domingo, 17 de julho de 2011

Caos financeiro global

Futuro Calote dos EUA e o Caos Financeiro Mundial



http://www.youtube.com/watch?v=W6qNXOusI_M
EDU DALLARTE

segunda-feira, 11 de julho de 2011

nebulosa flamejante




EDU DALLARTE




Redação do Site Inovação Tecnológica -



Nebulosa flamejante anuncia fim de estrela gigante vermelha


O disco negro corresponde à parte extremamente brilhante da imagem que teve que ser tapada para que a nebulosa mais tênue pudesse ser observada.[Imagem: ESO/P. Kervella]




Super estrela



Utilizando o instrumento VISIR montado no Very Large Telescope do ESO (VLT), astrônomos obtiveram imagens, com o maior detalhe até agora conseguido, de uma nebulosa complexa e brilhante em torno da estrela supergigante Betelgeuse.



Esta estrutura, que se assemelha a chamas emitidas pela estrela, forma-se à medida que o objeto libera material para o espaço.



Betelgeuse, uma supergigante vermelha da constelação de Órion, é uma das estrelas mais brilhantes do céu noturno.



É também uma das maiores, sendo quase do tamanho da órbita de Júpiter - cerca de quatro vezes e meia o diâmetro da órbita da Terra.





A imagem do VLT mostra a nebulosa em torno da estrela, a qual é muito maior que a própria estrela, estendendo-se além de 60 bilhões de quilômetros desde a superfície estelar - cerca de 400 vezes a distância da Terra ao Sol.



Gigantes vermelhas



Estrelas supergigantes vermelhas como a Betelgeuse representam uma das últimas fases da vida de uma estrela de grande massa.



Durante esta fase, de curta duração, a estrela aumenta de tamanho e expele as suas camadas exteriores para o espaço a uma taxa prodigiosa - expele enormes quantidades de material (correspondentes aproximadamente à massa do Sol) em apenas 10.000 anos.



O processo pelo qual o material é ejetado por uma estrela como a Betelgeuse envolve dois fenômenos distintos.



O primeiro corresponde à formação de enormes plumas de gás (embora muito menores do que a nebulosa que se vê nesta imagem) que se estendem no espaço a partir da superfície da estrela. Estas plumas foram previamente detectadas pelo instrumento NACO montado no VLT.



O outro, que é o motor da ejeção das plumas, é o movimento vigoroso, para cima e para baixo, de bolhas gigantes presentes na atmosfera de Betelgeuse - tal qual água fervente que circula numa panela .



Nebulosa estelar



O novo resultado mostra que as plumas observadas próximas à estrela estão provavelmente ligadas a estruturas na nebulosa exterior, nebulosa essa que se vê na imagem infravermelha do VISIR.



A nebulosa não é vista no visível, já que a Betelgeuse é tão brilhante que a ofusca completamente. A forma assimétrica e irregular do material indica que a estrela não ejetou material de forma simétrica. As bolhas de material estelar e as plumas gigantes que estas bolhas originam podem ser responsáveis pelo aspecto nodoso da nebulosa.



O material visível na nova imagem é muito provavelmente composto de poeira de silicato e alumina. É o mesmo material que forma a maior parte da crosta da Terra e de outros planetas rochosos.



Em determinada altura do passado distante, os silicatos da Terra foram formados por uma estrela de grande massa (agora extinta) semelhante à Betelgeuse.



Plumas cósmicas



Nesta imagem composta, as observações anteriores das plumas obtidas com o instrumento NACO aparecem no disco central.



O pequeno círculo vermelho no centro tem um diâmetro de cerca de quatro vezes e meia a órbita da Terra e representa a posição da superfície visível da Betelgeuse.



O disco negro corresponde à parte extremamente brilhante da imagem que teve que ser tapada para que a nebulosa mais tênue pudesse ser observada.



As imagens do VISIR foram obtidas através de filtros infravermelhos sensíveis à radiação a diferentes comprimentos de onda, com o azul correspondente aos comprimentos de onda menores e o vermelho aos maiores. O tamanho do campo de visão é 5,63 X 5,63 arcos-segundo.

Robos controlados







Os testes de controle remoto de robôs situados em terra incluirão um robô humanoide que será controlado por um exoesqueleto vestido por um astronauta.



Redação do Site Inovação Tecnológica - 01/07/2011



Robôs serão controlados a partir da Estação Espacial


Além de contar com os melhores braços robóticos já construídos, o Justin agora também tem rodas.[Imagem: DLR]




A Agência Espacial Europeia (ESA) apresentou uma série de robôs que farão parte de um teste de controle remoto com vistas a futuras explorações no espaço.



Os robôs serão controlados a partir do laboratório Columbus, da Estação Espacial Internacional.



Rede robótica



O programa foi batizado de Meteron (Multi-purpose End-To-End Robotic Network Operations) - rede de operações robóticas ponto a ponto de múltiplos propósitos, em tradução livre.



"A Estação Espacial é a plataforma orbital perfeita para simular cenários muito realísticos para a exploração humana", afirmou Kim Nergaard, coordenador do Meteron.



Entre os robôs tele-operados estão o Justin e o jipe Eurobot, este sendo preparado para uma possível missão à Lua ou a Marte.



Recentemente, o mesmo time participou de uma missão simulada a Marte, realizada no sul da Espanha. Esta, contudo, será a primeira vez que os robôs serão operados a partir da Estação Espacial.



Robôs serão controlados a partir da Estação Espacial


O astronauta Christer Fuglesang testa em Terra o exoesqueleto que está sendo desenvolvido para controlar remotamente robôs humanoides como o Justin. [Imagem: ESA-J. V. Haarlem]


Controle por exoesqueleto



Segundo a ESA, o projeto é que, em dois a três anos, o robô experimental Justin na Terra imite fielmente os movimentos de um astronauta na Estação Espacial.



Isto será feito por meio de um exoesqueleto, que captará os movimentos do astronauta e os repassará ao robô.



O objetivo primário desse teste é criar um substituto robótico para as caminhadas espaciais, permitindo que os astronautas fiquem em segurança no interior da Estação, guiando os robôs para que estes façam os trabalhos externos.



No futuro, isto poderá ser feito com um robô na Lua ou em Marte, controlado a partir de uma nave em órbita, ou mesmo de um centro de controle na Terra.



"Primeiro teremos que configurar uma arquitetura de comunicação robusta, estabelecer um sistema de operações e definir um protocolo para permitir que os astronautas, os robôs e nosso centro de controle da ESA trabalhem eficazmente em conjunto. Isto não é uma tarefa tão fácil quanto parece," disse Nergaard.



Robôs serão controlados a partir da Estação Espacial


Além dos braços com múltiplos graus de movimento, o Justin tem mãos próprias para trabalhar com ferramentas desenvolvidas para humanos. [Imagem: DLR]


Robô humanoide



O robô Justin vem sendo aperfeiçoado ao longo dos anos, a partir de um trabalho realizado pela DLR, a agência espacial alemã.



Tudo começou com os ainda insuperáveis braços robóticos LWR.



Em uma segunda etapa, dois braços LWR foram unidos a um dorso, formando o Justin, até então um robô fixo, como o Robonauta, que já está na Estação Espacial, esperando uma folga dos astronautas para montá-lo e colocá-lo em operação.



Agora o Justin foi dotado de rodas.



Embora as próprias rodas ainda sejam inadequadas para andar nos terrenos empoeirados da Lua ou de Marte, o sistema de suspensão é extremamente flexível, ajustando-se para que o robô possa se inclinar e manter o equilíbrio enquanto faz força em alguma tarefa.



Robôs serão controlados a partir da Estação Espacial


A versão em testes do Eurobot só tem dois braços, embora já esteja sendo testado um sistema com três braços. [Imagem: ESA]


Eurobot



Inicialmente, os astronautas da Estação Espacial vão operar um protótipo do Eurobot, usando um computador equipado com telas especiais e um joystick.



Este protótipo é um jipe robótico com quatro rodas e dois braços - já está sendo testado um sistema de três braços para equipar uma futura versão.



O Eurobot possui seu próprio sistema de navegação, além de câmeras e sensores que vêm sendo testados desde 2008 no centro espacial ESTEC, na Holanda.



Na próxima fase, os engenheiros vão permitir que os astronautas controlem um robô com a sensação de força e "toque". Esse sistema de controle poderá ser conectado a robôs humanoides, como o Justin.


a ceifa do Apocalipse, o joio será queimado

Ceifa do Apocalipse, o joio será queimado
Hoje em dias os filhos da escuridão procuram controlar o planeta, semeando a
mentira e criando o governo global do Anticristo. Em breve eles vão perseguir
todos os que não aceitarem o 666, mas o fim destes filhos da iniquidade sera
terrivel, Cristo deixou isso claro em Mateus 13,36

O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os
filhos do maligno;

O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros
são os anjos.

Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste
mundo.

Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que
causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.

E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.

Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos
para ouvir, ouça.


ELES FILHOS DO MALIGNO ESTÃO EM TODA PARTE PREPARANDO O GOVERNO GLOBAL,
SUFOCANDO E PERSEGUINDO OS ELEITOS DO ETERNO, MAS O TEMPO DELES SERÁ CURTO, EM
BREVE ADONAI ENVIARÁ OS ANJOS CEIFEIROS E A JUSTIÇA DIVINA CAIRÁ COMO UMA PEDRA
DE UMA TONELADA SOBRE A CABEÇA DELES.

SERA TERRIVEL.


Se junte a nós na resistencia contra o joio maligno infiltrado na igreja e na
humanidade de forma terrivel.

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sábado, 2 de julho de 2011

INVERNO FEROZ





Inverno feroz? Temperaturas caem no país, com formação de geadas e neve no Sul

28/06/2011 — eco4u




A temperatura em São José dos Ausentes (RS) chegou a -2,5ºC na manhã desta segunda-feira - Foto:Jean Schwarz/Ag. RBS/UOL Cotidiano


As temperaturas em todo o país caíram hoje (28), com geada e até neve em algumas regiões do Sul. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que estima uma terça-feira gelada em cidades do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. O governo paranaense lançou campanha para a distribuição de cobertores, agasalhos e colchões.


Na cidade de São José dos Ausentes (RS) a temperatura chegou a – 2 graus Celsius (ºC), levando a prefeitura a suspender temporariamente as aulas para poupar os estudantes. A medida foi tomada depois que alunos e professores reclamaram à prefeitura que não estavam suportando o frio dentro das salas de aula.


Em São Joaquim, Urupema e Urubici, em Santa Catarina, a temperatura mínima foi – 6ºC. Em várias dessas cidades, os turistas lotam as pousadas e hotéis à espera da neve. Na cidade de São José dos Ausentes, a prefeitura postou imagens de invernos passados nas quais a neve aparece em quase todas.


No Sudeste, a previsão também é de temperaturas negativas na Serra da Mantiqueira, em São Paulo e no sul de Minas Gerais, com mínima de até -3ºC. Na região serrana do Rio de Janeiro, como Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, a temperatura pode chegar a 8ºC.


No Paraná, o governo do estado e algumas prefeituras promovem uma campanha de arrecadação de colchões, cobertores e roupas para ajudar os municípios de Capitão Leônidas Marques, Cantagalo e Capanema, onde uma chuva de granizo, na madrugada no último dia 26, deixou dois feridos e mais de 1,5 mil casas danificadas.


O governador do Paraná, Beto Richa, informou, na página do governo na internet, que enviou um caminhão com 255 colchões, 600 cobertores e cerca de 8 mil peças de roupas para atender às vítimas da chuva. “Não podemos ficar de braços cruzados numa hora tão crítica como esta, em que as pessoas tiveram suas casas, móveis e roupas danificados”, disse.


Fonte: Agência Brasil

QUEM É O ANTICRISTO?





Brasil quer ser o responsável oficial pelo monitoramento dos deslocamentos de terra no continente

28/06/2011 — eco4u



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (28) o primeiro “Monitoramento da Variação das Coordenadas de Estações da Rede Sirgas (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas)”. O documento revela todos os deslocamentos de terra identificados entre 2003 e 2010 na América Latina e no Caribe, como movimentos de placas tectônicas, rebaixamentos e elevações de solo. Os dados foram coletados nas 130 estações que integram a Rede Sirgas, monitoradas experimentalmente pelo Brasil.


O relatório pode ser o passo decisivo para a formalização do país como centro oficial de combinação de dados sobre variações de coordenadas. O Brasil passaria a ser o responsável pelo monitoramento e pela consolidação de informações sobre alterações de solos no Continentes Americanos já a partir de agosto. Atualmente, apenas a Alemanha processa oficialmente essas informações.


As estações, que utilizam Sistemas de Navegação Global por Satélites (GNSS, na sigla em inglês), similar à tecnologia norte-americana do Sistema de Posicionamento Global (GPS, na sigla em inglês), fornecem com precisão latitudes e longitudes de pontos específicos do planeta, além da avaliação dos movimentos de placas tectônicas, que podem causar, ao longo dos anos, deslocamentos das regiões monitoradas. Com esses dados é possível definir de forma atualizada, por exemplo, a localização precisa de fronteiras e garantir mais segurança ao planejamento de obras de infraestrutura que envolvem mais de um país.


Cristina Lobianco, coordenadora de Geodésia do IBGE, explica que a precisão das coordenadas aliada ao monitoramento dos diversos pontos cobertos pelas estações permitem cálculos mais exatos no planejamento da construção de uma rodovia internacional ou de um gasoduto binacional, como o Gasoduto Brasil-Bolívia, por exemplo. “A gente podia começar a construir um gasoduto no Brasil e não encontrar o [trecho] da Bolívia por causa de um deslocamento [de terra] de centímetros”.


As estações que funcionam como GPS têm como referência comum o centro da terra. O Brasil aderiu ao GNSS em 2005, seguido por outros países do continente. Até essa adesão, cada país tinha como referência seu próprio sistema de coordenadas. “A origem era diferente, a escala era diferente, então, quando você fazia qualquer cálculo em cima de duas coordenadas, dava resultados diferentes”, lembrou a técnica ao explicar os riscos dessa falta de homogeneidade dos sistemas.


Com o Sirgas foi possível, por exemplo, identificar um deslocamento de 8 centímetros no Chile, depois do terremoto que atingiu o país no ano passado. Além desse mapeamento, o sistema ainda pode funcionar como alerta sobre possíveis desastres. “Todas as placas têm um movimento: ou estão se afastando ou se encontrando. Quando se encontram, há o perigo dos terremotos. A velocidade desse encontro, quantos milímetros ou centímetros ao ano, é que faz com que possamos ligar uma luz vermelha”, explicou a responsável pelo departamento de Geodésia do IBGE.


Fonte: Agência Brasil






Brasil quer ser o responsável oficial pelo monitoramento dos deslocamentos de terra no continente

28/06/2011 — eco4u



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (28) o primeiro “Monitoramento da Variação das Coordenadas de Estações da Rede Sirgas (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas)”. O documento revela todos os deslocamentos de terra identificados entre 2003 e 2010 na América Latina e no Caribe, como movimentos de placas tectônicas, rebaixamentos e elevações de solo. Os dados foram coletados nas 130 estações que integram a Rede Sirgas, monitoradas experimentalmente pelo Brasil.


O relatório pode ser o passo decisivo para a formalização do país como centro oficial de combinação de dados sobre variações de coordenadas. O Brasil passaria a ser o responsável pelo monitoramento e pela consolidação de informações sobre alterações de solos no Continentes Americanos já a partir de agosto. Atualmente, apenas a Alemanha processa oficialmente essas informações.


As estações, que utilizam Sistemas de Navegação Global por Satélites (GNSS, na sigla em inglês), similar à tecnologia norte-americana do Sistema de Posicionamento Global (GPS, na sigla em inglês), fornecem com precisão latitudes e longitudes de pontos específicos do planeta, além da avaliação dos movimentos de placas tectônicas, que podem causar, ao longo dos anos, deslocamentos das regiões monitoradas. Com esses dados é possível definir de forma atualizada, por exemplo, a localização precisa de fronteiras e garantir mais segurança ao planejamento de obras de infraestrutura que envolvem mais de um país.


Cristina Lobianco, coordenadora de Geodésia do IBGE, explica que a precisão das coordenadas aliada ao monitoramento dos diversos pontos cobertos pelas estações permitem cálculos mais exatos no planejamento da construção de uma rodovia internacional ou de um gasoduto binacional, como o Gasoduto Brasil-Bolívia, por exemplo. “A gente podia começar a construir um gasoduto no Brasil e não encontrar o [trecho] da Bolívia por causa de um deslocamento [de terra] de centímetros”.


As estações que funcionam como GPS têm como referência comum o centro da terra. O Brasil aderiu ao GNSS em 2005, seguido por outros países do continente. Até essa adesão, cada país tinha como referência seu próprio sistema de coordenadas. “A origem era diferente, a escala era diferente, então, quando você fazia qualquer cálculo em cima de duas coordenadas, dava resultados diferentes”, lembrou a técnica ao explicar os riscos dessa falta de homogeneidade dos sistemas.


Com o Sirgas foi possível, por exemplo, identificar um deslocamento de 8 centímetros no Chile, depois do terremoto que atingiu o país no ano passado. Além desse mapeamento, o sistema ainda pode funcionar como alerta sobre possíveis desastres. “Todas as placas têm um movimento: ou estão se afastando ou se encontrando. Quando se encontram, há o perigo dos terremotos. A velocidade desse encontro, quantos milímetros ou centímetros ao ano, é que faz com que possamos ligar uma luz vermelha”, explicou a responsável pelo departamento de Geodésia do IBGE.


Fonte: Agência Brasil






Brasil quer ser o responsável oficial pelo monitoramento dos deslocamentos de terra no continente

28/06/2011 — eco4u



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (28) o primeiro “Monitoramento da Variação das Coordenadas de Estações da Rede Sirgas (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas)”. O documento revela todos os deslocamentos de terra identificados entre 2003 e 2010 na América Latina e no Caribe, como movimentos de placas tectônicas, rebaixamentos e elevações de solo. Os dados foram coletados nas 130 estações que integram a Rede Sirgas, monitoradas experimentalmente pelo Brasil.


O relatório pode ser o passo decisivo para a formalização do país como centro oficial de combinação de dados sobre variações de coordenadas. O Brasil passaria a ser o responsável pelo monitoramento e pela consolidação de informações sobre alterações de solos no Continentes Americanos já a partir de agosto. Atualmente, apenas a Alemanha processa oficialmente essas informações.


As estações, que utilizam Sistemas de Navegação Global por Satélites (GNSS, na sigla em inglês), similar à tecnologia norte-americana do Sistema de Posicionamento Global (GPS, na sigla em inglês), fornecem com precisão latitudes e longitudes de pontos específicos do planeta, além da avaliação dos movimentos de placas tectônicas, que podem causar, ao longo dos anos, deslocamentos das regiões monitoradas. Com esses dados é possível definir de forma atualizada, por exemplo, a localização precisa de fronteiras e garantir mais segurança ao planejamento de obras de infraestrutura que envolvem mais de um país.


Cristina Lobianco, coordenadora de Geodésia do IBGE, explica que a precisão das coordenadas aliada ao monitoramento dos diversos pontos cobertos pelas estações permitem cálculos mais exatos no planejamento da construção de uma rodovia internacional ou de um gasoduto binacional, como o Gasoduto Brasil-Bolívia, por exemplo. “A gente podia começar a construir um gasoduto no Brasil e não encontrar o [trecho] da Bolívia por causa de um deslocamento [de terra] de centímetros”.


As estações que funcionam como GPS têm como referência comum o centro da terra. O Brasil aderiu ao GNSS em 2005, seguido por outros países do continente. Até essa adesão, cada país tinha como referência seu próprio sistema de coordenadas. “A origem era diferente, a escala era diferente, então, quando você fazia qualquer cálculo em cima de duas coordenadas, dava resultados diferentes”, lembrou a técnica ao explicar os riscos dessa falta de homogeneidade dos sistemas.


Com o Sirgas foi possível, por exemplo, identificar um deslocamento de 8 centímetros no Chile, depois do terremoto que atingiu o país no ano passado. Além desse mapeamento, o sistema ainda pode funcionar como alerta sobre possíveis desastres. “Todas as placas têm um movimento: ou estão se afastando ou se encontrando. Quando se encontram, há o perigo dos terremotos. A velocidade desse encontro, quantos milímetros ou centímetros ao ano, é que faz com que possamos ligar uma luz vermelha”, explicou a responsável pelo departamento de Geodésia do IBGE.


Fonte: Agência Brasil


disponível FILIPE


quem é o Anticristo


Como lider do oriente ele control as ordens ocultas que saem de lá e estão ramificadas pelo mundo.
Seu nome na lingua arabe é Dajjal e está por trás do terrorismo, controlando os choques terroristas que tem como objetivo semear o caos levando o mundo ao 666;
ele tem este poder de controlar o oriente, mas controla acima de tudo o ocidente atraves das lojas negras e do satanismo, levando o mund ao controle total.
No ocidente ele promove as guerras visando eliminar governos que não aceitam o controle total e também promove campanha na midia alienando e enganando o povo.
Ele também aposta na tecnologia visando criar o controle total, o 666.
Para os satanistas ele é o grande irmão ou grande pai, para os arabes é o Dajjal ou Opositor e para os cristãos o Anticristo, um poderoso ser oculto hoje na Siria, mas que já age visando controlar o planeta. Ele está por tras da revolta no mundo arabe hoje, a prova de que a Al Qaeda e os iluminattis trabalham juntos é a aliança deles para derrubar Kadafi na Libia.
Como escapar das garras dele?
Só através de Yeshua.
Divulgue a resistencia contra este portento terrivel.
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maior campo magnético na Alemanha

Asteróide passou em alta velocidade pela Terra
Corpo celeste não causou transtornos
2011-06-28 ciencia hoje


Trajectória do 2011 MD. (Imagem: Nasa)
Um asteróide do tamanho de um autocarro passou, ontem, em alta velocidade perto da Terra, sem causar transtornos, segundo informaram cientistas da Nasa. Com o nome 2011 MD, devido ao seu pequeno tamanho, só foi descoberto dia 22 de Junho, por astrónomos do Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), nos Estados Unidos e nessa data já se sabia que iria passar muito perto do nosso planeta, na região do Oceano Antárctico.

No momento em que mais se aproximou da superfície terrestre, a rocha espacial passou exactamente a 12.230,5 quilómetros, sobre o Atlântico Sul, segundo cálculos apresentados pela agência espacial norte-americana.
edu dallarte
O asteróide teria 18 metros de extensão e 4,5 metros de largura. Foi descoberto somente na semana passada, em observações feitas a partir de um telescópio instalado no Estado norte-americano do Novo México.

De acordo com astrónomos, outros corpos celestes de tamanho parecido se aproximam da Terra a cada seis anos em média. No início de 2011, um bastante semelhante a este último passou a 5.471,5 quilómetros da superfície terrestre, também sem causar problemas. O asteróide que mais perto passou pela Terra foi o 2011 CQ1 com uma distância de 3.405 milhas.