Por que usamos o nome Triangulo Dourado?
Por que usamos o nome de triangulo dourado?
___ Por que vocês usam o nome Triângulo Dourado no grupo de vocês?
Lamech estava no terraço vendo sua mulher lidar peixe que ele tinha pescado de molinete na noite anterior e respondeu.
___ Sama descobriu o que é na verdade o Triângulo Dourado, então pesquisei mais a respeito e descobri que é o triângulo de ouro da geometria. Este triângulo dourado é formado por dois ângulos embaixo de 72 graus. Somando os dois ângulos temos o número 144, em baixo, o número dos 144.000, os eleitos que vão salvar o planeta. Estes ângulos estão embaixo, pois simbolizam as duas colunas do templo eterno do Messias, Jachim e Boaz, as mesmas duas colunas são os dois ramos de oliveira vistos por Zacarias que representam Judá e Efraim, também Enoch e Elias que comandarão os 144.000 na terra.
Que são as duas oliveiras à direita e à esquerda do castiçal?
E, respondendo-lhe outra vez, disse: Que são aqueles dois ramos de oliveira, que estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado?
E ele me falou, dizendo: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu.
Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que estão diante do Senhor de toda a terra.
Zacarias 4:11-14
Rodolfo cabeção comentou:
___ Legal, azeite dourado, dois tubos de ouro, são as duas pontas ou dois ângulos terrestres que ligam a terra aos mundos celestes, mas o que é o ângulo superior do triângulo dourado.
___ O ângulo superior é de 36 graus, ele representa 36 hierarquias ou mundos celestes. Somando 3 com o 9 temos o número do Espírito Santo, o número dos 9 dons do Espírito Santo. Somando o ângulo superior do Triângulo Dourado com os ângulos inferiores temos o total de 180 graus. Fantástico, 180 é a metade de 360, o círculo completo do universo. O fator 360 é o fator que os anjos e anunakis usam. Os anunakis passaram este conhecimento aos sumérios que trabalhavam com o fator 360 em vez do fator decimal. Este fator representa o círculo completo. Isso faz do Triângulo Dourado parte integrante e central do cosmos, eu diria um portal, uma porta. Se pegarmos o triângulo dourado e colocarmos um no lado do outro eles vão encaixando até o infinito, como malhas de mundos e dimensões paralelas. O cálculo em cima do triângulo dourado nós leva ao PI grego, o 3,14, é o DNA do universo, ele está na base da criação, da formação dos átomos e de todas as criaturas vivas. Isso nós leva a crer que o Triângulo Dourado é um segredo que nós conduz à essência da criação, ele é um escudo divino, a marca dos 144.000. O selo dos 144.000 é um Triângulo Dourado tendo dentro o nome do pai e do filho.
___ Eu creio que os dois ramos de oliveira ou dois tubos de ouro vistos por Zacarias são Enoch e Elias, mas também representam o nome do pai e do filho gravados no selo dos 144.000.
___ Sim, creio que o Triângulo Dourado é a porta que se abrirá quando os 144.000 deixarem este mundo material e irem para Sião, se tornando cidadão de dois mundos. Eles serão cidadãos de mundos celestes e também poderão atuar na terra como anjos. É assim que pregarão a Israel na grande tribulação juntando as 12 tribos de Israel e levando o mundo ao reino messiânico. Eles virão como cidadão de dois mundos agindo aqui, mas sumindo deste mundo e entrando no mundo celeste quando forem perseguidos pelos guerreiros do Anticristo. O segredo deles poder habitar os dois mundos é o selo, o selo que será colocado na testa, o triângulo dourado com o nome do pai e do filho.
Rodolfo estava confuso com aquele segredo, mas pouco a pouco ia se abrindo diante dele um segredo profundo que liga a terra a mundos paralelos criados pelo Eterno.
Vivemos a ultima hora, o Apocalipse se aproxima.
Adicionem teus amigos ao TRIANGULO DOURADO, vamos denunciar a conpiração.
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sábado, 20 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Celebrando a Chanuká
![]() Foto Ilustrativa
Ano após ano, à época de Chanucá, as luzes são acesas em todos os lares judaicos para celebrar os acontecimentos daqueles dias, com cânticos de louvor a D'us. assim, os caminhos de Israel são iluminados pela mensagem eterna: "a luz espiritual de Israel nunca será apagada".
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| A festa de Chanucá inicia-se no dia 25 de Kislev, este ano no dia 16 de dezembro, à noite, e o acendimento das velas vai até 3 de Tevet - 23 de dezembro, à noite. Desde a histórica vitória dos macabeus sobre os assírios, ocorrida em 165 a.E.C., os judeus celebram Chanucá durante oito dias. A festividade comemora a preservação do espírito de Israel. Assim sendo, celebra-se Chanucá apenas espiritualmente, não havendo outros mandamentos a respeito. Além disso, durante os oito dias da festa, é proibido qualquer forma de luto público ou jejum, podendo-se, no entanto, trabalhar. A chanuquiá - candelabro de oito braços especial da festividade - deve ser acesa diariamente após o aparecimento das estrelas, com exceção da véspera do Shabat, quando deve ser acesa antes do pôr-do-sol. Qualquer material incandescente pode ser usado para acendê-la, mas deve-se preferir a luz intensa do azeite ou de velas de cera ou parafina, grandes o bastante para permanecer ardendo no mínimo por meia hora. Por isso, se uma vela apagar durante esse tempo - com exceção da noite de Shabat, recomenda-se reacendê-la. Num lugar de destaque, no candelabro, há uma outra vela auxiliar, de preferência de cera, chamada shamash. Algumas comunidades usam o shamash para acender as demais velas; outras, uma vela adicional. Na sexta-feira à noite, véspera do Shabat, as velas devem ser acesas antes do pôr-do-sol e antes das velas de Shabat. Nesse dia devem ser usadas velas maiores, para que ardam até meia-hora após o início do Shabat. Na noite seguinte, as velas de Chanucá só podem ser preparadas e acesas após o término do Shabat e da Havdalá. Na primeira noite, acende-se a vela da extrema direita e, em cada noite subseqüente, acrescenta-se uma nova do lado esquerdo à primeira e, assim, sucessivamente. A 1ª vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo-se da esquerda para a direita. Na segunda noite, por exemplo, acendem-se duas. A primeira vela deve ser colocada do lado direito da chanuquiá e a segunda é adicionada à esquerda da primeira. Durante os oito dias, uma nova luz é adicionada, noite após noite, até completar as oito. Por ter um propósito sagrado, a luz da chanuquiá não poderá ser usada para nenhum outro fim, como trabalho ou leitura. Todos os membros da família devem estar presentes na hora do acendimento das velas. Desde que possam segurar as velas com segurança, as crianças têm o mérito de participar, acendendo-as após ter sido acesa a primeira vela da noite. As mulheres têm a mesma obrigação; portanto, em um lugar onde só haja mulheres ou se o marido estiver viajando ou chegar tarde demais, cabe a elas acender as velas e pronunciar as bênçãos. Nossos sábios enfatizavam a importância da participação feminina na cerimônia, pois grande parte da milagrosa vitória militar dos judeus sobre seus inimigos se deve a Yehudit. Rabi Yehoshua Ben-Levi diz: "As mulheres são obrigadas a cumprir a mitzvá de Chanucá, pois elas também são parte do milagre". Quando o povo de Israel não vivia disperso, as luzes eram acesas na parte externa das casas, à esquerda de quem entra, ou seja, em frente à mezuzá. Atualmente, há vários costumes sobre onde colocar a chanuquiá. Alguns a colocam sobre uma mesa, na janela que dá para a via pública, ou no lado esquerdo da porta de entrada, em frente à mezuzá. Outros a colocam em lugar especial, na sala. Deve ser colocada em uma altura entre três e dez palmos do chão, porém não a mais de 9,6 metros, em lugar especial, isolado e de destaque. Nas sinagogas, onde também se acendem as velas para disseminar as lições do milagre, a chanuquiá deve estar na mesma posição do candelabro do Templo de Jerusalém. Mas o acender das velas na Casa de Orações não nos exime da obrigação de acendê-las em casa. Todas as noites, acende-se primeiro o shamash, depois pronunciam-se as seguintes bênçãos:
As Luzes de Chanucá A que horas devemos acender as velas de Chanucá? As luzes devem ser acesas após anoitecer. Algumas autoridades aconselham acendê-las logo do pôr do sol. Outras, de 13 a 40 minutos mais tarde. Entretanto, se alguém não tem a possibilidade de acendê-las depois do anoitecer, pode fazê-lo antes, com a condição de que as velas fiquem acesas durante pelo menos meia hora depois da saída das estrelas. Onde devemos colocar a chanuquiá? O Talmud ensina que a chanuquiá deve ser colocada ao lado da porta de entrada, de tal forma que fique do lado esquerdo da pessoa que estiver entrando na casa. A mezuzá fica do lado direito. Atualmente, costuma-se colocar a chanuquiá dentro de casa, sobre uma mesa, em lugar especial. Em certas comunidades a mesa, é colocada perto de uma janela, de frente para a rua, para cumprir com o mandamento de propagar o milagre . Em outras, no lado esquerdo da porta de entrada, frente à mezuzá. Ou, ainda, há quem coloque a chanuquiá em uma mesa baixa para que as crianças alcancem as velas. Há alguma lei que determine que a mulher ou o homem deva acender a luz de Chanucá? Todas as pessoas devem cumprir o preceito de acender as velas, portanto mulheres e homens são igualmente obrigados a acender as luzes de Chanucá. Podemos ler aproveitando a luz da chanuquiá? Não. As velas da chanuquiá não podem ser usadas para nenhum outro propósito, senão o de propagar o milagre de Chanucá. Assim, não podemos, por exemplo, jantar aproveitando a luz da chanuquiá. É verdade que não se pode trabalhar enquanto as luzes estiverem ardendo? Nossa atenção deve estar centrada na luz durante a meia hora em que ardem as velas. Por isso, as mulheres costumam não fazer tarefas domésticas durante o tempo obrigatório do acendimento das velas. Podemos acender as demais luzes com uma das luzes da chanuquiá? É proibido usar uma luz que representa uma noite de Chanucá para acender as demais ou para qualquer outro propósito. Para isto, utiliza-se o shamash. O que fazer se uma das luzes da chanuquiá se apagar ? Depende do local onde a chanuquiá estiver e se é shabat. Se o lugar onde colocamos a chanuquiá é o adequado, já que a mitzvá é o ato de acender as velas, e uma delas se apagar depois da bênção, não há necessidade de reacendê-la. Mas se o lugar onde foi colocada a chanuquiá não é um local adequado, somos obrigados a reacendê-la. No shabat não podemos reacendê-la. O que fazer se a luz do shamash se apagar? Se não for shabat, poderá ser reacesa usando fósforos ou outra vela, mas nunca uma das luzes da chanuquiá. Podemos apagar as luzes da chanuquiá? Sim, após estas ficarem acesas o tempo mínimo,ou seja, meia hora após a saída das estrelas. Só no shabat é proibido apagá-las. Na sexta-feira, quando temos que acender as velas? Na sexta-feira à tarde, logo antes de acender as velas de shabat. Como precisamos acendê-las 18 minutos antes do início do shabat, é melhor usar naquele dia velas maiores para a chanuquiá, para que durem pelo menos meia hora após a saída das estrelas. E no sábado? Acende-se antes ou depois da Havdalá? A maioria das autoridades rabínicas recomenda acender a chanuquiá após a Havdalá, já que esta é o término do Shabat. Em cada lar, deve-se acender a chanuquiá depois da Havdalá. Somente na sinagoga a chanuquiá pode ser acesa antes da Havdalá. http://www.morasha.com.br/ | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
A aliança da casa de Togarma e Goque está na biblia, é um grande sinal do fim
Especialista turco: Ocidente está agora em isolamento, a aliança entre Togarma ou turcos e Gogue ou russos, está na bíblia, é um grande sinal do fim. o DAJJAL oculto na Síria usará russos, turcos e chineses para atacar ISRAEL

Colagem: Voz da Rússia
O professor de Direito Internacional da Academia da Força Aérea e da Universidade de Istambul, Mesut Hakkı Casın, comentou a visita de Vladimir Putin a Ancara, o acordo russo-turco sobre o projeto de construção de uma usina de energia nuclear, e também compartilhou seus pensamentos sobre a situação na Turquia e na Rússia no contexto geopolítico de hoje.
"É importante que os nossos líderes (Putin e Erdogan) estejam determinados a continuar e expandir a cooperação bilateral em vários domínios. Nossos aliados ocidentais, por exemplo, não confiam em nós na esfera nuclear. Acreditam que nós estamos criando uma arma nuclear. E a Rússia fez investimentos de grande escala neste domínio e está pronta para começar a construção da segunda usina nuclear turca.
A estreita cooperação estabelecida entre os líderes dos nossos países tem contribuído para o fato de que, atualmente, a cooperação russo-turca, que está se movendo rapidamente para os novos marcos históricos, ganhou o caráter sem precedentes.
O Ocidente pensa que nos isolar. De fato, o próprio Ocidente está agora em isolamento. Recentemente, recebemos Joe Biden, o Papa Francisco, ontem nos visitou Vladimir Putin e, em breve, chegará David Cameron.
A cúpula do G20 mostrou ao mundo quem é quem. Todos os meios de comunicação do mundo se concentraram em Putin. A cooperação russo-chinesa está ganhando impulso.
E quem está em isolamento? Qualquer um, mas certamente não a Turquia e a Rússia. E, no futuro, a cooperação russo-turca irá crescer. E as sanções do Ocidente não é um obstáculo.
Percebemos muito bem a Rússia, compreendemos a sua posição na crise ucraniana e síria. Sua política externa é extremamente clara e transparente. Moscou, por sua vez, nos compreende e pretende aumentar as entregas de gás natural, reduzindo os seus preços em até 6%, o que é uma quantidade enorme para o nosso orçamento.
Portanto, na nossa opinião, é seguinte: desenvolver a cooperação com um país como a Rússia é um bem!"
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_12_02/Especialista-turco-Ocidente-est-agora-em-isolamento-9378/
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_12_02/Especialista-turco-Ocidente-est-agora-em-isolamento-9378/
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
O livro de Melkitsedeque parte 1
- 1. 1 O LIVRO DE MELQUISEDEQUE 1
- 2. Diógenes Lopes de Oliveira 2 O LIVRO DE MELQUISEDEQUE“Escutai, povo meu, a minha lei; prestai ouvidos às palavras da minha boca. Abrirei oslábiosem parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos”Sl.78:1,2.Os Rolos do Mar MortoNo deserto da Judéia, no litoral do Mar Morto, próximo a Jerico, acampava-se uma tribosemibeduína conhecidacomo Taamireh. Era o início da primavera de 1947, quando um dos filhos daquela tribo,Muhammad edh-Dhib, umjovem de apenas 15 anos de idade, pastoreava o rebanho de seu pai. Ao retornar para casa,descobriu que estava faltandouma cabra. Deixando o rebanho seguro no curral, retornou sem demora à procura da quehavia se transviado.Depois de caminhar por muitas partes em busca da cabra perdida, o beduíno sentou-se juntoàuma gruta, vencido pelo cansaço. Não sabia que os seus passos errantes o conduziramnaqueleentardecer para próximo de um tesouro de inestimável valor. Ele encontrava-se naquelemomento naregião noroeste do Mar Morto.Ao arremessar uma pedra para dentro da caverna, o beduíno ouviu um ruído surdo quepareceu-lhe o som de um vaso de barro quando cai. Achou muito estranho aquilo e, movido por ummisto decuriosidade e medo, aproximou-se da abertura para ver o que se encontrava lá dentro. Aprincípio,somente conseguiu ver a escuridão que reinava dentro da caverna que voltara a ficar silente.Depoisde alguns instantes, seus olhos começaram a avistar contornos que lhe pareceram grandesjarros.Vieram-lhe então à lembrança histórias que ouvira desde mui pequeno, sobre Sheitan, oespírito mau 2
- 3. que vive nas cavernas. Não seria aquela gruta a sua morada? Este pensamento o fez fugirdaliapressadamente, em direção de sua tenda. Tão grande era o medo, que se esqueceuinteiramente dacabra que se perdera.Ahmed, o seu irmão mais velho ,ao ouvir sua história, riu de sua falta de coragem. Ahmed,contudo, não conseguia esquecer-se daqueles vasos que seu irmão afirmara ter visto nointerior dacaverna; E se existisse dentro deles tesouros? Esse pensamento fez com que perdesse osono naquelanoite. Assim que o dia raiou, pediu que seu irmão o levasse àquele lugar de onde fugira.Cheios de esperança e coragem rumaram naquela manhã em direção ao possível tesouro.Olhando atentamente para o interior da caverna, Ahmed constatou que, realmente, haviajarros ali.Cheio de euforia, passou a remover os pedregulhos que estreitavam aquela abertura, até queconseguiu resvalar-se para dentro da gruta. Estava muito escuro a princípio, mas suas vistasforam-seacostumando e, dentro de instantes, viu-se cercado pelos vasos de barro. Com muitocuidado,evitando que se quebrassem, foi tomando-os, um por um, e passando-os para o irmão, queficara dolado de fora.Curioso para ver o que havia naqueles vasos, Ahmed saltou para fora da Gruta. Aointroduzir amão num daqueles vasos, tirou um embrulho feito de panos de linho. Abriram-no naexpectativa deencontrar ouro ou pedras preciosas, mas os irmãos ficaram decepcionados ao descobriremapenas umrolo, feito de coro de cabras. Em todo o rolo, havia uma escrita que não puderam decifrar.Os demaisjarros traziam igualmente grandes rolos de couro.Os beduínos ficaram, inicialmente, sem saber o que fazer com aqueles rolos. A primeiraidéiafoi a de devolvê-los à caverna; Mas, pensando melhor, decidiram vendê-los para algumsapateiro oucolecionador de coisas antigas.Khalil Iskander Shahin, conhecido como Kando, tinha uma sapataria em Belém.Remendavauma bolsa quando dois beduínos entraram em sua sapataria, arrastando consigo setegrandes rolos.2 3
- 4. Colocando-os sobre o balcão, perguntaram o quanto ele poderia pagar por todo aquelecouro.Analisando os rolos, viu que estavam muito envelhecidos e, com certeza, não lhe seriamúteis.Khalil estava para despedir os moços quando, atraído por aquelas escritas, resolveu adquiri-los,pensando em revendê-los para algum colecionador de antigüidades. Pagou então umaninharia poreles, e os rapazes, ainda que cansados por todo esforço, saíram felizes.Durante alguns dias, os rolos permaneceram esquecidos em um canto da sapataria,enquantoKhalil, procurava em vão despertar o interesse de seus clientes por eles.Athanasius Y. Samuel, arcebispo metropolitano do Mosteiro São Marcos, em Jerusalém,tomou conhecimentosobre os rolos através de um membro de sua paróquia que os vira na sapataria de Khalil.Dirigiu-se até lá e, como nãoconseguia carregar todos, adquiriu quatro deles. Alguns dias depois, Khalil vendeu osoutros três para o professor EleazerLipa Sukenik da Universidade Hebraica de Jerusalém.Ao analisar os quatro rolos, Athanasios conscientizou-se de haver adquirido umapreciosidade.Decidido a fazer fortuna com sua venda, levou-os clandestinamente para os EstadosUnidos, ondepassou a oferecê-los para pessoas e instituições que acreditava poderem se interessar poreles.Ninguém, contudo, aceitou sua proposta, pois o preço exigido era muito alto.Desanimado, Athanasios decidiu, numa última tentativa, colocar um anúncio no Wall StreetJournal.Preço MultiplicadoEra início de 1954, quando o General Yigael Yadin, Chefe do Estado-Maior do ExércitoIsraelense, ao ler o Wall Street Journal, foi atraído para o pequeno artigo que falavadaqueles quatrorolos encontrados no Mar Morto, contendo manuscritos bíblicos datados entre 100 a 200anos a.C.;Sua aquisição poderia ser ideal para instituições educacionais ou religiosas.Yigael era filho do professor Eleazer, que comprara os três últimos rolos. Desde então, eles 4
- 5. estavam desesperados à procura dos outros quatro.Depois de recortar o anúncio, Yigael ligou imediatamente para o aeroporto, exigindo umapassagem no próximo vôo para os Estados Unidos. Jamais fizera uma viagem sentindo-setãoansioso; Aquelas horas de vôo pareciam-lhe uma eternidade.Ao desembarcar, dirigiu-se imediatamente ao endereço indicado no anúncio. Chegando aolocal, viu que várias pessoas, atraídas pelo anúncio, faziam uma grande fila paraconhecerem os taisrolos. Seria uma loucura permitir que elas entrassem antes dele, por isso, encaminhando-separajunto da porta, colocou-se como o primeiro da fila. Alguns começaram a reclamar, mas ele,tocandona porta, desculpou-se, afirmando ser amigo de Athanasius.Ao ouvir os toques na porta, Athanasios, que mostrava a um possível comprador ospergaminhos, foi ver quem era. Sem saber que tinha diante de si o General do ExércitoIsraelense,Athanasios foi rude, mandando-o esperar pela sua vez. Isto o fez passar vergonha diante daspessoas,a quem havia afirmado há pouco ser amigo daquele homem. Começaram então fortesprotestos e,alguns se adiantaram querendo tirá-lo a força de seu primeiro lugar na fila. Nesse momento,Yigael,que não queria revelar sua identidade, vociferou com fúria, mostrando sua alta patenteconfirmadapor uma credencial que ergueu aos olhos de todos. Esse gesto fez com que o sentimento dehumilhação e vergonha se transferisse para aqueles que o afrontaram.Ao chegar a sua vez, Yigael, sem se identificar, perguntou para Athanasios o valor que eleesperava receber pelos rolos. Não querendo ainda lhe dar o preço, convidou-o a ver ospergaminhos.Yigael, ressentido pelo tratamento que havia recebido, disse secamente que não estava alimovidopela curiosidade, querendo simplesmente admirar-se ante aqueles rolos; Estava ali paracomprá-los.Assim, para não perderem tempo, gostaria de saber o quanto pagaria por eles.Athanasios que, dominado pelo desânimo, estava a ponto de vendê-los por qualquer preçoquecobrisse suas despesas de viagem, abaixou, a cabeça e meditou: Se conseguisse vendê-lospor $ 5.000já estaria bom; Mas não lhe custaria pedir mais: quem sabe dez vezes mais, $ 50.000; Oumesmocinqüenta vezes cinco. Seus lábios então pronunciaram o preço de $ 250.000. 5
- 6. 3Prontamente, Yigael tomou seu talão e preencheu um cheque de 250.000 dólares. Ele ofariacom a mesma determinação, ainda que o processo multiplicador continuasse na mente doancião emdezenas de outras operações.Ao conferir no cheque o valor daquela fortuna, Athanasios ficou possuído por umsentimentomisto de alegria e vergonha, pois o mesmo continha a assinatura do Chefe do Estado-MaiordoExército Israelense, a quem pouco antes tratara com estupidez.Quando a porta novamente se abriu, a fila de curiosos foi aniquilada pelos passos daquelequejá havia sido herói de muitas batalhas, e que conduzia, sob os poderosos braços, os rolos daGruta 1, asua maior conquista. Agora, os sete rolos eram propriedade do Estado de Israel, quedesfrutava seusprimeiros anos de independência, depois de um desterro de milênios.Ao serem os sete rolos cuidadosamente analisados por eruditos em Israel, comprovou-seque setratavam dos mais antigos manuscritos já descobertos pelo homem, datados de temposanteriores aosdias de Cristo. Um dos rolos, o mais conservado dos sete, apresentava uma cópia do livrode Isaíasque, ao ser comparado com as cópias modernas, trouxe a certeza de que não houve nessesdoismilênios nenhuma alteração de sua mensagem profética.Os demais manuscritos, também de grande importância, são: O Manuscrito de Lameque,conhecido como O Apócrifo de Gênesis, que apresenta um relato ampliado do Gênesis; ARegra daGuerra, que descreve a grande batalha final entre os filhos da luz e os filhos das trevas,sendo osdescendentes das tribos de Levi, Judá e Benjamim retratados como os filhos da luz, e osedomitas,moabitas, amonitas, filisteus e gregos representados como os filhos das trevas. Há tambémumpergaminho com Os Hinos de Ação de Graças (Hodayot), uma seqüência de 33 salmos queeramcantados, em cultos de adoração ao Criador, o grande Adonai.O que os Eruditos Encontraram 6
- 7. Dois anos depois da experiência daqueles jovens beduínos, dois arqueólogos, G. L. HardingeR. De Vaux, auxiliados por quinze habitantes daquela região do Mar Morto, começaramnovasbuscas nas proximidades daquela caverna que viria a ser conhecida como Gruta 1. Em doisanos deincansáveis pesquisas, descobriram as ruínas do Mosteiro de Khirbet Qumran, umapropriedade dosessênios. Dentre os muitos objetos ali descobertos, encontraram uma sala onde osmanuscritos erampreparados, ao qual deram o nome de scriptorium. Foram encontrados naquela sala doistinteiros,ambos contendo restos de tinta de carvão do tipo usado nos pergaminhos. Encontraramtambém umaescrivaninha, ao lado da qual havia concavidades que, possivelmente, eram usadas paraarmazenarágua limpa, com a qual o piedoso escriba purificava as suas mãos, ao iniciar as cópias dasSagradasEscrituras, ou mesmo antes de escrever o nome divino.Um grande terremoto, ocorrido no ano de 31 a.C., trouxe muitos danos ao Mosteiro deKhirbetQumran, exigindo a reconstrução de alguns de seus compartimentos. Em 68 AD, com oavanço daDécima Legião Romana, comandada por Vespasiano, o Mosteiro foi completamentedestruído, e amaior parte de seus ocupantes mortos ou levados cativos. Existem muitos indícios de quetenha sidopor esta ocasião que os essênios, no intuito de preservar seus preciosos rolos, esconderam-nos nascavernas.As Grutas 2 a 10Enquanto os arqueólogos prosseguiam as escavações das ruínas do Mosteiro Essênio,algunsbeduínos, incentivados pelas descobertas da Gruta 1, empreenderam-se em incansáveisbuscas,vasculhando toda aquela região montanhosa do Mar Morto em busca de novos vasos.No mês de fevereiro de 1952, descobriram finalmente, ao sul da Gruta 1, a Gruta 2, na qualencontraram partes de dezessete manuscritos bíblicos e uma porção maior de manuscritosnão-bíblicos. Ao todo, eram 187 fragmentos.Com a descoberta da Gruta 2, a atenção dos arqueólogos e de todos aqueles pesquisadoresdo 7
- 8. Mar Morto, voltou-se para as cavernas. Deixando as escavações daquele Mosteiro,iniciaram uma4exploração sistemática em toda a área de Qumran. Um mês depois, no dia 14 de março,encontrarama Gruta 3. Além de centenas de fragmentos de outros manuscritos, encontraram nestacaverna umdocumento muito especial: eram três folhas de cobre muito fino, cada qual medindo 0,30 mpor 0,80m. Examinando aquelas lâminas de cobre, descobriram que compunham originalmente umúnicorolo, pois suas extremidades traziam as marcas de seu ligamento. O estudo posterior destedocumentorevelou-se de grande importância, pois trazia detalhadas informações sobre as demaisgrutas quecontinham documentos e tesouros.À medida que novas grutas eram descobertas, novos documentos vinham à luz, fazendocrescero interesse pelo assunto que passou a ser amplamente divulgado pelos jornais e revistas,criando umclima de grande expectativa. Tudo era tão fantástico que até mesmo pessoas incrédulascomeçaram apressentir naquelas descobertas algo miraculoso, como se um poder sobrenatural houvessereservado,nas entranhas daquelas rochas, uma mensagem para um mundo que, somente naquelametade deséculo, havia experimentado os horrores de duas grandes guerras, que pareciam prenunciaro fim domundo, como retratado em muitos daqueles manuscritos.Depois da descoberta da Gruta 6, em setembro de 1952, as buscas foram intensificadas, nãotrazendo, contudo, nenhuma nova descoberta por um período de quase três anos. Na manhãdo dia 2de fevereiro de 1955, quando, vencidos pelo desânimo, estavam a ponto de suspenderem asbuscas,foram agraciados pela descoberta da Gruta 7. Ainda que os documentos encontrados nessacaverna semostrassem muito danificados, os arqueólogos sentiram-se renovados em seu ânimo deprosseguirem com as procuras, certos de que teriam novas recompensas. Esta perspectivanão foifrustrada, pois entre os dias 2 de fevereiro e 6 de abril de 1955, haviam sido agraciados comos 8
- 9. tesouros das Grutas 7, 8, 9 e 10. Com todo esse sucesso, intensificaram ainda mais asbuscas, porémsem nenhum resultado.O Presente de um Rei(Uma Parábola Baseada em Fatos Reais)Dez grutas já haviam lançado de suas escuras entranhas centenas de documentos deincalculável valor,enriquecendo toda a humanidade com um patrimônio jamais sonhado. Muitos arqueólogos,satisfeitos com o que foraencontrado até então, empreendiam, ao lado de peritos, a organização de todos aquelesdocumentos, muitos até entãomantidos empilhados em seus acampamentos. Nem sequer passava-lhes pela cabeça opensamento de que a maior detodas as descobertas ainda estava para vir.Num dia ensolarado de janeiro de 1956, quatro beduínos irmãos caminhavam errantes porentreas rochas que se elevam ao norte do Mar Morto. Não haviam saído naquele dia com aintenção deprocurar cavernas; Contudo, num gesto involuntário, seus olhos detinham-se em cada fendade rocha,pois, no decorrer daqueles anos, procurar buracos nas rochas tornara-se um hábito na vidadaquelesbeduínos. Quando os encontravam, imediatamente enfiavam neles a cabeça à procura devasos.Muitos deles já haviam conseguido, por causa desse costume, elevadas somas de dinheiroque,dificilmente ganhariam em todo um ano.Foi assim que o mais velho deles, ao descobrir numa das rochas uma pequena abertura,correupara lá para observar. Tudo o que conseguiu ver a princípio foi a escuridão que reinava nosilêncio dacaverna. Contudo, pondo em prática um dos segredos que somente os beduínos caçadoresde vasosconheciam, permaneceu encarando as trevas, esperando vê-las fugir. Unicamente aquelesque eramsuficientemente corajosos para encararem as trevas por alguns minutos, sem se moverem,poderiamser agraciados com os tesouros das cavernas.5 9
fonte
http://pt.slideshare.net/carlosttorres/o-livro-oculto-de-melquesedeque
http://pt.slideshare.net/carlosttorres/o-livro-oculto-de-melquesedeque
O livro de Melkitsedeque
Livro de Melquisedeque escrito por Abraão, encontrado no Mar Morto em 1946
Fragmento do "Livro de Melquisedec"
***
Livro escrito por Abraão, encontrado no Mar Morto em 1946.
TRECHO DO LIVRO
(áudio em espanhol):
***
LIVRO COMPLETO
(em espanhol):
***
A História do Universo -
Apócrifo de Gênesis & Manuscrito de Melquisedeque (Cap. 01)
PRIMEIRO CAPÍTULO do Livro de Melquisedeque, uma parábola escrita por Diógenes Lopes - narrando a Criação dos seres celestiais.Segundo a ordem de Melquisedeque
http://youtu.be/mAf9wwTUc38
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A História do Universo -
CAPÍTULO 2 -
Manuscrito de Melquisedeque, Rei de Salém
A HISTÓRIA DO UNIVERSO narra a história da queda e tentação de Lúcifer e dos seres celestes em sua terça parte.
livro escrito por Diógenes Lopes de Oliveira
http://youtu.be/lJGNPQ1WxVI
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A História do Universo
(CAPÍTULO 3) -
Criação do Homem: A Terra agora é o Palco
"A História do Universo" faz parte originalmente dos Livros de Melquisedeque, encontrados na Judéia em 1947, que ficaram conhecidos como "os Manuscritos do Mar Morto". O rolo em questão narra "a criação do universo" com detalhes surpreendentes; este, segundo o próprio livro de Melquisedeque, teria sido entregue a Abraão pelo rei de Salém em seu encontro.
http://www.portaldosanjos.net/2014/08/livro-de-melquisedeque-escrito-por.html
Quem era Melkitsedeque?
Melquisedec aparece 2 vezes no Antigo Testamento:
Gênesis 14,17-20: Quando Abrão voltou, depois de ter derrotado Codorlaomor e os reis aliados, o rei de Sodoma foi ao seu encontro no vale de Save, que é o vale do rei. 18 Melquisedec, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, levou pão e vinho, 19 e abençoou Abrão, dizendo: «Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que criou o céu e a terra; 20 e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os inimigos a você». E Abrão lhe deu a décima parte de tudo.
Salmos 110,4: Javé jurou e jamais desmentirá: «Você é sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec».
No Novo Testamento aparece na Carta aos Hebreus onde Jesus é identificado como um sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedec. Trata-se de uma clara citação do Salmo 110 (veja, por exemplo, o capítulo 7 da carta).
Além dessas passagens esse personagem aparece no livro apócrifo 2Enoch, conhecido também como Enoch Eslavo. Neste apócrifo há uma sessão que se chama “Exaltação de Melquisedec”. Nela se conta como ele nasceu de uma virgem (Sofonim), esposa de Nir, irmão de Noé. Nasceu depois que sua mãe morreu. Sentou-se na cama ao lado do corpo da mãe, e, quando nasceu, era já desenvolvido, vestido e falando bendizia ao Senhor. Havia já os vestidos do sacerdócio. 40 dias após seu nascimento o arcangelo Gabriel o leva até o Jardim do Édem, sendo salvo do dilúvio, sem ter que ir para a Arca de Noé. Talvez a frase em Hebreus 7,3 tenha esse backgroud: Sem pai, sem mãe, sem genealogia, sem começo nem fim de vida como o Filho de Deus, Melquisedec permanece sacerdote para sempre.
Também em Qumran, na gruta 11, foi encontrado um texto que fala de Melquisede (1Q13 - 11QMelch). Neste texto ele é visto como um ser divino a quem é dato também o títolo de Elohim. Segundo esse texto será ele que proclamará o dia da expiação e julgará os povos.
O significado do nome é muito discutido. Hebreus 7,1 diz que Melquisedec significarei de justiça; além disso, ele é rei de Salém, isto é, «rei de paz» (o mesmo significado presente em Philo e Josefo). Em hebraico o nome é dito com duas palavras ("malki zedek"). A LXX, em grego, traz Melchisedek e a Vulgata, em latim, Melchisedeh. O significado normalmente é baseado na palavra hebraica “melek”, que significa “rei” e “tzedek” (“justo”). Essa interpretação poderia ser comprovada pelo uso em Qumran de “Melqui-resha”, que significa “rei do mal”, em oposição ao “rei justo”. Todavia em “Melki”, além do substantivo “rei” existe o pronome possessivo “meu”, que causa algum problema. Literalmente o significado é “meu rei”. Por causa disso há alguns espertos que defendem que o significado original seria “(o deus) Sedeq é meu rei”. De fato no mundo cananeu e fenício existe o deus Suduk ou Sudek.
Gênesis diz que Melquisedec era rei de Salém, que normalmente é tido como um sinônimo para Jerusalém. Contudo também aqui nem todo mundo concorda. Albright, por exemplo, diz que Salém é uma corrupção de outro original que seria “shelomo” (literalmente: “de sua paz”) e em palavras nossas significaria semplismente “rei aliado” e o texto invés daquilo que temos (Melquisedec, rei de Salém) seria: Melquisedec, rei aliado.
Outro apelativo que dá Gênesis a Melquisedec é Sacerdote de El Elion (traduzido na citação acima, da Bíblia Pastoral (também a Almeida!), como “sacerdote do Deus Altíssimo”). Em outras passagens esse título é dado a YHWH. Provavelmente, com base também numa inscrição em aramaico do oitavo século antes de Cristo, Elion era um Deus diverso da YHWH e as duas divindades foram unidas só mais tarde, pelos redatores do texto bíblico (como é o caso do deus El).
http://www.abiblia.org/ver.php?id=732#.VH0B-tLF_2Y
Gênesis 14,17-20: Quando Abrão voltou, depois de ter derrotado Codorlaomor e os reis aliados, o rei de Sodoma foi ao seu encontro no vale de Save, que é o vale do rei. 18 Melquisedec, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, levou pão e vinho, 19 e abençoou Abrão, dizendo: «Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que criou o céu e a terra; 20 e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os inimigos a você». E Abrão lhe deu a décima parte de tudo.
Salmos 110,4: Javé jurou e jamais desmentirá: «Você é sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec».
No Novo Testamento aparece na Carta aos Hebreus onde Jesus é identificado como um sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedec. Trata-se de uma clara citação do Salmo 110 (veja, por exemplo, o capítulo 7 da carta).
Além dessas passagens esse personagem aparece no livro apócrifo 2Enoch, conhecido também como Enoch Eslavo. Neste apócrifo há uma sessão que se chama “Exaltação de Melquisedec”. Nela se conta como ele nasceu de uma virgem (Sofonim), esposa de Nir, irmão de Noé. Nasceu depois que sua mãe morreu. Sentou-se na cama ao lado do corpo da mãe, e, quando nasceu, era já desenvolvido, vestido e falando bendizia ao Senhor. Havia já os vestidos do sacerdócio. 40 dias após seu nascimento o arcangelo Gabriel o leva até o Jardim do Édem, sendo salvo do dilúvio, sem ter que ir para a Arca de Noé. Talvez a frase em Hebreus 7,3 tenha esse backgroud: Sem pai, sem mãe, sem genealogia, sem começo nem fim de vida como o Filho de Deus, Melquisedec permanece sacerdote para sempre.
Também em Qumran, na gruta 11, foi encontrado um texto que fala de Melquisede (1Q13 - 11QMelch). Neste texto ele é visto como um ser divino a quem é dato também o títolo de Elohim. Segundo esse texto será ele que proclamará o dia da expiação e julgará os povos.
O significado do nome é muito discutido. Hebreus 7,1 diz que Melquisedec significarei de justiça; além disso, ele é rei de Salém, isto é, «rei de paz» (o mesmo significado presente em Philo e Josefo). Em hebraico o nome é dito com duas palavras ("malki zedek"). A LXX, em grego, traz Melchisedek e a Vulgata, em latim, Melchisedeh. O significado normalmente é baseado na palavra hebraica “melek”, que significa “rei” e “tzedek” (“justo”). Essa interpretação poderia ser comprovada pelo uso em Qumran de “Melqui-resha”, que significa “rei do mal”, em oposição ao “rei justo”. Todavia em “Melki”, além do substantivo “rei” existe o pronome possessivo “meu”, que causa algum problema. Literalmente o significado é “meu rei”. Por causa disso há alguns espertos que defendem que o significado original seria “(o deus) Sedeq é meu rei”. De fato no mundo cananeu e fenício existe o deus Suduk ou Sudek.
Gênesis diz que Melquisedec era rei de Salém, que normalmente é tido como um sinônimo para Jerusalém. Contudo também aqui nem todo mundo concorda. Albright, por exemplo, diz que Salém é uma corrupção de outro original que seria “shelomo” (literalmente: “de sua paz”) e em palavras nossas significaria semplismente “rei aliado” e o texto invés daquilo que temos (Melquisedec, rei de Salém) seria: Melquisedec, rei aliado.
Outro apelativo que dá Gênesis a Melquisedec é Sacerdote de El Elion (traduzido na citação acima, da Bíblia Pastoral (também a Almeida!), como “sacerdote do Deus Altíssimo”). Em outras passagens esse título é dado a YHWH. Provavelmente, com base também numa inscrição em aramaico do oitavo século antes de Cristo, Elion era um Deus diverso da YHWH e as duas divindades foram unidas só mais tarde, pelos redatores do texto bíblico (como é o caso do deus El).
http://www.abiblia.org/ver.php?id=732#.VH0B-tLF_2Y
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
os sinais do fim
Estamos diante dos sinais do fim
Estamos diante de um grande sinal do fim, pois a sociedade já se fragmenta diante da possibilidade da criação de uma ditadura global, profetizada por João no Apocalipse. Nunca antes tantas informações inundaram a net sobre o apocalipse, profecias e grandes eventos que mudarão o planeta. Até mesmo os filmes apontam para catástrofes e grandes mudanças. Muitos grupos radicais em vez de se preparar para subir no arrebatamento estão lutando contra as ordens ocultas que controlam o mundo. Eles estão antecipando a guerra física prevista em Daniel para antes do arrebatamento. Isso é locura total.
Atualmente nossa guerra é espiritual, só após o arrebatamento os que não aceitarem a marca da Besta serão torturados e mortos, ainda não é a tribulação, ainda vivemos o princípio de dores.
Nossa guerra hoje deve ser ganhar as almas para Cristo, pois amanhã será tarde demais.
Nossa luta hoje não é contra a carne e o sangue e sim contra as hostes espirituais da maldade que habitam nos lugares celestiais, mundos paralelos em volta da terra.
A nova era tenta ganhar terreno com isso polarizando a mente das pessoas falando de uma suposta destruição em massa sobre a terra, eles erraram marcando para 2012 sendo que Cristo avisou que o dia e a hora de sua vinda e dos eventos do Apocalipse só o Pai conhece.
O governo mundial também se aproveita da situação e usa a desculpa do perigo representado pelos grupos anti iluminattis, que considera heréticos, para criar mais mecanismos de repressão que usará depois para caçar os que não aceitarem o 666;
O cerco se fecha, temos pouco tempo para divulgar a verdade, a humanidade está cercada por mentiras e caminha a passos largos para as mãos do Anticristo, a hora de abrirmos os olhos é agora irmãos, o mundo caminha a passos largos para um terrível abismo.
Milhares de informações chegam a nós revelando sobre os planos do governo global para controlar o planeta e para exterminar os que não aceitarem o Projeto 666; Estas informações até levam a criação de grupos radicais, mas não é hora de radicalismo, é a hora de fazermos um concerto com Cristo e nos preparar para o arrebatamento. O mundo jaz no maligno e será mais terrível ainda para os que ficarem no arrebatamento.
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