terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Drone misterioso sobrevoa o palácio presidencial francês

Drone sobrevoa palácio presidencial francês

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Foto de arquivo

Um drone sobrevoou o Palácio do Eliseu, em Paris, na noite de 16 de janeiro, de acordo com a mídia francesa na terça-feira, 20.

O drone voou sobre o palácio durante alguns segundos. Quando a sua presença foi detetada pelo serviço de segurança do palácio, ele já havia deixado a zona.
Esta informação foi confirmada hoje pelo gabinete do presidente francês, François Hollande. No momento o incidente está sendo investigado.
O incidente é mais um numa série de aparecimento de drones misteriosos, o mesmo aconteceu em usinas nucleares francesas em outubro e novembro deste ano. Os incidentes continuam por explicar, porque ninguém assumiu responsabilidade por eles.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_20/Drone-sobrevoa-pal-cio-presidencial-franc-s-4343/

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Imagens de satélites mostram a destruição causada pelo BOKO HARAM

Imagens de satélite mostram destruição causada pelo Boko Haram

Boko Haram, Nigéria, terrorismo
Foto de arquivo

A Anistia Internacional (AI) e a Human Rights Watch (HRW) publicaram separadamente nesta quinta-feira (15) imagens de satélite que mostram a destruição provocada pelos recentes ataques do grupo jihadista Boko Haram em Baga e Doro Gowon.

Segundo a AI, 2.000 pessoas morreram nas ofensivas. O governo nigeriano fala em 150.
As imagens de antes e depois dos ataques mostram que ao menos 3.700 estruturas, em sua maioria casas e pequenos comércios, foram destruídas.
Nas fotos, os pontos vermelhos representam a vegetação, que foi totalmente destruída.
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"As imagens mostram uma devastação de proporções catastróficas nas duas localidades, uma delas (Doro Gowon) praticamente foi varrida do mapa", denuncia o investigador da AI para a Nigéria, Daniel Eyre.
Ainda que não se possa precisar o número de vítimas, a ONG acredita que o ataque (que visava civis, já que não havia presença das forças de segurança nos locais) tenha sido o mais letal e destrutivo da história do Boko Haram.
A HRW, por sua vez, estima que, no caso de Doro Gowon, os ataques tenham destruído quase 60% de uma aldeia que, até pouco tempo atrás, abrigava uma base militar conjunta de vários países para lutar contra o crime transnacional e, mais recentemente, contra o Boko Haram.
No entanto, a instabilidade da zona e os crescentes ataques do grupo islâmico provocaram a retirada dos contingentes estrangeiros, motivo pelo qual a milícia não encontrou resistência quando iniciou os ataques, em 3 de janeiro.
A ONG também calcula que mais de 10% de Baga tenha sido reduzida a cinzas. Uma porcentagem alta, mas que pode desmentir a cifra de 2.000 mortos estimada pela AI.
Não é a primeira vez que Baga sofre um ataque de grandes proporções. Em abril de 2013, o Exército nigeriano arrasou a cidade depois que milicianos do Boko Haram mataram um soldado num atentado supostamente lançado de lá.
Desde 2009, a violência da milícia e sua repressão pelas forças de segurança já deixaram 13 mil mortos e mais de 1 milhão de deslocados.
O grupo, cujo nome significa "a educação ocidental é proibida", luta para instaurar um califado no norte da Nigéria.
--Folha Online

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Rússia e China se unem para conquista do espaço

Rússia e China contam com a conquista conjunta do espaço

Rússia, China, espaço

Rússia e China estão determinadas a concretizar um avanço significativo no estudo do espaço. Em janeiro de 2015, os cientistas dos dois países irão coordenar um plano de cooperação nessa área, anunciou o diretor do Instituto russo de Investigação do Espaço, Lev Zeleny. Cada uma das partes tem 15 a 20 propostas para experiências conjuntas e que devem ser juntas num só programa.

Os detalhes não são, por ora, revelados. Sabe-se apenas que esta orientação é desenvolvida no âmbito de acordos intergovernamentais sobre a cooperação na área do espaço. Esse acordo foi assinado em outubro, durante a visita do chefe de governo da República Popular da China, Li Keqiang, a Moscou.
Cientistas russos e chineses estão a preparar um avanço significativo, considera Igor Marinin, redator-chefe da revista russa Novosti Kosmonavtiki:
“A cooperação pode passar por experiências conjuntas, trocas de equipamentos para a investigação de planetas e do espaço. O importante é que tanto em questões científicas, como em tecnológicas, fala-se de cooperação. Pois, até a data, a China seguia o seu próprio caminho, apropriava-se de avanços tecnológicos de outros países, nomeadamente do nosso, e não levava a cabo qualquer programa de cooperação. Por isso, trata-se de uma tendência muito positiva”.
A comunidade científica comenta, de forma enérgica, as declarações do líder do Roscosmos, Oleg Ostapenko, sobre o interesse da China face a dois eixos concretos de cooperação com a Rússia. Um deles passa pela construção conjunta de motores de foguetões. Os chineses, em resposta à proposta russa, insistem na transferência de tecnologia de produção para a China. Em troca, propõe retirar quaisquer limitações à exportação de produtos eletrónicos para a Rússia e, futuramente, desenvolverem micro-esquemas.
Outro potencial eixo de cooperação passa pelo intercâmbio de voos espaciais tripulados para a Estação Espacial russa e chinesa. Igor Marinin avaliou a perspectiva desta forma:
“Os chineses têm agora uma estação pequena que já esgotou os seus recursos. Ninguém vai para lá agora, nem os astronautas chineses. Eles lançarão a próxima estação só daqui a um ano e meio. E ela será colocada numa inclinação na qual os nossos foguetões não podem voar. Por isso, aqui só será possível a integração de astronautas russos em equipas chinesas.
Mas existe a barreira linguística. A viagem de astronautas chineses nos nossos foguetões seria mais simples, pois os chineses aprendem mais fácil e rapidamente a língua russa. Mas o acesso ao EEI, onde a Rússia é um dos parceiros, tem que ser coordenado com todas as partes interessadas, incluindo com os Estados Unidos. Mas eles opuseram-se categoricamente à participação dos chineses nesse projeto. E levar lá os chineses como se fossem turistas, sem o direito de abandonarem o sector russo, não terá o acordo da China. Eles querem enviar para lá um astronauta profissional, e não um turista”.
O projeto mais realista, atualmente, tanto no plano político como tecnológico, passa pelo estudo conjunto, por parte da Rússia e da China, da Lua e de Marte, consideram os peritos. Paralelamente, não se exclui a criação de uma base no satélite.

matéria de

http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_14/R-ssila-e-China-contam-com-a-conquista-conjunta-do-espa-o-2258/

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sábado, 20 de dezembro de 2014

Por que usamos o nome triangulo dourado?

Por que usamos o nome Triangulo Dourado?
Por que usamos o nome de triangulo dourado?

___ Por que vocês usam o nome Triângulo Dourado no grupo de vocês?

Lamech estava no terraço vendo sua mulher lidar peixe que ele tinha pescado de molinete na noite anterior e respondeu.
___ Sama descobriu o que é na verdade o Triângulo Dourado, então pesquisei mais a respeito e descobri que é o triângulo de ouro da geometria. Este triângulo dourado é formado por dois ângulos embaixo de 72 graus. Somando os dois ângulos temos o número 144, em baixo, o número dos 144.000, os eleitos que vão salvar o planeta. Estes ângulos estão embaixo, pois simbolizam as duas colunas do templo eterno do Messias, Jachim e Boaz, as mesmas duas colunas são os dois ramos de oliveira vistos por Zacarias que representam Judá e Efraim, também Enoch e Elias que comandarão os 144.000 na terra.


Que são as duas oliveiras à direita e à esquerda do castiçal?
E, respondendo-lhe outra vez, disse: Que são aqueles dois ramos de oliveira, que estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado?
E ele me falou, dizendo: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu.
Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que estão diante do Senhor de toda a terra.

Zacarias 4:11-14


Rodolfo cabeção comentou:
___ Legal, azeite dourado, dois tubos de ouro, são as duas pontas ou dois ângulos terrestres que ligam a terra aos mundos celestes, mas o que é o ângulo superior do triângulo dourado.
___ O ângulo superior é de 36 graus, ele representa 36 hierarquias ou mundos celestes. Somando 3 com o 9 temos o número do Espírito Santo, o número dos 9 dons do Espírito Santo. Somando o ângulo superior do Triângulo Dourado com os ângulos inferiores temos o total de 180 graus. Fantástico, 180 é a metade de 360, o círculo completo do universo. O fator 360 é o fator que os anjos e anunakis usam. Os anunakis passaram este conhecimento aos sumérios que trabalhavam com o fator 360 em vez do fator decimal. Este fator representa o círculo completo. Isso faz do Triângulo Dourado parte integrante e central do cosmos, eu diria um portal, uma porta. Se pegarmos o triângulo dourado e colocarmos um no lado do outro eles vão encaixando até o infinito, como malhas de mundos e dimensões paralelas. O cálculo em cima do triângulo dourado nós leva ao PI grego, o 3,14, é o DNA do universo, ele está na base da criação, da formação dos átomos e de todas as criaturas vivas. Isso nós leva a crer que o Triângulo Dourado é um segredo que nós conduz à essência da criação, ele é um escudo divino, a marca dos 144.000. O selo dos 144.000 é um Triângulo Dourado tendo dentro o nome do pai e do filho.
___ Eu creio que os dois ramos de oliveira ou dois tubos de ouro vistos por Zacarias são Enoch e Elias, mas também representam o nome do pai e do filho gravados no selo dos 144.000.
___ Sim, creio que o Triângulo Dourado é a porta que se abrirá quando os 144.000 deixarem este mundo material e irem para Sião, se tornando cidadão de dois mundos. Eles serão cidadãos de mundos celestes e também poderão atuar na terra como anjos. É assim que pregarão a Israel na grande tribulação juntando as 12 tribos de Israel e levando o mundo ao reino messiânico. Eles virão como cidadão de dois mundos agindo aqui, mas sumindo deste mundo e entrando no mundo celeste quando forem perseguidos pelos guerreiros do Anticristo. O segredo deles poder habitar os dois mundos é o selo, o selo que será colocado na testa, o triângulo dourado com o nome do pai e do filho.
Rodolfo estava confuso com aquele segredo, mas pouco a pouco ia se abrindo diante dele um segredo profundo que liga a terra a mundos paralelos criados pelo Eterno.
Vivemos a ultima hora, o Apocalipse se aproxima.
Adicionem teus amigos ao TRIANGULO DOURADO, vamos denunciar a conpiração.
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Celebrando a Chanuká

Celebrando Chanucá


Foto Ilustrativa

Edição 86 - dezembro de 2014
Ano após ano, à época de Chanucá, as luzes são acesas em todos os lares judaicos para celebrar os acontecimentos daqueles dias, com cânticos de louvor a D'us. assim, os caminhos de Israel são iluminados pela mensagem eterna: "a luz espiritual de Israel nunca será apagada".
A festa de Chanucá inicia-se no dia 25 de Kislev, este ano no dia 16 de dezembro, à noite, e o acendimento das velas vai até 3 de Tevet - 23 de dezembro, à noite. Desde a histórica vitória dos macabeus sobre os assírios, ocorrida em 165 a.E.C., os judeus celebram Chanucá durante oito dias. A festividade comemora a preservação do espírito de Israel. Assim sendo, celebra-se Chanucá apenas espiritualmente, não havendo outros mandamentos a respeito. Além disso, durante os oito dias da festa, é proibido qualquer forma de luto público ou jejum, podendo-se, no entanto, trabalhar.
A chanuquiá - candelabro de oito braços especial da festividade - deve ser acesa diariamente após o aparecimento das estrelas, com exceção da véspera do Shabat, quando deve ser acesa antes do pôr-do-sol. Qualquer material incandescente pode ser usado para acendê-la, mas deve-se preferir a luz intensa do azeite ou de velas de cera ou parafina, grandes o bastante para permanecer ardendo no mínimo por meia hora. Por isso, se uma vela apagar durante esse tempo - com exceção da noite de Shabat, recomenda-se reacendê-la. Num lugar de destaque, no candelabro, há uma outra vela auxiliar, de preferência de cera, chamada shamash. Algumas comunidades usam o shamash para acender as demais velas; outras, uma vela adicional.
Na sexta-feira à noite, véspera do Shabat, as velas devem ser acesas antes do pôr-do-sol e antes das velas de Shabat. Nesse dia devem ser usadas velas maiores, para que ardam até meia-hora após o início do Shabat. Na noite seguinte, as velas de Chanucá só podem ser preparadas e acesas após o término do Shabat e da Havdalá.
Na primeira noite, acende-se a vela da extrema direita e, em cada noite subseqüente, acrescenta-se uma nova do lado esquerdo à primeira e, assim, sucessivamente. A 1ª vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo-se da esquerda para a direita.
Na segunda noite, por exemplo, acendem-se duas. A primeira vela deve ser colocada do lado direito da chanuquiá e a segunda é adicionada à esquerda da primeira. Durante os oito dias, uma nova luz é adicionada, noite após noite, até completar as oito. Por ter um propósito sagrado, a luz da chanuquiá não poderá ser usada para nenhum outro fim, como trabalho ou leitura. Todos os membros da família devem estar presentes na hora do acendimento das velas. Desde que possam segurar as velas com segurança, as crianças têm o mérito de participar, acendendo-as após ter sido acesa a primeira vela da noite.
As mulheres têm a mesma obrigação; portanto, em um lugar onde só haja mulheres ou se o marido estiver viajando ou chegar tarde demais, cabe a elas acender as velas e pronunciar as bênçãos.
Nossos sábios enfatizavam a importância da participação feminina na cerimônia, pois grande parte da milagrosa vitória militar dos judeus sobre seus inimigos se deve a Yehudit. Rabi Yehoshua Ben-Levi diz: "As mulheres são obrigadas a cumprir a mitzvá de Chanucá, pois elas também são parte do milagre". Quando o povo de Israel não vivia disperso, as luzes eram acesas na parte externa das casas, à esquerda de quem entra, ou seja, em frente à mezuzá.
Atualmente, há vários costumes sobre onde colocar a chanuquiá. Alguns a colocam sobre uma mesa, na janela que dá para a via pública, ou no lado esquerdo da porta de entrada, em frente à mezuzá. Outros a colocam em lugar especial, na sala. Deve ser colocada em uma altura entre três e dez palmos do chão, porém não a mais de 9,6 metros, em lugar especial, isolado e de destaque.
Nas sinagogas, onde também se acendem as velas para disseminar as lições do milagre, a chanuquiá deve estar na mesma posição do candelabro do Templo de Jerusalém. Mas o acender das velas na Casa de Orações não nos exime da obrigação de acendê-las em casa.

Todas as noites, acende-se primeiro o shamash, depois pronunciam-se as seguintes bênçãos:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.
Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos, e nos ordenaste acender a vela de Chanucá.


Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bazeman hazê.

Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que fizeste milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época. 


Na primeira noite, depois de recitar as duas bençãos recita-se o shehecheyánu: 


Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lazeman hazê.
Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que nos deste vida, nos mantiveste e nos fizeste chegar até a presente época. 


Na segunda noite e em todas as outras subseqüentes recita-se:


Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.

Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos, e nos ordenaste acender a vela de Chanucá.



Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bazeman hazê.
Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que fizeste milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.


Em seguida, acendem-se as velas da chanuquiá com o shamash.

Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da chanuquiá, de modo que fique mais alto do que as chamas da chanuquiá, e recita-se:



Hanerot halálu ánu madlikim al hanissim veal hapurkan veal haguevurot veal hateshuot, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, baeman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucá, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen êla lir'otan bilvad, kedê lehodot lishmecha, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha. 


Acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanucá, estas luzes são sagradas, não nos sendo permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.

Costuma-se colocar a chanuquiá sobre uma mesa no lado esquerdo da porta de entrada, frente à mezuzá, ou na janela que dá para a via pública.
 
1ª noite
25/Kislev 
Terça-feira, 16 de dezembro 
a partir de 20:20h
5ª noite 
29/Kislev
Sábado, 20 de dezembro
 
a partir de 20:30h, após a Havdalá
 
2ª noite
26/Kislev
Quarta-feira, 17 de dezembro
 
a partir de 20:20h
6ª noite 
30/Kislev
Domingo, 21 de dezembro
 
a partir de 20:23h
 
3ª noite
27/Kislev
Quinta-feira, 18 de dezembro
  
a partir de 20:20h
7ª noite
1/Tevet
Segunda-feira, 22 de dezembro 

a partir de 20:23h
 
4ª noite
28/Kislev
Sexta-feira, 19 de dezembro
 
às 19:30, antes de acender as velas de shabat
8ª noite
2/Tevet
Terça-feira, 23 de dezembro
 
a partir de 20:23h
 
Perguntas e respostas sobre

As Luzes de Chanucá
A que horas devemos acender as velas de Chanucá?
As luzes devem ser acesas após anoitecer. Algumas autoridades aconselham acendê-las logo do pôr do sol. Outras, de 13 a 40 minutos mais tarde. Entretanto, se alguém não tem a possibilidade de acendê-las depois do anoitecer, pode fazê-lo antes, com a condição de que as velas fiquem acesas durante pelo menos meia hora depois da saída das estrelas.

Onde devemos colocar a chanuquiá?
O Talmud ensina que a chanuquiá deve ser colocada ao lado da porta de entrada, de tal forma que fique do lado esquerdo da pessoa que estiver entrando na casa. A mezuzá fica do lado direito.
Atualmente, costuma-se colocar a chanuquiá dentro de casa, sobre uma mesa, em lugar especial. Em certas comunidades a mesa, é colocada perto de uma janela, de frente para a rua, para cumprir com o mandamento de propagar o milagre . Em outras, no lado esquerdo da porta de entrada, frente à mezuzá. Ou, ainda, há quem coloque a chanuquiá em uma mesa baixa para que as crianças alcancem as velas.

Há alguma lei que determine que a mulher ou o homem deva acender a luz de Chanucá?
Todas as pessoas devem cumprir o preceito de acender as velas, portanto mulheres e homens são igualmente obrigados a acender as luzes de Chanucá.

Podemos ler aproveitando a luz da chanuquiá?
Não. As velas da chanuquiá não podem ser usadas para nenhum outro propósito, senão o de propagar o milagre de Chanucá. Assim, não podemos, por exemplo, jantar aproveitando a luz da chanuquiá.

É verdade que não se pode trabalhar enquanto as luzes estiverem ardendo?
Nossa atenção deve estar centrada na luz durante a meia hora em que ardem as velas. Por isso, as mulheres costumam não fazer tarefas domésticas durante o tempo obrigatório do acendimento das velas.

Podemos acender as demais luzes com uma das luzes da chanuquiá?
É proibido usar uma luz que representa uma noite de Chanucá para acender as demais ou para qualquer outro propósito. Para isto, utiliza-se o shamash.

O que fazer se uma das luzes da chanuquiá se apagar ? 
Depende do local onde a chanuquiá estiver e se é shabat. Se o lugar onde colocamos a chanuquiá é o adequado, já que a mitzvá é o ato de acender as velas, e uma delas se apagar depois da bênção, não há necessidade de reacendê-la. Mas se o lugar onde foi colocada a chanuquiá não é um local adequado, somos obrigados a reacendê-la. No shabat não podemos reacendê-la.

O que fazer se a luz do shamash se apagar? 
Se não for shabat, poderá ser reacesa usando fósforos ou outra vela, mas nunca uma das luzes da chanuquiá.

Podemos apagar as luzes da chanuquiá?
Sim, após estas ficarem acesas o tempo mínimo,ou seja, meia hora após a saída das estrelas. Só no shabat é proibido apagá-las.

Na sexta-feira, quando temos que acender as velas?
Na sexta-feira à tarde, logo antes de acender as velas de shabat. Como precisamos acendê-las 18 minutos antes do início do shabat, é melhor usar naquele dia velas maiores para a chanuquiá, para que durem pelo menos meia hora após a saída das estrelas.

E no sábado? Acende-se antes ou depois da Havdalá? 
A maioria das autoridades rabínicas recomenda acender a chanuquiá após a Havdalá, já que esta é o término do Shabat. Em cada lar, deve-se acender a chanuquiá depois da Havdalá. Somente na sinagoga a chanuquiá pode ser acesa antes da Havdalá.


http://www.morasha.com.br/

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A aliança da casa de Togarma e Goque está na biblia, é um grande sinal do fim

Especialista turco: Ocidente está agora em isolamento, a aliança entre Togarma ou turcos e Gogue ou russos, está na bíblia, é um grande sinal do fim. o DAJJAL oculto na Síria usará russos, turcos e chineses para atacar ISRAEL

Especialista turco: Ocidente está agora em isolamento

O professor de Direito Internacional da Academia da Força Aérea e da Universidade de Istambul, Mesut Hakkı Casın, comentou a visita de Vladimir Putin a Ancara, o acordo russo-turco sobre o projeto de construção de uma usina de energia nuclear, e também compartilhou seus pensamentos sobre a situação na Turquia e na Rússia no contexto geopolítico de hoje.

"É importante que os nossos líderes (Putin e Erdogan) estejam determinados a continuar e expandir a cooperação bilateral em vários domínios. Nossos aliados ocidentais, por exemplo, não confiam em nós na esfera nuclear. Acreditam que nós estamos criando uma arma nuclear. E a Rússia fez investimentos de grande escala neste domínio e está pronta para começar a construção da segunda usina nuclear turca.
A estreita cooperação estabelecida entre os líderes dos nossos países tem contribuído para o fato de que, atualmente, a cooperação russo-turca, que está se movendo rapidamente para os novos marcos históricos, ganhou o caráter sem precedentes.
O Ocidente pensa que nos isolar. De fato, o próprio Ocidente está agora em isolamento. Recentemente, recebemos Joe Biden, o Papa Francisco, ontem nos visitou Vladimir Putin e, em breve, chegará David Cameron.
A cúpula do G20 mostrou ao mundo quem é quem. Todos os meios de comunicação do mundo se concentraram em Putin. A cooperação russo-chinesa está ganhando impulso.
E quem está em isolamento? Qualquer um, mas certamente não a Turquia e a Rússia. E, no futuro, a cooperação russo-turca irá crescer. E as sanções do Ocidente não é um obstáculo.
Percebemos muito bem a Rússia, compreendemos a sua posição na crise ucraniana e síria. Sua política externa é extremamente clara e transparente. Moscou, por sua vez, nos compreende e pretende aumentar as entregas de gás natural, reduzindo os seus preços em até 6%, o que é uma quantidade enorme para o nosso orçamento.
Portanto, na nossa opinião, é seguinte: desenvolver a cooperação com um país como a Rússia é um bem!"


http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_12_02/Especialista-turco-Ocidente-est-agora-em-isolamento-9378/

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O livro de Melkitsedeque parte 1

  • 1. 1 O LIVRO DE MELQUISEDEQUE 1
  • 2. Diógenes Lopes de Oliveira 2 O LIVRO DE MELQUISEDEQUE“Escutai, povo meu, a minha lei; prestai ouvidos às palavras da minha boca. Abrirei oslábiosem parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos”Sl.78:1,2.Os Rolos do Mar MortoNo deserto da Judéia, no litoral do Mar Morto, próximo a Jerico, acampava-se uma tribosemibeduína conhecidacomo Taamireh. Era o início da primavera de 1947, quando um dos filhos daquela tribo,Muhammad edh-Dhib, umjovem de apenas 15 anos de idade, pastoreava o rebanho de seu pai. Ao retornar para casa,descobriu que estava faltandouma cabra. Deixando o rebanho seguro no curral, retornou sem demora à procura da quehavia se transviado.Depois de caminhar por muitas partes em busca da cabra perdida, o beduíno sentou-se juntoàuma gruta, vencido pelo cansaço. Não sabia que os seus passos errantes o conduziramnaqueleentardecer para próximo de um tesouro de inestimável valor. Ele encontrava-se naquelemomento naregião noroeste do Mar Morto.Ao arremessar uma pedra para dentro da caverna, o beduíno ouviu um ruído surdo quepareceu-lhe o som de um vaso de barro quando cai. Achou muito estranho aquilo e, movido por ummisto decuriosidade e medo, aproximou-se da abertura para ver o que se encontrava lá dentro. Aprincípio,somente conseguiu ver a escuridão que reinava dentro da caverna que voltara a ficar silente.Depoisde alguns instantes, seus olhos começaram a avistar contornos que lhe pareceram grandesjarros.Vieram-lhe então à lembrança histórias que ouvira desde mui pequeno, sobre Sheitan, oespírito mau 2
  • 3. que vive nas cavernas. Não seria aquela gruta a sua morada? Este pensamento o fez fugirdaliapressadamente, em direção de sua tenda. Tão grande era o medo, que se esqueceuinteiramente dacabra que se perdera.Ahmed, o seu irmão mais velho ,ao ouvir sua história, riu de sua falta de coragem. Ahmed,contudo, não conseguia esquecer-se daqueles vasos que seu irmão afirmara ter visto nointerior dacaverna; E se existisse dentro deles tesouros? Esse pensamento fez com que perdesse osono naquelanoite. Assim que o dia raiou, pediu que seu irmão o levasse àquele lugar de onde fugira.Cheios de esperança e coragem rumaram naquela manhã em direção ao possível tesouro.Olhando atentamente para o interior da caverna, Ahmed constatou que, realmente, haviajarros ali.Cheio de euforia, passou a remover os pedregulhos que estreitavam aquela abertura, até queconseguiu resvalar-se para dentro da gruta. Estava muito escuro a princípio, mas suas vistasforam-seacostumando e, dentro de instantes, viu-se cercado pelos vasos de barro. Com muitocuidado,evitando que se quebrassem, foi tomando-os, um por um, e passando-os para o irmão, queficara dolado de fora.Curioso para ver o que havia naqueles vasos, Ahmed saltou para fora da Gruta. Aointroduzir amão num daqueles vasos, tirou um embrulho feito de panos de linho. Abriram-no naexpectativa deencontrar ouro ou pedras preciosas, mas os irmãos ficaram decepcionados ao descobriremapenas umrolo, feito de coro de cabras. Em todo o rolo, havia uma escrita que não puderam decifrar.Os demaisjarros traziam igualmente grandes rolos de couro.Os beduínos ficaram, inicialmente, sem saber o que fazer com aqueles rolos. A primeiraidéiafoi a de devolvê-los à caverna; Mas, pensando melhor, decidiram vendê-los para algumsapateiro oucolecionador de coisas antigas.Khalil Iskander Shahin, conhecido como Kando, tinha uma sapataria em Belém.Remendavauma bolsa quando dois beduínos entraram em sua sapataria, arrastando consigo setegrandes rolos.2 3
  • 4. Colocando-os sobre o balcão, perguntaram o quanto ele poderia pagar por todo aquelecouro.Analisando os rolos, viu que estavam muito envelhecidos e, com certeza, não lhe seriamúteis.Khalil estava para despedir os moços quando, atraído por aquelas escritas, resolveu adquiri-los,pensando em revendê-los para algum colecionador de antigüidades. Pagou então umaninharia poreles, e os rapazes, ainda que cansados por todo esforço, saíram felizes.Durante alguns dias, os rolos permaneceram esquecidos em um canto da sapataria,enquantoKhalil, procurava em vão despertar o interesse de seus clientes por eles.Athanasius Y. Samuel, arcebispo metropolitano do Mosteiro São Marcos, em Jerusalém,tomou conhecimentosobre os rolos através de um membro de sua paróquia que os vira na sapataria de Khalil.Dirigiu-se até lá e, como nãoconseguia carregar todos, adquiriu quatro deles. Alguns dias depois, Khalil vendeu osoutros três para o professor EleazerLipa Sukenik da Universidade Hebraica de Jerusalém.Ao analisar os quatro rolos, Athanasios conscientizou-se de haver adquirido umapreciosidade.Decidido a fazer fortuna com sua venda, levou-os clandestinamente para os EstadosUnidos, ondepassou a oferecê-los para pessoas e instituições que acreditava poderem se interessar poreles.Ninguém, contudo, aceitou sua proposta, pois o preço exigido era muito alto.Desanimado, Athanasios decidiu, numa última tentativa, colocar um anúncio no Wall StreetJournal.Preço MultiplicadoEra início de 1954, quando o General Yigael Yadin, Chefe do Estado-Maior do ExércitoIsraelense, ao ler o Wall Street Journal, foi atraído para o pequeno artigo que falavadaqueles quatrorolos encontrados no Mar Morto, contendo manuscritos bíblicos datados entre 100 a 200anos a.C.;Sua aquisição poderia ser ideal para instituições educacionais ou religiosas.Yigael era filho do professor Eleazer, que comprara os três últimos rolos. Desde então, eles 4
  • 5. estavam desesperados à procura dos outros quatro.Depois de recortar o anúncio, Yigael ligou imediatamente para o aeroporto, exigindo umapassagem no próximo vôo para os Estados Unidos. Jamais fizera uma viagem sentindo-setãoansioso; Aquelas horas de vôo pareciam-lhe uma eternidade.Ao desembarcar, dirigiu-se imediatamente ao endereço indicado no anúncio. Chegando aolocal, viu que várias pessoas, atraídas pelo anúncio, faziam uma grande fila paraconhecerem os taisrolos. Seria uma loucura permitir que elas entrassem antes dele, por isso, encaminhando-separajunto da porta, colocou-se como o primeiro da fila. Alguns começaram a reclamar, mas ele,tocandona porta, desculpou-se, afirmando ser amigo de Athanasius.Ao ouvir os toques na porta, Athanasios, que mostrava a um possível comprador ospergaminhos, foi ver quem era. Sem saber que tinha diante de si o General do ExércitoIsraelense,Athanasios foi rude, mandando-o esperar pela sua vez. Isto o fez passar vergonha diante daspessoas,a quem havia afirmado há pouco ser amigo daquele homem. Começaram então fortesprotestos e,alguns se adiantaram querendo tirá-lo a força de seu primeiro lugar na fila. Nesse momento,Yigael,que não queria revelar sua identidade, vociferou com fúria, mostrando sua alta patenteconfirmadapor uma credencial que ergueu aos olhos de todos. Esse gesto fez com que o sentimento dehumilhação e vergonha se transferisse para aqueles que o afrontaram.Ao chegar a sua vez, Yigael, sem se identificar, perguntou para Athanasios o valor que eleesperava receber pelos rolos. Não querendo ainda lhe dar o preço, convidou-o a ver ospergaminhos.Yigael, ressentido pelo tratamento que havia recebido, disse secamente que não estava alimovidopela curiosidade, querendo simplesmente admirar-se ante aqueles rolos; Estava ali paracomprá-los.Assim, para não perderem tempo, gostaria de saber o quanto pagaria por eles.Athanasios que, dominado pelo desânimo, estava a ponto de vendê-los por qualquer preçoquecobrisse suas despesas de viagem, abaixou, a cabeça e meditou: Se conseguisse vendê-lospor $ 5.000já estaria bom; Mas não lhe custaria pedir mais: quem sabe dez vezes mais, $ 50.000; Oumesmocinqüenta vezes cinco. Seus lábios então pronunciaram o preço de $ 250.000. 5
  • 6. 3Prontamente, Yigael tomou seu talão e preencheu um cheque de 250.000 dólares. Ele ofariacom a mesma determinação, ainda que o processo multiplicador continuasse na mente doancião emdezenas de outras operações.Ao conferir no cheque o valor daquela fortuna, Athanasios ficou possuído por umsentimentomisto de alegria e vergonha, pois o mesmo continha a assinatura do Chefe do Estado-MaiordoExército Israelense, a quem pouco antes tratara com estupidez.Quando a porta novamente se abriu, a fila de curiosos foi aniquilada pelos passos daquelequejá havia sido herói de muitas batalhas, e que conduzia, sob os poderosos braços, os rolos daGruta 1, asua maior conquista. Agora, os sete rolos eram propriedade do Estado de Israel, quedesfrutava seusprimeiros anos de independência, depois de um desterro de milênios.Ao serem os sete rolos cuidadosamente analisados por eruditos em Israel, comprovou-seque setratavam dos mais antigos manuscritos já descobertos pelo homem, datados de temposanteriores aosdias de Cristo. Um dos rolos, o mais conservado dos sete, apresentava uma cópia do livrode Isaíasque, ao ser comparado com as cópias modernas, trouxe a certeza de que não houve nessesdoismilênios nenhuma alteração de sua mensagem profética.Os demais manuscritos, também de grande importância, são: O Manuscrito de Lameque,conhecido como O Apócrifo de Gênesis, que apresenta um relato ampliado do Gênesis; ARegra daGuerra, que descreve a grande batalha final entre os filhos da luz e os filhos das trevas,sendo osdescendentes das tribos de Levi, Judá e Benjamim retratados como os filhos da luz, e osedomitas,moabitas, amonitas, filisteus e gregos representados como os filhos das trevas. Há tambémumpergaminho com Os Hinos de Ação de Graças (Hodayot), uma seqüência de 33 salmos queeramcantados, em cultos de adoração ao Criador, o grande Adonai.O que os Eruditos Encontraram 6
  • 7. Dois anos depois da experiência daqueles jovens beduínos, dois arqueólogos, G. L. HardingeR. De Vaux, auxiliados por quinze habitantes daquela região do Mar Morto, começaramnovasbuscas nas proximidades daquela caverna que viria a ser conhecida como Gruta 1. Em doisanos deincansáveis pesquisas, descobriram as ruínas do Mosteiro de Khirbet Qumran, umapropriedade dosessênios. Dentre os muitos objetos ali descobertos, encontraram uma sala onde osmanuscritos erampreparados, ao qual deram o nome de scriptorium. Foram encontrados naquela sala doistinteiros,ambos contendo restos de tinta de carvão do tipo usado nos pergaminhos. Encontraramtambém umaescrivaninha, ao lado da qual havia concavidades que, possivelmente, eram usadas paraarmazenarágua limpa, com a qual o piedoso escriba purificava as suas mãos, ao iniciar as cópias dasSagradasEscrituras, ou mesmo antes de escrever o nome divino.Um grande terremoto, ocorrido no ano de 31 a.C., trouxe muitos danos ao Mosteiro deKhirbetQumran, exigindo a reconstrução de alguns de seus compartimentos. Em 68 AD, com oavanço daDécima Legião Romana, comandada por Vespasiano, o Mosteiro foi completamentedestruído, e amaior parte de seus ocupantes mortos ou levados cativos. Existem muitos indícios de quetenha sidopor esta ocasião que os essênios, no intuito de preservar seus preciosos rolos, esconderam-nos nascavernas.As Grutas 2 a 10Enquanto os arqueólogos prosseguiam as escavações das ruínas do Mosteiro Essênio,algunsbeduínos, incentivados pelas descobertas da Gruta 1, empreenderam-se em incansáveisbuscas,vasculhando toda aquela região montanhosa do Mar Morto em busca de novos vasos.No mês de fevereiro de 1952, descobriram finalmente, ao sul da Gruta 1, a Gruta 2, na qualencontraram partes de dezessete manuscritos bíblicos e uma porção maior de manuscritosnão-bíblicos. Ao todo, eram 187 fragmentos.Com a descoberta da Gruta 2, a atenção dos arqueólogos e de todos aqueles pesquisadoresdo 7
  • 8. Mar Morto, voltou-se para as cavernas. Deixando as escavações daquele Mosteiro,iniciaram uma4exploração sistemática em toda a área de Qumran. Um mês depois, no dia 14 de março,encontrarama Gruta 3. Além de centenas de fragmentos de outros manuscritos, encontraram nestacaverna umdocumento muito especial: eram três folhas de cobre muito fino, cada qual medindo 0,30 mpor 0,80m. Examinando aquelas lâminas de cobre, descobriram que compunham originalmente umúnicorolo, pois suas extremidades traziam as marcas de seu ligamento. O estudo posterior destedocumentorevelou-se de grande importância, pois trazia detalhadas informações sobre as demaisgrutas quecontinham documentos e tesouros.À medida que novas grutas eram descobertas, novos documentos vinham à luz, fazendocrescero interesse pelo assunto que passou a ser amplamente divulgado pelos jornais e revistas,criando umclima de grande expectativa. Tudo era tão fantástico que até mesmo pessoas incrédulascomeçaram apressentir naquelas descobertas algo miraculoso, como se um poder sobrenatural houvessereservado,nas entranhas daquelas rochas, uma mensagem para um mundo que, somente naquelametade deséculo, havia experimentado os horrores de duas grandes guerras, que pareciam prenunciaro fim domundo, como retratado em muitos daqueles manuscritos.Depois da descoberta da Gruta 6, em setembro de 1952, as buscas foram intensificadas, nãotrazendo, contudo, nenhuma nova descoberta por um período de quase três anos. Na manhãdo dia 2de fevereiro de 1955, quando, vencidos pelo desânimo, estavam a ponto de suspenderem asbuscas,foram agraciados pela descoberta da Gruta 7. Ainda que os documentos encontrados nessacaverna semostrassem muito danificados, os arqueólogos sentiram-se renovados em seu ânimo deprosseguirem com as procuras, certos de que teriam novas recompensas. Esta perspectivanão foifrustrada, pois entre os dias 2 de fevereiro e 6 de abril de 1955, haviam sido agraciados comos 8
  • 9. tesouros das Grutas 7, 8, 9 e 10. Com todo esse sucesso, intensificaram ainda mais asbuscas, porémsem nenhum resultado.O Presente de um Rei(Uma Parábola Baseada em Fatos Reais)Dez grutas já haviam lançado de suas escuras entranhas centenas de documentos deincalculável valor,enriquecendo toda a humanidade com um patrimônio jamais sonhado. Muitos arqueólogos,satisfeitos com o que foraencontrado até então, empreendiam, ao lado de peritos, a organização de todos aquelesdocumentos, muitos até entãomantidos empilhados em seus acampamentos. Nem sequer passava-lhes pela cabeça opensamento de que a maior detodas as descobertas ainda estava para vir.Num dia ensolarado de janeiro de 1956, quatro beduínos irmãos caminhavam errantes porentreas rochas que se elevam ao norte do Mar Morto. Não haviam saído naquele dia com aintenção deprocurar cavernas; Contudo, num gesto involuntário, seus olhos detinham-se em cada fendade rocha,pois, no decorrer daqueles anos, procurar buracos nas rochas tornara-se um hábito na vidadaquelesbeduínos. Quando os encontravam, imediatamente enfiavam neles a cabeça à procura devasos.Muitos deles já haviam conseguido, por causa desse costume, elevadas somas de dinheiroque,dificilmente ganhariam em todo um ano.Foi assim que o mais velho deles, ao descobrir numa das rochas uma pequena abertura,correupara lá para observar. Tudo o que conseguiu ver a princípio foi a escuridão que reinava nosilêncio dacaverna. Contudo, pondo em prática um dos segredos que somente os beduínos caçadoresde vasosconheciam, permaneceu encarando as trevas, esperando vê-las fugir. Unicamente aquelesque eramsuficientemente corajosos para encararem as trevas por alguns minutos, sem se moverem,poderiamser agraciados com os tesouros das cavernas.5 9
fonte

http://pt.slideshare.net/carlosttorres/o-livro-oculto-de-melquesedeque