapa 3 D do universo

EDU DALLARTE

Pesquisadores divulgam dados de maior mapa 3D do universo

Posted: 04 May 2011 02:33 PM PDT


Para o empreendimento, os cientistas usaram luzes de 14 mil quasares, os maiores emissores de energia conhecidos

Cientistas divulgaram na segunda-feira, 2, os resultados da pesquisa de oscilação de espectroscopia Baryon (BOSS, em sua sigla em inglês) do Sloan Digital Sky Survey (SDSS-III), que realizou o maior mapa 3D do universo distante até o momento.
Para o empreendimento, os pesquisadores usaram as luzes de 14 mil quasares, os maiores emissores de energia do universo. O novo mapa foi apresentado na reunião de abril da Sociedade Americana para a Física, em Anaheim, Califórnia.
A escala de distância do novo mapa corresponde a um momento inicial do universo quando a distribuição de matéria era quase uniforme.

fonte: Estadão

www.estadao.com.br

10 PLANETAS FLUTUANTES?

Edu Dallarte


WELLINGTON, 19 maio (Xinhua) -

Dez novos "flutuante"
planetas, que deriva através da galáxia, em vez de estrelas em órbita, foram descobertos por uma equipe internacional de astrônomos liderada por cientistas da Nova Zelândia
A descoberta de planetas do tamanho de Júpiter foi anunciada quinta-feira pela revista "Nature" internacionais como tendo "profundas" implicações e abrindo um novo capítulo na história da Via Láctea.
Os planetas gasosos órfãos, antigamente as coisas de ficção científica, foram descobertos através de software desenvolvido pela Massey University e cientista da computação astrofísico Ian Bond, o jornal Dominion Post.
"Eles são planetas gigantes em nossa galáxia, do tamanho de Júpiter e em algum lugar entre nós e as estrelas de fundo distante", disse ele ao jornal.
Os planetas são acreditados para estar cerca de dois terços do caminho para o centro da galáxia, que é de cerca de 25.000 anos-luz de distância.
Se eles eram visíveis a olho nu, os planetas seria negro, pois não há luz emitida, disse Bond.
A descoberta levantou a possibilidade de que pequenas, do tamanho da Terra planetas flutuantes, que podem suportar a vida, ainda não foram detectados.
Bond, disse ao jornal planetas órfão poderia ter sido expulso de um sistema solar, devido à proximidade com encontros gravitacionais de outros planetas ou estrelas, ou eles poderiam ter crescido entre em colapso bolas de gás e poeira, mas faltou a massa para inflamar o seu combustível nuclear e produzir sua própria luz das estrelas.
A descoberta da equipe inclui pesquisadores da Massey, Auckland, Canterbury e universidades Victoria, todas baseadas na Nova Zelândia, assim como da Universidade de Osaka, no Japão e na Universidade de Notre Dame, em Indiana, nos Estados Unidos.
O grupo é parte das observações de microlentes no estudo da astrofísica, que usa um telescópio de microlente no Monte João Observatório em Lake Tekapo, na Ilha Sul da Nova Zelândia.
microlente gravitacional é um fenômeno astronômico que se refere ao desvio da luz que ocorre quando uma estrela está alinhado com um objeto enorme na frente dele, permitindo o estudo de corpos celestes que emitem pouca ou nenhuma luz.

Planetas sem órbita foram descobertos no centro da Via Láctea. Este novo tipo de planeta vaga livre pelo espaço, sem estar no campo gravitacional de nenhuma estrela. Os astrônomos acreditam que este tipo de planeta seja mais comum que estrelas na galáxia Mais NASA/JPL-Caltech


http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/1105_album.jhtm?abrefoto=22

http://news.xinhuanet.com/english2010/sci/2011-05/19/c_13882209.htm

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fnews.xinhuanet.com%2Fenglish2010%2Fsci%2F2011-05%2F19%2Fc_13882209.htm

matéria escura é real

Os resultados dão suporte para a principal interpretação sobre como funciona a energia escura, e mais uma vez dão razão a Albert Einstein sobre a gravidade e a constante cosmológica.


EDU DALLARTE


Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/05/2011

Telescópio Galex confirma que energia escura é real
Os resultados dão suporte para a principal interpretação sobre como funciona a energia escura, e mais uma vez dão razão a Albert Einstein sobre a gravidade e a constante cosmológica. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Expansão do Universo

Uma pesquisa que durou cinco anos e cobriu 200.000 galáxias, levou a uma das melhores confirmações de que é mesmo a energia escura que está acelerando a expansão do Universo.

O estudo, que representa um retorno de até sete bilhões de anos no tempo cósmico, usou dados da sonda espacial Galex (Galaxy Evolution Explorer: Exploração da Evolução das Galáxias) e do Telescópio Anglo-Australiano instalado na montanha Siding Spring, na Austrália.

Os resultados dão suporte para a principal interpretação sobre como funciona a energia escura - como uma força constante, afetando uniformemente o Universo e impulsionando sua expansão.

Por decorrência, os dados contradizem uma teoria alternativa, que propõe que seria a gravidade, e não a energia escura, a força que impulsionaria a expansão do Universo. De acordo com esta teoria alternativa, com a qual os novos resultados não são consistentes, o conceito de Albert Einstein da gravidade estaria errado, e gravidade tornar-se-ia repulsiva, ao invés de atrativa, quando atuando em grandes distâncias.

"Os resultados nos dizem que a energia escura é uma constante cosmológica, como Einstein propôs. Se a gravidade fosse a responsável, então não estaríamos vendo esses efeitos constantes da energia escura ao longo do tempo," explica Chris Blake, da Universidade de Tecnologia Swinburne, na Austrália, e líder da pesquisa.

Energia escura

Acredita-se que a energia escura domine o nosso Universo, perfazendo cerca de 74 por cento dele. A matéria escura, uma substância não menos misteriosa, é responsável por 22 por cento. A chamada matéria normal, ou matéria bariônica - qualquer coisa que tenha átomos - representa apenas cerca de 4% do cosmos.

A ideia da energia escura foi proposta durante a última década, com base em estudos de estrelas distantes que explodiram, conhecidas como supernovas.

As supernovas emitem uma luz constante e mensurável, o que as torna uma referência inigualável, que permite o cálculo de sua distância da Terra com grande precisão.

As observações revelaram que algo - que veio a ser chamado de energia escura - estava fazendo aumentar a aceleração desses objetos celestes.

Telescópio Galex confirma que energia escura é real
O observatório de ultravioleta GALEX (Galaxy Evolution Explorer) foi lançado no dia 28 de Abril de 2003. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Energia escura versus gravidade

A energia escura disputa um cabo-de-guerra com a gravidade.

A teoria atual propõe que, no início do Universo, a gravidade assumiu a liderança, dominando a energia escura.

Cerca de 8 bilhões de anos após o Big Bang, com o espaço se ampliando e a matéria se diluindo, as atrações gravitacionais enfraqueceram e a energia escura tirou o atraso.

Se isto estiver correto, daqui a bilhões de anos a energia escura será ainda mais dominante.

Os astrônomos preveem que o nosso Universo será um verdadeiro deserto cósmico, com as galáxias se distanciando tanto umas das outras que quaisquer seres que viverem dentro delas não serão capazes de ver outras galáxias.

Era da energia escura

Esta é a primeira vez que astrônomos fazem essa checagem cobrindo todo o período de vida do Universo desde que ele foi dominado pela energia escura.

A equipe começou montando o maior mapa tridimensional já feito das galáxias do Universo distante. Isto foi feito pelo Telescópio de ultravioleta GALEX, que mapeou cerca de três quartos do céu, observando centenas de milhões de galáxias.

O Telescópio Anglo-Australiano coletou informações detalhadas sobre a luz de cada galáxia, o que permitiu estudar o padrão de distância entre elas - ondas sônicas do Universo jovem deixaram marcas nos padrões de galáxias, fazendo com que pares de galáxias sejam separados por aproximadamente 500 milhões de anos-luz.

Essa "régua padrão" foi usada para determinar a distância entre os pares de galáxias e a Terra - quanto mais próximo um par de galáxia estiver de nós, mais distantes elas irão aparecer uma da outra no céu.

Tal como acontece com os estudos de supernovas, estes dados de distância foram combinados com informações sobre as velocidades nas quais os pares estão se afastando de nós, revelando, mais uma vez, que o tecido do espaço está se esticando cada vez mais rápido.

Bibliografia:

The WiggleZ Dark Energy Survey: the selection function and z= 0.6 galaxy power spectrum.
Chris Blake, Sarah Brough, Matthew Colless, Warrick Couch, Scott Croom, Tamara Davis, Michael J. Drinkwater, Karl Forster, Karl Glazebrook, Ben Jelliffe, Russell J. Jurek, I-hui Li, Barry Madore, Chris Martin, Kevin Pimbblet, Gregory B. Poole, Michael Pracy, Rob Sharp, Emily Wisnioski, David Woods, Ted Wyder
Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
18 May 2010
Vol.: 406, Issue 2, pages 803-821
DOI: 10.1111/j.1365-2966.2010.16747.x

Planetas sem estrelas

Edu Dallarte
São corpos celestes escuros, com massa semelhante à de Júpiter, flutuando sozinhos no espaço, fora da órbita de qualquer estrela.

Redação do Site Inovação Tecnológica - 18/05/2011

Astrônomos descobrem planetas solitários, sem estrelas
Os planetas solitários são corpos celestes escuros, flutuando sozinhos no espaço, fora da órbita de qualquer estrela.[Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Planetas sem estrelas

Astrônomos anunciaram a descoberta de uma nova classe de planetas - planetas solitários, sem estrelas.

São corpos celestes escuros, com massa semelhante à de Júpiter, flutuando sozinhos no espaço, fora da órbita de qualquer estrela.

Os cientistas acreditam que o mais provável é que esses planetas órfãos tenham se formado em torno de estrelas e, mais tarde, sido expulsos de seu sistema planetário por alguma conjunção de forças gravitacionais.

A descoberta resultou da análise dos dados coletados durante uma série de observações do bojo central da Via Láctea, realizadas entre 2006 e 2007 por um grupo de astrônomos do Japão e da Nova Zelândia.

Planetas solitários

A análise fornece indícios do que parecem ser 10 "planetas flutuando livremente", em locais distintos, todos aproximadamente do tamanho de Júpiter - o equipamento usado na pesquisa não é preciso o suficiente para localizar planetas menores.

"Nossos resultados sugerem que os sistemas planetários frequentemente tornam-se instáveis, com os planetas sendo expulsos de seus locais de nascimento ao passarem perto demais de outros planetas," explica David Bennett, um dos membros da equipe.

A descoberta não apenas confirma que existem planetas flutuando isoladamente no espaço, mas também indica que eles são bastante comuns - como detectá-los é muito difícil, o fato de um único rastreio ter localizado 10 deles indica que deve haver muitos mais não detectados.

Segundo os astrônomos, essa população inesperadamente grande também descarta a ideia de que os planetas livres formem-se isoladamente, e não ao redor de estrelas - se esse fosse o caso, deveria haver muito menos deles.

Censo planetário

A equipe estima que pode haver duas vezes mais planetas isolados do que estrelas, o que equivale a dizer que os planetas sem estrelas podem ser tão comuns quanto os planetas ao redor de estrelas.

"Nossa pesquisa é como um censo da população - nós amostramos uma parte da galáxia e, com base nesses dados, pode-se estimar o número total da galáxia," explica Bennett.

"A pesquisa não é sensível a planetas solitários com massa menor do que Júpiter ou Saturno, mas as teorias sugerem que planetas de menor massa, como a Terra, devem ser expulsos de suas estrelas com mais frequência, sendo assim, mais comuns do que os gigantes gasosos isolados," completou ele.

A NASA tem planos de enviar ao espaço um novo observatório - o WFIRST (Wide-Field Infrared Survey Telescope) - que usará o método de microlentes, capaz de fazer estimativas mais precisas de quantos planetas solitários há na Via Láctea.

Com a vantagem de que esse futuro telescópio terá a capacidade para detectar planetas solitários do tamanho da Terra.

Bibliografia:

Unbound or distant planetary mass population detected by gravitational microlensing
The Microlensing Observations in Astrophysics (MOA) Collaboration, The Optical Gravitational Lensing Experiment (OGLE) Collaboration
Nature
18 May 2011
Vol.: 473, pp. 349-352
DOI: 10.1038/nature10092