sexta-feira, 25 de julho de 2014

Russia promete reagir contra sanções da Europa

Rússia não deixará sanções da União Europeia sem resposta

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As sanções contra a Rússia não ficarão sem resposta adequada, declarou o MRE russo. A diplomacia russa reagiu assim às informações sobre as medidas unilaterais empreendidas pelo Canadá. Os EUA e a União Europeia já prepararam novas formas de pressão e também o Japão se está preparando.

Os pretextos para as sanções, segundo sublinharam os diplomatas russos, são inventados: Washington e seus aliados afirmam sem ter provas que a Rússia está armando os rebeldes ucranianos e que está envolvida na perda do Boeing malaio.
A União Europeia alargou mais uma vez a chamada “lista negra” de pessoas físicas e jurídicas que alegadamente estão envolvidas na “desestabilização” do Sudeste da Ucrânia. Nessas listas foram incluídos mais 15 cidadãos da Rússia e da Ucrânia, no total são já 87 nomes. Além disso, ela inclui pela primeira vez 18 empresas e organizações. Como dizem os políticos europeus, essas medidas deverão obrigar Moscou a “rever seus atos” na Ucrânia.
As sanções não são um fim em si mesmas, declarou o chefe da representação da União Europeia na Rússia Vygaudas Usackas:
“Na vida tudo é temporário e as sanções também. Pois quando elas são aprovadas, são-no por um determinado período, mas elas poderão ser prorrogadas ou levantadas. O objetivo é fazer pressão sobre os atos dos nossos parceiros. O próprio fato de nós aprovarmos sanções contra a Rússia no século XXI é de admirar. Que mais podemos fazer?”
Os autores morais das pressões sobre Moscou, os EUA, já antes tinham introduzido sanções contra grandes estruturas comerciais russas, incluindo o Gazprombank e o Vnesheconombank, a Rosneft e algumas empresas da indústria de defesa. Agora a Washington se junta Ottawa. Segundo as autoridades canadenses, as sanções pressupõem a suspensão de créditos a empresas, entre as quais, por exemplo, está o famoso consórcio Kalashnikov. A seguir ao Canadá, o governo do Japão declarou que iria rever a possibilidade de alargar as sanções contra a Rússia, segundo especificam, “na sequência da queda do Boeing na Ucrânia”. Tóquio pretende pressionar Paris relativamente à venda à Rússia dos porta-helicópteros Mistral.
A Europa é obrigada a tomar medidas contra a Rússia sob uma pressão sem precedentes dos EUA. À maioria dos países europeus as sanções não irão resultar em nada, exceto em prejuízos. O exemplo mais evidente é o caso dos Mistral, refere o perito nesse sector Vladimir Rozhankovsky:
“Imaginam o que irá acontecer se os franceses não cumprirem o contrato, qual será a ressonância não apenas na Rússia, mas nos outros países? Por isso as sanções retrocedem decididamente para segundo plano. Eu penso que é difícil convencer a Europa a avançar com as sanções. Não apenas no que se refere a fornecimentos de armamentos, mas em todas as outras áreas da cooperação.”
Hoje a imagem da União Europeia como uma formação homogênea já não corresponde à realidade. Cada país europeu tem sua própria posição, inclusivamente nas suas relações com a Rússia, diz o perito Vladislav Belov:
“Se falarmos dos países que mantêm uma posição moderada, eles são os nossos maiores parceiros tanto econômicos, como políticos: a Alemanha, a França e a Itália. No outro extremo se encontram o Reino Unido e a Polônia. O Reino Unido é um país anglo-saxônico tradicionalmente bastante próximo dos EUA, a Polônia também se orienta pelo vetor anglo-saxônico. Entre esses dois extremos, se estamos falando das relações com a Rússia, estão os outros países.”
Ao introduzir sanções contra Moscou, podemos dizer que os EUA não perdem nada. Já os europeus podem perder muito, sublinha a diretora do Centro de Estudos Britânicos Elena Ananieva:
“A retórica é dura, mas ninguém quer perder dinheiro e postos de trabalho. O volume das relações econômicas entre a Rússia e os países da União Europeia é de 400 bilhões de dólares.Com os EUA esse valor é dez vezes inferior. Por isso, para a União Europeia essa questão é muito séria: quais as sanções a introduzir e se elas devem ser aplicadas.”
Temos de referir que nem todas as empresas norte-americanas estão radiantes com as decisões da Casa Branca. Já se formaram lóbis que se manifestam contra as pressões econômicas sobre Moscou. Os primeiros a fazer soar o alarme são os representantes da indústria espacial: sem os motores russos para foguetes nenhum satélite estadunidense será colocado em órbita.
Os canadenses, aliás, já tiveram prejuízos com isso: a empresa espacial COMDEV perdeu milhões de dólares devido ao cancelamento do lançamento de um satélite militar em um foguete russo. Agora a companhia exige ao governo uma indemnização. Portanto, a Europa tem matéria para tirar suas conclusões. É melhor se orientarem por interesses econômicos saudáveis que fazer jogos políticos programados em Washington.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_25/Russia-nao-deixar-sancoes-da-Uniao-Europeia-sem-resposta-3105/

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ucrânia acusa a Rússia por derrubada de dois caças ucranianos

Kiev diz que dois caças Su-25 abatido, acusa Rússia

Tempo Publicado em: 23 de julho de 2014 19:18
Foto de arquivo.  Avião de caça Su-25 (Reuters)
Foto de arquivo. Avião de caça Su-25 (Reuters)
Dois caças Su-25 da Ucrânia foram derrubados na quarta-feira, o Conselho de Segurança da Ucrânia confirmou. Forças de Autodefesa afirmam estar por trás do ataque, embora Kiev acredita mísseis antiaéreos poderia ter sido lançado da Rússia.
Os dois caças foram abatidos perto da aldeia de Dmitrovka, na região de Donetsk da Ucrânia oriental, de acordo com o Conselho de Segurança da Ucrânia. " Nós [procura] a possibilidade de o míssil, que derrubaram os aviões, tendo sido iniciado a partir do território de Rússia. Essa é uma das teorias ", disse um porta-voz do conselho, Andrey Lysenko, disse. A teoria é baseada em uma suposição por parte dos militares da Ucrânia que as forças anti-Kiev em Donetsk e Lugansk não possuem o tipo de equipamento militar necessário para derrubar os Su-25s. " Mísseis lançados de MANPADS não atingem tais altitudes ", disse Lysenko. " Os aviões foram derrubados na altura do 5.200 metros. Somente lançadores de mísseis mais poderosos são capazes de fazer isso ... [] Os aviões foram abatidos profissionalmente, os terroristas não têm tais especialistas. " Enquanto isso, as forças de auto-defesa na Ucrânia alegaram que derrubaram os jatos. Na verdade, foram eles que primeiro deu a notícia. " Perto Saur-Mogila, um avião de caça ucraniano foi derrubado, "o ministro da Defesa da República autoproclamada das Donetsk Pessoas, Igor Strelkov, disse, citado pelo site Novorossiya . " O piloto ejetou-se. Mais um avião poderia ter sido danificado. " 

http://rt.com/news/175084-ukraine-fighter-jets-downed/

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Mesmo com ajuda do ocidente economia da Ucrânia está indo pro buraco

Economia da Ucrânia no limiar da bancarrota

Ucrânia, economia, previsão

A economia da Ucrânia continua em linha descendente. Esta é uma das conclusões da agência de rating Standard & Poor’s, que baixou bruscamente o prognóstico para a economia ucraniana.

Segundo os dados mais recentes, o PIB descerá, até ao fim do ano, não 3, mas 7%. Além disso, os peritos da agência não veem mesmo hipóteses de abrandamento da crise ucraniana num futuro próximo. Alguns consideram mesmo que esse prognóstico é demasiadamente otimista.
O que irá acontecer à economia ucraniana? Nem o mais sábio dos economistas poderá, por enquanto, dar uma resposta a essa pergunta. Apenas é clara uma coisa: Kiev não conseguirá sair da crise brevemente. Isto é confirmado pelos prognósticos econômicos em constante mudança das novas autoridades. Claro que no sentido da deterioração. Por exemplo, o gabinete de ministros tenciona piorar o prognóstico de redução do PIB até 6-6,5% este ano. Com semelhantes indicadores, as promessas de Yatsenyuk de que o crescimento da economia ucraniana começará já dentro de um ano não são muito convincentes, declara Roman Andreev perito da OOO KFS-Grupp:
“Nos próximos anos, as perspetivas da economia ucraniana não são muito boas. Primeiro, Kiev perde o mercado russo. Segundo, os preços do aço e do trigo, que a Ucrânia exporta, descem. No país têm lugar ações militares de envergadura, o que também não joga a favor da economia do país. A economia da Ucrânia não consegue rapidamente abandonar os números negativos”.
Entretanto, o gabinete de ministros ucraniano aumentou também os prognósticos da inflação, chegando a 19%. Na primavera, o prognóstico da inflação (12% até ao fim do ano) foi um choque para os habitantes da Ucrânia. Mais próximo do verão, tornou-se evidente que este não é o limite máximo. O perito Vladimir Rozhankovsky fala das causas do aumento da inflação:
"Devido à queda da grívnia, a inflação agravar-se-á. Aqui funciona um cálculo puramente econômico. Quanto maior é a parte das mercadorias importadas no cesto do consumidor, maior é a inflação. É muito difícil fazer o que quer que seja com isso, porque a economia, não obstante tudo, é de mercado. Por isso, não será possível superar agora a inflação na Ucrânia. Mas há ainda mais um fator que deve ser lembrado. A Ucrânia recebeu empréstimos estrangeiros, nomeadamente do FMI. Mas, presentemente, a parte leonina desses empréstimos não foi utilizada para estabilizar a situação financeiro-fiscal no país, mas vai para a aquisição de armamentos”.
A guerra arrisca a transformar definitivamente a economia ucraniana em lixo financeiro, assinalam os peritos. Além disso, podem surgir problemas com os credores que têm o direito de fechar a torneira da ajuda financeira a Kiev devido a despesas com outros fins. Mas se não fecharem, a Ucrânia enterrar-se-á durante muito tempo em dívidas. Pois o Ocidente não pratica caridade e todos os empréstimos são feitos a juros altos.
Até ao fim do ano, a dívida pública da Ucrânia atingirá o ponto crítico dos 60% do PIB. O que devem esperar os ucranianos simples? Esperar um aumento ainda maior de preços, a redução dos programas sociais e uma queda ainda mais profunda da grivna. Os peritos, neste caso, aconselham uma coisa: açambarcar produtos. E investir as poupanças no imobiliário, porque, nas atuais condições financeiras, os bancos podem rebentar um após outro. E, com eles, os planos de evitar a bancarrota.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_18/Economia-da-Ucr-nia-no-limiar-da-bancarrota-5605/

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A queda do avião da Malásia será porta para a III Guerra Mundial?

Queda de avião da MALASIA com a morte de 295 pessoas pode acirrar as tensões e levar o mundo a uma terceira guerra entre russos e americanos?

https://www.youtube.com/watch?v=JnzN-fvdUqY&list=UU2mtXUpAYLYJIZ2deSPhlqw


a Russia tenta negar como vemos neste video, mas ficou provado pelos serviços de inteligencia que o avião foi derrubado por rebeldes russos armados com sistema S 11 russo que pode atingir 28 kms de altura.


Isso é mais do que o suficiente para derrubar o avião.


Esta semana na região muitos aviões ucranianos foram derrubados por rebeldes russos usando armas sofisticadas cedidas pela Russia, e o cenario que se apresentava levou a derrubada do avião atual.


Isso é estranho pois foi bem no dia que os EUA anunciaram duras sanções contra a Russia.

Novas tensões entre russos e americanos pode nos levar a uma TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?


A biblia nao aponta isso, a guerra ficará feia, mas não será mundial.
Mundial será apenas 3 anos e meio após o arrebatamento, então acontecera a guerra descrita em Daniel 7 onde morrerá um quarto da humanidade.


No entanto já se forma os dois blocos que lutarão no futuro, o bloco do rei do norte comandado pelo Dajjal e pelos russos e o bloco do rei do sul comandado por americanos e europeus, sobre a chefia do Maitreya.


O futuro está se formando, a nova ordem é uma farsa e nunca dará certa, pois já nasceu rachada manos.

No entanto eles se aliarão por 3 anos e meio pra caçar os membros da resistencia que rejeitarem o 666.

Nos ajude a fortalecer a resistencia agora.


O cerco está se fechando.

A queda deste avião é mais uma carta illuminati jogada.

Orem por Lamech.
Os escorpiões estão fechando o cerco.
Ajudem ele em oração.
Venha nos conhecer
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Avião de passageiros derrubado por rebeldes pró russos


Jato de passageiros Malásia abatido sobre a Ucrânia

Companhias aéreas da Malásia lutar MH17 transportando 295 passageiros e falhas da tripulação no leste da Ucrânia, em ataque com mísseis aparente.

Última actualização: 17 julho de 2014 22:29

Flight MH17 'shot down' over Ukraine


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Um avião de passageiros da Malásia foi derrubado sobre leste da Ucrânia, matando todas as 295 pessoas a bordo e nitidamente aumentando as apostas em um conflito entre Kiev e os rebeldes pró-Moscou, em que a Rússia eo Ocidente costas opostas lados.
Ucrânia acusou "terroristas" - lutadores com o objetivo de unir leste da Ucrânia com a Rússia - de derrubar a Malaysia Airlines Boeing 777 com um, da era soviética SA-11 mísseis pesados ​​terra-ar enquanto voava de Amsterdã para Kuala Lumpur na quinta-feira.
Líderes do rebelde Donetsk República Popular negou qualquer envolvimento, embora na mesma época seu comandante militar disse que suas forças haviam derrubado um avião de transporte ucraniano muito menor. Seria sua terceira tal matar esta semana.
Fotos compartilhadas no Twitter supostamente mostrou restos de vôo MH17 [Nadezhda Chernetskaya / VKontakte]
Jornalistas viu chamas e destroços carbonizados com a insígnia e dezenas de corpos espalhados em campos perto da aldeia de Hrabove, 40 km da fronteira com a Rússia, perto da capital regional controlado pelos rebeldes de Donetsk vermelho e azul Malásia.
Al Jazeera Rory Challands, relatando de Moscou, disse que o avião caiu em uma área controlada por separatistas pró-russos.
"A investigação será muito difícil, uma vez que ele é controlado pelos rebeldes", disse ele. "As autoridades ucranianas estão dizendo que muitas crianças estavam mortos. Alguns estão dizendo que todos morreram. Reuters está relatando que partes do corpo foram encontrados no local. Parece que foi uma cena muito horrível."
Apesar de o abate de vários aviões militares ucranianos na área nos últimos meses, incluindo dois esta semana, e acusações renovadas a partir de Kiev que as forças russas estavam a tomar parte direta, pistas aéreas internacionais haviam permanecido aberto.
Em uma coletiva de imprensa realizada no aeroporto de Amsterdam Schiphol, disseram autoridades que 154 cidadãos holandeses estavam a bordo da aeronave. 27 australianos, 23, malaios, indonésios, 11, seis britânicos, quatro alemães, quatro belgas, três filipinos e um canadense também estavam a bordo.
As nacionalidades dos passageiros restantes ainda não foram anunciados. destroços e corpos

Malaysia Airlines disse que os controladores de tráfego aéreo perdeu o contato com o vôo MH17 em 1415 GMT enquanto voava sobre a Ucrânia oriental para a fronteira com a Rússia, com destino a Ásia, com 280 passageiros e 15 tripulantes a bordo.
Dados de controle de vôo indicava que estava em sua altitude de cruzeiro de 33.000 pés, quando ele desapareceu.
Isso seria para além do alcance dos foguetes pequenos, utilizados pelos rebeldes para derrubar helicópteros e outras aeronaves militares ucranianos voando baixo - mas não do sistema SA-11, que um oficial ucraniano acusou a Rússia de fornecer aos rebeldes.
"Eu estava trabalhando no campo em meu trator quando ouvi o som de um avião e, em seguida, um estrondo", um homem local em à agência de notícias Reuters em Hrabove, conhecido em russo como Grabovo.
"Vi o avião bateu no chão e quebra em dois. Havia uma densa fumaça negra."
Um trabalhador de emergência disse que pelo menos 100 corpos foram encontrados até agora e que os restos foram distribuídos por 15 km.
As pessoas estavam vasculhando a área para os gravadores de voo caixa preta e separatistas foram posteriormente citado como dizendo que tinham encontrado um.
"MH17 não é um incidente ou catástrofe, é um ataque terrorista", o presidente ucraniano Petro Poroshenko twittou. Ele intensificou sua campanha militar contra os rebeldes desde o cessar-fogo no mês passado não conseguiu produzir qualquer negociação.
A Rússia, que as potências ocidentais acusam de tentar desestabilizar a Ucrânia para manter a influência sobre o seu antigo império soviético, acusou os líderes de Kiev de montar um golpe fascista.
Ele diz que está segurando as tropas em prontidão para proteger de língua russa no leste - o mesmo raciocínio que se usou para assumir Crimeia.
Ucraniano oficial do Ministério do Interior Anton Gerashchenko disse no Facebook: "Só agora, mais de Torez, terroristas, utilizando um sistema antiaéreo Buk gentilmente dada a eles por Putin ter derrubado um avião civil a voar de Amsterdã a Kuala Lumpur."
O Buk é um, sistema 1970 do vintage de camiões-míssil guiado por radar, codinome SA-11 Gadfly por adversários da Guerra Fria da OTAN. Ela dispara um 5,7 metros, mísseis de 55 kg para até 28 km.
Acusação Rebel
Um líder rebelde disse que as forças ucranianas atirou o avião para baixo e que as forças rebeldes não tinham armas capazes de atingir um avião voando 10 quilômetros para cima. Autoridades ucranianas disseram que o militar não estava envolvido no incidente.
O comandante militar dos rebeldes, um russo chamado Igor Strelkov, havia escrito em sua página de mídia social em 1337 GMT, meia hora antes de o último contato relatados com MH-17, que suas forças haviam derrubado um Antonov An-26, um turboélice avião de transporte do tipo usado por forças da Ucrânia, na mesma área.
Não havia nenhum comentário sobre isso a partir do militar ucraniana.
Vários aviões ucranianos e helicópteros foram derrubados em quatro meses de combates na área. Ucrânia tinha dito um An-26 foi abatido na segunda-feira e um dos seus Sukhoi Su-25 lutadores foi derrubado na quarta-feira por um míssil ar-ar - acusação mais forte de Kiev ainda do envolvimento russo direta, uma vez que os rebeldes não parecem ter acesso às aeronaves.
Moscou negou as suas forças estão envolvidas de alguma forma.
A perda de MH-17 é o segundo desastre para Malaysia Airlines deste ano, após a perda misteriosa de vôo MH-370. Ele desapareceu em março, com 239 passageiros e tripulantes a bordo a caminho de Kuala Lumpur para Pequim.
Em 2001, a Ucrânia admitiu seus militares foi, provavelmente, responsável por derrubar um avião russo que caiu no Mar Negro, matando todas as 78 pessoas a bordo.
Um alto funcionário ucraniano disse que provavelmente foi derrubado por um golpe acidental de um foguete S-200 disparou durante os exercícios.
http://www.aljazeera.com/news/europe/2014/07/report-malaysian-jet-crashes-near-ukraine-2014717151147473508.html




quinta-feira, 10 de julho de 2014

Estamos vivendo nova revolta na Palestina, centenas de mortos

Nova Intifada é continuação da Primavera árabe

Faixa de Gaza, política, Primavera Árabe, Israel

O conflito árabe-israelense voltou a se transformar em guerra. Tudo indica que uma nova Intifada é inevitável porque nenhuma das partes está disposta a ceder. As sirenes dos alertas de ataques aéreos soam em Tel Aviv, enviando para os abrigos os 400 mil habitantes de uma das maiores cidades de Israel.

Desde terça-feira, dia em que Israel iniciou sua operação contra os militantes da Faixa de Gaza, no país já caíram mais de duas centenas e meia de foguetes, dos quais apenas 67 foram interceptados pelo sistema antiaéreo Cúpula de Ferro.
Foi a primeira vez que um foguete palestino explodiu a sul da cidade de Haifa, o que é considerado como um recorde de alcance desses foguetes: um foguete do tipo M-302 percorreu 125 quilômetros desde a fronteira da Faixa de Gaza, explodindo junto à cidade de Zikhron Yaaqov. Ainda não houve vítimas ou destruições importantes. Contudo, os árabes ainda dispõem de mais cerca de cinco mil foguetes, sendo que as vítimas e destruições serão uma questão de tempo.
Em resposta, o exército de Israel efetua ataques contra a Faixa de Gaza. Já foram atingidos mais de 750 objetivos, incluindo rampas de lançamento, túneis e postos de comando. Esses ataques provocaram pelo menos 76 mortos entre os palestinos. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, avisou os árabes que isto era apenas o começo:
“Eu ordenei o aumento da escala da operação antiterrorista na Faixa de Gaza contra o Hamas e outras organizações terroristas. Apelo aos cidadãos do país para seguirem as indicações dos serviços de retaguarda e a serem pacientes porque a operação poderá vir a ser longa”.
A operação Margem Protetora continua se resumindo a ataques aéreos e navais, mas os líderes políticos e o comando militar de Israel falam abertamente na possibilidade de uma intervenção terrestre, passível de provocar um grande aumento no número de mortos, e já iniciaram a mobilização de 40 mil reservistas.
Entretanto, os líderes do Hamas apresentaram a Tel Aviv duas condições para pararem seus ataques contra Israel. O líder do Burô Político desse movimento islamita, Khalid Meshal, declarou que Netanyahu tem de “parar a guerra contra o povo palestino” em Gaza e na Cisjordânia, assim como mudar sua política em relação aos colonatos e em relação às detenções.
Na opinião dos peritos, dificilmente os israelenses, inflamados pelo recente assassinato de três jovens seminaristas, estarão dispostos a fazer essas cedências. Por isso, o mais provável é a crise se agravar. Os últimos acontecimentos também não dão motivos para apaziguar os árabes. Além disso, os continuados bombardeamentos de Gaza apenas alimentam os velhos ódios.
Nem um lado, nem outro, deseja fazer cedências. Mahmoud Abbas acusa os israelenses de fazerem a guerra contra o povo palestino inteiro, e não contra grupos armados. Na opinião dele, Israel não se está defendendo, mas defendendo seus colonatos na Cisjordânia.
Entretanto, o Ocidente prefere apoiar Tel Aviv, o que dá aos israelenses um sentimento de confiança nos seus atos. Segundo pensam muitos observadores, esse sentimento é ilusório e o apoio apenas a um dos lados só irá agravar o conflito. Também o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, alertou ambas as partes para os perigos de uma escalada da violência:
“Neste momento se deve impedir quaisquer provocações e cumprir as decisões tomadas pela comunidade internacional. Antes de mais, as partes devem evitar quaisquer atos que tenham um caráter unilateral e que possam condicionar o estatuto final da regulação, incluindo as questões de Jerusalém ocidental, dos refugiados e dos colonatos”.
Vários analistas supõem que o assassinato dos três adolescentes judeus, que deu início a mais uma escalada do conflito, é uma consequência da atomização do extremismo, ou seja, que hoje nos territórios palestinos atua uma quantidade enorme de grupos extremistas diversos que praticamente não são controlados pelas direções das grandes organizações.
Essa situação foi em muito gerada pela chamada Primavera Árabe. Se a região for incendiada por uma nova Intifada, a responsabilidade será, além dos israelenses e dos árabes, também dos norte-americanos, cuja desastrada política externa abalou definitivamente o já instável Oriente Médio.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_10/Nova-Intifada-ou-uma-continua-o-da-Primavera-rabe-9146/

sábado, 5 de julho de 2014

Sequestrado e morto adolescente árabe foi queimado vivo - resultados da autópsia

Tempo Publicado em: 05 de julho de 2014 14:04
hora Editado: 5 de julho de 2014 17:23
Mulheres palestinas segurar bandeiras como eles cantam slogans durante o funeral de 16 anos de idade, Mohammed Abu Khudair em Shuafat, um subúrbio árabe de Jerusalém, 4 de julho de 2014. (Reuters / Ammar Awad)
Mulheres palestinas segurar bandeiras como eles cantam slogans durante o funeral de 16 anos de idade, Mohammed Abu Khudair em Shuafat, um subúrbio árabe de Jerusalém, 4 de julho de 2014. (Reuters / Ammar Awad)
A fuligem encontrada nos pulmões de uma juventude em Jerusalém Oriental, cujo funeral atraiu milhares na sexta-feira, significa que o adolescente ainda estava vivo e respirando quando ele foi queimado, de acordo com os resultados preliminares de uma autópsia.
A autópsia, realizada por médicos israelenses em Tel Aviv com a participação de um perito forense palestino, revelou que mais de 90 por cento da pele do menino foi queimado e sofreu um ferimento na cabeça.
"A causa direta da morte foi queima como resultado de fogo e suas complicações", palestino Procurador-Geral Mohammed Al-A'wewy foi citado pela agência de notícias palestina oficial Wafa.
Material de pó de fogo foi encontrada no sistema respiratório do menino, o que significa que "o menino tinha inalado este material, enquanto ele foi queimado vivo." O relatório final sobre a autópsia será emitida após mais exames de laboratório de amostras de tecido do corpo.
Manifestantes palestinos fogem de gás lacrimogêneo disparado por soldados israelenses durante confrontos após as orações da sexta no bairro de Jerusalém Oriental árabe de Ras al-Amud 4 de julho de 2014. (Reuters / Ammar Awad)
Manifestantes palestinos fogem de gás lacrimogêneo disparado por soldados israelenses durante confrontos após as orações da sexta no bairro de Jerusalém Oriental árabe de Ras al-Amud 4 de julho de 2014. (Reuters / Ammar Awad)

Muhammad Abu Khdeir, 16, foi sequestrado quarta-feira em seu bairro em Jerusalém Oriental. Seu corpo foi encontrado carbonizado horas depois em uma floresta nos arredores da cidade.
Duas semanas antes do incidente três jovens israelenses desapareceu na Cisjordânia ocupada e foram encontrados mortos após 18 dias de buscas. Muitos acreditam que a morte de Abu Khdeir foi realizado em vingança por israelenses indignado com a morte de três adolescentes israelenses.
O adolescente árabe foi enterrado como um mártir sexta-feira. Seu funeral reuniu milhares de pessoas de luto, que gritavam "Intifada" pedindo um levante contra Israel. O funeral finalmente se transformou em um comício com os participantes transformar sua raiva em polícia, queimando pneus e atirando pedras. A polícia respondeu com bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral. Os confrontos continuaram durante a noite com agitação eventualmente transbordando de Jerusalém Oriental para a Cisjordânia.
Um palestino atira uma pedra durante confrontos com a polícia israelense após as orações na primeira sexta-feira do mês sagrado do Ramadã, no bairro de Jerusalém Oriental de Wadi al-Joz 04 de julho de 2014. (Reuters / Baz Ratner)
Um palestino atira uma pedra durante confrontos com a polícia israelense após as orações na primeira sexta-feira do mês sagrado do Ramadã, no bairro de Jerusalém Oriental de Wadi al-Joz 04 de julho de 2014. (Reuters / Baz Ratner)

O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu disse que a morte de Abu Khdeir era "repugnante" e pediu uma investigação policial rápida.
"Nós estamos tentando entender e obter exatamente o que aconteceu e qual foi o fundo," um porta-voz da polícia israelense, Mike Rosenfeld, disse, citado pelo New York Times. "É fundamental, na medida em que a polícia israelense estão em causa, é fundamental para que possamos determinar o que o motivo era ".
Palestinos foram enfurecido ao saber que uma das teorias que estão sendo considerados pela polícia na morte do adolescente é uma "honra da família" matando.
No mesmo dia, Mohammad Abu Khdeir foi morto, seu primo, Tarek Abu Khdeir, 15, um cidadão americano, os gastos do verão em Jerusalém Oriental com a família de seu tio, foi brutalmente espancado e detido pela polícia, o grupo de direitos humanos Addameer relatórios.
Mídia palestinos têm circulado o vídeo do espancamento.
"A violência sancionada pelo Estado continuou contra crianças é ilegal e inaceitável", a declaração de Addameer lê.
O Conselho de Relações Americano-Islâmicas pediu ao Departamento de Estado dos EUA para intervir e ajudar a liberar Tarek, que é um estudante do ensino médio, em Tampa, Florida.
A polícia israelense disse que o vídeo do espancamento é "editada e tendenciosa" e que Tarek era parte de um grupo de palestinos mascarados que resistiram à prisão e atacou os oficiais.

http://rt.com/news/170632-palestinian-teen-burned-alive/