segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Após luto Marina passa a frente de Aécio

Após luto, Marina leva vantagem sobre Aécio

Brasil, eleições, política

Marina Silva, que substituiu Eduardo Campos como candidato pelo PSB à presidência do Brasil, mudou drasticamente a corrida eleitoral. O fluxo tíbio do rio desemboca em uma cascata forte.

Segundo a última pesquisa da Datafolha, Marina destituiu o social-democrata Aécio Neves do segundo lugar na imitação de eleições. Agora ele tem 20%, e Marina, 21%. A trabalhista e presidente atual Dilma Rousseff segue na liderança com 36%, um pouco menos do que quando Campos competia.
Agora, o potencial segundo turno traz uma surpresa: Marina seria eleita presidente com 47% das intenções de voto. Dilma, no entanto, restaria com 43%.
A volta do clima eleitoral
Após meia-semana de choque, dor e silêncio político, vozes públicas começam a ser ouvidas de novo. Não podia ser de outra maneira. A morte de um dos três principais candidatos, mesmo o menos midiático deles, a dois meses das eleições, se torna inevitavelmente evento eleitoral. Dá certo tom à corrida. Agora, o tom adquirido é a nomeação (ainda não oficial) de Marina como substituta e sucessora de Campos, morto em acidente aéreo em Santos, no litoral paulista.
Existe certo receio de que a ecologista e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina, agora filiada ao PSB, pode recuar no ano que vem para construir definitivamente o partido Rede Sustentabilidade. O PSB faz parte da coligação que hospeda também a Rede, ainda sem registro. Ou seja, a Rede bem poderá trazer consigo o PSB, em gratidão ao abrigo temporário.
Porém, Marina também pode demorar mais tempo no PSB, participando da criação da Rede Sustentabilidade como um projeto do partido.
Na noite do domingo, o site da Rede Sustentabilidade permanecia escuro, com um apelo à “coragem” (ver foto). Coragem aos familiares do candidato falecido, claro. Mas também coragem ao próprio partido sem registro, que deverá se esforçar, agora, para se mostrar viável e necessário. As seis últimas matérias do site são de luto, e a manchete de 15 de agosto (sexta-feira) afirma que “momento é de silêncio respeitoso”, se referindo a uma reportagem da Folha de São Paulo com “especulações”.
Agora, aquele momento já terminou, mas a morte de Eduardo Campos resta manchete na mídia e tema principal do discurso político. O assunto pode ser escudo e arma do período de agosto da campanha de todos os três candidatos.
Mistério das caixas-pretas
A investigação do acidente aéreo em Santos, SP, que matou Eduardo Campos e outras seis pessoas que o acompanhavam para um ato no litoral paulista, pode demorar até um ano, dizem peritos da Federação Americana de Aviação e da empresa Cessna, que fabricou o avião que se acidentou. Os peritos, citados pelo Estado de S.Paulo, não entraram em pormenores.
Já representantes da Força Aérea Brasileira (FAB), contatados pela Voz da Rússia, não comentam quanto pode levar a investigação. Investigação é coisa séria e “achismos” não estão muito bem-vindos, afirmou o major aviador Diogo Piassi Dalvi.
Na sexta-feira passada o CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) analisou as caixas-pretas do avião acidentado. Segundo a nota oficial da FAB, “as duas horas de áudio, capacidade máxima de gravação do equipamento, obtidas e validadas pelos técnicos certificados, não correspondem ao voo realizado no dia 13 de agosto”. Nem é possível determinar a data dos diálogos resgatados, que a nota não cita. A FAB confirma esta informação.
As causas da ausência de gravações correspondentes ao último voo do Cessna do presidenciável estão sendo apuradas. Segundo as estimativas, pode se tratar de uma falha técnica que não permitiu a caixa-preta gravar. Esta versão, entre outras, está sendo examinada agora pela equipe internacional, integrada também por representantes da Cessna (produtora do avião), da Pratt & Whitney (produtora do motor do avião) e outras organizações. Sua participação é prevista pela Convenção de Chicago.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_08_18/Ap-s-luto-Marina-leva-vantagem-sobre-A-cio-8073/

sábado, 16 de agosto de 2014

NIBIRU O SEGUNDO SOL

O astrônomo americano Gill Broussard 




Acredita que pelos seus "cálculos imprecisos", o retorno de Nibiru está dentro de uma margem entre 2015 a 2017. Esse astrônomo pertence a uma rede de astrônomos amadores em volta do planeta cujo objetivo principal é rastrear Nibiru.

Observatórios

Os americanos sabendo que estão diante de uma situação final, “derradeira”, do tipo “Evento de Extinção em Massa”!... Não deixaram por menos. Sem constrangimentos ou arrependimentos, trataram de gastar dinheiro; (parte daqueles 11 trilhões que sumiram). Foram muitos bilhões de dólares para lançamento dos mais diversos tipos de satélites observatórios. Uns para acompanhar a trajetória de Nibiru; outros, exclusivamente para observar o Sol e outros ainda para observar cuidadosamente os asteroides deslocados por Nibiru quando da passagem pelo cinturão de asteroides. Eu mesmo acompanho online, ao vivo 8 satélites de monitoramento solar, a saber:
1) Soho
2) SDO
3) Stereo A e Stereo B
4) Proba2
5) Yohkoh
6) Iris
7) ACE
8) GOES-14

Seis deles, ao vivo (qualquer pessoa tem acesso!)

Satélites e Observatórios para Observação de Nibiru e outras ocorrências.

1) Spitzer - Infravermelho
2) Galex - Ultravioleta
3) Xandra e Galex - Raio X
4) Wmap - Microondas
5) Iras - Infravermelho
6) Em Terra - no Pólo Sul: Telescópio BICEP1 e BICEP2 e mais tarde, BICEP3.

Satélites para Observação de Meteoros, Cometas e Asteroides

Há vários telescópios em terra e no espaço,
programados para detectar Meteoros, Asteroides e cometas, incluindo radiotelescópios.
Nunca se monitorou tanto os céus. Os rumores de meteoros que poderão cair na terra são muitos. As ameaças são hoje constantes. Antes eram raras. Esses monitoramentos, a NASA os faz desde 1980 através do Astrônomo Brian Maroden Geoffrey - Centro de Pequenos Planetas, morto em 2010.
Hoje, sabe-se que há grandes possibilidades de
caírem meteoros de médio porte na Terra.
Mas há silencio governamental em torno desse assunto pelos mesmos motivos de terem escondido Nibiru. O motivo já se conhece: Pânico total das populações!...
Para aqueles que gostam de pesquisar eu os convido a assistir o vídeo abaixo. Vejam a certeza deste postulante: Ex-repórter da CNN, Marshall Masters – Setor de Ciência investigativa, o qual investiga Nibiru desde 2002. Escreveu livros, e realizou juntamente com a “National Geografic” e a CNN diversos documentários sobre Nibiru e questões correlatas. O Vídeo abaixo tem duração de 42 minutos e foi publicado no Youtube em 08 de junho de 2014. Suas observações são muito bem fundamentadas. Há uma legião de admiradores e seguidores em todo o mundo. O vídeo está em inglês. Contudo, você pode acionar “legendas ocultas” depois click em “Ativar” e depois acionar “traduzir legendas” para o seu idioma preferido, incluindo o “português”. Dessa forma dá para entender muito bem a narrativa.

https://www.youtube.com/watch?v=Kz11opj382c



https://www.facebook.com/NibiruOSegundoSol/photos/a.363264127092224.85737.363258350426135/676186225800011/?type=1&fref=nf

sábado, 9 de agosto de 2014

FIM DOS TEMPOS, ARABIA SAUDITA PODE ENTRAR EM GUERRA COM O ISIS

Ontem, 11:18

Arábia Saudita à beira da guerra

Arábia Saudita, política, guerra, Iraque

A recente declaração de um dos líderes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) que esse movimento pretendia atacar a Arábia Saudita provocou sérias preocupações nesse reino. Para a fronteira com o Iraque, cuja maior parte já é controlada pelo EIIL, foram deslocados mais 30 mil soldados.

Riad pediu garantias de segurança a seus principais aliados no mundo árabe – o Egito e o Paquistão. Parece que o país que ocupa o quarto lugar do mundo em orçamento de defesa não está confiante na eficácia de suas próprias forças armadas. Depois da campanha do EIIL no Iraque se tornou evidente que nem a ciência militar estrangeira, nem os meios de combate modernos, são capazes de travar os processos que foram iniciados há muitos anos, inclusivamente por forças influentes no Reino da Arábia Saudita.
Tal como foi previsto pelos peritos ainda no final do século passado, a ideia da redução da tensão interna através da exportação dos seus portadores apenas aumentou seus números e agravou a situação.
Claro que todos percebiam o perigo dos cidadãos radicais do reino regressarem um dia. Mas, segundo vemos pela reação de Riad, dificilmente alguém pensaria que na própria fronteira do país iria surgir de repente uma força tão grande, organizada, equipada e motivada.
Assim como a eficiência e a flexibilidade da estratégia militar do recém-formado “califado”. Desde o início a liderança do EIIL executou uma cadeia de tarefas consequentes e realistas. Tendo obtido experiência de combate na Síria, ele concentrou em momento oportuno seus esforços na frente leste.
Tendo obtido no Iraque uma base material suficiente e um território com vias de comunicação, que permitem manobrar tropas e transferir material pesado, o exército do califado agora se dedica à consolidação dos territórios ocupados e ao reagrupamento de forças.
Irá o “califado” continuar tentando atacar na Síria e no Iraque já em territórios com populações que lhe são hostis e com grandes formações de exércitos regulares? Muitos por enquanto esperam que sim. Mas Theodore Karasik, do Instituto de Análise Militar do Oriente Médio e Golfo Pérsico no Dubai, pensa que logo após a consolidação de forças existe um perigo real de “eles tentarem regressar ao reino”. Existem fundamentos para esse ponto de vista.
Tal como no Iraque, o EIIL dificilmente conta apenas com o êxito de uma intervenção exterior. Ainda na primavera no reino surgiram sinais de ativação da “quinta coluna” desse movimento.
De abril a junho o EIIL usou ativamente no reino aplicações móveis para propaganda e recrutamento de apoiantes.
Em maio Riad declarou que foi descoberta uma conspiração de terroristas ligados ao EIIL. Seu objetivo era o assassinato de altas personalidades sauditas e ativistas religiosos.
Desde o verão que o EIIL escreve seus slogans em paredes por todo o reino, em junho na capital também surgiram folhetos do “califado”.
Desde 1 de agosto o EIIL desenrolou nas redes sociais da Arábia Saudita uma campanha para recolha de dados pessoais de funcionários dos serviços secretos sauditas com o objetivo de liquidá-los. O resultado foram as cerca de 30 mil postagens com moradas, fotografias e números de telefone de uma grande quantidade de cidadãos alegadamente associados à Inteligência Geral.
A ativação do EIIL já foi apoiada por seu aliado da “frente sul” – a Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP, na sigla em inglês). O vídeo de um atentado em 4 de julho, quando dois terroristas da AQAP explodiram num posto de controle na fronteira com o Iêmen, terminava com ameaças de novos ataques não apenas na fronteira, mas também no interior do território da Arábia Saudita.
Mas se o “califado” não conseguir sucesso com sua operação militar no reino, suas ameaças de destruir santuários islâmicos são bem reais. Isso já aconteceu antes.
Hoje poucos se lembram que em 1979, quando no Irã foi criada uma república islâmica depois da derrubada do xá, na Arábia Saudita ocorreram processos idênticos. No dia 20 de novembro, 500 extremistas religiosos ocuparam, e mantiveram em seu poder, a Grande Mesquita de Meca, exigindo o derrube da monarquia e a expulsão das companhias ocidentais e dos “infiéis” para fora do país.
Durante o assalto a mesquita foi destruída. Foram decapitados publicamente 63 terroristas, mas um dos suspeitos, um tal Mahrous bin Laden, foi liberado. Já o chefe da operação e da Inteligência Geral príncipe Turki bin Faisal Al Saud propôs a seu irmão Osama que viajasse para o Afeganistão para ajudar os mujahedins...
Trinta e cinco anos depois, os que cresceram com as ideias de Ozama bin Laden voltam ameaçando destruir a Grande Mesquita de Meca. Mas agora eles podem fazer muito mais.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_08_09/Ar-bia-Saudita-beira-da-guerra-4033/

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Mais de 400 soldados ucranianos desertam para Russia

Mais de 400 soldados ucranianos cruzar para a Rússia em busca de refúgio


http://rt.com/news/177740-ukrainian-military-russia-refuge/

Tempo Publicado em: 04 de agosto de 2014 06:23
hora Editado: 04 de agosto de 2014 19:01
RIA Novosti/Yulia Nasulina
RIA Novosti/Yulia Nasulina
Mais de 400 soldados ucranianos foram autorizados a atravessar para a Rússia depois de solicitar refúgio. É o maior, mas não a primeira, caso de deserção na Rússia por soldados ucranianos envolvidos na repressão militar de Kiev, no leste do país.
De acordo com o porta-voz da guarda de fronteira da Região Rostov Vasily Malaev, um total de 438 soldados, incluindo 164 guardas de fronteira da Ucrânia, foram autorizados para a Rússia na noite de domingo.
Um dos ucranianos ficou gravemente ferido em sua chegada na Rússia. Ele foi levado para o hospital para a cirurgia, os funcionários acrescentou.
Os outros soldados ucranianos foram alojados em um acampamento implantado perto do posto de controle, através do qual eles entraram em território russo. Os guardas de fronteira russos estão fornecendo-lhes alimentos e roupas de cama.
Filmagens feitas pelos meios de comunicação russos na cena mostrava os soldados ucranianos sendo pacotes de ração handed e descansando em seu abrigo temporário. Aqueles que concordaram em falar na câmera disseram estar aliviada por estar em segurança pela primeira vez em semanas.

"Foi-nos dada uma ordem para deixar as posições e ir para a Rússia através de um corredor. Fomos informados de que seria seguro. Claro que, eu diria, nos fez ir mais rápido por trás, " um dos soldados, um motorista de BMP que não quis revelar seu nome, ou mesmo mostrar seu rosto na câmera, disse.
"Foi tão ruim lá atrás. Mortes quentes, e assim por muitos e coisas ruins ", um outro, Dmitry, afirmou. "As pessoas podem descansar aqui. Eles nos deram a chance de lavar, nos deu roupas novas. Somos gratos. "
"Temos estado nesses campos por mais de seis meses e são muito cansado", acrescentou.
Outra, Yaroslav, disse que deseja voltar para sua família, na Ucrânia.
"Eu quero fazer algo pacífico. Meu contrato expirou há quatro meses ", explicou.
RIA Novosti/Yulia Nasulina
RIA Novosti/Yulia Nasulina

O Conselho de Segurança da Ucrânia disse que está mantendo contato com os soldados ", através dos canais diplomáticos", mas não deu um número exato de quantas tropas cruzaram a fronteira.
"Um representante do Ministério do Exterior está a trabalhar com eles, e as negociações sobre seu retorno já estão em curso", disse o representante do Conselho de Segurança da Ucrânia Andrey Lysenko.
No domingo, a milícia anti-governo ucraniano informou que estava em negociações com um grande contingente de tropas ucranianas eles cercaram na região Lugansk sobre uma possível rendição. As negociações estavam sendo dificultada pela intenção das tropas para destruir cerca de 70 veículos blindados na sua posse antes de depor as armas, que a milícia queria capturar intacta.
O posto de fronteira Gukovo, através do qual as tropas ucranianas cruzou para o território russo, está localizado na fronteira da Rússia com a Região Lugansk da Ucrânia, indicando que estas são as mesmas tropas que estavam negociando com a milícia. Se assim for, não ficou imediatamente claro se os veículos que tiveram foram realmente destruídos.
O fluxo de desertores das fileiras do exército ucraniano e da Guarda Nacional parece estar aumentando em meio à escalada de violência no Donets e Lugansk Regiões, onde Kiev está a lutar contra as milícias anti-governamentais armados.
No final de julho 41 soldados ucranianos fugiram para a Rússia para escapar combates no leste da Ucrânia. Eles agora estão sendo processados ​​na Ucrânia por desertar no calor da batalha.
RIA Novosti
RIA Novosti

Várias unidades ucranianas têm sido relatados recentemente para ser cortado a partir de linhas de abastecimento após operações ofensivas tentativas, que os trouxeram para trás os territórios controlados por milícias e perto da fronteira com a Rússia.
As tropas ucranianas, enquanto muito superior à milícia em termos de armas pesadas, sofrem de logística deficiente. Muitos soldados queixam-se falta até mesmo suprimentos básicos, como alimentos e água na linha de frente. A situação é agravada por casos de negligência resulta do comando, com unidades sendo fornecido com o equipamento defeituoso, que vem sob o fogo amigoe simplesmente deixados para trás enquanto se retiravam de milícias contra-ataques.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

cessar fogo de 72 horas apos grande massacre EM GAZA

Israel, o Hamas aceitar incondicional cessar-fogo de 72 horas

Tempo Publicado em: 31 de julho de 2014 21:42
hora Editado: 31 de julho de 2014 23:46
Os palestinos se reúnem perto do minarete de uma mesquita que a polícia disse que foi destruída por um ataque aéreo israelense na cidade de Gaza 30 de julho de 2014. (Reuters / Finbarr O'Reilly)
Baixar vídeo (55.12 MB)
Israel e Hamas concordaram em começar incondicionalmente um cessar-fogo de 72 horas na Faixa de Gaza em apuros na sexta-feira, os Estados Unidos e das Nações Unidas, disse.
O cessar-fogo terá início às 08:00 hora local (0500 GMT) na sexta-feira, 1 de agosto, o secretário de Estado dos EUA John Kerry eo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, disse em um comunicado conjunto. Durante a interrupção de três dias, as forças no terreno vão permanecer no local.
"Exortamos todas as partes a agir com moderação até que este cessar-fogo humanitário começa, e para que respeitem plenamente os seus compromissos durante o cessar-fogo", disse Kerry e Ban em um comunicado. "Este cessar-fogo é fundamental para dar civis inocentes um alívio muito necessário a partir de violência. Durante este período, os civis em Gaza receberá ajuda humanitária urgente, ea oportunidade de realizar funções vitais, incluindo enterrar os mortos, cuidar dos feridos, e repovoamento abastecimento de alimentos, "eles continuaram. "reparos em atraso na água essencial e infra-estrutura energética também poderia continuar durante este período ".

Delegações israelenses e palestinos começará negociações no Cairo para um cessar-fogo permanente mediado pelo governo egípcio. "As partes serão capazes de levantar todas as questões de interesse nestas negociações", disse que os dois líderes internacionais.
Um representante do Hamas confirmou independentemente do acordo de cessar-fogo.
Uma visão geral mostra destruição dentro de uma mesquita na cidade de Gaza, em 30 de julho de 2014 depois de ter sido atingido em um ataque israelense durante a noite.  (AFP Photo / Mahmud Hams)
Uma visão geral mostra destruição dentro de uma mesquita na cidade de Gaza, em 30 de julho de 2014 depois de ter sido atingido em um ataque israelense durante a noite. (AFP Photo / Mahmud Hams)

"Reconhecer uma chamada pelas Nações Unidas e tendo em consideração a situação do nosso povo, facções de resistência concordou com uma calma de 72 horas humanitária e mútua que começa ... na sexta-feira, enquanto o outro lado permanece por isso", porta-voz do Hamas Sami Abu Zuhri à Reuters."Todas as facções palestinas estão unidos por trás da questão a esse respeito", disse Abu Zuhri.

Mais cedo na quinta-feira, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu anunciou que o IDF vai completar a destruição do Hamas, não importa o que aconteça. "Estamos determinados a completar esta missão, com ou sem um cessar-fogo", disse Netanyahu no início de uma reunião de gabinete em Tel Aviv. "Eu não vou concordar com qualquer proposta que não vai permitir que os militares israelenses para concluir esta tarefa importante para o bem da segurança de Israel."

Jovens palestinos inspecionar a destruição em uma mesquita na cidade de Gaza, em 30 de julho de 2014 depois de ter sido atingido em um ataque israelense durante a noite.  (AFP Photo / Mahmud Hams)
Jovens palestinos inspecionar a destruição em uma mesquita na cidade de Gaza, em 30 de julho de 2014 depois de ter sido atingido em um ataque israelense durante a noite. (AFP Photo / Mahmud Hams)

"O Hamas tomou golpes duros da IDF e ISA," ele disse. "Nós atingiu duramente em milhares de alvos terroristas:. centros de comando, arsenais de foguetes, instalações de produção, áreas de lançamento e centenas de terroristas foram mortos"
Após 24 dias de missão da IDF, pelo menos 1.382 palestinos foram mortos, a maioria dos quais são mulheres e crianças, enquanto mais de 7.800 outros foram feridos, palestino News Agency WAFA relatórios. Pelo menos 19 palestinos, incluindo crianças, uma mulher com deficiência e dois jornalistas foram mortos em uma série de ataques aéreos e de artilharia israelenses na Faixa de Gaza na quinta-feira sozinho.

http://rt.com/news/177144-un-us-israel-hamas-ceasefire/

segunda-feira, 28 de julho de 2014

China se prepara para enfrentar EUA no espaço

China se prepara para desafiar EUA no espaço

China, espaço, armas

A China desenvolve tecnologias de mísseis para desafiar os Estados Unidos no espaço.

No dia 23 de julho a China realizou novo teste de um míssil destinado a destruir satélites na órbita terrestre. Os testes não incluíam a destruição do alvo. Esta informação foi divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA citando fontes dos serviços secretos.
Este foi o primeiro teste realizado depois do apelo do presidente chinês Xi Jinping para um reforço da presença no espaço. O apelo foi feito em abril durante a inspeção a uma unidade da Força Aérea.
Na mesma altura Xi Jinping declarou pela primeira vez que a China deveria poder responder à militarização do espaço por parte dos países concorrentes, sobretudo os EUA. Ele prometeu desbloquear fundos suplementares para a criação de “um novo tipo de força militar”, de forma que o exército possua tudo o que necessite para reagir de forma rápida e eficaz a qualquer potencial situação de crise.
Esta é a segunda sequência de testes durante a atual direção. A primeira ocorreu em maio de 2013. Nessa altura a China colocou em órbita um interceptor cinético de sondas espaciais. Ele destrói o alvo com a força do impacto sem detonação de carga explosiva.
Entretanto, destruir um aparelho espacial do provável adversário não é o método mais eficaz, consideram os peritos. O método mais eficaz é atingi-lo de forma radioeletrônica ou com laser. Não é de excluir que foi isso que se testou desta vez. Pelo menos o analista político Vladimir Evseev não exclui a possibilidade da China já ter sistemas que neutralizem satélites com laser:
“A China aumenta suas diversas capacidades não apenas para atingir tecnicamente os satélites, mas também de os tornar cegos. Nomeadamente, através a colocação na proximidade do aparelho do provável adversário de microssatélites que o cercam, neutralizando sua visão. Isso deverá ser, provavelmente, o objetivo final dos seus projetos. Os trabalhos estão em curso, a questão é a fase em que se encontram. De qualquer forma, a China está se preparando para a possibilidade de haver guerra no espaço.”
Os EUA já comunicaram por diversas vezes aos representantes oficiais da China a sua preocupação pelo desenvolvimento de sistemas antissatélite. Os apelos para que os chineses se abstenham de desenvolver e testar esse tipo de armas são justificados por Washington com os interesses de segurança no espaço.
Os EUA receiam os avanços da China no espaço, diz o major-general Vladimir Dvorkin, perito do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais:
“Os norte-americanos são quem mais depende do espaço no apoio a quaisquer operações de reconhecimento e controle. Por isso eles, como é evidente, ficam preocupados quando os outros países desenvolvem ou testam sistemas que possam de alguma forma perturbar suas atividades espaciais. Os EUA temem que a China atinja um nível em que seu sistema antissatélites possa paralisar eficazmente a componente espacial de apoio militar.”
A China já lançou no espaço um sério desafio aos EUA. Agora ela continua competindo – precisamente na criação de armas antissatélite, considera o vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos Konstantin Sivkov:
“Isso é um sistema real que a China está desenvolvendo. Ela possui todas as capacidades e possibilidades para criar essas armas e ela está desenvolvendo-as. Temos de olhar para a China como para um país que conquistou seu lugar entre os mais avançados no plano tecnológico. Ela inda está um pouquinho atrasada, mas esse atraso poderá ser compensado nos anos mais próximos.”
O primeiro teste sério de uma arma antissatélite foi realizado pela China em 2007. Em órbita baixa, um míssil balístico destruiu um velho satélite meteorológico chinês. Por enquanto ainda não há dados que confirmem ser a China capaz de destruir aparelhos espaciais em órbitas geoestacionárias. Para isso é preciso ter um grupo espacial de ataque.
A Rússia e a China propuseram uma convenção internacional para proibição da colocação de armas no espaço, por isso os peritos supõem que a China não irá colocar quaisquer armas no espaço. Contudo, ela pretende obter esse potencial e parece estar trabalhando nesse sentido.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_28/China-se-prepara-para-desafiar-EUA-no-espaco-5035/

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Russia promete reagir contra sanções da Europa

Rússia não deixará sanções da União Europeia sem resposta

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As sanções contra a Rússia não ficarão sem resposta adequada, declarou o MRE russo. A diplomacia russa reagiu assim às informações sobre as medidas unilaterais empreendidas pelo Canadá. Os EUA e a União Europeia já prepararam novas formas de pressão e também o Japão se está preparando.

Os pretextos para as sanções, segundo sublinharam os diplomatas russos, são inventados: Washington e seus aliados afirmam sem ter provas que a Rússia está armando os rebeldes ucranianos e que está envolvida na perda do Boeing malaio.
A União Europeia alargou mais uma vez a chamada “lista negra” de pessoas físicas e jurídicas que alegadamente estão envolvidas na “desestabilização” do Sudeste da Ucrânia. Nessas listas foram incluídos mais 15 cidadãos da Rússia e da Ucrânia, no total são já 87 nomes. Além disso, ela inclui pela primeira vez 18 empresas e organizações. Como dizem os políticos europeus, essas medidas deverão obrigar Moscou a “rever seus atos” na Ucrânia.
As sanções não são um fim em si mesmas, declarou o chefe da representação da União Europeia na Rússia Vygaudas Usackas:
“Na vida tudo é temporário e as sanções também. Pois quando elas são aprovadas, são-no por um determinado período, mas elas poderão ser prorrogadas ou levantadas. O objetivo é fazer pressão sobre os atos dos nossos parceiros. O próprio fato de nós aprovarmos sanções contra a Rússia no século XXI é de admirar. Que mais podemos fazer?”
Os autores morais das pressões sobre Moscou, os EUA, já antes tinham introduzido sanções contra grandes estruturas comerciais russas, incluindo o Gazprombank e o Vnesheconombank, a Rosneft e algumas empresas da indústria de defesa. Agora a Washington se junta Ottawa. Segundo as autoridades canadenses, as sanções pressupõem a suspensão de créditos a empresas, entre as quais, por exemplo, está o famoso consórcio Kalashnikov. A seguir ao Canadá, o governo do Japão declarou que iria rever a possibilidade de alargar as sanções contra a Rússia, segundo especificam, “na sequência da queda do Boeing na Ucrânia”. Tóquio pretende pressionar Paris relativamente à venda à Rússia dos porta-helicópteros Mistral.
A Europa é obrigada a tomar medidas contra a Rússia sob uma pressão sem precedentes dos EUA. À maioria dos países europeus as sanções não irão resultar em nada, exceto em prejuízos. O exemplo mais evidente é o caso dos Mistral, refere o perito nesse sector Vladimir Rozhankovsky:
“Imaginam o que irá acontecer se os franceses não cumprirem o contrato, qual será a ressonância não apenas na Rússia, mas nos outros países? Por isso as sanções retrocedem decididamente para segundo plano. Eu penso que é difícil convencer a Europa a avançar com as sanções. Não apenas no que se refere a fornecimentos de armamentos, mas em todas as outras áreas da cooperação.”
Hoje a imagem da União Europeia como uma formação homogênea já não corresponde à realidade. Cada país europeu tem sua própria posição, inclusivamente nas suas relações com a Rússia, diz o perito Vladislav Belov:
“Se falarmos dos países que mantêm uma posição moderada, eles são os nossos maiores parceiros tanto econômicos, como políticos: a Alemanha, a França e a Itália. No outro extremo se encontram o Reino Unido e a Polônia. O Reino Unido é um país anglo-saxônico tradicionalmente bastante próximo dos EUA, a Polônia também se orienta pelo vetor anglo-saxônico. Entre esses dois extremos, se estamos falando das relações com a Rússia, estão os outros países.”
Ao introduzir sanções contra Moscou, podemos dizer que os EUA não perdem nada. Já os europeus podem perder muito, sublinha a diretora do Centro de Estudos Britânicos Elena Ananieva:
“A retórica é dura, mas ninguém quer perder dinheiro e postos de trabalho. O volume das relações econômicas entre a Rússia e os países da União Europeia é de 400 bilhões de dólares.Com os EUA esse valor é dez vezes inferior. Por isso, para a União Europeia essa questão é muito séria: quais as sanções a introduzir e se elas devem ser aplicadas.”
Temos de referir que nem todas as empresas norte-americanas estão radiantes com as decisões da Casa Branca. Já se formaram lóbis que se manifestam contra as pressões econômicas sobre Moscou. Os primeiros a fazer soar o alarme são os representantes da indústria espacial: sem os motores russos para foguetes nenhum satélite estadunidense será colocado em órbita.
Os canadenses, aliás, já tiveram prejuízos com isso: a empresa espacial COMDEV perdeu milhões de dólares devido ao cancelamento do lançamento de um satélite militar em um foguete russo. Agora a companhia exige ao governo uma indemnização. Portanto, a Europa tem matéria para tirar suas conclusões. É melhor se orientarem por interesses econômicos saudáveis que fazer jogos políticos programados em Washington.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_25/Russia-nao-deixar-sancoes-da-Uniao-Europeia-sem-resposta-3105/