sábado, 19 de novembro de 2011

Eixo EUA-Israel-Qatar contra o Irã
edu dallarte



A administração Obama está considerando armar Qatar com bombas especiais para penetrar bunkers, levantando a possibilidade de um ataque americano-árabe-israelense contra o Iran.



A força Aérea dos EUA recebeu um carregamento de 30.000 quilos de bombas, seis vezes maiores do que as atualmente em uso, para poderem penetrar bunkers de concreto.




O Irã tem enterrado novas usinas nucleares em áreas montanhosas rochosas e enterrou-as tão profundamente sob o concreto para minimizar os danos de um ataque aéreo, mesmo se as bombas anti-bunker forem usadas.


A Força Aérea começou a receber essas novas bombas em setembro, e a Boeing pode construir até 16 delas, disse um porta-voz militar dos EUA ao Bloomberg News.





O bombardeiro B-2 Stealth vai levar as bombas, o que dá "a capacidade de combate contra alvos de concreto e profundamente enterrados", segundo a Força Aérea tenente-general James Kowalski.



E a possibilidade é de que Israel está realmente planejando atacar instalações nucleares iranianas.



Se a guerra é necessária, nem Israel nem os Estados Unidos querem atacar sozinhos.





A periodicidade dos relatórios com a entrega do novo “monstro” destruidor de bunker, não pode ser coincidência.
Qatar, parte dos Emirados Árabes Unidos (EAU), também receberá essas bombas.





Qatar é um aliado chave dos EUA e, junto com a Arábia Saudita, teme que o desejo da República Islâmica fosse dominar o mundo muçulmano. iranianos são persas e não se consideram árabes.



Outros Estados do Golfo - Arábia Saudita, Bahrein, Omã, Qatar e Kuwait - se inscreveram com os Estados Unidos para receber mais de US $ 60 bilhões para aviões F-15, bombas e outras armas, incluindo a Joint Direct Attack Munition (JDAM), munições que são guiados por um sistema de orientação de inercial integrada.



A proposta de venda das bombas destruidoras de bunker para Qatar "representa uma forma da administração Obama pretende manter o Irã em cheque", o Jornal relatou.


Os Emirados Árabes têm interesse em diminuir a ameaça nuclear iraniana - o país persa reivindica soberania sobre três ilhas dos Emirados Árabes Unidos no Golfo Pérsico.



Fonte:

Israel news

mega tempestade de neve





Veja a imagem da rara megatempestade de gelo que atingiu o Alaska

16/11/2011 — eco4u

"Furacão de gelo" no mar de Bering - Foto: NASA


Um surpreendente “furacão de gelo” atingiu o noroeste do Alasca, nos dias 8 e 9 de novembro, para espanto de cientistas e da população.


Com ventos de até 150 Km/h e ondas de até 3m, a megatempestade é uma formação rara e perigosa, parecida com um furacão, com paredes de nuvens com mais de dez quilômetros de altura girando em torno de um núcleo de baixa pressão, e que poderia causar danos severos caso atingisse uma área densamente povoada. No entanto a tempestade causou danos em edifícios, inundou algumas estradas e danificou praias.


Essa é a mais violenta tempestade a atingir o Alasca desde 1974.


Fonte: NASA

luzes podem nos trair

Luzes



Redação do Site Inovação Tecnológica - 05/11/2011



Luzes de cidades extraterrestres podem revelar civilizações alienígenas


Para os pesquisadores, a luzes das cidades seriam uma assinatura mais confiável de civilizações extraterrestres. [Imagem: NASA]




Cidades extraterrestres



O projeto SETI procura por sinais de inteligência extraterrestre há mais de 50 anos.



Os pesquisadores fazem isto ouvindo os céus, usando radiotelescópios para tentar detectar sinais de transmissões das civilizações alienígenas.



Mas esta ideia foi proposta antes da descoberta dos planetas extrassolares, ou exoplanetas.



Agora faria muito mais sentido olhar para esses planetas em busca das luzes das cidades alienígenas.



Esta é a proposta de Abraham Loeb (Universidade de Harvard) e Edwin Turner (Universidade de Princeton).



Emissões de luz



Segundo os dois pesquisadores, os telescópios atuais já seriam capazes de detectar uma cidade do tamanho de Tóquio nos confins do Sistema Solar.



"Isto abre perspectivas totalmente novas para a busca por civilizações extraterrestres," diz ele.



Outra razão apontada para a mudança na tática de busca está em nossa própria civilização.



Segundo Loeb e Turner, o progresso tecnológico fez com que as transmissões de rádio terrestres fossem cada vez mais substituídas por cabos e fibras ópticas, ou por emissões de potência menor, voltadas para os satélites.



As cidades, por outro lado, estão se tornando cada vez mais brilhantes à noite.



E isto deve ter acontecido também com as civilizações extraterrestres, o que tornaria muito mais produtivo e provável encontrar emissões de luz, em vez de emissões de rádio.



Novas tecnologias



A nossa atual tecnologia de observação, contudo, não seria capaz de olhar além do Cinturão de Kuiper.



E é pouco provável que haja uma civilização adiantada nos arredores do nosso próprio Sistema Solar.



Contudo, os pesquisadores defendem que novos observatórios, e novas técnicas de observação, poderão ser capazes de olhar bem mais longe.

Bibliografia:

Detection Technique for Artificially-Illuminated Objects in the Outer Solar System and Beyond
Abraham Loeb, Edwin L. Turner
arXiv
27 Oct 2011
arxiv.org/abs/1110.6181

mistério no deserto










  • Por Jesus Diaz








Novas fotos apareceram no Google Maps mostrando estruturas imensas não-identificadas no meio do deserto chinês. A primeira é uma rede intrincada feita do que parecem ser barras enormes de metal. Será este um experimento militar?



Elas parecem ser linhas largas feitas de um material branco. Ou quem sabe a areia branca do deserto foi escavada por máquinas. Os caminhos são executados de forma perfeita, e parece que foram criados para serem vistos de cima. Talvez seja algum tipo de alvo para satélites chineses se calibrarem? Ou um QR code para aliens? Ninguém sabe ao certo.



Isto está na cidade de Dunhuang, província de Gansu, ao norte do rio Shule, que cruza o planalto do Tibete a oeste do deserto Kumtag. Ele cobre uma área de aproximadamente 1,5km de comprimento por 1km de largura. Você pode ver a imagem no Google Maps aqui.





A segunda estrutura parece ser algum tipo de grade de alvo, também ao norte do rio Shule. Se você der zoom, vai encontrar veículos destruídos. Ele fica a oeste do que parece ser uma grande estação elétrica ou de rádio semelhante às antenas do projeto HAARP dos EUA, presente no Alasca e financiado pela Força Aérea americana, pela Marinha e pela Universidade do Alasca. Existem especulações de que o projeto HAARP seria uma arma dos Estados Unidos.



Você pode investigar a área clicando aqui.





A terceira eu não sei o que é, e talvez seja a mais insana delas: milhares de linhas em uma rede gigantesca com cerca de 30km. Mais outra grade de alvo? Uma grande pegadinha? Você pode vê-la aqui.



E os leitores do Gizmodo americano encontraram ainda mais bizarrices.





Uma rede semelhante à primeira está localizada aqui.







Este aqui parece ser outro alvo, desta vez em formato radial, com aviões e obstáculos.







Esta aqui é uma estrutura semelhante a um aeroporto. Só que ela é azul brilhante. Parece cheia de água ou feita de um material estranho. E veja a outra estrutura semelhante ao lado. Seria falsa, para enganar o inimigo?







Este é um complexo enorme, com pelo menos 15km x 8km. Seriam estas piscinas para captar água da chuva? Se você der zoom no Google Maps (segunda imagem), você encontra duas torres de resfriamento – usadas em usinas nucleares – assim como várias usinas de tratamento de água.







Os chineses vêm construindo estruturas enormes no deserto há tempos. Em 2006, eles ergueram este modelo em escala 20:1 da disputada região de fronteira entre a China e a Índia. Este é um modelo de terreno com 0,7km de comprimento por 1km de largura. Inacreditável. Por que eles iriam construir um modelo de um terreno? Para brincar de guerra a uma escala de 20:1?



Soyuz




Astronautas pegam 'carona' em nave na segunda-feira; veja fotos


A Rússia tem agendado o lançamento na próxima segunda-feira (14) do que pode se tornar o primeiro voo russo a levar astronautas à ISS (Estação Espacial Internacional) depois do fim do programa americano de ônibus espaciais.


Shamil Zhumatov/Reuters


Russos fazem o transporte da nave Soyuz TMA-22, cujo lançamento está previsto para a próxima segunda-feira


Russos fazem o transporte da nave Soyuz TMA-22, cujo lançamento está previsto para a próxima segunda-feira


Russos iniciam os preparativos finais para colocar a nave Soyuz no espaço; tripulação será enviada à ISS Leia Mais



Russos iniciam os preparativos finais para colocar a nave Soyuz no espaço; tripulação será enviada à ISS Leia Mais



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A tripulação, formada pelos russos Anton Chkaplerov e Anatoli Ivanichin e pelo americano Dan Burbank, embarca a bordo da Soyuz TMA-22, que sairá da base de lançamento de Baikonur, no Cazaquistão.


A primeira tentativa de voo em que os astronautas pegam "carona" com os russos foi cancelado em agosto depois de ocorrer uma explosão do cargueiro Progress M12-M na Sibéria, um pouco após o lançamento --o primeiro acidente desde 1978.


Sem antes de chegar ao seu destino, a Progress, que carregava suprimentos, espatifou no chão depois de ocorrer uma falha no sistema de impulsão. Esse foi o quarto fracasso do programa espacial russo desde dezembro de 2010.


Depois da viagem do último ônibus espacial americano, o Atlantis, a Nasa depende das naves russas para fazer o transporte de astronautas para a ISS.


Fonte: Folha

mistério















Uma equipe de pesquisadores suecos denominados Ocean Explorer, ao examinar o fundo do mar báltico em busca de navios naufragados, mais precisamente no Golfo de Bótnia, descobriu a 90 metros de profundidade uma estrutura de forma arredondada.



Acostumados a achar alguns itens valiosos como garrafas de champanhe e conhaque, conhecidos como “tesouros líquidos” do fundo do Mar Báltico, peças estas que são vendidas em leilões e geram bastante lucro. Porém a última descoberta do grupo atraiu a atenção da imprensa mundial, o sonar do navio localizou um objeto redondo com um diâmetro de 18 metros. O chefe da expedição, Peter Lindbergh disse que nunca tinha visto nada igual nos seus 18 anos de trabalho profissional.







Os pesquisadores dizem não poder ir até o fim para descobrir o misterioso objeto por motivos financeiros



O grupo informou que eles não têm interesse em investigar o que seria o tal objeto, por não fazer parte da sua linha de procura, e pelo fator custo, pois cada hora em mar gera um custo tremendo. “Este objeto pode ser qualquer coisa, crateras, depressões cársicas, rochas ou qualquer outro tipo de estrutura fruto da especulação imaginativa. Logo não podemos nos dar ao luxo de gastar dinheiro para tal observação”, disse Peter Lindbergh.



Como era esperados grupos de ufólogos começaram a propagar a idéia de que o objeto seria um disco voador afundado, ou algum tipo de submarino extraterrestre. Enquanto não houver uma expedição científica para tentar elucidar o mistério, vamos aguardar uma enxurrada de teorias ufológicas e até mesmo conspiratórias.






http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=jwHE5816_XY

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Portugal na corda bamba




Portugal teme ter um final similar ao da Grécia







Na última quinta-feira (3), um dia depois de Georges Papandreou ter anunciado seu explosivo referendo na Grécia, a notícia mais lida na edição digital do “Jornal de Negócios”, em Portugal, foi: “É melhor para a Grécia sair? E depois, vamos nós?”. Os portugueses se sentem como uma peça de dominó colocada atrás da Grécia e assistem com uma mistura de estupefação e temor à crise política do país helênico e a seus flertes com o abandono da Europa.


Talvez, por isso, é uma obsessão em todo o país – que titubeou financeiramente este ano e em maio pediu um socorro de 78 bilhões de euros – tentar separar-se o quanto antes e o máximo possível do caos grego, a fim de que a Europa deixe de olhá-lo com suspeita. O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que anunciou há semanas, entre outras medidas para conjurar o déficit, que os funcionários públicos e os aposentados ficarão sem salários extras no próximo ano, foi claro ao comentar o desafio de Papandreou à UE: “Espero que Portugal se aplique para demonstrar à UE e ao mundo, inclusive agora com mais determinação, se possível, que não seguirá esse exemplo. Não queremos ser confundidos com o que está ocorrendo na Grécia, e isso depende totalmente de nós”.


Ninguém em Portugal, nem à direita nem à esquerda, nem mesmo nas primeiras horas do anúncio de Papandreou, se atreveu a insinuar a conveniência de um referendo parecido com o da Grécia. O Partido Comunista português e o Bloco de Esquerda, contrários aos cortes e aos ajustes, responderam que não constitui prioridade portuguesa uma consulta popular nesse estilo. Preferem lembrar, como arma de luta, a greve geral convocada pelos dois principais sindicatos para 24 de novembro, a fim de protestar contra a política econômica do governo refletida no orçamento de 2012, que começará na próxima semana a ser discutido no Parlamento.


O Partido Socialista português, a principal força de oposição do país, também não pede um referendo parecido. Além disso, o secretário-geral do PS, José Antonio Seguro, defende que seu partido se abstenha na hora de votar o citado orçamento. Apesar das vozes em seu próprio partido que o impeliam a votar contra, Seguro prefere se abster, segundo explicou, para reforçar a credibilidade do país. “Não farei a Portugal aquilo que o líder da oposição grega faz na Grécia”, acrescenta o líder socialista português.


Portugal – um país acostumado a se ver distante dos lugares onde são tomadas as decisões planetárias – não quer sair do euro ou da Europa. No entanto, há quem pense que toda essa aplicação para se afastar do indisciplinado aluno grego não servirá sequer para aguentar dentro da classe.


“Tememos que os países do norte, que não nos querem na zona, decidam finalmente expulsar a Grécia e também nos expulsarem de passagem: aos irlandeses, que também foram socorridos, não expulsarão porque falam inglês, e Espanha e Itália são potências indiscutíveis. Mas nós estamos em uma esquina, como a Grécia”, opina Manuel Ennes Ferreira, professor de economia no Iseg (Instituto Superior de Economia e Gestão) da Universidade de Lisboa.