domingo, 8 de fevereiro de 2015

Exército ucraniano sofre baixas na Ucrania


Tanque da RPD

Exército ucraniano sofreu 45 baixas nas últimas 24h

© Sputnik
MUNDO
Ucrânia: campo de batalha (39)
82491
O vice-comandante da autoproclamada República Popular de Donetsk(RPD), Eduard Basurin, informou que nas últimas 24h o exército da Ucrânia perdeu 11 tanques, 6 veículos blindados, 9 unidades de artilharia, 11 carros e 45 soldados mortos em batalha.
As perdas dos militares ucranianos em combates em Donbass somaram 45 pessoas nas últimas 24h, afirmou o vice-comandante das milícias da autoproclamada RPD, Eduard Basurin. Ele destacou que em 22 dias de combates os militares ucranianas sofreram um total de 2056 baixas. 
"As perdas dos militares ucranianos nas últimas 24 horas somaram 11 tanques, 8 destruídos e 3 capturados, 6 veículos blindados, 9 unidades de artilharia e 11 carros. Soldados mortos em batalha somaram 45 pessoas. Desde o início das ações militares mais ativas, o inimigo perdeu nos últimos 22 dias: 3 aviões, 1 helicóptero, 168 tanques, 133 blindados, 124 unidades de artilharia, 94 carros e 2056 pessoas mortas em batalhas”, declarou Basurin aos jornalistas. 
Segundo Basurin, o exército ucraniano continua a bombardear os bairros residencias com os sistemas de artilharia Smerch e Grad. Donetsk e seus subúrbios foram atacados dessa maneira mais de 30 vezes. A cidade de Mariupol também sofreu ofensiva.


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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Gorbachev teme terceira guerra mundial

Gorbachev teme que Guerra Fria se possa tornar 'quente'

EUA, Gorbachev, Russia, guerra fria, opinião
Na foto: Mikhail Gorbachev, foto de arquivo

EUA já envolveram a Rússia na Guerra Fria e não se pode excluir que eles dêem passos no sentido de uma guerra real, pensa o ex-presidente da URSS Mikhail Gorbachev.

“Ouve-se falar o tempo todo dos EUA, da União Europeia sobre sanções contra a Rússia. Já perderam a cabeça? Os EUA perderam-se na selva e atiram-nos para lá”, disse Gorbachev em entrevista à Interfax.
“Se falarmos com palavras claras, eles [EUA] já nos envolveram numa nova Guerra Fria tentando realizar abertamente a sua ideia de triunfo. E para onde isto vai levar-nos? A Guerra Fria já ocorre abertamente. O que se segue? Infelizmente já não posso dizer que a Guerra Fria não leve à ‘Guerra Quente’. Temo que possam arriscar”, afirmou.
Ao mesmo tempo, Gorbachev frisou que a situação nos EUA e na União Europeia não é simples: “Uma parte dos países europeus vivem bem, os outros – muito pior, e a dependência dos EUA é demasiado forte, mesmo no caso da Alemanha”.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_29/Gorbachev-teme-que-a-Guerra-Fria-se-pode-tornar-quente-9805/

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Índia admite EUA em seu mercado nuclear

Índia admite EUA no seu mercado nuclear

EUA, Índia, defesa, Barack Obama, programa nuclear, visita
Na foto: Narendra Modi e Barack Obama

A Índia admitiu os EUA no seu mercado de serviços nucleares não através da revisão de sua legislação, mas graças a um compromisso. Mas este pode vir a ser uma fonte de novos conflitos.

A Índia e os EUA, segundo as declarações feitas por suas lideranças, conseguiram remover os obstáculos que impediam as empresas norte-americanas de importar combustível nuclear e construir usinas nucleares na Índia. Havia duas contradições. Os estadunidenses não concordavam com a lei indiana que responsabiliza o prestador de serviços nucleares por prejuízos provocados ao longo de todo o tempo de serviço da usina nuclear.
Outra discrepância de interesses se encontrava na exigência dos EUA em controlarem a totalidade do combustível nuclear importado pela Índia. Essa exigência abrangia o combustível russo para as usinas nucleares russas.
Nessa questão “as partes conseguiram um avanço”, declarou Barack Obama. O progresso foi alcançado “cumprindo a legislação indiana”, foi o esclarecimento importante acrescentado por Narendra Modi. Anton Khlopkov considera que se trata de um compromisso bastante instável:
“Os norte-americanos estão dispostos a demonstrar a flexibilidade de suas abordagens da base jurídica que irá regular essa cooperação. Entretanto, não devemos sobrestimar a profundidade da flexibilidade que as empresas norte-americanas têm. Estas não irão ser responsabilizadas juridicamente pelos potenciais prejuízos, inclusive pelos que podem advir de uma exploração pouco profissional das usinas nucleares.
“Por isso, aqui será mais correto falar de um compromisso e não de uma aceitação da posição indiana pelos norte-americanos. Mas qualquer compromisso pode resultar, mais cedo ou mais tarde, em novas situações de conflito e em obstáculos na realização do projeto.”
Anton Khlopkov também comentou com otimismo moderado a declaração de Narendra Modi que a Índia e os EUA estão começando a execução comercial do acordo, firmado ainda em 2008, de cooperação na área do nuclear para fins pacíficos:
“Apesar do progresso da cooperação nuclear entre a Índia e os Estados Unidos, ainda falta executar um grande volume de trabalhos para materializar essas ideias e projetos. Por vezes, entre um acordo e a cooperação prática tem de ser dado um passo bastante grande. Especialmente se considerarmos que as empresas norte-americanas não têm experiência de trabalho no mercado indiano.
“Em 1974, eles tiveram de sair de lá depois da realização pela Índia do teste nuclear. Dessa forma, a pausa na cooperação se prolongou por 40 anos. Sem dúvida que seu reinício irá exigir bastante tempo.”
Os resultados da visita não provocam alterações importantes na correlação de forças no mercado nuclear indiano, incluindo nas posições da Rússia nesse mercado, considera o diretor do Fundo de Desenvolvimento Energético, Serguei Pikin:
“O principal é que a Rússia obteve um progresso muito significativo no mercado indiano. Os últimos acordos e os contratos assinados para a construção de novos geradores nucleares demonstram que a Rússia está se reforçando nesse mercado, praticamente não tendo concorrência.
“Claro que isso preocupa bastante Washington. Por isso, os EUA estão dispostos, apesar da longa existência de desentendimentos com a Índia, a percorrer o caminho de sua resolução de acordo com os termos da Índia. Eles tentam apanhar em andamento o trem da cooperação russa-indiana, que já partiu e está aumentando sua velocidade. Para aceder, mesmo assim, a esse mercado e concorrer por completo com as tecnologias russas na sua relação entre preço e qualidade.”
No final da visita do presidente da Rússia Vladimir Putin à Índia, no final do ano passado, foi anunciado um plano para a construção de 12 geradores nucleares ao longo de 20 anos. Nesse contexto, a visita de Obama à Índia não altera de todo a correlação de forças no mercado nuclear indiano.



http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_27/India-admite-EUA-no-seu-mercado-nuclear-6710/

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Putin chama exército ucraniano de legião da OTAN

Putin chama o exército ucraniano de “legião da OTAN”

Ucrania, Vladimir Putin, opinião, guerra civil, OTAN, exercito
Foto de arquivo. Exército ucraniano

Kiev recusa escolher o caminho de solução pacífica do conflito em Donbass e usou a trégua para reagrupar suas forças, disse nesta segunda-feira (26) o presidente russo Vladimir Putin durante um encontro com estudantes em São Petersburgo.

Na Ucrânia, segundo ele, ocorrem “acontecimentos trágicos, na realidade, uma guerra civil”. “E na Ucrânia, do meu ponto de vista, muitos entendem isto”, disse Putin.
O presidente da Rússia também chamou o exército ucraniano de “legião da OTAN”.
“Dizemos frequentemente: exército ucraniano. Mas na realidade quem está ali combatendo? Ali de fato parcialmente há divisões oficiais das Forças Armadas, mas na maioria trata-se dos assim chamados ‘batalhões nacionalistas voluntários’”, disse Putin.
“No fundo já não é um exército mas sim uma legião estrangeira, neste caso uma legião da OTAN, que com certeza não tem como objetivo os interesses nacionais da Ucrânia”, afirmou o presidente russo. “Tem outros objetivos, ligados à contenção da Rússia, o que não corresponde aos interesses do povo ucraniano”, frisou Putin.
Kiev está realizando desde meados de abril uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas que chegaram ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido de fevereiro de 2014 em Kiev. Moscou classificou essa operação especial, que já provocou numerosas vítimas de ambos os lados, inclusivamente entre a população civil, como punitiva e apelou a Kiev para que a cesse imediatamente. 


http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_26/282453498/

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Drone misterioso sobrevoa o palácio presidencial francês

Drone sobrevoa palácio presidencial francês

drone, França, investigação, incidente, segurança
Foto de arquivo

Um drone sobrevoou o Palácio do Eliseu, em Paris, na noite de 16 de janeiro, de acordo com a mídia francesa na terça-feira, 20.

O drone voou sobre o palácio durante alguns segundos. Quando a sua presença foi detetada pelo serviço de segurança do palácio, ele já havia deixado a zona.
Esta informação foi confirmada hoje pelo gabinete do presidente francês, François Hollande. No momento o incidente está sendo investigado.
O incidente é mais um numa série de aparecimento de drones misteriosos, o mesmo aconteceu em usinas nucleares francesas em outubro e novembro deste ano. Os incidentes continuam por explicar, porque ninguém assumiu responsabilidade por eles.

http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_20/Drone-sobrevoa-pal-cio-presidencial-franc-s-4343/

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Imagens de satélites mostram a destruição causada pelo BOKO HARAM

Imagens de satélite mostram destruição causada pelo Boko Haram

Boko Haram, Nigéria, terrorismo
Foto de arquivo

A Anistia Internacional (AI) e a Human Rights Watch (HRW) publicaram separadamente nesta quinta-feira (15) imagens de satélite que mostram a destruição provocada pelos recentes ataques do grupo jihadista Boko Haram em Baga e Doro Gowon.

Segundo a AI, 2.000 pessoas morreram nas ofensivas. O governo nigeriano fala em 150.
As imagens de antes e depois dos ataques mostram que ao menos 3.700 estruturas, em sua maioria casas e pequenos comércios, foram destruídas.
Nas fotos, os pontos vermelhos representam a vegetação, que foi totalmente destruída.
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"As imagens mostram uma devastação de proporções catastróficas nas duas localidades, uma delas (Doro Gowon) praticamente foi varrida do mapa", denuncia o investigador da AI para a Nigéria, Daniel Eyre.
Ainda que não se possa precisar o número de vítimas, a ONG acredita que o ataque (que visava civis, já que não havia presença das forças de segurança nos locais) tenha sido o mais letal e destrutivo da história do Boko Haram.
A HRW, por sua vez, estima que, no caso de Doro Gowon, os ataques tenham destruído quase 60% de uma aldeia que, até pouco tempo atrás, abrigava uma base militar conjunta de vários países para lutar contra o crime transnacional e, mais recentemente, contra o Boko Haram.
No entanto, a instabilidade da zona e os crescentes ataques do grupo islâmico provocaram a retirada dos contingentes estrangeiros, motivo pelo qual a milícia não encontrou resistência quando iniciou os ataques, em 3 de janeiro.
A ONG também calcula que mais de 10% de Baga tenha sido reduzida a cinzas. Uma porcentagem alta, mas que pode desmentir a cifra de 2.000 mortos estimada pela AI.
Não é a primeira vez que Baga sofre um ataque de grandes proporções. Em abril de 2013, o Exército nigeriano arrasou a cidade depois que milicianos do Boko Haram mataram um soldado num atentado supostamente lançado de lá.
Desde 2009, a violência da milícia e sua repressão pelas forças de segurança já deixaram 13 mil mortos e mais de 1 milhão de deslocados.
O grupo, cujo nome significa "a educação ocidental é proibida", luta para instaurar um califado no norte da Nigéria.
--Folha Online

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Rússia e China se unem para conquista do espaço

Rússia e China contam com a conquista conjunta do espaço

Rússia, China, espaço

Rússia e China estão determinadas a concretizar um avanço significativo no estudo do espaço. Em janeiro de 2015, os cientistas dos dois países irão coordenar um plano de cooperação nessa área, anunciou o diretor do Instituto russo de Investigação do Espaço, Lev Zeleny. Cada uma das partes tem 15 a 20 propostas para experiências conjuntas e que devem ser juntas num só programa.

Os detalhes não são, por ora, revelados. Sabe-se apenas que esta orientação é desenvolvida no âmbito de acordos intergovernamentais sobre a cooperação na área do espaço. Esse acordo foi assinado em outubro, durante a visita do chefe de governo da República Popular da China, Li Keqiang, a Moscou.
Cientistas russos e chineses estão a preparar um avanço significativo, considera Igor Marinin, redator-chefe da revista russa Novosti Kosmonavtiki:
“A cooperação pode passar por experiências conjuntas, trocas de equipamentos para a investigação de planetas e do espaço. O importante é que tanto em questões científicas, como em tecnológicas, fala-se de cooperação. Pois, até a data, a China seguia o seu próprio caminho, apropriava-se de avanços tecnológicos de outros países, nomeadamente do nosso, e não levava a cabo qualquer programa de cooperação. Por isso, trata-se de uma tendência muito positiva”.
A comunidade científica comenta, de forma enérgica, as declarações do líder do Roscosmos, Oleg Ostapenko, sobre o interesse da China face a dois eixos concretos de cooperação com a Rússia. Um deles passa pela construção conjunta de motores de foguetões. Os chineses, em resposta à proposta russa, insistem na transferência de tecnologia de produção para a China. Em troca, propõe retirar quaisquer limitações à exportação de produtos eletrónicos para a Rússia e, futuramente, desenvolverem micro-esquemas.
Outro potencial eixo de cooperação passa pelo intercâmbio de voos espaciais tripulados para a Estação Espacial russa e chinesa. Igor Marinin avaliou a perspectiva desta forma:
“Os chineses têm agora uma estação pequena que já esgotou os seus recursos. Ninguém vai para lá agora, nem os astronautas chineses. Eles lançarão a próxima estação só daqui a um ano e meio. E ela será colocada numa inclinação na qual os nossos foguetões não podem voar. Por isso, aqui só será possível a integração de astronautas russos em equipas chinesas.
Mas existe a barreira linguística. A viagem de astronautas chineses nos nossos foguetões seria mais simples, pois os chineses aprendem mais fácil e rapidamente a língua russa. Mas o acesso ao EEI, onde a Rússia é um dos parceiros, tem que ser coordenado com todas as partes interessadas, incluindo com os Estados Unidos. Mas eles opuseram-se categoricamente à participação dos chineses nesse projeto. E levar lá os chineses como se fossem turistas, sem o direito de abandonarem o sector russo, não terá o acordo da China. Eles querem enviar para lá um astronauta profissional, e não um turista”.
O projeto mais realista, atualmente, tanto no plano político como tecnológico, passa pelo estudo conjunto, por parte da Rússia e da China, da Lua e de Marte, consideram os peritos. Paralelamente, não se exclui a criação de uma base no satélite.

matéria de

http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_14/R-ssila-e-China-contam-com-a-conquista-conjunta-do-espa-o-2258/

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