segunda-feira, 25 de julho de 2011

Betelgeuse ejeta material no espaço no fim da vida







No fim de sua vida, estrela Betelgeuse ejeta material no espaço


Utilizando o instrumento VISIR montado no telescópio VLT (Very Large Telescope), pesquisadores do Observatório Austral Europeu (ESO) obtiveram imagens com o maior nível de detalhamento até agora conseguido da complexa nebulosa que se desenvolve ao redor da estrela supergigante Betelgeuse. A estrutura se parece com chamas emitidas pela estrela e se forma à medida que o objeto ejeta material para o espaço.



Localizada na mesma constelação das Três Marias, Órion, Betelgeuse é um dos objetos mais brilhantes do céu noturno. Classificada como um supergigante vermelha, Betelgeuse tem tamanho semelhante a orbita de Júpiter.


Na imagem registrada pelo VLT vê-se com bastante clareza a nebulosa que envolve a estrela e que se estende por mais de 60 bilhões de quilômetros desde a superfície estelar, uma distância de 400 vezes a distância entre a Terra ao Sol.


Supergigantes vermelhas representam uma das últimas fases da vida de uma estrela de grande massa. Nesta fase a estrela aumenta de tamanho e expele as suas camadas exteriores para o espaço a uma taxa vertiginosa, que pode chegar ao equivalente a toda a massa do Sol em apenas 10 mil anos.



Ejeção
O processo pelo qual o material é ejetado envolve dois fenômenos diferentes. O primeiro corresponde à formação de enormes plumas de gás, menores que as mostradas na imagem, que se estendem no espaço a partir da superfície da estrela. Plumas desse tipo foram previamente detectadas pelo instrumento NACO (Nasmyth Adaptive Optics System), também montado no VLT. O outro, que é o motor da ejeção das plumas, é o movimento vertical vigoroso de bolhas gigantes presentes na atmosfera da estrela - semelhante àquela observada na água que ferve em uma panela.


No caso de Betelgeuse, não é possível ver no espectro visível a nebulosa formada, já que a estrela é tão brilhante que a ofusca completamente. Para estudá-la os astrônomos utilizaram o instrumento VSIR, que registrou a cena no comprimento de onda do infravermelho.


O resultado mostra que as plumas observadas próximas à estrela estão provavelmente ligadas a estruturas na nebulosa exterior. Sua forma assimétrica e irregular indica que a estrela não ejetou material de forma simétrica. De acordo com os pesquisadores, as bolhas de material estelar e as plumas gigantes que estas bolhas criam podem ser responsáveis pelo aspecto nodoso da nebulosa.


O material visto na imagem é muito provavelmente composto de poeira de silicato e alumina. É o mesmo material que forma a maior parte da crosta da Terra e de outros planetas rochosos. Em determinada altura do passado distante, os silicatos da Terra foram formados por uma estrela extinta de grande massa semelhante à Betelgeuse.



Imagem
A imagem mostrada é um mosaico composto por dados de dois instrumentos. As observações anteriores das plumas obtidas com o instrumento NACO aparecem no disco central. O pequeno círculo vermelho no centro tem um diâmetro de cerca de quatro vezes e meia a órbita da Terra e representa a posição da superfície visível da Betelgeuse.


O disco negro corresponde à parte extremamente brilhante da imagem que teve que ser tapada para que a nebulosa mais tênue pudesse ser observada. As imagens VISIR foram obtidas através de filtros infravermelhos sensíveis a diferentes comprimentos de onda. Nela, o azul correspondente aos comprimentos de onda menores enquanto o vermelho aos maiores. O tamanho total do campo de visão é 5.63 X 5.63 segundos de arco.



Foto: Estrela supergigante vermelha Betelgeuse e nebulosa formada por material ejetado pela estrela, que se encontra na fase final de sua existência. Crédito: ESO/Apolo11.com.



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18 abr 2011
Cientistas confirmam: estrela de Orion está diminuindo

Orion é uma constelação que as pessoas aprendem a reconhecer desde pequeno. Formada pelas "Três-Marias" cercadas por quatro estrelas de grande brilho, a constelação apresenta um desenho simétrico belo e harmonioso, mas alguma coisa bastante estranha está acontecendo ali e uma das estrelas mais conhecidas está simplesmente diminuindo de tamanho.



Apesar de estar a 500 anos-luz de distância, Betelgeuse é uma das estrelas mais brilhantes do firmamento. Classificada como gigante vermelha, a estrela é 900 vezes maior que o Sol e se fosse colocada dentro Sistema Solar cobriria toda a região entre a Terra e o planeta Saturno.


No entanto, um estudo recente feito por cientistas da Universidade de Berkeley, nos EUA, mostrou que Betelgeuse está diminuindo de diâmetro e nos últimos 15 anos encolheu 15% seu tamanho. O estudo foi realizado com auxílio de um interferômetro em infravermelho acoplado ao telescópio de Monte Wilson, na Califórnia, e aceito para publicação no periódico científico The Astrophysical Journal Letters.


De acordo com Charles Townes, co-autor do trabalho, o raio de Betelgeuse encolheu o equivalente à distância entre Vênus e o Sol. "Vamos observar atentamente a estrela nos próximos anos. É perturbador ver essa mudança acontecendo diante de nossos olhos".


Apenas para lembrar, Charles Townes ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1964 pelos estudos no desenvolvimento do laser e maser, o equivalente do laser no espectro das microondas.


Vale ressaltar que apesar do encolhimento, a magnitude luminosa da estrela não se alterou, não sendo detectada redução de brilho significativa. Do ponto de vista observacional a estrela se apresenta como uma esfera simétrica, mesmo após Townes e seu aluno Ken Tatebe terem detectado um ponto de luz bastante brilhante na superfície estelar.


Outro co-autor do trabalho, o pesquisador Edward Wishnow também disse não entender porque Betelgeuse está diminuindo. "Levando em conta tudo que sabemos sobre o Universo e as galáxias, existem algumas coisas sobre as estrelas que simplesmente não sabemos. Uma dessas coisas é sobre o que ocorre quando estrelas gigantes vermelhas como Betelgeuse se aproximam do fim da vida", disse o cientista.



Supernova
O cientistas sabem que o fim de Betelgeuse será na forma de uma cataclísmica explosão chamada supernova, mas não existe consenso sobre quando isso irá ocorrer. Alguns afirmam que as mudanças sejam um sinal de que Betelgeuse já esgotou todo seu hidrogênio e está na fase de consumir os elementos mais pesados de interior, caminhando para a explosão supernova dentro de mil anos. Outros acreditam que Betelgeuse deverá sobreviver mais tempo.


Uma supernova é um dos eventos astronômicos de maior magnitude. Quando Betelgeuse explodir seu brilho será 10 mil vezes maior e equivalerá a um pequeno ponto com o brilho da Lua cheia. O fulgor deverá durar alguns meses e poderá ser visto facilmente durante o dia. Em seguida a estrela irá se apagar gradualmente, se transformando em uma estrela de nêutrons com poucas centenas de quilômetros.


Quando isso acontecer, a bela constelação de Orion ficará desfalcada de um de seus vértices, tornando as noites de verão e outono ligeiramente diferentes das que estamos acostumados. Quem viver, verá!



Foto: No topo, carta celeste mostra a constelação de Orion, com as Três-Marias ao centro e Betelgeuse em um dos vértices. No destaque a gigante vermelha, como vista pelo telescópio espacial Hubble em novembro de 2004. Créditos: Apolo11.com/Nasa/Hubble Space Telescope.



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Betelgeuse










Outras denominações
Alpha Orionis, 58 Ori, HR 2061, BD+7°1055, HD 39801, SAO 113271, FK5 224, HIP 27989


Betelgeuse
Orion constellation map.png


Alpha Orionis (α Orionis) conhecida como Betelgeuse é uma estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª estrela mais brilhante no firmamento. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion. Apesar de ter a designação α ("alpha") na Classificação de Bayer, ela não é mais brilhante que Rigel (β Orionis).

Betelgeuse é na verdade mais brilhante do que Rigel no comprimento de onda infravermelho, mas não nos comprimentos de onda visíveis.


Características

Betelgeuse é uma estrela Supergigante vermelha, e uma das maiores estrelas conhecidas, sendo de grande interesse para a astronomia. O diâmetro angular de Betelgeuse foi medido pela primeira vez em 1920-1921 por Michelson e Pease, sendo uma das cinco primeiras a serem medidas usando um interferómetro no telescópio de 100 polegadas do Monte Wilson. O seu diâmetro varia entre 500 e 900 vezes o do Sol. No diâmetro máximo, a estrela seria maior que a órbita de Saturno se colocada no lugar do Sol. Apesar de ser apenas 14 vezes mais massiva que o Sol, é cerca de algumas centenas de milhões de vezes maior em volume, como uma bola de futebol comparada a um grande estádio de futebol. A sua proximidade à Terra e o seu enorme tamanho fazem dela a estrela com o terceiro maior diâmetro angular vista da Terra [1], menor apenas que o Sol e R Doradus. É uma das 12 estrelas em que os telescópios atuais podem visualizar o seu disco real.



Supernova

Os astrónomos prevêem que Betelgeuse pode passar por uma explosão supernova tipo II. No entanto, as opiniões estão divididas quanto ao momento em que isto deve ocorrer. Alguns sugerem que a variabilidade actual como um sinal de que já está na fase de queima de carbono do seu ciclo de vida, e deve sofrer uma explosão supernova aproximadamente nos próximos mil anos. Cépticos discordam com esse ponto de vista e afirmam que a estrela deve sobreviver muito mais tempo.

Há consenso de que tal supernova seria um evento astronómico espectacular, mas não seria uma ameaça para a vida na Terra, dada a enorme distância a que se encontra. Mas a estrela vai tornar-se pelo menos 10000 vezes mais brilhante, o que significa um brilho equivalente ao de uma Lua crescente. Entretanto alguns crêem que ela pode chegar ao brilho de uma Lua cheia (mv = -12.5). Esse fenómeno deve durar por alguns meses, parecendo uma pequena Lua cheia com a cor de uma lâmpada incandescente à noite e facilmente visível durante o dia. Após esse período a estrela vai apagar-se gradualmente até que após alguns meses ou anos desapareça complectamente e Orion perca o ombro.




Etimologia de "Betelgeuse"

O nome é uma contração do árabe يد الجوزا yad al-jawzā, ou "a mão do (guerreiro, homem) do centro". Jauza, o do centro, inicialmente se referia a Gemini entre os Árabes, mas em algum ponto eles decidiram se referir à Orion por este nome.
Durante a Idade Média o primeiro caracter do nome , y (ï»´, com dois ponto sob ele), foi erroneamente traduzido para o Latim como um b (ﺒ, com um ponto apenas), e Yad al-Jauza tornou-se Bedalgeuze. Então, durante o Renascimento, alguém tentou derivar o nome árabe deste nome corrompido, e decidiu que ele foi escrito originalmente como Bait al-Jauza. Esta pessoa imaginativa então declarou que Bait seria "braço" em Árabe, para surpresa dos árabes em todo o mundo. O linguista sem nome da Renascença então "corrigiu" a grafia para Betelgeuse, e o termo moderno nasceu. Para que Betelgeuse tivesse o sentido do "braço do centro", o original deveria ser ابط IbÅ£ (al-Jauza).

Outros nomes :

Al Dhira (o braço)
Al Mankib (o Ombro)
Al Yad al Yamma (a Mão direita)
Ardra (Hindi)
Bahu (sânscrito)
Bed Elgueze
Beit Algueze
Besn (Persa) (o braço)
Beteigeuze
Beteiguex
Betelgeuze(Bet El-geuze),
Betelgeza (Esloveno)
Betelguex
Ied Algeuze (A mão de Orion)
Yedelgeuse
平家星 Heikeboshi (Japan)(Bintang klan Heike)[1][2],

Referências na ficção

Na ficção científica, Ford Prefect, um personagem do Hitchhiker's Guide to the Galaxy, vem de um mundo "na vizinhança de Betelgeuse".

Betelgeuse é também o nome do personagem principal do filme comédia/fantasia de 1988, Beetlejuice.



Referências




  1. ↑ "en:Daijirin" p.2327 ISBN:4385139024

  2. ↑ en:Hōei Nojiri"Shin seiza jyunrei"p.19 ISBN: 9784122041288
Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Betelgeuse


Links externos



Cada imagem foi tirada através de um filtro de cor diferente. Da esquerda para a direita, as imagens mostram como Betelgeuse aparece em vermelho (comprimento de onda de 700 nanômetros), muito perto do infravermelho (905 nm), e luz infravermelha próxima (1290 nm). Para mostrar isso, temos tons coloridos das imagens diferentes de laranja e vermelho.

















700 nm

905 nm

1290 nm

[700nm image]

[905nm image]

[1290nm image]

15 Nov 97

21 Nov 97

11 Nov 97

As imagens são muito diferentes umas das outras. Três características brilhantes ("hotspots") são visíveis na superfície da Betelgeuse a 700 nm, mas apenas uma característica é perceptível em 905 nm, e em 1290 nm a estrela apresenta um disco de traços característicos. O disco também é menor em 1290 nm do que em 905 nm, e sua intensidade cai mais acentuadamente para a borda.



BRILHO NA ATMOSFERA ANUNCIA TSUNAMI

Pesquisadores descobriram que pode ser possível detectar mais rapidamente um tsunami olhando para o ar do que para a água.
EDU DALLARTE

Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/07/2011


Tsunami pode ser detectado por brilho na ionosfera

A linha vermelha representa a localização do tsunami ao nível do oceano no momento em que a imagem foi feita.[Imagem: Jonathan Makela]


Luminescência na ionosfera


Uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo um cientista brasileiro, descobriu que pode ser possível detectar mais rapidamente um tsunami olhando para o ar do que para a água.


O grupo descobriu que a formação do tsunami gera uma "assinatura" característica na forma de uma leve luminescência, uma espécie de brilho, nas camadas mais altas da atmosfera.


A luminescência precede o tsunami em cerca de uma hora, sugerindo que a tecnologia poderá ser usada como um sistema de alerta complementar para a população.


Os pesquisadores usaram uma câmera especial em Maui, no Havaí, para captar a assinatura gerada pelo terremoto de 11 de Março, que gerou um tsunami que devastou grandes áreas de Japão.


A luminescência foi detectada a 250 quilômetros de altitude.


Ondas de grande amplitude


Tsunamis podem gerar ondas de amplitudes significativas na atmosfera superior - neste caso, gerando o brilho na camada de ar.


Conforme um tsunami se move através do oceano, ele produz ondas de gravidade atmosféricas, forçadas pelas ondulações na superfície do oceano, mesmo que estas tenham poucos centímetros de altura.


As ondas podem alcançar vários quilômetros de altitude, onde a atmosfera neutra coexiste com o plasma na ionosfera, causando perturbações que geram o brilho.


Os cientistas verificaram que as propriedades das ondas na alta atmosfera coincidiam com as medições do tsunami ao nível do mar, confirmando que o brilho foi originado pela onda gigante.


Céu claro e sorte


A observação confirma uma teoria desenvolvida na década de 1970, que propõe que a assinatura de tsunamis pode ser observada na atmosfera superior, especificamente na ionosfera. Mas, até agora, a teoria só havia sido demonstrada usando sinais de rádio transmitidos por satélites.


"Gerar uma imagem dessa resposta usando a luminescência é muito mais difícil porque a janela de oportunidade para fazer as observações é muito estreita," explica Jonathan Makela, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos Estados Unidos. "Nossa câmera estava no lugar certo, na hora certa."


Na noite do tsunami, as condições acima do Havaí estavam ótimas para permitir o registro da luminescência: eram quase 02:00 horas da madrugada, sem a lua e sem nuvens obstruindo a visão do céu noturno.


De cima para baixo


O grande inconveniente de usar o brilho da ionosfera como um sistema de alerta de tsunamis é que ele somente seria eficaz em noites de céu muito claro.


Os cientistas afirmam que a alternativa é colocar uma câmera especial a bordo de um satélite geoestacionário, que poderia monitorar continuamente grandes regiões oceânicas.


O estudo contou com a participação do pesquisador Alan Kherani, do Instituto Nacional de Pesquisais Espaciais (INPE).

Bibliografia:

Imaging and modeling the ionospheric airglow response over Hawaii to the tsunami generated by the Tohoku earthquake of 11 March 2011
J. J. Makela, P. Lognonné, H. Hébert, T. Gehrels, L. Rolland, S. Allgeyer, A. Kherani, G. Occhipinti, E. Astafyeva, P. Coïsson, A. Loevenbruck, E. Clévédé, M. C. Kelley, J. Lamouroux
Geophysical Research Letters
Vol.: 38, L00G02
DOI: 10.1029/2011GL047860

o segredo dos buracos negros

Com informações do ESO -


Buracos negros são dependem de colisões de galáxias para se tornarem ativosEDU DALLARYE

O campo COSMOS, com os "alvos" mostrando o grande número de galáxias de brilho muito fraco.[Imagem: CFHT/IAP/Terapix/CNRS/ESO]


Buracos negros ativos e inativos


Um novo estudo, que combina dados do Telescópio VLT, do Observatório Europeu do Sul (ESO) e do observatório espacial de raios X XMM-Newton da Agência Espacial Europeia (ESA), fez uma descoberta surpreendente.


A maior parte dos buracos negros gigantes que se encontram no centro das galáxias desde os últimos 11 bilhões de anos não se tornaram ativos devido a fusões de galáxias, como se pensava até agora.


No coração da maior parte das grandes galáxias (ou até mesmo em todas) existe um buraco negro de massa extremamente elevada, com uma massa de milhões de vezes, ou até bilhões de vezes, a massa do Sol.


Em muitas galáxias, incluindo a nossa própria Via Láctea, o buraco negro central não se encontra em atividade.


Mas em algumas galáxias, particularmente no início da história do Universo, o monstro central alimenta-se de material que emite imensa radiação à medida que cai no buraco negro - as galáxias ativas mais brilhantes eram mais comuns no Universo cerca de três a quatro bilhões de anos depois do Big Bang, enquanto os objetos menos brilhantes aparecem mais tarde, cerca de oito bilhões de anos depois do Big Bang.


Ignição do ponto buraco negro


Um dos mistérios por resolver está em descobrir de onde vem o material que ativa um buraco negro adormecido, originando violentas explosões no centro da galáxia, tornando-o assim num núcleo ativo de galáxia.


Até agora, os astrônomos pensavam que a maioria destes núcleos ativos se "acendiam" quando se dava a fusão de duas galáxias ou quando duas galáxias passavam muito perto uma da outra e o material perturbado se tornava o combustível do buraco negro central.


No entanto, novos resultados indicam que esta ideia pode estar errada no caso de muitas galáxias ativas.


Viola Allevato, do Instituto Max-Planck, na Alemanha, juntamente com uma equipe internacional de cientistas da colaboração COSMOS observaram detalhadamente mais de 600 galáxias ativas numa região do céu extensivamente estudada, o chamado campo COSMOS.


O campo COSMOS é uma área com cerca de dez vezes o tamanho da Lua Cheia, na constelação do Sextante. Foi mapeada por uma série de telescópios em diferentes comprimentos de onda, de modo que muitos estudos e investigações possam se beneficiar desta imensidão de dados.


Buracos negros não dependem de colisões de galáxias para se tornarem ativos

Algumas das galáxias estudadas, incluindo galáxias com núcleos ativos (AGN) e galáxias com núcleos inativos. [Imagem: NASA/ESA/M. Cisternas]

Núcleos ativos de galáxias


Tal como se esperava, os astrônomos descobriram que os núcleos ativos extremamente brilhantes são raros, enquanto a maior parte das galáxias ativas nos 11 bilhões de anos anteriores são apenas moderadamente brilhantes.


No entanto, os cientistas tiveram uma enorme surpresa: os novos dados mostram que a maioria das galáxias ativas mais comuns, as menos brilhantes, não se tornaram ativas devido à fusão de galáxias.


A presença de núcleos ativos de galáxias revela-se através dos raios X emitidos pela região que circunda o buraco negro. O telescópio espacial XMM-Newton observou esta radiação e as galáxias foram a seguir observadas pelo VLT, no Chile, que mediu as distâncias até estes objetos.


Quando se combinam os dois tipos de observações é possível fazer um mapa tridimensional que nos mostra onde se encontram as galáxias ativas.


"Demoramos mais de cinco anos, mas conseguimos obter um dos maiores e mais completos catálogos de galáxias ativas no céu em raios X," diz Marcella Brusa, uma das autoras do estudo.


Os astrônomos utilizaram este novo mapa para determinar a distribuição das galáxias ativas e compararam estes resultados às predições feitas pela teoria. Determinaram também como é que esta distribuição varia à medida que o Universo envelhece - desde há aproximadamente 11 bilhões de anos até aos nossos dias.


Fundindo a teoria da fusão


A equipe descobriu que os núcleos ativos são encontrados majoritariamente em galáxias de massa muito elevada, que contêm muita matéria escura.


A matéria escura é uma substância misteriosa que forma uma componente invisível na maior parte, senão mesmo todas, as galáxias (ativas ou não) - incluindo a nossa própria Via Láctea. Os autores estimaram a quantidade de matéria escura em cada galáxia - valor que indica a sua massa total - a partir da distribuição de galáxias no novo estudo.


Este fato revelou-se surpreendente e nada consistente com as previsões feitas pela teoria - se a maior parte dos núcleos ativos fossem uma consequência de fusões e colisões entre galáxias seria de esperar que fossem encontrados em galáxias com massa moderada (cerca de um trilhão de vezes a massa do Sol).


A equipe descobriu que a maior parte dos núcleos ativos se encontra em galáxias com massas cerca de 20 vezes maiores do que o valor previsto pela teoria da fusão.


"Estes novos resultados abrem-nos uma nova janela sobre como é que os buracos negros de massa extremamente elevada iniciam as suas 'refeições'," diz Viola Allevato, autora principal do artigo que descreve este trabalho.


"Estes resultados indicam que os buracos negros são normalmente alimentados por processos gerados no interior da própria galáxia, tais como instabilidades do disco e formação estelar violenta, em oposição a colisões de galáxias," explica Allevato.


Alexis Finoguenov, que supervisou o trabalho, conclui: "Mesmo no passado distante, até cerca de 11 bilhões de anos atrás, as colisões de galáxias apenas justificam uma pequena percentagem das galáxias ativas moderadamente brilhantes. Nessa altura as galáxias estavam todas mais próximas umas das outras e portanto era de se esperar que a fusão fosse mais frequente do que no passado mais recente. Por isso mesmo os novos resultados são ainda mais surpreendentes."

Bibliografia:

The XMM-Newton wide field survey in the cosmos field: redshift evolution of agn bias and subdominant role of mergers in triggering moderate luminosity agn at redshift up to 2.2
V. Allevato, A. Finoguenov, N. Cappelluti, T. Miyaji, G. Hasinger, M. Salvato, M. Brusa, R. Gilli, G. Zamorani, F. Shankar, J. B. James, H. J. McCracken, A. Bongiorno, A. Merloni, J. A. Peacock, J. Silverman, A. Comastri
Astrophysical Journal
July 2011
Vol.: Accepted for publication
http://arxiv.org/abs/1105.0520v1

O novo milagre da medicina







O novo sistema de eletricidade wireless corta o cordão umbilical elétrico e dá ao paciente a liberdade para andar pela casa, tomar banho ou mesmo sair de casa, o que não é possível hoje.



Redação do Site Inovação Tecnológica - 18/07/2011



Eletricidade sem fios alimenta implantes cardíacos


A configuração de teste usa uma grande bobina de transmissão, à direita, conectada à energia do prédio. À esquerda fica a bobina de recepção. A pequena bobina próxima está conectada à bomba cardíaca, que está trabalhando com o fluido da jarra.[Imagem: University of Washington]




Bombas cardíacas



Os sistemas de assistência ventricular, ou bombas cardíacas, são bombas eletromecânicas desenvolvidas para dar um reforço temporário ao coração de pacientes que estão esperando por um transplante.



Ocorre que a tecnologia desenvolveu-se mais rapidamente do que o andar da fila de transplantes, o que fez com que esses assistentes ventriculares passassem a ficar cada vez mais no corpo dos pacientes, por vezes sendo usados continuamente por vários anos.



O problema é que eles precisam de um fio elétrico para alimentá-los. O fio, que sai pelo umbigo, é uma fonte séria de infecções - cerca de 40% dos pacientes sofrem de infecção, já tendo sido computados casos fatais.



Eletricidade sem fios



Por isso, pesquisadores das universidades de Washington e Pittsburgh, nos Estados Unidos, estão utilizando o conceito de transmissão sem fios de energia elétrica para alimentar esses dispositivos, eliminando a necessidade da fiação e do "cordão umbilical" elétrico.



O conceito é diferente dos nanogeradores para alimentação wireless, que prevê a geração no próprio implante, mas tem a vantagem de poder ser implantada mais rapidamente.



Joshua Smith e seus colegas construíram uma variação da chamada energia indutiva, na qual uma bobina transmissora emite ondas eletromagnéticas de uma determinada frequência, e uma bobina receptora capta essa energia e a utiliza para carregar uma bateria ou alimentar diretamente um aparelho.



Nesse novo sistema de transmissão de energia - que também é indutivo - o equipamento ajusta a frequência e potência conforme varia a distância e a orientação entre as bobinas transmissora e receptora.



Segundo os pesquisadores, isso permite a transmissão sem fios de eletricidade por distâncias maiores do que o que havia sido demonstrado de forma prática até agora.



"A intuição da maioria das pessoas sobre a transmissão de energia wireless é que se dispõe de menor potência quando o receptor se afasta do transmissor," explica Smith. "Mas, com esta nova técnica, há um regime no qual a eficiência de fato não se altera com a distância.



Recarregamento de implantes médicos



Na verdade, a potência permanece constante ao longo de uma distância equivalente ao diâmetro da bobina - uma bobina de 5 centímetros de diâmetro, por exemplo, mantém a potência em uma faixa de 5 centímetros, enquanto uma bobina de 30 centímetros garante a potência em uma área de 30 centímetros.



Parece não ser muito, é mais do que suficiente para passar pela pele e pelo corpo humano e alimentar o implante médico.



Como a faixa de alcance é pequena, a ideia dos pesquisadores é usar o sistema de energia wireless para recarregar uma bateria no interior do implante.



A bateria garante energia para o aparelho durante duas horas, o que dá ao paciente a liberdade para andar pela casa, tomar banho ou mesmo liberdade para pequenas saídas de casa, o que não é possível hoje.



Transmissores acoplados à cama do paciente poderão permitir que ele durma sem qualquer preocupação com seu implante.



O sistema está em fase de avaliação e, agora, será testado em animais.


Elenin é controlado por uma inteligencia?


O Elenin é controlado por uma inteligência?


EDU DALLARTE




Diretamente do Projeto Camelot: a “Conferência de Elenin” ofereceu uma série de descobertas importantes com relação ao cometa Elenin, sendo a mais importante delas a sua artificialidade, os efeitos de campo de torção que ele exerce, e até a possibilidade de ser algum tipo de nave.


O cometa Elenin pode ser uma espaçonave inteligente, de acordo com uma série de palestrantes em uma conferencia que ocorreu recentemente, apresentada online no famosíssimo site Project Camelot. Inúmeros entrevistados concordaram que o Elenin estará na máxima proximidade, passando entre o sol e a Terra em um momento de mudanças planetárias e sociais extraordinárias que coincidem como fim do calendário maia.

Uma série de indivíduos que fizeram revelações nesse sentido foi citado, dando suporte à teoria segundo a qual Elenin poderia ser um objeto guiado artificialmente que poderia ser responsável por mudanças planetárias em larga escala por todo o sistema solar.


A conferência trouxe grandes inovações no sentido de revelar alguns dos mistérios que cercam o Elenin, com pareceres e testemunhos contundentes de indivíduos que trazem a publico o aspecto artificial do objeto e sua orbita incomum. Em uma omissão surpreendente, os organizadores da conferencia não apresentam literatura cientifica com detalhes do impacto sísmico que o Elenin pode causar na Terra. Ao combinar a interpretação ainda que superficial dos dados científicos e as palestras da conferência, nós chegamos a uma conclusão extraordinária: o cometa Elenin está causado perturbação gravitacional poderosa, algo como uma tecnologia indicativa de uma nave interestelar que se move em direção a Terra.


A Conferência Elenin foi organizada por Kerry Cassidy e apresentou palestrantes que discutiam informação cientifica sobre o cometa. Richard Hoagland, Dr.Joseph Farrel, Keith Hunter, Dr.Carl Johan Calleman e Andy Lloyd participaram do evento. Hoagland abriu o evento com uma apresentação sucinta da importância da orbita do Elenin, e porque esta sugere um objeto artificial sob controle inteligente. (uma nave antiga) ou um corpo natural (cometa) deliberadamente mantido em orbita artificial. Ele enfatizou o periélio do Elenin (ponto mais próximo do sol) em 11 se setembro de 2011 como sendo evidencia de uma criação inteligente que chama nossa atenção para as profundas mudanças geopolíticas que ocorreram exatos dez anos antes.


Hoagland também apontou para o fato que na hora que o Elenin passar pela Terra na maior proximidade, o asteróide 2005YU55 estará passando a apenas 200.000 milhas da Terra, em 9 de novembro. Como que “coincidentemente”, o FEMA (Federal Emergency Management Agency, ou Agência Federal de Gerenciamento de Emergências dos Estados Unidos) determinou o teste de segurança doméstica da FEMA, onde rádios e televisões deverão dedicar tempo a um exercício de segurança. Seria uma coincidência que os lideres de segurança nacional americana saibam de algo de grande importância para acontecer nesta data?


O próximo palestrante foi Keith Hunter que declarou que os corpos celestes irradiam sinais harmônicos que podem influenciar orbitas e atividades sísmicas por aqui. Hunter declarou que o Elenin é um corpo de pequena massa que poderia fazer algo incomum se capturado por “configurações harmônicas poderosas.” A contribuição mais significativa de Hunter foi a relação entre as “configurações harmônicas” a nível planetário e a atividade sísmica. Infelizmente, ele não estava ciente do trabalho conduzido pelo doutor Mensur Omersbashich que reuniu estudos aprofundados do alinhamento do Elenin com outros corpos celestes coincidindo com abalos sísmicos importantes na Terra.


O doutor Omersbashich declarou que desde 2006, o cometa Elenin tem causado impacto perceptível na atividade sísmica terrestre. Os escritos do Dr. Omerbashich foram lançados em 11 de abril de 2011 e foram intitulados “Astronomical alignments as the cause of M6 +seismicity”(Alinhamentos astronômicos com causa de força sísmica de grau M6 ou mais). A idéia básica deste estudo é que, quando corpos planetários se alinham com a Terra, isto gera aumento da atividade sísmica. Ele oferece registros de grandes eventos sísmicos de magnitude superior a seis, e de que estes teriam ocorrido em momentos de alinhamento planetário.


O calendário maia, segundo o Dr. Carl Calleman, opera em nove ondas ou níveis distintos. A nona onda, que coincide com o fim do calendário maia, ocorreria em 28 de outubro de 2011. Colleman acredita que o mundo entrará em uma nova era de expansão da “consciência de unidade” neste instante. Enquanto o fim exato do calendário maia é assunto controverso, e outros autores o colocam como sendo 21 de dezembro de 2012, Coleman sustenta que outubro de 2011 seria a data de termino do calendário. Ele coloca que a data coincide com a passagem do Elenin pela órbita da Terra sugerindo que esta será muito mais significativa que se possa esperar.


Os principal organizador da conferência, Kerry Cassidy, revelou que uma série de pesquisas reveladoras mostram que o Elenin é uma nave pilotada, e que de fato é escoltada por uma frota de naves. Hoagland declara que isso já é sabido confidencialmente por outros pesquisadores. O Dr. Joseph Farrel concorda com este ponto de vista e alega que o Elenin deve ser uma nave pilotada por força inteligente ou um corpo celeste natural guiado em orbita artificial. Hoagland faz o comentário que talvez seja o mais relevante do encontro, sugerindo que o Elenin seria provavelmente um gerador de campo de torsão ativado.

Fonte

http://beforeitsnews.com/story/783/312/Is_Elenin_Intelligently_Controlled.html=

a visão dos gnósticos sobre o sistema solar


GNÓSTICOS PAGÃOS CONSIDERAM O SISTEMA SOLAR UM REFLEXO DE CONTROLE E DOMINAÇÃO ALIENÍGENA




Por: Dr. John Singh

Tradução: Kátia Brunetti / SP





EDU DALLARTE



Conhecimentos gnósticos pagãos nos manuscritos de Nag Hammadi contêm relatos de experiências visionárias de iniciados. Nele incluem encontros de primeiro grau com seres inorgânicos chamados Arcontes. Os ensinamentos gnósticos explicam que essas entidades surgiram no início da formação do Sistema Solar antes mesmo da Terra estar formada. Os Arcontes habitam o Sistema Solar o mundo extraterrestre também e podem intervir na Terra.



Curiosamente, esse ensinamento gnóstico concorda exatamente com a visão de Jacques Vallee, que afirma que ET/Ciborgues provavelmente, pertencem ao reino planetário local.



Em outras palavras, de acordo com esses conhecimentos, a Lua da Terra e os planetas desse Sistema Solar são dominados por seres manipuladores extraterrestres de baixa dimensão.



Na visão dos gnósticos, documentado por Dr. John Lash, esse Sistema Solar reflete uma arquitetura alienígena e sua visão indica que a Terra foi infiltrada por extraterrestres manipuladores que habitam esse Sistema Solar. Os gnósticos referem esses seres como Arcontes.



De acordo com esses conhecimentos gnósticos e também relatos de encontros alienígenas, esses seres são entidades inorgânicas. O testemunho de Zulu Elder Credo Mutwa reforça essa indicação.



A Lua, outros planetas e planetoides talvez não podem ser facilmente habitados por seres humanos. No entanto, a vida inorgânica pode sobreviver facilmente nesse Sistema Solar.



De fato, David Icke e outros pesquisadores se referem à Lua como um satélite gigante controlado por alienígenas que é usado para facilitar o controle arconte sobre a humanidade. De acordo com David Icke e pesquisadores, esse é o motivo pela qual a Lua não faz movimentos rotatórios, como qualquer outro planetoide em órbita, para não mostrar seu lado negro.



Relatos de fontes, como os conhecimentos gnósticos pagãos de David Icke, sugerem que o comportamento mundano destrutivo da humanidade tem sido condicionado por um mal direcionamento alienígena por meio de instituições baseadas em elite na Terra. A glorificação (e legitimação) de guerras na Terra, portanto, refletem a operação de uma ideologia alienígena que inspira apoiar uma agenda alienígena de divisão, conquista e dominação.



As implicações dos conhecimentos gnósticos inspiram reavaliação de como os humanos estão sendo. Michael Cremo sugere que ambos Criacionismo e Teoria da Evolução Humana são direcionamentos mal gerenciados e sugere também que os humanos foram pela mesma arquitetura alienígena parasita que, segundo relatos, controla esse Sistema Solar.



Dr. Michael Salla e Alex Collier, suposto contato de seres extraterrestres éticos, sugerem que a biosfera da Terra foi capturada em um Sistema Solar criado artificialmente e é regida por Demiurgo, o deus-demônio o qual os Arcontes idolatram também sugerem que os humanos mundanos tem sido corrompidos por muitos bilhões de outros humanos que residem em um universo paralelo orgânico.



Na visão descrita dos Gnósticos, esse Sistema Solar é uma realidade virtual sofisticada, uma cópia de onde os humanos teriam sido originados, antes de serem aprisionados em um sistema solar controlado por alienígenas, onde a Terra tem em sua órbita uma Lua alienígena.





Tradução: Kátia Brunetti


Fonte em inglês: http://www.agoracosmopolitan.com/news/ufo_extraterrestrials/2011/07/11/78.html

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=WBo24sIPCOM

domingo, 17 de julho de 2011

ufo são reais

Paul Hellyer: 'UFOs são reais e militares têm armas para utilizar contra ETS'


fonte


amigoacarlosufoxplanetaterra.blogspot.com


edu dallarte



Governo sombrio estaria por trás desta atividade









Paul Hellyer e A. J. Gevaerd, no International UFO Congress (IUFOC) 2011
Paul Hellyer [Entrevistado da ediçõ UFO 123], ex-ministro de Defesa do Canadá, disse que provavelmente seria demitido por causa de suas opiniões se ainda fosse ministro, mas está convencido de que ele mesmo viu UFOs, conforme relatos no Daily Mail e AOL News. Segundo Hellyer, "a realidade é que eles (os alienígenas) vêm visitando a Terra por décadas, provavelmente milênios, e contribuíram consideravelmente para o nosso conhecimento".
Ainda discorreu que os UFOs não são o maior segredo do mundo, e que o maior segredo, conforme ele, é como um "punhado de banqueiros" enganarem os políticos por todo o último século para assumir o controle das moedas do mundo, criando um monopólio sobre a impressão de dinheiro. Ele acrescentou que os banqueiros são "muito inteligentes" ao financiar os políticos e agora controlam todo o processo político.
Hellyer apresentou sua opinião sobre UFOs na semana passada, no International UFO Congress (IUFOC), em Scottsdale, Arizona, e disse que está convencido de
sua existência. "Os UFOs são reais e militares dos EUA têm armas para usar contra os extraterrestres", salientou. Igualmente, que "os alienígenas podem nos ajudar a aprender sobre as mudanças climáticas". Também confirmou que UFOs inadvertidamente já causaram acidentes de aviões militares. As falhas foram provocadas quando os jatos se aproximaram muito das naves extraterrestres e os campos de energia que as impulsionam fizeram com que as aeronaves militares falhassem. Ele também disse que alguns alienígenas estão ajudando os EUA a desenvolver armas.
Confiáveis fontes políticas e científicas com quem Hellyer tem conversado sugeriram que os Estados Unidos desenvolveram novas formas de energia em instalações ultra-secretas, utilizando tecnologia supostamente extraterrestre, segundo o colunista da AOL Lee Speigel. Em seu livro Light at the End of the Tunnel: A Survival Plan for the Human Species [Luz no Fim do Túnel: Um Plano de Sobrevivência para a Espécie Humana, AuthorHouse, 2010], Hellyer afirma que um "governo das sombras" americano está por trás desta atividade.
Hellyer é membro de um órgão que presta consultoria para da Rainha da Inglaterra, é um ativista ambiental e tem em seu currículo ter promovido a integração das forças armadas do Canadá. Mas além de tudo isso, o ex-ministro da Defesa canadense disse que extraterrestres visitam a Terra e o governo dos EUA está encobrindo informações sobre eles.
Ao longo de sua vida, foi contra o armamento do espaço. Ele apóia o Tratado de Preservação do Espaço que proíbe armas. No início de setembro de 2005, apareceu nas manchetes por anunciar publicamente que acredita em UFOs. Em 25 de setembro de 2005, ele era um orador convidado numa conferência de exopolítica em Toronto, onde disse à platéia que tinha visto um UFO uma noite com sua falecida esposa e alguns amigos. Informou que, apesar de não ter levado muito a sério a experiência na época, manteve a mente aberta para o assunto. Começou a levar a questão muito mais a sério depois de assistir o especial sobre UFOs de Peter Jennings na ABC em fevereiro de 2005.
Em 2010, Hellyer acusou Stephen Hawking de espalhar informações falsas sobre as ameaças de extraterrestres. Hawking alertou a humanidade contra o contato com alienígenas. Segundo Hawking, se os seres humanos tentarem contactar estrangeiros, eles poderão nos invadir e tirar nossos recursos mais importantes. Hawking também havia dito que, embora a maioria de vida extraterrestre possa ser apenas na forma de pequenos animais, poderia também existir seres "nômades, buscando conquistar e colonizar" outros planetas. Hellyer disse à imprensa canadense que "A realidade é que extreterrestres visitam a Terra há tempos, provavelmente milênios e contribuíram consideravelmente para o nosso conhecimento". Culpando Hawking por assustar a humanidade sobre os alienígenas, Hellyer disse: "Ele (Hawking) entrou em um discurso bastante assustador que eu não esperava vir de alguém em sua posição."
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Fonte: UFO