quinta-feira, 24 de maio de 2012

Avião Chemtrail na Bahia


Avião Chemtrails vai bombardear nuvens para provocar chuva artificial na BAHIA


Um projeto piloto da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado e da Secretaria do Meio Ambiente permitirá que um avião produza chuvas artificiais em parte da Bahia. A previsão é de que o projeto tenha início na próxima semana.

EDU DALLARTE

Estiagem na Bahia já é considerada a pior dos últimos 30 anos

O avião irá sobrevoar a região da Chapada da Diamantina e de Vitória da Conquista em um período de 12 horas e induzirá chuvas nos locais.

De acordo com o secretário da Agricultura, Eduardo Salles, o período não é ideal para implantação do projeto, mas é uma alternativa para amenizar os efeitos da seca no Estado. "As chuvas irão dar umidade ao solo e melhorar a situação da agricultura, mas não irão suprir a necessidade de racionamento", disse o secretário. A probabilidade de chuvas é de 40%.

O projeto terá um custo de R$ 200 mil e utiliza imagens de satélite para identificação das nuvens em melhores condições para formação de chuvas. Dependendo dos resultados obtidos nas regiões da Chapada de Diamantina e em Vitória da Conquista, o projeto será implantado em outras regiões do Estado.

Na Bahia, 239 municípios estão em estado de emergência e mais de 2 milhões de pessoas foram afetadas pela seca. A estiagem deve atingir as produções de milho e feijão e inviabilizará as produções de mel e leite.

Fonte: Folha.Uol

A arca e os 144.000


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FILIPE FLAMARIOM, Rabazedo 26 de abr
a arca e os 144.000
 A Arca do Senhor tinha  a vara de Arão como exemplo para os filhos de Israel.
O cajado de Arão simboliza o poder dos 144.000 na Grande Tribulação.
O cajado fez sinais ante o Faraó

O Faraó simboliza o Dajjal e os 144.000 lutarão contra ele, farão sinais, mostrarão poderes contra ele.

Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do
testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia;
porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.
numeros 17:8

Também simboliza a reconstrução no milenio pq o cajado floreceu, brotou renovos,ou seja ela produziu bons frutos, bons atos, boas obras como os 144.000 e todo o povo de Israel, Ismael e gentios farão no milenio

O cajado de Arão[ ou 144.000] ficara oculto até aque Elias se revele e Elias voltara na Grande Tribulação como uma das testemunhas então até a grande tribulação o poder dos 144.000 ficará oculto, depois disso eles terão poderes para lutar contra o Anticristo e seus guerreiros escorpiões.
A batalha entre a luz e o caos então será terrivel.
Saiba mais sobre estes segredo, os guerreiros do Apocalipse já estão na terra.
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a Galáxia Centauro


Centauro A: a galáxia que não parece, mas é

Redação do Site Inovação Tecnológica - 16/05/2012

EDU DALLARTE




Centauro A: a galáxia que não parece, mas é
A peculiar galáxia Centauro A (NGC 5128) aparece nesta imagem, feita com um tempo total de exposição de mais de 50 horas.[Imagem: ESO]
Rádio galáxia
Esta nova imagem feita pelo Observatório Europeu do Sul mostra a estranha galáxia Centauro A (ou Centaurus), com seu jeitão difícil de identificar como uma galáxia elíptica.
Com um tempo total de exposição de mais de 50 horas, esta é provavelmente a imagem mais profunda já criada deste espetacular e incomum objeto celeste.
A Centauro A, também conhecida como NGC 5128, é uma galáxia elíptica muito estranha, cheia de características incomuns.
Ele é enorme, com grande massa e um buraco negro supermassivo no seu centro e distingue-se por ser a rádio galáxia mais forte do céu.
Os astrônomos acreditam que o núcleo brilhante, a forte emissão de rádio e os jatos da Centauro A são produzidos por um buraco negro central com uma massa de cerca de 100 milhões de vezes a massa do Sol.
A matéria situada na regiões centrais densas da galáxia liberta enormes quantidades de energia à medida que cai em direção ao buraco negro.
Remendo
O brilho que enche a maior parte da imagem vem de centenas de bilhões de estrelas velhas e frias.
Contrariamente à maioria das galáxias elípticas, a forma homogênea da Centauro A é perturbada por uma faixa larga e "remendada" de material escuro, que obscurece o centro da galáxia.
A faixa escura contém grandes quantidades de gás, poeira e estrelas jovens.
Aglomerados de estrelas jovens brilhantes situados nas extremidades superior direita e inferior esquerda da faixa apresentam o brilho vermelho característico de nuvens de hidrogênio onde se formam estrelas, enquanto algumas nuvens de poeira isoladas podem ser vistas contrastando com o fundo de estrelas.
Estas características, juntamente com a emissão rádio intensa, apontam para o fato provável da Centauro A ter resultado da fusão entre duas galáxias. A faixa de poeira é provavelmente resultado dos restos desfeitos de uma galáxia espiral destroçada pela atração gravitacional da galáxia elíptica gigante.
Estrelas variáveis
Centauro A foi já extensivamente estudada em comprimentos de onda que vão desde o rádio até os raios gama.
Em particular, observações em rádio e raios X foram cruciais no estudo das interações entre a emissão altamente energética vinda do buraco negro de grande massa e os seus arredores.
Muitas das observações de Centauro A utilizadas na criação desta imagem foram obtidas no intuito de ver se era possível usar rastreios terrestres para detectar e estudar estrelas variáveis em galáxias fora do nosso Grupo Local, tais como Centauro A. Foram descobertas mais de 200 novas estrelas variáveis em Centauro A.
telescópio móvel ALMA também já começou a estudar a estranha Centauro A

TELETRANSPORTE QUANTICO


Teletransporte quântico bate recorde de distância

EDU DALLARTE
Redação do Site Inovação Tecnológica - 16/05/2012
Teletransporte quântico bate recorde de distância
No teletransporte quântico, os fótons não viajam realmente um para a posição do outro, o que viaja é a informação - o que os cientistas chamam de estado quântico. [Imagem: Yin et al.]
Teletransporte espacial
Cientistas chineses detonaram o recorde mundial de teletransporte quântico.
E, segundo eles, o próximo passo é o espaço.
Quando dois fótons são criados juntos, eles nascem realmente gêmeos, compartilhando propriedades que ficam compartilhadas mesmo quando os dois se separam.
É o fenômeno chamado entrelaçamento, que Einstein chamou de ação fantasmagórica à distância: normalmente se diz que o que acontecer a uma das partículas entrelaçadas afetará imediatamente a outra, mesmo que ela esteja do outro lado da galáxia.
Ainda não dá para ir do outro lado da galáxia, mas Juan Yin e seus colegas da Universidade de Ciência e Tecnologia da China teletransportaram um estado quântico por uma distância de 97 quilômetros - o recorde anterior era de 16 km.
E eles não se deram por satisfeitos: o próximo passo, segundo eles, será fazer um teletransporte quântico global, usando satélites artificiais.
Mais "tele" do que transporte
Embora cientistas já tenham alegado ter teletransportado até moléculas de DNA, no teletransporte quântico não há rigorosamente "transporte".
Depois de entrelaçados, os fótons são enviados, um para um ponto A e outro para um ponto B. Quando o fóton em A é alterado, o fóton em B também se altera, devido ao entrelaçamento.
Ou seja, os fótons não viajam um para a posição do outro, o que viaja é a informação - o que os cientistas chamam de estado quântico.
A alteração nos fótons pode ser usada para codificar bits quânticos, ou qubits.
É isso o que torna o teletransporte particularmente interessante para a transmissão segura de informações, já que não haverá fóton pelo caminho para ser interceptado.
Para isso, contudo, será necessário acelerar um pouco as coisas: no estágio atual, o experimento consegue teletransportar cinco qubits por minuto.
A propósito, a informação só pode ser totalmente reconstruída no ponto B usando dados adicionais transmitidos por métodos convencionais a partir do ponto A - ou seja, a informação não viaja mais rápido do que a luz.
Assim, o teletransporte quântico pode aumentar a segurança da informação, mas não sua velocidade.
Bibliografia:

Teleporting independent qubits through a 97 km free-space channel
 
Juan Yin, He Lu, Ji-Gang Ren, Yuan Cao, Hai-Lin Yong, Yu-Ping Wu, Chang Liu, Sheng-Kai Liao, Yan Jiang, Xin-Dong Cai, Ping Xu, Ge-Sheng Pan, Jian-Yu Wang, Yu-Ao Chen, Cheng-Zhi Peng, Jian-Wei Pan
arXiv
http://arxiv.org/abs/1205.2024

Cientistas vão criar cidade-fantasma de US$ 1 bilhão

EDU DALLARTE
Para pesquisas e testes de novas tecnologias, uma cidade inteira será construída nos Estados Unidos.
 (Fonte da imagem: Reprodução/FoxNews)
Cidades-fantasma geralmente são aquelas que, depois de um período de declínio, são abandonadas pelos habitantes, que deixam apenas as construções para trás. Mas alguns cientistas norte-americanos parecem estar prontos para investir US$ 1 bilhão em uma cidade-fantasma totalmente nova e projetada especialmente para não abrigar ninguém.
Ao que tudo indica, no dia 30 de junho serão iniciadas as obras que construirão pouco mais de 38 quilômetros quadrados de uma cidade projetada especialmente para testes e estudos. Carros automáticos, sistemas de controle de tráfego, redes de transmissão de dados e muitos outros projetos devem ser testados no local (sem apresentar riscos para seres humanos).
Segundo a Fox News, o projeto se chama CITE (Center of Innovation, Testing and Evaluation, ou Centro de Inovação, Teste e Avaliação), é controlado pela Pegasus Global Holdings e será construído no estado norte-americano do Novo México.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/23555-cientistas-vao-criar-cidade-fantasma-de-us-1-bilhao.htm#ixzz1uyhbjqji

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Enorme bola de estrelas


Astrônomos fotografam uma enorme "bola" de estrelas

EDU DALLARTE
Com informações do ESO - 09/05/2012
Astrônomos fotografam uma enorme
Esta enorme "bola" de estrelas antigas está localizada a cerca de 17.000 anos-luz de distância.[Imagem: ESO/J. Emerson/VISTA]
Aglomerados globulares
Uma nova imagem do aglomerado estelar Messier 55, obtida com o telescópio de rastreio infravermelho VISTA, mostra dezenas de milhares de estrelas amontoadas como um enxame de abelhas.
Além de estarem todas confinadas em um espaço relativamente pequeno, estas estrelas encontram-se também entre as mais velhas do Universo.
Os astrônomos estudam o aglomerado Messier 55 e outros objetos antigos, chamados aglomerados globulares, no intuito de compreenderem como é que as galáxias evoluem e as estrelas envelhecem.
Os aglomerados globulares mantêm-se unidos numa forma esférica compacta por efeito da gravidade.
No caso de Messier 55, as estrelas encontram-se muito próximo umas das outras: encontramos aproximadamente cem mil estrelas contidas numa esfera com um diâmetro de cerca de 25 vezes a distância entre o Sol e o sistema estelar mais próximo, Alfa Centauro.
Foram detectados até agora cerca de 160 aglomerados globulares em torno da nossa galáxia, a Via Láctea, principalmente na direção do bojo central. As duas descobertas mais recentes, obtidas com o VISTA, foram anunciadas recentemente.
As maiores galáxias podem ter milhares destas coleções ricas em estrelas, orbitando em seu redor.
Ingredientes de estrelas
Observações das estrelas dos aglomerados globulares revelam que todas elas se formaram mais ou menos ao mesmo tempo - mais de 10 bilhões de anos atrás - e a partir da mesma nuvem de gás.
Uma vez que este período de formação se deu poucos bilhões de anos depois do Big Bang, quase todo o gás disponível era o mais simples, mais leve e mais comum no cosmos: o hidrogênio, com algum hélio e quantidades muito pequenas de elementos químicos mais pesados, como é o caso do oxigênio e do nitrogênio.
Uma constituição principalmente de hidrogênio é uma característica que distingue as estrelas residentes em aglomerados globulares das estrelas formadas em eras mais tardias, como o nosso Sol, que é composto de elementos mais pesados criados pelas primeiras gerações de estrelas.
O Sol acendeu-se há cerca de 4.6 bilhões de anos, o que o torna duas vezes mais novo do que as estrelas mais velhas existentes na maioria dos aglomerados globulares.
A composição química da nuvem a partir da qual se formou o Sol reflete-se na abundância dos elementos químicos encontrados por todo o Sistema Solar - nos asteroides, nos planetas e também nos nossos próprios corpos.
Catálogos de estrelas
Os observadores celestes podem encontrar Messier 55 na constelação de Sagitário.
Este aglomerado estelar particularmente grande aparece no céu com quase dois terços do tamanho da lua cheia e pode ser facilmente observado através de um pequeno telescópio, embora esteja situado a uma distância de cerca de 17.000 anos-luz da Terra.
O astrônomo francês Nicolas Louis de Lacaille notou pela primeira vez este grupo estelar por volta de 1752. Cerca de 26 anos mais tarde, outro astrônomo francês, Charles Messier, incluiu-o no seu famoso catálogo astronômico sob o número 55. Este objeto também se encontra com o nome NGC 6809 no New General Catalogue, um catálogo astronômico mais extenso e muitas vezes citado, criado no final do século XIX.
A nova imagem foi obtida no infravermelho pelo telescópio VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy) de 4,1 metros, situado no Observatório do Paranal do ESO, no norte do Chile.
Além das estrelas do Messier 55, esta imagem mostra também muitas galáxias que se encontram muito mais distantes que o aglomerado. Uma galáxia espiral particularmente proeminente, vista de perfil, aparece na região superior direita do centro da imagem.

ninho de estrelas do Cisne


Astrônomos encontram ninho de estrelas do Cisne

EDU DALLARTE
Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/05/2012
Herschel mostra ninho de estrelas do Cisne
As áreas brancas e brilhantes realçam as zonas em que se formaram estrelas recentemente. [Imagem: ESA]
Ninho de estrelas
Redes caóticas de pó e gás mostram aquilo que será a próxima geração de estrelas gigantes nesta impressionante nova imagem do berço de estrelas Cisne-X (Cygnus-X), captada pelo observatório espacial Herschel.
Cisne-X é uma região extremamente ativa de nascimento de estrelas maciças, a 4.500 anos-luz da Terra, na constelação do Cisne.
Usando os olhos de infravermelho distante do Herschel, os astrônomos conseguem localizar regiões onde o pó é aquecido aos poucos pelas estrelas, guiando esse pó até densos amontoados de gás onde se formam novas gerações de estrelas.
As áreas brancas e brilhantes realçam as zonas em que se formaram estrelas recentemente a partir de nuvens turbulentas, particularmente evidentes na caótica rede de filamentos observável à direita da imagem.
Aqui, nós densos de gás e pó marcam interseções em que os filamentos se encontram e colapsam para formar novas estrelas, e onde estruturas em forma de bolha são esculpidas pela sua imensa radiação.
Pilares estelares
No centro da imagem, uma radiação particularmente forte, juntamente com potentes ventos estelares de estrelas não detectáveis nos comprimentos de onda do Herschel, aqueceram o material interestelar, que brilha em azul nesta representação.
A parte esquerda do cenário é dominada por um pilar de gás cuja forma lembra a do pescoço de um cisne.
Embaixo e à direita, uma concha de gás e pó terá sido provavelmente ejetada de uma estrela supergigante no seu centro, a qual não é vista diretamente nesta imagem.
Cordas de objetos compactos e vermelhos espalhados na imagem mapeiam as sementes frias de uma futura geração de estrelas.
A imagem realça as capacidades únicas do Herschel de detectar o nascimento de grandes estrelas e a sua influência no material interestelar vizinho, com um nível de detalhe no comprimento do infravermelho distante que não estava disponível até agora.