quarta-feira, 29 de agosto de 2012

SIRIA




por Ghaleb Kandil
Cartoon de Pluma y Fusil.Os desenvolvimentos recentes na Síria revelaram uma série de sinais importantes, os quais terão repercussões decisivas no curso da guerra global conduzida pelos Estados Unidos para destruir este país. Ao contrário das informações e impressões dos estrategas americanos e seus aliados europeus, assim como dos seus cúmplices árabes – tal como transmitido por centenas de media empenhados na batalha – os esquadrões da morte, mercenários e grupos Takfiri introduzidos na Síria a partir de todas as partes do mundo sofreram uma derrota esmagadora ao nível das batalhas. No entanto, os responsáveis turcos e seus aliados qataris e sauditas prometeram – como já haviam feito no ano passado durante o mesmo período – que o mês do Ramadão testemunhará a queda do regime resistente na Síria. Estas ilusões entraram novamente em colapso no campo de batalha onde os gangs armados sofreram baixas de milhares de mortos, feridos e detidos.

Na verdade, o ataque abrangente lançados pelos extremistas contra Damasco acabaram – mesmo com o reconhecimento dos media ocidentais – com perdas maciças. Portanto, a força que incluía mercenários locais e jihadistas de toda a parte do mundo foi aniquilada completamente pelo exército sírio que está a perseguir os remanescentes nos arredores da capital. Em consequência, foram confiscadas toneladas de armas e a pesada infraestrutura dos grupos armados foi desmantelada e destruída, o que exigirá meses para reconstruir se os grupos armados alguma vez forem capazes de fazê-lo.

O resultado da batalha de Alepo, por outro lado, já pode ser antecipado pois os extremistas estão a cair aos milhares face ao progresso metódico do exército que foi capaz de cortar completamente as linhas de abastecimento dos mercenários que vinham dos campos de treino dirigidos pela CIA na Turquia. Consequentemente, os gangs armados já não podem mais receber reforços sem terem de pagar um pesado preço. Pois os seus comboios 4x4, que estão esquipados com artilharia pesada e lhes foram oferecidos pelos seus patrocinadores regionais, estão a mover-se sob o fogo dos helicópteros e aviões do exército e a caírem nas emboscadas montadas pela forças de elite que infiltraram linhas inimigas.

Segundo peritos, um terço dos grupos extremistas são compostos por jihadistas que vieram do Magrebe árabe, da Líbia, do Golfo, Afeganistão, Paquistão e Chechénia. Neste nível, o chefe de nacionalidade francesa da European Union Intelligence, Patrice Bergamini, reconheceu numa entrevista ao diário libanêsAl-Akhabar, na sexta-feira 17 de Agosto, o papel importante desempenhado pelos jihadistas no conflito sírio, enfatizando que o público ocidental agora estava consciente da ameaça que representavam. É claro que a limpeza pelo Exército sírio da cidade de Alepo e sua zona rural é agora uma mera questão de tempo.

A derrota esmagadora sofrida pelos gangas armados por toda a Síria revela que o Exército Árabe Sírio, que foi construído sobre sólidas bases ideológicas, retirou rapidamente as lições da guerra e desenvolveu estratégias de contra-guerrilha urbana e rural, as quais lhe permitiram atingir os extremistas apesar dos maciços meios militares, materiais, financeiros e de media que lhes foram generosamente oferecidos pela coligação de dúzias de países, sem esquecer as sanções adoptadas contra o povo e o estado sírio fora do contexto das Nações Unidas.

A fim de entender os desenvolvimentos da situação, é importante também analisar o estado de espírito do povo sírio. Sem apoio popular real – o que naturalmente é ignorado pelos media ocidentais – o presidente Bashar al-Assad e seu exército não teriam sido capazes de resistir e deter este ataque. Este apoio popular deve-se a três factores. Em primeiro lugar, a maioria dos sírios está consciente do facto de que o seu país é alvejado por uma trama que pretende subjugar a Síria e incluí-la no campo imperialista ocidental e consequentemente removê-la de todas as equações regionais, pois sabe que durante estas últimas quatro décadas a Síria esteve no cerne dos equilíbrios de poder que nada podia ser feito no Médio Oriente sem o seu conhecimento e participação. Estes amplos segmentos populares são apegados à autonomia política do seu país e estão desejosos de defendê-la, o que explicaria porque milhares de jovens estão voluntariamente a aderir às fileiras do Exército.

Por outro lado, os peritos acreditam de vinte por cento da população – aqueles que em algum momento simpatizaram com a oposição – descobriram a cara real dos extremistas que multiplicam as suas selvajarias nas regiões sob o seu controle (violações, execuções, massacres, pilhagens, ...). À luz desta transformação que afecta o estado de espírito popular, especialmente nas áreas rurais onde o povo está farto, o estado sírio estabeleceu meios de comunicação discretos que permitem à população informar o exército acerca da presença de terroristas, o que explicaria como e porque durante estas últimas semanas as unidades especiais e a sua força aérea foram capazes de executar com êxito ataques bem concebidos contra as bases das gangs armadas.

Paralelamente a todos os desenvolvimentos no terreno, os aliados regionais e internacionais de Damasco estão a mostrar contenção e a desenvolver iniciativas políticas e diplomáticas a fim de evitar deixar a arena aberta diante dos ocidentais. A este nível, o êxito da reunião em Teerão entre trinta países, incluindo China, Índia, Rússia, nove países árabes e estados da América da Latina e África do Sul, transmite este novo equilíbrio de poder. A formação deste grupo constituiu uma forte mensagem aos ocidentais e põe seriamente em perigo o seu projecto de estabelecer – fora do contexto das Nações Unidas – uma zona de interdição de voo na parte Norte da Síria. Os últimos meses de 2012 serão decisivos ao nível da emergência de novos equilíbrios regionais e internacionais e na formulação de uma nova imagem a partir de Damasco, graças à vitória do estado nacional sírio na guerra global contra ele conduzida.

Desenvolvimentos rápidos 

Até as eleições presidenciais americanas, as quais serão no princípio de Novembro, os desenvolvimentos sírios internos, regionais e internacionais tornar-se-ão mais rápidos do que antes. Obviamente, a intervenção militar estrangeira, quer de dentro ou de fora do Conselho de Segurança, está fora de cogitação, se bem que as sanções tenham atingido os seus níveis mais altos enquanto o Capítulo VII está a ser impedido pelo direito de veto. A seguir às eleições presidenciais americanas, veremos a materialização das linhas políticas principais que afectarão a máquina militar utilizada do outro lado da fronteira e de dentro do território sírio.

Portanto, nessa altura deveria haver ou um reconhecimento da impossibilidade de introduzir mudança ao nível da geografia e do papel da Síria o que deveria induzir preparações para negociações sérias e para soluções políticas – que são rejeitadas pelos americanos, os quais recusam-se a responder ao convite envido pela Rússia para encontrarem-se – ou sustentar a aliança guerreira e a mobilização do estado de hostilidade a partir de todas as direcções, isto é, desde a conferência de Meca até a visita do ministro dos Estrangeiros francês a estados vizinhos da Síria para reunir tantas cartas de pressão quanto possível.

Não haverá zonas tampão (buffer zones) nem embargos aéreos, antes esforços para isolar completamente certas regiões fronteiriças do controle do estado a fim de testar as oportunidades para estabelecer mini-estados, semelhantes àqueles estabelecidos por Saad Haddad e Antoine Lahd sob tutela israelense no Sul do Líbano. A este nível, a aposta está na zona rural de Alepo na qual todos aqueles que vendem a sua honra entre os dissidentes serão introduzidos a seguir aos preparativos em Doha, Riyadh e Aman para dar legitimidade formal ao projecto de divisão.

Por outro lado, Lakhdar Brahimi foi nomeado enviado e mediador para a solução política e a missão de observadores foi finalizada a fim de preparar a arena para todas as possibilidades. Brahimi portanto passará tempo em excursões antes de ser adoptada uma decisão, enquanto a Síria fortalece-se com o seu exército e o povo, preparando – a começar por Alepo e sua zona rural – o rumo da mudança futura. 
25/Agosto/2012
O original (em árabe) encontra-se em New Orient Center for Strategic Policies e a versão em inglês em
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=32490 


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

A setima trombeta

Patolino Gimo 12 de ago
a setima trombeta
Yehuda Arte Real Arte Real 3 de jul
A setima trombeta
Δpocalipse - o tempo se termina - 19:23
A Setima Trombeta
O jardineiro da terra, conhecido pelos hebreus como
Metraton e pelos cristãos, Lúcifer, desejou a terra como
possessão. Estava declarada a guerra no universo. Sua glória e
beleza são destituídas, e agóra é visto como um dragão, voraz e
desesperado. Após vencer alguns arcanjos, Michael trava combate e o
derrota. Campos dimensionais conhecido pelo nome infernos são
criados para prendê-lo. Porém o terrível embate continua até os
dias atuais. A luz contra as trevas. Rivais se defrontam e a terra se
transforma numa imensa arena de combate. Civilizações surgem e
desaparecem... a verdade está oculta, os homens sobrevivem sob a
eterna mentira. Até que Cristo o supremo guerreiro, oferece
alternativa de escape para a humanidade. O livre arbítrio.... a
escolha entre Cristo e Satã. O confronto decisivo está começando. O
tempo é chegado,o embate final entre os filhos de Deus  e a semente
do diabo: O Anti-Cristo, a encarnação do mal. Os exércitos
estão alinhados... As primícias do triângulo dourado (O verdadeiro
Judaísmo, O Cristianismo puro e o Islamismo não contaminado) de um
lado, e de outro o satanismo, a bruxaria, as ciências ocultas que
renegaram a verdade, os escorpiões, e os exércitos do grande dragão
vermelho. Este trabalho é uma síntese de pesquisas aprofundadas,
baseadas na bíblia, e em livros de cunho histórico, a partir do
registro do homem sobre a terra, uma busca incessante pela verdade,
num mundo em que a verdade é oculta por seitas malignas, que
conduzem a terra para o holocausto total. Mais há uma esperança...
o homem conhecendo a verdade pode escapar das garras do Anti-Cristo,
busque hoje a verdade, amanhã pode ser tarde demais!
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terra em combustão no Paraguai

EDU DALLARTE

Terra em Combustão no Paraguai



PARAGUAI. No distrito de Paso Yobai - departamento de Guairá, na bacia do rio Tebicuarymi, nas propriedades dos ruralistas Rome Hubert e Apolônio, já há quinze dias, a terra está queimando. Não se tem - ainda - uma explicação para o fenômeno.


O calor parece emergir do interior do solo, porque quando o local é escavado a temperatura aumenta. A dispersão desse calor é lenta e as cinzas remanescentes das plantas eventualmente queimadas são diferentes da cinzas comuns. O material - inclusive terra, carbonizados - toma a forma de pequenos aglomerados granulados que convertem-se em pó ao serem tocados.

Apesar da chuva, na segunda-feira - 27 de agosto (2012), o solo continuava queimando (o quê sugere a presença de alguma substância altamente combustível na origem do processo; substância que até então esteve contida a certa profundidade mas que, em virtude de algum fenômeno tectônico encontrou uma via de escape até a superfície e, ainda, uma fonte de ignição - algo que deu início à combustão).

FONTE: PEREZAlberto Guido. Extraño fenómeno inquieta a pobladores.
ABC/Paraguai, publicado em 28/09/2012.
[http://www.abc.com.py/nacionales/quema-de-tierra-inquieta-a-pobladores-443897.html]

sábado, 25 de agosto de 2012

Como ocorreu o fim dos Maias


Múltiplos factores, incluindo mudanças climáticas, levaram ao colapso e despovoamento da Civilização Maia

EDU DALLARTE
 Publicado Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012 | Por: Jornal de Arqueologia

Uma nova análise das complexas interações entre o homem e o ambiente explica o processo que levou ao colapso Maia do século IX e ao abandono das terras baixas centrais na Península de Yucatán. 





O estudo surge publicado na revista electrónica PNAS do dia 21 de agosto de 2012 e tem a assinatura de BL Turner II e Jeremy A. Sabloff . Neste modelo, os investigadores atribuem o colapso da civilização Maia a um intrincado de factores, onde as alterações ambientais e o desvio de rotas comerciais desempenham os principais motivos que levam ao processo de decadência.

Os autores deste artigo descreveram o Período Clássico Maia (CE 300-800) como uma "civilização altamente complexa organizada em redes de cidades-estados".

Esta lição da história também deve ser lida e tida em conta na análise de casos análogos que actualmente são estudados pela ciência da sustentabilidade Os antigos maias da região montanhosa foram confrontados a longo prazo com a aridez climática, experimentando períodos de seca longos, o que os levou a desenvolverem sistemas complexos para o aproveitamento de águas, como barragens de grande dimensão.

O período mais crítico parece ter abrangido o século IX, altura em que se instaurou  um verdadeiro stress causado pelas condições ambientais. "Este stress ambiental foi complementado pela negativa por uma mudança das rotas comerciais que se desenvolviam à volta de toda a península, facto que se repercutiu na economia e num esforço para manter a infra-estrutura de meios de subsistência capazes de evitar o ponto de inflexão ou de ruptura", disse Turner, um cientista que estuda questões de sustentabilidade e que já foi distinguido pelo seu trabalho pelo “Global Institute of Sustainability at Arizona State University”.

"O caso Maia dá importantes achegas para uma aprendizagem que poderá ser utilizada em casos análogos contemporâneos onde se verificam mudança ambientais e falta de sustentabilidade ambiental", escreveram os autores.

"A mudança climática e especialmente a aridez causada pela diminuição do índices de pluviosidade, apresenta-se como um importante factor externo e   foi forçado pelo homem na sua relação com o ambiente e,  neste caso,   teve consequências drásticas entre os Maias", concluíram.

" Complexas interacções do sistema gerou o colapso e este o despovoamento das terras baixas, promovendo o seu abandono a longo prazo. Esta lição da história também deve ser lida e tida em conta na análise de casos análogos que actualmente são estudados pela ciência da sustentabilidade ", reforçaram os autores do artigo científico.

Referência do artigo:
B. L. Turner, II and Jeremy A. Sabloff Classic Period collapse of the Central Maya Lowlands: Insights about human–environment relationships for sustainability PNAS 2012 : 1210106109v1-201210106

Fonte: PNAS

Nova teoria da formação do universo

Físicos não aceitam o Big Bang e dizem que o início de tudo ocorreu por um Big Chill www.jornalciencia.com


edudallarte

A imagem tradicional do nascimento do Universo sugere que toda matéria passou a existir após uma explosão cataclísmica há 13 bilhões de anos.
Mas este modelo teórico está sendo confrontado por uma nova teoria que sugere que o Universo congelou, passando a existir após um Big Chill.
Físicos teóricos da Universidade de Melbourne disseram que a melhor metáfora para o início do Universo pode ser considerado como a água que congela, transformando-se em gelo.
Nesta nova teoria, as três dimensões espaciais e uma dimensão de tempo congelaram-se em seus lugares  e os físicos sugerem que poderíamos aprender sobre as rachaduras no tempo e espaço através de observações nas fendas naturais ocorridas em partículas de gelo.
Os pesquisadores afirmam que a nossa compreensão da natureza do Universo poderia sofrer uma revolução através das investigações com cristais de gelo. O projeto é do físico James Quach. O novo modelo teórico faz parte da longa busca da humanidade para compreender a origem de tudo o que existe.
Antigos filósofos gregos se perguntavam do que as coisas eram feitas: de uma substância contínua ou átomos individuais? Com microscópios muito poderosos, agora sabemos que a matéria é compota de átomos, comentou Quach ao DailyMail.
Ele prossegue: Milhares de anos depois, Albert Einstein assumiu que o espaço e o tempo eram contínuos e fluíam sem problemas, mas agora acreditamos que esta hipótese não pode ser válida em escalas muito pequenas.Uma nova teoria, conhecida como Graphity Quantum, sugere que o espaço pode ser feito de blocos invisíveis, assim com ocorre com os átomos minúsculos. Esses blocos indivisíveis podem ser pensados como semelhantes aos pixels que formam uma imagem na tela.
O desafio se dá no fato de que esses blocos de construção são muito pequenos e impossíveis de serem visualizados diretamente.

Apesar das dificuldades e mpossibilidades, Quach e seus colegas acreditam terem descoberto uma maneira de observar esses blocos: Pense o início do Universo como sendo um líquido. Então, quando o Universo esfriar, irá cristalizar.
Pensando assim, quando tudo esfriasse formando cristais, espera-se que rachaduras se formem, exatamente como ocorre quando a água congela.
Uma equipe da RMIT University chefiada por Andrew Greentree disse que alguns desses defeitos (rachaduras) são visíveis: Partículas de luz e outras podem, em teoria, detectar esses defeitos, declarou Greentree.
A equipe calculou alguns destes efeitos e suas previsões são verificadas experimentalmente. A questão agora é saber se o espaço é liso ou constituído a partir de pequenas partes indivisíveis.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

o misterio da maquina de relampagos


Conheça a máquina de relâmpagos que derrete diamante


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Dentro dos Laboratórios Nacionais Sandia em Albuquerque, Novo México (EUA), está um aparelho com capacidades extremas: ele pode gerar pressão suficiente para derreter diamantes, um pulso eletromagnético que pode matar e uma corrente elétrica suficiente para acender 100 milhões de lâmpadas.
Com um nome menos imponente do que se esperaria de um equipamento tão poderoso, a Máquina Z foi desenvolvida para auxiliar em pesquisas de fusão nuclear e pode, além disso, mostrar como um material se comporta em condições extremas de pressão e temperatura.
Quando ligada, ela envia uma corrente elétrica para centenas de pequenos filamentos de tungstênio. A corrente é tão forte que o metal evapora e forma uma nuvem de partículas carregadas (plasma). O campo magnético gerado por essa nuvem força as partículas a se alinhar no centro da máquina, colidindo e emitindo raios-X de alta intensidade.
Usando o campo magnético da Máquina Z, o pesquisador Marcus Knudson conseguiu movimentar placas de metal e fazê-las aplicarem um diamante uma pressão 5 milhões de vezes maior do que a atmosférica. Mesmo esse material quase indestrutível não foi capaz de suportar a força aplicada e derreteu.


Na foto que ilustra a matéria, você pode 
ver o brilho dos filamentos de tungstênio gerado pela corrente no momento em que o aparelho é ligado. Além de rápido (dura uma fração de segundo), o processo é perigoso: “É gerado um enorme pulso eletromagnético que poderia matar qualquer um que estivesse observando a máquina”, avisa Knudson.
Fonte:[New Scientist]

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Obama busca um pretexto para atacar a Siria


Armas químicas West falar apenas um pretexto para a intervenção" - Síria Vice-PM Jamil

Publicado: 22 de agosto de 2012, 01:26
Editado: 22 de agosto de 2012, 04:53
Qadri Jamil, vice-ministro da Síria privilegiada para os assuntos económicos, escuta durante uma conferência de imprensa em Moscou, 21 de agosto de 2012. (Reuters / Maxim Shemetov)
(29.9Mb)Incorporar vídeo

Declaração recente do presidente Obama sobre uma "linha vermelha" de armas químicas é apenas o pretexto para a intervenção ocidental, PM Síria deputado disse, também afirmando que a renúncia de Bashar Assad é discutível, mas não pode ser uma condição prévia para as conversações.
O Ocidente está à procura de uma desculpa para a intervenção direta. Se essa desculpa não funcionar, ele vai procurar outra desculpa ", disse o vice-primeiro-ministro sírio Qadri Jamil falava aos jornalistas após uma reunião com o ministro do Exterior da Rússia, Sergey Lavrov, em Moscou.
Ao comentar a afirmação de segunda-feira pelo presidente Barack Obama de que os EUA vão intervir quando a Síria implanta armas químicas ou biológicas, Jamil disse que estas são declarações e ameaças " relacionadas com as eleições nos Estados Unidos . "
Jamil alertou contra a ação militar na Síria diz que é "impossível", porque seria transformar o conflito em um regional, afirmando que " aqueles que estão contemplando esta evidentemente quer ver a crise se expandir para além das fronteiras da Síria. "
Jamil também traçou paralelos entre o foco atual do Ocidente em armas químicas da Síria ea situação no Iraque, onde a existência de armas químicas suspeitas nunca foi confirmado.
A PM deputado disse que Damasco está pronto para conversas com a oposição, afirmando que " Estamos prontos para discutir a renúncia de Assad - mas não como pré-condição . "Indo mais além, ele salientou que a discussão sobre a renúncia do presidente Assad - desejada por ambos os rebeldes e do Ocidente - só pode ter lugar depois de conversas começar.
Exigir uma resignação diante dos mecanismos será encontrada para o povo sírio [para expressar sua opinião] - isso é uma abordagem democrática? Não, isso é uma tentativa de impor uma determinada decisão sobre nós ", disse Jamil.
Ambos os políticos russos e sírios manifestaram a esperança de que o recém-nomeado representante da paz da ONU, Lakhdar Brahimi, vai ficar com o plano de Kofi Annan de seis pontos e as decisões tomadas durante as negociações de Genebra.
Jamil reiterou que Damasco está pronto para encontrar uma solução para a crise de longa duração.
No entanto, ele ressaltou que ele vê um paradoxo na postura Wests: por um lado eles estão " derramar lágrimas"sobre a situação na Síria, mas por outro lado eles estão" colocando uma roda na engrenagem ".
Ele acrescentou que a ingerência externa em assuntos interior da Síria é o principal problema que se coloca no caminho de saída da crise blody.
Jamil disse que o governo sírio está trabalhando em conciliação nacional e que todos os lados devem ceder.
Como um passo nessa direção, disse ele, a Síria está pronta para conceder garantias de segurança para os ativistas de oposição que fugiram do país, mas gostaria de voltar para casa para " resolver os problemas nacionais ".
Eu gostaria de dizer a todos os sírios dentro e fora do país ... Estamos prontos para ouvir a todos. Nossas portas estão abertas para os líderes políticos e não políticos, que agora estão no exterior ", disse Jamil.
Ministro do Exterior russo Sergei Lavrov também disse que acredita que ainda há uma chance de conciliação na Síria, apesar de "há muitos antagonistas a tal solução".
Ele disse que "conciliação" é a única maneira de parar o derramamento de sangue e fornecer as condições para sírios para iniciar conversações sobre o futuro de seu país.
Lawrence Freeman de Executive Intelligence Review Revista concorda que os EUA estão à procura de um pretexto para intervir na Síria.
O que está sendo dito agora é exatamente o que vimos com o cenário que antecedeu a guerra do Iraque. Nós vimos a mesma coisa na Líbia ", disse RT . A idéia de que devemos avançar 50-60,000 tropas para a Síria para proteger armas químicas é um pretexto para derrubar o governo. "
Postura agressiva do governo Obama contra a Síria está sendo empurrado pela política eleitoral em os EUA, colunista e correspondente de guerra Eric Margolis, disse RT, acrescentando que se envolver na Síria não vai ajudar os interesses americanos na região.
Os Estados Unidos não têm interesse estratégico na Síria. O que é tudo sobre o Irã e é o fato de que os EUA estão em um ano eleitoral muito sensível. Não há pressão sobre a administração de Obama - "Faça alguma coisa!" - Os republicanos estão gritando ".

www.rt.com