segunda-feira, 19 de setembro de 2011

a loucura da guerra


edu dallarte



Um soldado mata sua mulher e se mata. Outro veterano de guerra se enforca, desesperado. Um terceiro coloca uma arma na cabeça e puxa o gatilho em um posto de gasolina durante confronto com homens da lei no Texas.
Suicídios cometidos por veteranos como os descritos acima poderiam ter deixado suas comunidades chocadas. Mas não é o que ocorre atualmente, já que as tropas e as famílias encaram esses eventos como "normais" para o Exército americano que já passa uma década em guerra.
Melissa Dixon percebe o estresse nas tatuagens que desenha nos soldados que retornam dos combates.
"Alguns deles têm problemas com suas mulheres e seus entes queridos, e ficam brigando, e outros têm amigos que cometeram suicídio", disse.
Não há lugar como Fort Hood no Exército. A base militar que enviou duas divisões de soldados ao Iraque três vezes desde a invasão, e registrou mais suicídios desde 2003 que qualquer outro - 107.
Soldados de grandes bases como Fort Hood, que tiveram papel importante na mobilização de militares, sofrem mais riscos de suicídios. A base de Killeen, a nordeste da capital do Texas, Austin, registrou um recorde no Exército no ano passado, com 22 suicídios.
Em outros lugares, como na cidade de Fort Bragg, Carolina do Norte, que abriga a 82ª Divisão Airborne, houve 77 suicídios de soldados desde 2003.
Em Fort Campbell, Kentucky, que abriga a 101ª Divisão Airborne, 75 soldados morreram pelas próprias mãos nos últimos oito anos.
Mas o problema é generalizado. No ano passado, um recorde de 300 soldados em atividade, da reserva ou da Guarda Nacional, se mataram.
Os números parecem ter caído levemente em 2011, mas 32 soldados em atividade se mataram em julho, o índice mais alto desde que o Exército começou a registrar o fenômeno, em janeiro de 2009.
O número dois na hierarquia do Exército, general Peter Chiarelli, expressou decepção, mas insistiu que os programas de prevenção ao suicídio instituídos no pico da onda de mortes foram úteis.
O Exército distribuiu cartilhas e cartões para ajudar a detectar comportamentos suspeitos, lançando uma força tarefa que registra as mortes e desenvolve novas estratégias de intervenção, dando início a dois grandes projetos de pesquisa.
"Enquanto o alto número de potenciais suicídios em julho é desalentador, estamos confiantes de que nossos esforços aumentam a resistência dos indivíduos, enquanto reduzem a incidência de comportamentos de alto risco dentro da força. Está havendo impacto positivo", disse.
No entanto, é difícil ver algum progresso. Os índices de suicídio subiram fortemente desde o início da guerra no Iraque, com o número dobrando de 80 em 2003 para 162 em 2009. A maior parte dos que morrem é militar de baixa patente.
Aproximadamente duas em cada três vítimas serviram em ao menos uma missão de combate. A maior parte delas é de homens.
Um deles, o sargento Jared Hagemann, foi encontrado morto com um tiro de revólver na cabeça no início deste verão no Hemisfério Norte. Soldado de comando no estado de Washington, ele esteve oito vezes em combate.
O Exército recentemente aposentou o general George Casey, mas não estava claro se sua dispensa ocorreu por motivos de estresse.
Mas no ano passado ele admitiu que sua saída estava ligada ao estresse, que ajudou a arruinar seus relacionamentos. "Ao olhar para o passado, houve estresse", disse Casey. Contudo, não são apenas soldados da ativa que sofrem com os problemas de estresse.
O aumento dos índices de suicídio do ano passado ocorreu também pela alta das mortes na guarda e na reserva.
Tendo passado mais da metade do ano, o comandante da reserva do Exército, general Jack Stultz, vê pouca melhora, mas ainda está tentando ajudar suas tropas, que são soldados-cidadãos frequentemente desconectados do apoio militar.
"As taxas de suicídio entre soldados da reserva estão mais ou menos no mesmo patamar que estavam nesse mesmo período do ano passado, então a boa notícia é que não estão aumentando, a má notícia é que não estão diminuindo", declarou.
Muitos dos suicídios ocorreram discretamente. O sargento Gregory Eugene Giger ficou deprimido após um divórcio que começou quando ele estava no Iraque.
Um dos 22 suicídios em Fort Hood em 2010, ele foi encontrado enforcado com uma gravata em seu apartamento. Sua mãe descreve o filho como um texano "alto e quieto", que estava devastado pela separação. "Acredito que havia muitas coisas que ele guardava para si mesmo", disse Helen Giger.
Killeen, uma cidade militar desde a Segunda Guerra Mundial, teve a sua fatia de violência que incluiu um massacre em 1991, quando um atirador matou 23 pessoas em um restaurante antes de se matar.
Aproximadamente dois anos atrás, um psiquiatra do exército, major Nidal Malik Hasan foi baleado depois de um ataque que deixou 13 mortos e 32 feridos em Fort Hood.
Em um fim de semana prolongado no ano passado, quatro soldados, todos veteranos de combate, cometeram suicídio.
Um deles, sargento Michael Timothy Franklin, foi acusado de matar sua mulher na casa deles antes de se matar.
Um mês antes, Armando Galvan Aguilar Jr., 26 anos, foi encurralado pela polícia em um posto de gasolina no nordeste de Fort Hood após uma perseguição de carro.
"Mando", como era conhecido entre os amigos, tinha voltado do Iraque havia um ano. Médicos de Fort Hood o trataram por estresse pós-traumático e depressão, mas ele ainda sofria. Ele tinha insônia e às vezes misturava álcool com medicamentos.
Na última noite de sua vida, Aguilar bebeu 30 latas de cerveja. Atirou na cabeça com uma arma calibre 45 emprestada de um amigo soldado que, ironicamente, estava tentando cometer suicídio.











AFP

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a nova terra

Conheça o novo " Planeta Terra "
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Localizado a 36 anos-luz da Terra, cerca de 345 bilhões de quilômetros, os astrônomos do Instituto de Astronomia Max Plance e Centro de Astrofísica Harvard - Smithsonian (EUA) descobriram um planeta semelhante ao nosso, capaz de suportar vida para humanos. Seu nome: HD85512b.

O corpo celeste não é nem perto nem longe demais da estrela de seu sistema, como a Terra. Sua atmosfera, dizem os cientistas, podem conter gases oxigênio e nitrogênio que podem ser aspiradas por pessoas sem contaminação.

Além disso, o "sistema solar", onde é mais velha que a nossa, para que ele tenha tido tempo suficiente para desenvolver a vida.

Este é o quarto planeta semelhante ao nosso encontrado pelos peritos.



o toque da trombeta

[b] o mundo caminha na ilusão, as vezes vemos catastrofes e as vezes a falsa paz.
no entanto um grande combate espiritual acontece, invisivel ao ser humano.
Por um lado os filhos da escuridão preparam o governo global, o 666, por outro lado o Criador prepara seu exercito, tanto a igreja como os 144.000.
Uma guerra invisivel acontece, faça parte desta guerra pois 99% da humanidade esta alienada e sendo conduzida para o governo do Anticristo.

Acorde agora e se prepare para ouvir o toque da ultima trombeta, pois a hora esta proxima.
Não seja pego de surpresa neste dia, pois ai dos que cair nas mãos do Anticristo, o mal materializado na terra, satã em corpo humano, o inferno em corpo fisico.

Escape das garras dele, se prepare para ouvir o toque da trombeta que vai reunir os escolhidos do Eterno tirando eles das garras da morte.

Venha se junta a nós.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=107563562

Nosso site é
www.lamech.com.br

domingo, 18 de setembro de 2011

vida alien


edu dallarte




Quem disse que alienígenas gostariam de viver em um planeta parecido com a Terra? Um novo estudo mostra o contrário. Ao invés de aquosos, os planetas mais habitáveis podem ser desérticos, como o mundo retratado no filme clássico de ficção científica “Duna”.


E essa não é a única conclusão surpreendente. O estudo também sugere que o ardente Vênus – onde a temperatura média da superfície é de 460 graus Celsius – poderia ter sido um deserto habitável até relativamente pouco tempo atrás, há 1 bilhão de anos.


Normalmente, as buscas pela vida em outros lugares do universo têm sido guiadas pelo fato de que na Terra, em quase todos os lugares em que há água, existe vida. Por isso, os “planetas água”, com muita água líquida na superfície, são sempre alvos importantes.


Esses mundos aquáticos poderiam ser terrestres, em grande parte cobertos por oceanos, como a Terra, ou realmente “planetas oceanos”, completamente cobertos por uma camada de água com centenas de quilômetros de profundidade – como Ganímedes, a lua congelada de Júpiter.


Mas, para ser habitável, água definitivamente não é o suficiente. Para que a vida possa ser possível, os planetas água devem orbitar sua estrela em uma região chamada “zona Cachinhos Dourados”, em que não há nem muito calor, nem muito frio.


Afinal, se os planetas estão muito longe do sol, eles congelam. E se estão muito próximos, o vapor se acumula na atmosfera, prendendo o calor que vaporiza ainda mais água, levando a um efeito estufa que ferve todos os oceanos do planeta – foi isso que aparentemente aconteceu com Vênus.


Eventualmente, esses planetas ficam tão quentes que forçam o vapor d’água na atmosfera o suficiente para que ele se dividida em hidrogênio e oxigênio pela luz ultravioleta. O hidrogênio, em seguida, escapa para o espaço, e o oxigênio possivelmente reage com a superfície em fundição e é incorporado ao manto. Assim, a atmosfera do planeta perde toda a sua água ao longo do tempo.


Em vez de planetas aquáticos com água em abundância ao longo da superfície, os pesquisadores investigaram como poderiam ser os planetas desérticos. Eles podem não ter oceanos e serem vastos e secos desertos, mas talvez tenham alguns oásis que possibilitem a vida.


O planeta Arrakis, descrito pelo filme “Duna”, é um exemplo excepcionalmente bem desenvolvido de um planeta nesses moldes que poderia ser habitável. Arrakis é uma versão maior, mais quente e mais habitável do que Marte, com uma atmosfera de oxigênio respirável e regiões polares frescas e úmidas o suficiente para produzir pequenas gotas de orvalho pela manhã.


Cientistas argumentam que a escassez de água em um planeta pode realmente ajudá-lo a ter uma maior zona habitável, e pode haver várias razões para isso. Um planeta seco tem menos água para se tornar um globo de neve e gelo, que reflete a luz solar de volta para o espaço. Ele pode, a princípio, absorver mais calor para resistir ao congelamento global.


Além disso, a escassez de água na atmosfera de um planeta seco torna-o menos quente do que um planeta aquático, ajudando a evitar um efeito estufa descontrolado. Com a menor quantidade existente de água na atmosfera, também há menos radiação ultravioleta para dividir o vapor em hidrogênio e oxigênio.


Pesquisadores fizeram experimentos com modelos tridimensionais da Terra, representando o clima em diferentes condições. Eles descobriram que uma zona habitável de um planeta seco foi três vezes maior do que um planeta aquático – o que demonstra que nosso ponto azul no universo pode não ser o único modelo de planeta habitável.


No mesmo experimento, pesquisadores descobriram que o congelamento completo de um planeta aquático ocorre quando a quantidade de luz solar cai para abaixo de 72 a 90% do que a Terra recebe, dependendo de como seu eixo de rotação é inclinado para o sol.


Já os planetas secos resistem melhor ao congelamento global. Para que eles sejam completamente congelados, a luz do sol deve estar abaixo de 58 a 77%. Isso significa que planetas secos podem estar localizados mais longe de suas estrelas e ainda sim permanecerem potencialmente habitáveis.


O cientista planetário Jim Kasting, da Universidade Estadual da Pensilvânia, EUA, que não fez parte do estudo, afirma que essa é uma pesquisa inteligente, mas que não vai realmente ajudar a encontrar novos planetas habitáveis, sejam eles de terra ou de água.


Planetas aquáticos como o nosso vão continuar sendo procurados. Planetas como Arrakis, de “Duna”, podem ser dificilmente observados por nossos telescópios. “Eu não acredito que isso vai mudar nossas estratégias para procurar a vida à distância”, afirmou Kasting.


Mas pesquisadores do estudo discordam, e dizem que a água está se mostrando tão onipresente que não pode ser considerada como um atestado de habitabilidade de um planeta.


Os cientistas salientam que não estão à procura de planetas que sejam habitáveis de forma permanente, apenas aqueles que podem ser habitáveis por tempo suficiente para a vida. Até porque nenhum planeta é habitável permanentemente.


A própria Terra pode um dia tornar-se um mundo deserto. Com o envelhecimento do nosso sol, a radiação possivelmente irá acabar com a água líquida do planeta, a dividindo em hidrogênio e oxigênio. No entanto, cientistas calculam que a Terra ainda pode permanecer habitável por bilhões de anos antes que o sol comece a morrer.


Uma questão interessante sobre habitabilidade sem dúvida é Vênus, o planeta mais quente do sistema solar. Supondo que Vênus teve oceanos de água líquida, os cálculos dos pesquisadores sugerem que é possível que Vênus tenha passado por um período em que era um planeta seco, mas habitável.


Pesquisas futuras poderão investigar mais precisamente como planetas possivelmente habitáveis no passado, como Vênus, podem ter sido. [Space]


Morte em massa de animais

MORTE EM MASSA DE ANIMAIS


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ACONTECEU DE NOVO - CHINA

Fazendas de peixes ao longo do rio Minjiang, no leste da China, foram atingidas por uma onda de morte de peixes nos últimos dias, mas a causa ainda não foi determinada.

9.000 tanques de peixes, incluindo cerca de 8.000 na cidade Shuikou e cerca de 1.000 na cidade Huangtian, tiveram peixes mortos, de acordo com um comunicado do governo que administra as duas cidades.
Um tanque geralmente detém 3.500 a 5.000 peixes.

A estimativa é de que 10 milhões de animais tenham morrido e os relatos dão conta de que a água dos tanques tornou-se negra, como se alguma espécie de óleo tivesse ali sido derramado. Também os peixes se tornaram brancos logo após a morte, o que é algo incomum.

A falta de oxigênio na água já foi descartada como hipótese das mortes.

http://beforeitsnews.com/story/1058/815/Huge,_Mysterious_Fish_Kill_In_China.html


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ovni de UGANDA

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Vídeos OVNI - Este enorme objeto não identificado voando brilhante foi gravado em Uganda, um país sem litoral no leste da África. Este foi gravado ainda este ano (em 2011).







http://www.youtube.com/watch?v=cvS_XdsuVHw&feature=player_embedded


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UFOS NA TURQUIA

Novo vídeo de OVNIs azuis acima Turquia 4-Set-2011

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Avistamentos de OVNIs de 2011 - Este vídeo interessante de quatro objetos azuis voando pelo céu noturno sobre a Turquia foi gravado no domingo, 4 de setembro, 2011 em torno de 22:10.


http://www.youtube.com/watch?v=QgUctwZ_l-o&feature=player_embedded

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