segunda-feira, 21 de maio de 2012

Enorme bola de estrelas


Astrônomos fotografam uma enorme "bola" de estrelas

EDU DALLARTE
Com informações do ESO - 09/05/2012
Astrônomos fotografam uma enorme
Esta enorme "bola" de estrelas antigas está localizada a cerca de 17.000 anos-luz de distância.[Imagem: ESO/J. Emerson/VISTA]
Aglomerados globulares
Uma nova imagem do aglomerado estelar Messier 55, obtida com o telescópio de rastreio infravermelho VISTA, mostra dezenas de milhares de estrelas amontoadas como um enxame de abelhas.
Além de estarem todas confinadas em um espaço relativamente pequeno, estas estrelas encontram-se também entre as mais velhas do Universo.
Os astrônomos estudam o aglomerado Messier 55 e outros objetos antigos, chamados aglomerados globulares, no intuito de compreenderem como é que as galáxias evoluem e as estrelas envelhecem.
Os aglomerados globulares mantêm-se unidos numa forma esférica compacta por efeito da gravidade.
No caso de Messier 55, as estrelas encontram-se muito próximo umas das outras: encontramos aproximadamente cem mil estrelas contidas numa esfera com um diâmetro de cerca de 25 vezes a distância entre o Sol e o sistema estelar mais próximo, Alfa Centauro.
Foram detectados até agora cerca de 160 aglomerados globulares em torno da nossa galáxia, a Via Láctea, principalmente na direção do bojo central. As duas descobertas mais recentes, obtidas com o VISTA, foram anunciadas recentemente.
As maiores galáxias podem ter milhares destas coleções ricas em estrelas, orbitando em seu redor.
Ingredientes de estrelas
Observações das estrelas dos aglomerados globulares revelam que todas elas se formaram mais ou menos ao mesmo tempo - mais de 10 bilhões de anos atrás - e a partir da mesma nuvem de gás.
Uma vez que este período de formação se deu poucos bilhões de anos depois do Big Bang, quase todo o gás disponível era o mais simples, mais leve e mais comum no cosmos: o hidrogênio, com algum hélio e quantidades muito pequenas de elementos químicos mais pesados, como é o caso do oxigênio e do nitrogênio.
Uma constituição principalmente de hidrogênio é uma característica que distingue as estrelas residentes em aglomerados globulares das estrelas formadas em eras mais tardias, como o nosso Sol, que é composto de elementos mais pesados criados pelas primeiras gerações de estrelas.
O Sol acendeu-se há cerca de 4.6 bilhões de anos, o que o torna duas vezes mais novo do que as estrelas mais velhas existentes na maioria dos aglomerados globulares.
A composição química da nuvem a partir da qual se formou o Sol reflete-se na abundância dos elementos químicos encontrados por todo o Sistema Solar - nos asteroides, nos planetas e também nos nossos próprios corpos.
Catálogos de estrelas
Os observadores celestes podem encontrar Messier 55 na constelação de Sagitário.
Este aglomerado estelar particularmente grande aparece no céu com quase dois terços do tamanho da lua cheia e pode ser facilmente observado através de um pequeno telescópio, embora esteja situado a uma distância de cerca de 17.000 anos-luz da Terra.
O astrônomo francês Nicolas Louis de Lacaille notou pela primeira vez este grupo estelar por volta de 1752. Cerca de 26 anos mais tarde, outro astrônomo francês, Charles Messier, incluiu-o no seu famoso catálogo astronômico sob o número 55. Este objeto também se encontra com o nome NGC 6809 no New General Catalogue, um catálogo astronômico mais extenso e muitas vezes citado, criado no final do século XIX.
A nova imagem foi obtida no infravermelho pelo telescópio VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy) de 4,1 metros, situado no Observatório do Paranal do ESO, no norte do Chile.
Além das estrelas do Messier 55, esta imagem mostra também muitas galáxias que se encontram muito mais distantes que o aglomerado. Uma galáxia espiral particularmente proeminente, vista de perfil, aparece na região superior direita do centro da imagem.

ninho de estrelas do Cisne


Astrônomos encontram ninho de estrelas do Cisne

EDU DALLARTE
Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/05/2012
Herschel mostra ninho de estrelas do Cisne
As áreas brancas e brilhantes realçam as zonas em que se formaram estrelas recentemente. [Imagem: ESA]
Ninho de estrelas
Redes caóticas de pó e gás mostram aquilo que será a próxima geração de estrelas gigantes nesta impressionante nova imagem do berço de estrelas Cisne-X (Cygnus-X), captada pelo observatório espacial Herschel.
Cisne-X é uma região extremamente ativa de nascimento de estrelas maciças, a 4.500 anos-luz da Terra, na constelação do Cisne.
Usando os olhos de infravermelho distante do Herschel, os astrônomos conseguem localizar regiões onde o pó é aquecido aos poucos pelas estrelas, guiando esse pó até densos amontoados de gás onde se formam novas gerações de estrelas.
As áreas brancas e brilhantes realçam as zonas em que se formaram estrelas recentemente a partir de nuvens turbulentas, particularmente evidentes na caótica rede de filamentos observável à direita da imagem.
Aqui, nós densos de gás e pó marcam interseções em que os filamentos se encontram e colapsam para formar novas estrelas, e onde estruturas em forma de bolha são esculpidas pela sua imensa radiação.
Pilares estelares
No centro da imagem, uma radiação particularmente forte, juntamente com potentes ventos estelares de estrelas não detectáveis nos comprimentos de onda do Herschel, aqueceram o material interestelar, que brilha em azul nesta representação.
A parte esquerda do cenário é dominada por um pilar de gás cuja forma lembra a do pescoço de um cisne.
Embaixo e à direita, uma concha de gás e pó terá sido provavelmente ejetada de uma estrela supergigante no seu centro, a qual não é vista diretamente nesta imagem.
Cordas de objetos compactos e vermelhos espalhados na imagem mapeiam as sementes frias de uma futura geração de estrelas.
A imagem realça as capacidades únicas do Herschel de detectar o nascimento de grandes estrelas e a sua influência no material interestelar vizinho, com um nível de detalhe no comprimento do infravermelho distante que não estava disponível até agora.

20 de maio de 2012, mudança de ciclo


20 de maio de 2012 - A data que alguns ERRONEAMENTE esperam para 21/12/2012


Nota Segundo Sol: Estamos vivendo um momento sem precedentes na história do nosso Planeta. "20 de maio de 2012" trata-se da famosa data tão esperada para "21 de dezembro de 2012".
Não estamos propondo que neste dia o mundo irá acabar - LONGE DISSO! Mas é uma data especial que marca o encerramento de um ciclo de 320 mil anos.
Cada dia que passa, está aumentando as influências "possivelmente exercidas" por Hercólubus (Segundo Sol) devido sua aproximação, conforme documentado em dois vídeos nesta publicação.

Veja abaixo o Especial elaborado pelo Programa Terceiro Milênio do Repórter Investigativo Jaime Maussan

20 de maio de 2012
* Dia Zero dos Maias
(A data que alguns ERRONEAMENTE esperam para 21 de dezembro de 2012)
* Alinhamento das Plêiades, Alcione, Centro da Galáxia, Sol, Terra e Lua.

20 de maio de 2012 - A data Zero dos Maias


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ghER_F1U8Cw


Veja mais detalhes nessas Duas Partes que Terceiro Milênio disponibilizou em 14/05/2012

Crop Circles los eventos del 2012



http://www.youtube.com/watch?v=24b3jK7w4_Y&feature=player_embedded

Nostradamus y la alineación del 20 de Mayo del 2012

edu dallarte

http://www.youtube.com/watch?v=gzAW0JQX4uo&feature=player_embedded

Acontecimentos ocorridos neste início de 2012 (possivelmente) devido a aproximação de Hercólubus - Parte 1

http://www.youtube.com/watch?v=BBT0_lYrEmI&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=iIeyY3etYvc&feature=player_embedded

Sons Estranhos ao Redor do Mundo

http://www.youtube.com/watch?v=4uzWTfiVvp8&feature=player_embedded
Canal do youtube: http://www.youtube.com/user/tercermilenio/videos

As Telepatias Cósmicas (vulgo canalização) já nos informaram antecipadamente sobre o momento que estamos vivendo.
http://www.segundo-sol.com/2012/05/20-de-maio-de-2012-data-que-alguns.html

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Ovnis proximos a aeronaves


vnis próximos as aeronaves da Gol e TAM em Buenos Aires, Argentina


EDU DALLARTE
BOEING 737 800

Compilação de imagens gravadas em março de 2012 sobre a capital argentina, onde pode-se observar objetos voadores metálicos brilhantes com bordes bem definidos, que se aproximam de aeronaves de vários portes inclusive de duas companhias aéreas brasileiras, Gol e TAM.
 
AirBuss A 330

Assistir ao vídeo no link a seguir: 
http://www.youtube.com/watch?v=i_SqYByEe-k

FONTE: Luis Alberto Baynham/Caseros - Buenos Aires

SUPER TERRA ALIEN


A NASA detecta pela primeira vez, o brilho da água de uma Super terra alienígena


edu dallarte

O Telescópio Espacial Spitzer, da NASA, tem sido uma preciosa ajuda na busca de novos exoplanetas, que possam conter vida extraterrestre, tendo recentemente encontrado o primeiro exoplaneta, através do brilho da sua água.
A luz de uma estrela ofusca a luz de qualquer planeta em seu redor, por isso é tão difícil observar um exoplaneta num espectro de luz visível. Contudo, o Telescópio Espacial Spitzer foi capaz de observar o brilho deste planeta através de infravermelhos.
A tecnologia de infravermelhos permite tornar os planetas que irradiam calor, significativamente mais brilhantes.
Este exoplaneta, ao qual deram o nome de 55 Cancri e, encontra-se a 40 anos-luz da Terra e é designado como uma Super Terra, por ter o dobro do seu tamanho da e oito vezes a sua massa.
55 Cancri e é um planeta extremamente quente, que órbitra muito perto da superfície da sua estrela. Por isso, a sua temperatura ronda os 1650 graus Celcius, o suficiente para derreter metal, e um ano (volta completa em torno da estrela) tem apenas 18 dias.
O Telescópio Espacial Spitzer apenas consegue medir a diminuição da luz, quando planeta passa pela frente, ou por trás da sua estrela. Mas é o suficiente para determinar o tipo de luz que está a ser emitido pelo planeta.


Os cientistas planetários da NASA colocaram a hipótese de este planeta ser composto por um núcleo rochoso, estar coberto por uma camada de água à superfície e vapor supercrítico. E de acordo com as ultimas observações do Spitzer, tudo isto se parece confirmar.
Para a NASA (e todos nós) é esperado o lançamento do Telescópio Espacial James Webb, em 2018. Este telescópio tem com principal objetivo, encontrar indícios de vida em exoplanetas potencialmente habitáveis.
Será 2018, o ano em vamos poder (finalmente) afirmar que não estamos sós no universo?


Fonte: NASA

segundo sol em São Paulo


Segundo Sol registrado em São Paulo por Fernando Ciocchetti
Segue abaixo e-mail recebido, com partilha do registro do Segundo Sol. As imagens foram registradas em São Paulo-SP por Fernando Ciocchetti.
Dia 11/05/2012 - 4:57h da tarde, São Paulo (SP).
Foi visível sim a olho nu. Fui olhar pela janela como qualquer ocasião normal, e percebi que o Sol estava muito forte, aí olhei para cima e lá estavam 2 Sóis... Chamei dois amigos para garantir que eu não estava delirando, e os dois também conseguiram ver. Aí peguei a câmera e tirei as fotos.            
Tive a oportunidade desta visão maravilhosa, e certifiquei-me de que não era apenas um reflexo, seguem as fotos em anexo.
Fernando Ciocchetti


Nota Segundo Sol: O internauta se certificou que não era reflexo da lente; veja esta publicação: Maneira fácil de saber se ao registrar o "Segundo Sol" com uma câmera, foi um Reflexo da Lente. Além do "fenômeno" ter sido testemunhado por outras pessoas.
Não questione nos comentários sobre a veracidade de imagens/vídeos, pois não fomos nós que vivenciamos. Existem testemunhos de pessoas que afirma que viram "com os olhos da carne", ou seja, não procure criar regra nem parâmetro para nada, pois é a mesma coisa que tentar conhecer o desconhecido com o conhecido, tentar conhecer o ilimitado com o limitado. Usar nossas referências não ajuda em nada. Deixe sempre uma possibilidade em aberto!


Mensagem Publicada no site: www.segundo-sol.com

EDU DALLARTE

glóbulos encontrados em meteorito, grande mistério


Glóbulos são encontrados dentro de meteorito marciano



O meteorito Tissint, identificado como proveniente de Marte, caiu no deserto do Marrocos, a uns 48 quilômetros de Tissint, em junho de 2011.  


A rocha foi recuperada em outubro de 2011, e só recentemente esta sendo estudada e analisada.  Uma grossa crosta envolve o meteorito, o que fornece confiança para declarar que o material não foi contaminado.  


O meteorito, que provavelmente foi ejetado da superfície do planeta vermelho pela queda de algum asteróide, continha “bolsas” de atmosfera marciana.  Este fato ajuda na confirmação de sua origem.


Dentro do meteorito Tissint, foram encontrados glóbulos, como podem ser vistos nas fotos. Testes desempenhados pela equipe de pesquisa, que conta com o renomado professor Chandra Wickramasinghe, mostraram que os glóbulos são ricos em carbono e oxigênio, o que fez com que a equipe insistisse que isso só pode ocorrer quando são produzidos por organismos vivos.


O professor Chandra Wickramasinghe adicionou que os resultados não foram causados por contaminação na Terra e afirmou que â€œÃ© impossível compreender como partículas ricas em carbono, de tamanhos e formas tão uniformes, possam ter entrado em uma matriz rochosa se não fossem relíquias de alguma espécie de alga“.
 
 
A rocha foi examinada no Centro Buckingham para Astrobiologia e na Universidade de Cardiff.
O doutorando Jamie Wallis, que trabalhou na pesquisa com o Dr. Wickramasinghe, disse: “Todas as indicações são de que as estruturas, tais como as que descobrimos, sejam evidência de vida em Marte. As esferas são provavelmente restos de células de algas…”.


O documento a respeito deste achado, intitulado â€œDiscovery of Biological Structures in the Tissint Mars Meteorite” (A Descoberta de Estruturas Biológicas no Meteorito Marciano Tissint) publicado no Journal of Cosmology termina com a seguinte declaração:

“Parece irônico que a ponta da mudança de um paradigma que resiste por muito tempo dependa de uma observação trivial. Mas situações similares são bem documentadas na história da ciência. A evidência acumula contra o paradigma reinante sem efeito, até que uma única nova observação vira o jogo. Mais cedo, ou mais tarde, os fatos irão prevalecer contra o preconceito. No presente caso, nossos estudos do novo meteorito marciano Tissant podem finalmente declarar que Marte não é um planeta morto.“




Fonte: Ovni Hoje