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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Irã, martírio pelo Mahdi?
mais mortes inexplicáveis de animais
Peru: 877 golfinhos e 1,5 mil aves morrem de causa desconhecida
As autoridades peruanas recomendaram a população a evitar diversas praias e a não comer peixes após a morte misteriosa de centenas de golfinhos e pelicanos durante as últimas semanas.
"A Direção Executiva de Saúde Ambiental determinou às prefeituras que orientem a população sobre o risco de se frequentar as praias onde há golfinhos e pelicanos mortos", assinala o Ministério da Saúde.
Ao menos 1,5 mil aves, a maioria pelicanos, morreram de causa desconhecida nas últimas duas semanas, do mesmo modo que 877 golfinhos, segundo o Ministério do Meio Ambiente.
"Enquanto não soubermos com certeza as causas científicas das mortes manteremos as medidas", disse nesta segunda-feira o diretor de proteção ambiental do Ministério da Saúde, Bernardo Ausejo.
"Esperamos que dentro de cinco a dez dias possamos liberar as praias", assinalou Ausejo, em meio à pergunta mais popular do país: o que está matando os golfinhos e pelicanos?
Abraham Levy, presidente da Meteorológica, a principal empresa privada de previsão do tempo no Peru, atribui as mortes ao aquecimento das águas do mar, devido ao fenômeno climático El Niño.
"O último caso de morte em massa de aves marinhas data de 1997 (...) e em ambos houve um importante aquecimento do mar", disse Levy à AFP.
"O aquecimento do mar altera a cadeia alimentar, que é algo complexo que começa com o plâncton e acaba nas aves marinhas para as aves, e no lado dos mamíferos acaba nos lobos marinhos...", explicou Levy.
A ex-vice-ministra da Pesca Patricia Majluf disse que a morte das aves se deve à falta de anchovas, que migram para o sul diante do aquecimento das águas, e que os golfinhos são vítimas de um vírus.
O biólogo Carlos Bocanegra, professor da Universidade Nacional de Trujillo (norte), afirma que os golfinhos são vítimas da prospecção de petróleo e gás nas águas do Pacífico norte peruano.
"Não é surpresa a morte dos golfinhos. São os ruídos que estão matando os golfinhos que depois aparecem nas praias", declarou Bocanegra à rádio RPP, descartando a presença de um vírus.
Sobre os pelicanos, Bocanegra concorda que a causa é a ausência de anchovas devido ao aquecimento das águas: "a temperatura do mar em La Libertad (norte) chegou a 22°C, quando não deve superar os 17°C".
Fonte: Terra
EDU DALLARTE
www.terra.com.br
quarta-feira, 9 de maio de 2012
A ESTRELA GÊMEA DO SOL
Astrônomo da USP revela estrela 'gêmea' do Sol
HIP 56948 está a 200 anos-luz e tem praticamente a mesma temperatura, massa, tamanho e composição química em relação ao Sol
Marco Túlio Pires

A grande diferença entre HIP 56948 e o Sol é a idade. O novo astro é um bilhão de anos mais novo (Nasa)
"Se a Terra for a regra para o tempo de desenvolvimento de vidas complexas, qualquer forma de vida avançada em um possível planeta orbitando a HIP 56948 estaria surgindo agora"
Jorge Meléndez — astrofísico da USP
O Sol tem um irmão gêmeo. Uma equipe internacional de cientistas, liderada pelo astrônomo peruano Jorge Meléndez, professor do Instituto de Astronomia da Universidade de São Paulo (IAG-USP), terminou a mais detalhada análise da estrela mais parecida com o Sol de que se tem conhecimento. Localizada a 200 anos-luz, o astro, catalogado como HIP 56948, é tão parecido que, caso fosse colocado no centro do Sistema Solar, os terráqueos não notariam a diferença. A pesquisa será publicada nas próximas semanas no periódico Astronomy & Astrophysics.
A HIP 56948 foi caracterizada por um satélite chamado Hipparcos (daí HIP 56948). A sonda foi lançada em 1989 pela agência espacial europeia e ficou funcionando até 1993. Nesse período, catalogou 100.000 estrelas, das quais cerca de 100 são muito parecidas com o Sol.
Os astrônomos já conhecem a HIP 56948 desde 2007. Nessa época, ela já era considerada uma grande candidata a gêmea solar, mais do que uma estrela chamada 18 Scorpius, que ocupava o posto de 'estrela mais parecida com o Sol' desde 1997. Os cientistas não sabiam, contudo, quão parecida era HIP 56948. Usando o telescópioKeck, no Havaí, um dos maiores do mundo, eles agora têm certeza.
De acordo com Meléndez, a HIP 56948 é apenas 17 graus mais quente que o Sol. "Se considerarmos a margem de erro, que é de sete graus, é possível que os dois astros tenham a mesma temperatura", diz o cientista, em entrevista ao site de VEJA. O mesmo vale para a massa. "A diferença entre os astros é de apenas 2%."
Irmão mais novo A principal diferença está na idade. "Essa gêmea solar é aproximadamente um bilhão de anos mais jovem", diz Meléndez. Isso quer dizer, de acordo com ele, que se tomarmos a Terra como parâmetro para o desenvolvimento de vidas complexas, alguma forma de vida avançada pode estar surgindo agora em um possível planeta orbitando a HIP 56948.
De acordo com Meléndez, a HIP 56948 é apenas 17 graus mais quente que o Sol. "Se considerarmos a margem de erro, que é de sete graus, é possível que os dois astros tenham a mesma temperatura", diz o cientista, em entrevista ao site de VEJA. O mesmo vale para a massa. "A diferença entre os astros é de apenas 2%."
Irmão mais novo A principal diferença está na idade. "Essa gêmea solar é aproximadamente um bilhão de anos mais jovem", diz Meléndez. Isso quer dizer, de acordo com ele, que se tomarmos a Terra como parâmetro para o desenvolvimento de vidas complexas, alguma forma de vida avançada pode estar surgindo agora em um possível planeta orbitando a HIP 56948.
Os astrônomos ainda não sabem dizer se há planetas orbitando a gêmea solar. Mas há boas razões para supor que o sistema distante seja parecido com o Solar. A primeira delas é que a composição química da estrela é praticamente idêntica ao do Sol. Entender a composição química de uma estrela é muito importante para saber se ela 'doou' material suficiente para a formação de planetas a sua volta. O Sol, por exemplo, perdeu o equivalente a duas massas terrestres de elementos como o alumínio, ferro e níquel, em relação à média de todas as estrelas de sua classe. "A HIP 56948 perdeu 1,5", calcula Meléndez. De acordo com o pesquisador, esses elementos são usados justamente para a 'fabricação' de planetas.
A segunda razão é que os astrônomos ainda não identificaram nenhum planeta em volta da estrela. Apesar de isso soar como uma má notícia, trata-se do contrário. Os cientistas só poderiam ter encontrado algum planeta em tão pouco tempo se ele fosse ao mesmo tempo grande (tal como Júpiter) e próximo demais da estrela (como Mercúrio). Isso quer dizer que pelo menos nos primeiros 150 milhões de quilômetros ao redor da estrela (a distância entre a Terra e o Sol) não há nenhum gigante gasoso, o que abre espaço para planetas rochosos, como a Terra. A ideia agora é utilizar os poderosos instrumentos do Observatório Europeu do Sul, no observatório de La Silla para identificar planetas em volta de outras gêmeas do Sol.
sábado, 5 de maio de 2012
estranho buraco em VÊNUS
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
caracois em marte?
Fotos da NASA captaram figuras de “caracóis gigantes†na superfície de Marte

Cientistas espaciais franceses podem mesmo estar de olho no planeta vermelho com âolhos famintos após a fotografia tirada pelo Mars Reconnaissance Orbiter onde apareceram caracóis gigantes.
Os caracóis são susceptíveis ao paladar em diversas culturas ao redor do mundo, no entanto – eles são os fluxos de lava nem regiões do planeta vermelho, em padrões em espiral que se assemelham as cascas dos caracóis ou nautilus. Esses padrões foram encontrados em alguns locais na Terra, mas nunca antes em Marte.
O novo resultado veio de investigação em curso sobre se já houve água na província vulcânica de Elysium em Marte. As imagens foram capturadas pelo High Science Experiment Resolution Imaging HiRISE câmara a bordo da Mars Reconnaissance Orbiter.
Eu estava interessado em canais de escoamento em Marte, e estava particularmente intrigado pelas áreas de Athebasca Valles e Palus Cerberus, ambos parte de Elysiumâ€, diz Andrew Ryan estudante de pós-graduação da Arizona State University ao britânico DailyMail.
Athabasca Valles tem uma história muito interessante, diz Ryan.Há uma extensa literatura sobre a área, bem como uma intrigante combinação de características aparentemente fluviais e vulcânicas.
Entre as características temos grandes lajes ou placas que se assemelham a blocos quebrados de gelo no Oceano Ártico na Terra. Alguns cientistas têm argumentado que no passado as placas em Elysium eram, na verdade, sustentadas por gelo.
Uma noite, diz Ryan, Eu estava fazendo uma segunda passagem sobre as imagens da HiRISE, quando notei espirais padrões intrigantes em uma imagem junto à margem sul do Cerberus Palus. Na verdade, eu havia quase esquecido este quadro em particular, pensando que não poderia ser muito útil, por ser tão longe da área de estudo principal que fica mais ao norte.
www.jornalciencia.com
Ele observa: As bobinas se tornam perceptíveis na imagem de alta resolução HiRISE somente quando você realmente aplica um zoom maior. Elas também tendem a se misturar com o resto do terreno cinza claro – isto é, até você esticar o contraste um pouco."
“Eu não acho surpreendente que estas tenham sido negligenciadas no passado. Eu quase as perdi também, salientou.
Na Terra, as bobinas de lava podem ser encontradas na Ilha Grande do Havaí, principalmente sobre a superfície de fluxos de lava viscosa pahoehoe. Eles também foram vistos em fluxos de lava submarinas perto do Rift Galápagos no chão do Oceano Pacífico.
Ryan explica: As bobinas se formam sobre os fluxos, onde há uma tensão de cisalhamento “ onde flui movendo-se entre si em velocidades diferentes ou em diferentes direções. Pedaços de crosta de lava como se fossem borracha e plástico podem ser desfeitos, e fisicamente enrolados -. Ou rugas na crosta fina podem fazer com que a lava torça em torno de si mesma..
Da mesma forma, ele observa que os cientistas documentaram a formação de rotação em pedaços da crosta oceânica em centros da dorsal meso-oceânica se espalhando.
O tamanho das bobinas de lava marcianas veio como uma surpresa. Em Marte a bobina de lava maior é de 100 metros e diâmetro. Isto é maior que as bobinas de lava conhecidas na Terra, diz ele. Os pesquisadores encontraram, até o momento, cerca de 200 formações parecidas com caracóis até o momento.
Olhando para o futuro, Ryan diz: Lava de bobinas podem estar presentes em outras províncias vulcânicas de Marte ou em canais de escoamento vulcânicos. Espero que nós encontremos muito mais em Elysium, como a cobertura da imagem da HiRISE que cresce ao longo do tempoâ€.
ufo avistamento de Abril
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misterio da morte de animais no Peru
EDU DALLARTE

Novo caso de mortes de animais em massa no Peru
30.04.2012, 13:32
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Foto: RIA Novosti
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As autoridades peruanas estão tentando descobrir a causa da morte de mais de quinhentos pelicanos e cinco leões-marinhos. As aves e animais mortos foram encontrados ao longo de 70 quilômetros da costa norte. Os zoólogos que realizaram o exame chegaram à conclusão que os pelicanos e leões-marinhos morreram vários dias antes.
No início deste ano, na mesma região do Peru, as ondas trouxeram à costa mais de setecentos golfinhos mortos; a causa de sua morte ainda não foi estabelecida.
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