sexta-feira, 1 de junho de 2012

Invasão?

NAVES MÃE EM NOSSO SISTEMA SOLAR


edu dallarte

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=s2SxWwVEGpY


Ufo enorme nos EUA


UFO enorme em cima de Hurley, Michigan


EDU DALLARTE

 Em Postado 22/05/2012 por tercermilenio

Em 20 de abril de 2012, um OVNI enorme sobrevoou um campo de esportes em Hurley Bessemer, Michigan. Tais objetos foram vistos antes em outras partes do mundo, como em Maynfiel, Tasmânia, em 2011.


Projeto Haarp no México


TERREMOTO EM CHIAPAS NO MÉXICO ERA PRA SER UMA SIMULAÇÃO MAS COINCIDIU COM UM TERREMOTO REAL? COMO ASSIM?


EDU DALLARTE

Ponte caiu sobre um ônibus na Cidade do México.
Ponte caiu sobre um ônibus na Cidade do México. O que era para
ser um treinamento de terremoto no estado de Chiapas
O terremoto coincidiu com um terremoto real com magnitude de 7,8 Richter
registrado no sul do México e causou uma mobilização dramática de
milhares de pessoas.
A simulação, que estava marcada há meses e começou com o som
de alarmes em escritórios, templos e sinos tocando em escolas e hospitais,
tornou-se uma mobilização real de ambulâncias e bombeiros e as chamadas
para evacuar edifícios quando a terra começou a tremer.
Ao registrar o terremoto, os comandantes da Cruz Vermelha , os Bombeiros,a Defesa Civil, autoridades militares e outros ordenaram a tomar as medidas acordadas para a situação fictícia, com base em uma simulação de um terremoto de 7,9 na escala Richter 12.00- .
O tremor começou às 12:03 horas e registrou uma magnitude de 7,8 graus, uma duração de 55 segundos e seu epicentro foi localizado no sul do estado de Guerrero.
Depois de sentir o tremor, os trabalhadores que segundos antes haviam relutantemente aceitado retirarem-se de seus escritórios, aceleraram seu ritmo de descrença em diferentes pontos , enquanto os alunos que estavam ansiosos para sair de suas salas de aula, participaram mais divertidos lembrar que desmentia dias atrás que o confundiu a chamada para a simulação com a previsão de um terremoto.
Meio brincalhão, responsável pela treinamento/simulação em San Cristobal de Las Casas , Victor Amezcua , distanciou o Governo a partir deste jogo. â€œDe jeito nenhum, não tínhamos conhecimento de que iria acontecer  (real), um terremoto não é esperado, nem o Japão que tem tecnologia que pode prever “, disse o especialista.
O plano chamado para o regresso ao normal após uma hora da simulação, mas a confusão e danos estruturais em alguns prédios forçaram muitas pessoas a suspender as atividades para o dia .
Para o treinamento/simulação que estava agendado, havia sido planejado uma série de colapsos na prefeitura , com uma dezena de mortos e centenas de feridos, na realidade, 256 edifícios públicos foram evacuados, 19.000 escolas, 1,7 milhões de estudantes, de 350 empresas e mais de 1.200 unidades médicas.
O terremoto foi sentido nas 15 regiões de Chiapas, não houve vítimas , foram atendidos apenas avariase informou fissuras ou rachaduras em alguns edifícios, de acordo com a Protecção Civil do Estado. .
Viram o texto e o cartaz acima?
Era pra ser uma simulação já programada, de preparação para um terremoto, mas acabou acontecendo um terremoto real??? Como assim??
Coincidência??
Ou um terremoto já havia sido programado pela “natureza”??
E a tal coincidência matemática, existe mesmo?
Veja o comentário de um leitor deste blog:
Um terremoto de 7.6 graus de magnitude sacudiu o balneário de Acapulco, no México, na tarde desta terça-feira.
De acordo com o serviço geológico dos Estados Unidos, o epicentro do tremor estava a 186 quilômetros da cidade, e a 17 quilômetros de profundidade.
Testemunhas dizem que o abalo durou pouco mais de 10 segundos. Ainda não há relatos de danos materiais ou vítimas.2 dias adiantado , excepcionalmente exato com o atraso de 2 dias da rotação da terra!!!
Vocês acreditam mesmo que alguém virá a público para falar sobre essa estranha coincidência?
Durmam com um barulho desses.
Fontes:taringa

lingua eletronica brasileira, a mais falada no mundo


Língua eletrônica brasileira já é a mais falada no mundo

Redação do Site Inovação Tecnológica -

EDU DALLARTE
Língua eletrônica brasileira é mais sensível que humanos
A língua eletrônica é formada por um conjunto de sensores que tenta mimetizar o funcionamento da língua humana. [Imagem: Embrapa Instrumentação]
Língua eletrônica mais falada
A língua eletrônica está-se tornando um dos projetos brasileiros mais inovadores na última década.
O projeto, que começou há mais de dez anos, utiliza inteligência artificial, sensores supersensíveis e capacidade de reconhecimento molecular para identificação de compostos químicos.
Suas principais aplicações principais estão na área industrial, mas graças ao esforço de uma equipe multidisciplinar, a tecnologia está entrando na área das aplicações médicas, colocando a língua eletrônica brasileira entre as mais faladas na área em todo o mundo.
O projeto, que começou na Embrapa, surgiu a partir da demanda da indústria pela automação na área da degustação - por exemplo, de medicamentos ou de alimentos não facilmente palatáveis, casos em que o uso de humanos não é viável.
Além disso, para controle rotineiro de qualidade na área de alimentos, ter um painel de degustadores humanos costuma ter um custo muito elevado.
Com a língua eletrônica, os resultados podem ser muito mais rápidos, menos subjetivos, e mais viáveis financeiramente.
Seletividade global
A língua eletrônica é formada por um conjunto de sensores que tenta mimetizar o funcionamento da língua humana e sua capacidade de identificar os cinco sabores básicos - salgado, doce, azedo, amargo e umami.
Essa chamada seletividade global, o princípio segundo o qual o sabor é decomposto em alguns sabores básicos, distingue-se da seletividade específica, que é a detecção de uma substância química.
Por exemplo, no café há centenas de substâncias químicas, mas não é necessário que saibamos quais são essas substâncias para sabermos que estamos bebendo café. O odor também tem este tipo de característica: não é necessário identificar moléculas para saber o cheiro.
O princípio da seletividade global postula que se distinga nuances destes sabores básicos, por isso a importância de ter muitos sensores.
Os sensores são fabricados a partir de filmes poliméricos ou filmes de biomoléculas.
A grande dificuldade é que é virtualmente impossível conseguir uma reprodutibilidade alta, ou seja, duas unidades sensoriais nominalmente idênticas - produzidas com os mesmos materiais e nas mesmas condições - não apresentam propriedades iguais.
Suponhamos que seja necessário comparar dois sabores em que apenas a acidez varia muito pouco. O ideal seria ter o sensor em um material cujas propriedades elétricas dependessem muito da acidez, ou seja, do pH.
Alguns polímeros condutores são extremamente sensíveis a mudanças de pH, então estes materiais são ideais para detectar sabores ácidos. Entretanto, no caso de duas substâncias com pequenas variações nos sabores doce ou amargo, não haverá grandes mudanças no pH ou na quantidade de íons da amostra, o que tornaria inviável o uso de polímeros condutores.
A saída é obter o que os pesquisadores chamam de "impressão digital" de cada amostra de alimento, reproduzindo a combinação de sabores da maneira como cérebro a capta.
"Podemos, por exemplo, utilizar o mesmo material, com sensores de características diferentes, como a espessura e a técnica de fabricação do fio", explica o professor Osvaldo Novais de Oliveira Junior, do Instituto de Física de São Carlos, da USP.
Os sensores produzidos com materiais inorgânicos, uma opção a ser explorada pela equipe, podem apresentar melhor reprodutibilidade e otimizar a análise de alguns tipos de materiais. Contudo, é possível que a sensibilidade do sensor seja menor. "Para aplicações comerciais, seria a melhor saída", vislumbra o pesquisador do IFSC.
Língua eletrônica brasileira é mais sensível que humanos
No café há centenas de substâncias químicas, mas não é necessário que saibamos quais são essas substâncias para sabermos que estamos bebendo café. [Imagem: Embrapa Instrumentação]
Aplicações médicas
O conceito de língua eletrônica foi também estendido ao conceito de biossensores.
"Nós não temos na nossa unidade sensorial um equipamento que reconheça especificamente a molécula que queremos detectar, mas logo percebemos que não há motivo para essa limitação", observa Osvaldo.
Um exemplo é um par antígeno-anticorpo: os antígenos são moléculas específicas que reconhecem apenas o anticorpo característico daquele antígeno.
Este é o princípio que é empregado nos biossensores para análises clínicas, no diagnóstico de doenças. "O antígeno reconhece um anticorpo específico e, se isso der um resultado positivo, significa que o indivíduo está doente," explica o pesquisador.
Essa aplicação biomédica da língua eletrônica vem sendo testada desde 2007.
"Esse é o diferencial que torna nosso projeto pioneiro no mundo", aponta Osvaldo. Dentre os resultados obtidos no âmbito desta aplicação, os pesquisadores foram capazes de fabricar um biossensor que distingue a leishmaniose da doença de Chagas, doenças muito similares e que, mesmo com os imunossensores mais sofisticados, ainda ocasionavam falsos positivos.
Resultados mais homogêneos
Mas por que o assunto é tão atual, mesmo depois de dez anos de pesquisas?
Primeiro, devido a esta dificuldade de predefinição dos materiais utilizados como sensores. Segundo, porque a aplicação ainda não está disponível e difundida no mercado.
Nas aplicações mais nobres, a alta sensibilidade dos sensores é o próprio "calcanhar de Aquiles" do projeto, porque qualquer mudança do material significa mudança nas propriedades, o que exige a substituição de alguma unidade sensorial.
Então, para obter dados de uma série de amostras, seria necessário recalibrar todo o sistema, ou a língua eletrônica forneceria resultados diferentes. "Ainda precisamos resolver este problema para colocar uma língua eletrônica de alto nível no mercado", conta Osvaldo.
"Esta é uma meta que perseguimos pensando a longo prazo, porque ainda há muito trabalho à frente, então a língua eletrônica continuará sendo notícia," finaliza ele.

EXPLOSÕES SOLARES E A APROXIMAÇÃO DE HERCOLUBUS

Super explosões solares podem estar associadas às interações magnéticas entre os planetas gigantes que orbitam próximos às estrela








Edu dallarte
Em 1859, uma violenta explosão solar praticamente bloqueou todas as comunicações telegráficas do planeta, eletrocutando técnicos e produzindo auroras boreais até nas latitudes baixas. Agora, um novo estudo mostra que se ocorresse uma super explosão solar, as consequências seriam ainda piores.

O estudo, publicado no periódico científico Nature foi realizado a partir de observações feitas com o telescópio espacial Kepler, da Nasa, que observa cerca de 100 mil estrelas em uma porção de céu situada entre 600 e 3 mil anos-luz da Terra. Durante 120 dias o telescópio registrou 368 super flares e para nossa sorte, apenas 0,2% das estrelas similares ao Sol apresentam explosões desse tipo.

Diferentes dos flares comuns produzidos pelo Sol, os super flares podem ser 10 mil vezes mais intensos, mas de acordo com Hiroyuki Maehara, da Universidade de Kyoto, no Japão, esses eventos são pouco frequentes em estrelas de baixa rotação, como nosso Sol.
 

Além disso, os padrões registrados pelo telescópio Kepler indicam que essas super explosões podem estar associadas às
interações magnéticas entre os planetas gigantes que orbitam próximos às estrelas, configuração diferente do nosso Sistema Solar onde os gigantes gasosos Júpiter e Saturno orbitam longe da estrela-mãe.
(Nota Segundo Sol: Então, se tivesse uma astro superior ao tamanho de Júpiter, se aproximando de nosso Sol, a situação mudaria de figura. Só faltaram eles dizerem que temos um astro com tamanho superior ao de Júpiter chamado de Hercólubus (Segundo Sol, Planeta X, Nêmesis, etc) e que ele se aproximada cada vez mais de nosso sol).
 

Mesmo sendo pouco provável a ocorrência de um super flare em nosso Sol, os cientistas não podem deixar de especular sobre o impacto que uma explosão desse tipo teria sobre a Terra. Segundo alguns modelos computacionais, na hipótese da Terra ser atingida diretamente por um super flare a camada de ozônio seria praticamente varrida, aumentando fortemente o nível de radiação ao nível do solo o que poderia provocar extinções generalizadas de algumas espécies.

Apesar dos super flares parecerem mortais a primeira vista, o estudo também mostra que alguns sistemas planetários distantes se beneficiariam do fenômeno, com o impacto das partículas carregadas fornecendo energia suficiente às atmosferas e iniciando as reações químicas necessárias ao desenvolvimento biológico.
 

A mais intensa
 
A tempestade geomagnética mais intensa que se tem registro foi denominada Evento Carrington e ocorreu entre agosto e setembro de 1859. A intensa tormenta foi testemunhada pelo astrônomo britânico Richard Carrington, que observou o fenômeno através da projeção da imagem do sol em uma tela branca. Na ocasião, a atividade geomagnética disparou uma série de explosões nas linhas telegráficas, eletrocutando técnicos e incendiando os papéis das mensagens em código Morse.

Relatos informam que as auroras boreais foram vistas até nas latitudes médias ao sul de Cuba e Havaí. Nas Montanhas Rochosas, no oeste da América do Norte, as auroras eram tão brilhantes que acordavam os camponeses antes da hora, que pensavam estar amanhecendo. As melhores estimativas mostram que o Evento Carrington foi 50% mais intenso que a supertempestade de maio de 1921.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

VOLTA DA TRIBO DE MANÁSSÉS PARA ISRAEL


Volta da tribo perdida de Israel é cumprimento de profecia bíblica

edu dallarte

Depois de uma parada de cinco anos no fluxo de imigração, o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu permissão para uma comunidade de cidadãos indianos mudarem-se para o Estado judeu.

Acredita-se que eles são uma das tribos perdidas de Israel. Tivemos um grande avanço, e graças a Deus, a Aliya [a imigração para Israel] está certo que recomeça neste verão. Esperamos e oramos para que o primeiro grupo de 50 famílias, ou cerca de 250-300 imigrantes Bnei Menashe, virá para Israel até o final de agosto”, disse Michael Freund, presidente da Shavei Israel, fundação que está por trás da iniciativa.

A Shavei, com sede em Jerusalém, espera trazer para o Estado judaico todos os 7.000 cidadãos indianos restantes que acreditam ser os Bnei Menashe, descendentes de Manassés, filho do patriarca bíblico José e neto de Jacó.

A organização liderada por Freund ajudou a facilitar a imigração de mais de 1.700 Bnei Menashe no passado, sempre com o apoio dos governos israelenses. Até que em 2007, o primeiro-ministro Ehud Olmert interrompeu o processo, que somente agora está sendo retomado.

O plano da Shavei é levar essas 50 famílias Bnei Menashe para Israel como turistas, seguindo o acordo com o Ministério do Interior. Após desembarcarem no país, os Bnei Menashe se converterão oficialmente ao Judaísmo, ganhando assim a cidadania israelense.

Esse era o procedimento adotado em anos passados, mas alguns funcionários de ministérios israelenses se recusam a conceder permissão para que o restante desse grupo que ainda está na Índia viaje com esse propósito.Para suavizar o processo, Freund espera contar novamente com a ajuda do chefe do rabinato de Israel, que voou para a Índia em 2005 para converter os membros da Bnei Menashe. Esse processo foi interrompido no ano passado pela Índia.

O que se sabe no momento é que os membros da tribo perdida vivem nos Estados indianos de Manipur e Mizoram. Eles dizem que foram exilados de Israel há mais de 2.700 anos atrás pelo império assírio. De acordo com a tradição oral judaica, a tribo Bnei Menashe foi exilada de Israel e empurrada para o Extremo Oriente, se estabelecendo nas regiões fronteiriças da China e da Índia, onde permanecem até hoje.

A maioria manteve aspectos culturais semelhantes à tradição judaica, incluindo a observação do Shabat [sábado sagrado], as leis do Kosher [alimentos permitidos], praticando a circuncisão dos meninos recém-nascidos no oitavo dia e as leis de “pureza familiar.

Na década de 1950, milhares de Bnei Menashe disseram que partiriam a pé para Israel, mas foram rapidamente interrompidos pelas autoridades indianas. Desde então, começaram a praticar o judaísmo ortodoxo e se comprometeram em manter suas tradições judaicas. Hoje, frequentam centros comunitários na Índia estabelecidos pela Shavei Israel onde aprendem mais sobre a religião judaica e hebraico moderno.

Freund acredita que a imigração dos Bnei Menashe é o cumprimento da profecia bíblica de Isaías 43:5-7, que afirma: Não tenha medo, pois eu estou com você, do oriente trarei seus filhos e do ocidente ajuntarei você. Direi ao norte Entregue-os!  e ao sul Não os retenha.

De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas; todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para a minha glória, a quem formei e fiz.

“Acho que este é um projeto histórico”, acrescentou. “É o fechamento de um círculo na história. É o retorno de uma tribo perdida de Israel depois de 27 séculos de exílio. É um cumprimento da profecia bíblica diante de nossos olhos”.

Traduzido e adaptado de WND

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/volta-da-tribo-perdida-de-israel-e-cumprimento-de-profecia-biblica/#ixzz1uxr4HW7F

Avião Chemtrail na Bahia


Avião Chemtrails vai bombardear nuvens para provocar chuva artificial na BAHIA


Um projeto piloto da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado e da Secretaria do Meio Ambiente permitirá que um avião produza chuvas artificiais em parte da Bahia. A previsão é de que o projeto tenha início na próxima semana.

EDU DALLARTE

Estiagem na Bahia já é considerada a pior dos últimos 30 anos

O avião irá sobrevoar a região da Chapada da Diamantina e de Vitória da Conquista em um período de 12 horas e induzirá chuvas nos locais.

De acordo com o secretário da Agricultura, Eduardo Salles, o período não é ideal para implantação do projeto, mas é uma alternativa para amenizar os efeitos da seca no Estado. "As chuvas irão dar umidade ao solo e melhorar a situação da agricultura, mas não irão suprir a necessidade de racionamento", disse o secretário. A probabilidade de chuvas é de 40%.

O projeto terá um custo de R$ 200 mil e utiliza imagens de satélite para identificação das nuvens em melhores condições para formação de chuvas. Dependendo dos resultados obtidos nas regiões da Chapada de Diamantina e em Vitória da Conquista, o projeto será implantado em outras regiões do Estado.

Na Bahia, 239 municípios estão em estado de emergência e mais de 2 milhões de pessoas foram afetadas pela seca. A estiagem deve atingir as produções de milho e feijão e inviabilizará as produções de mel e leite.

Fonte: Folha.Uol